Tópico dos aviões

Segunda-feira, viagem em A320Neo da TAP.

Após fecho das portas, começou-se a sentir um intenso cheiro a gases no interior, e inclusive, uma senhora que estava nos bancos atrás de mim começou a sentir-se mal.

Estava a ver que ía ficar ali, mas lá seguimos viagem.
 
Viagem a Budapeste na WIZZ, ida e volta em A321Neo, espetaculares, praticamente novos, confortáveis e silenciosos, o vôo que tinha feito antes foi num 737 da Ryanair, nada ver.[:D]
 
Viagem a Budapeste na WIZZ, ida e volta em A321Neo, espetaculares, praticamente novos, confortáveis e silenciosos, o vôo que tinha feito antes foi num 737 da Ryanair, nada ver.[:D]

O 321neo é um avião que tem menos 20 anos que os 737-800 da Ryanair, ainda por cima a Ryanair é o que é em termos de serviço, do pior que há.

Isso é como comparares um Peugeot 405 de 1994 e um 508 de 2015, claro que o 508 vai ser muito melhor.​

Segunda-feira, viagem em A320Neo da TAP.

Após fecho das portas, começou-se a sentir um intenso cheiro a gases no interior, e inclusive, uma senhora que estava nos bancos atrás de mim começou a sentir-se mal.

Estava a ver que ía ficar ali, mas lá seguimos viagem.

Isso é um fenómeno conhecido que afecta bastante os Airbus 320 e por vezes há aterragens de emergência por causa disso.

Tem a ver um falha de design que faz com que por vezes fumo tóxico da APU entre na cabine.

Screenshot-2026-05-23-015841.png
 
O 321neo é um avião que tem menos 20 anos que os 737-800 da Ryanair, ainda por cima a Ryanair é o que é em termos de serviço, do pior que há.

Isso é como comparares um Peugeot 405 de 1994 e um 508 de 2015, claro que o 508 vai ser muito melhor.​



Isso é um fenómeno conhecido que afecta bastante os Airbus 320 e por vezes há aterragens de emergência por causa disso.

Tem a ver um falha de design que faz com que por vezes fumo tóxico da APU entre na cabine.

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Nem sei como a autoridade da aviaçao, nao pediu á Airbus corrigir essa falha.
 
Com defeito e falsas: Burla em peças para aviões custa 6,5 milhões à TAP

Em causa está uma rede composta por três portugueses e um cidadão argentino, que terá provocado prejuízos de 45 milhões de euros a várias companhias aéreas, numa burla que envolvia peças para aviões. Só na TAP os prejuízos ascendem a 6,5 milhões.

A TAP foi lesada em cerca de 6,5 milhões de euros por causa de uma burla nas peças para aviões. Em causa está uma rede composta por três portugueses e um cidadão argentino, que terá provocado prejuízos de 45 milhões de euros a várias companhias aéreas.

"De acordo com a acusação, ficou indiciado que os três arguidos, juntamente com um cidadão de origem venezuelana e naturalizado no Reino Unido, no período compreendido entre 2015 e 2023, integraram uma organização criminosa que se dedicou à apropriação ilícita, nos stocks de companhias aéreas, entre as quais a TAP AIR PORTUGAL, SA e a HI FLY, de peças e componentes aeronáuticos, tendo em vista possibilitar a respetiva venda subsequente, sustentada em documentação de aeronavegabilidade falsificada, a companhias certificadas para a manutenção, reparação e operações com aeronaves, destacando-se, entre outras, a TAP MAINTENANCE & ENGINEERING, subsidiária da TAP", pode ler-se na acusação do Ministério Público.

O impacto financeiro, refira-se, foi avançado pelo jornal Correio da Manhã, que revela também que, como as peças eram falsas, com defeitos e certificados falsificados, a companhia aérea de bandeira portuguesa e as outras envolvidas, como a American Airlines e a Aero Norway, foram obrigadas a suspender as respetivas operações para verificar todos os componentes.

O Notícias ao Minuto está a tentar contactar fonte oficial da TAP para confirmar o prejuízo que a companhia aérea portuguesa teve com esta burla. O que se sabe sobre o caso


Três pessoas foram acusadas pelo Ministério Público de atentado contra a segurança no ar e outros crimes pela alegada venda de peças para motores sem requisitos a companhias aéreas, entre as quais a TAP.

Os arguidos, em prisão preventiva há cerca de um ano na sequência da operação "Voo Cego" da Polícia Judiciária (PJ), são um empresário e dois funcionários da área de manutenção aeronáutica, um deles da TAP Maintenance & Engineering (TAP M&E), subsidiária da TAP.

O plano terá sido gizado pelo cidadão britânico e as peças vendidas através de uma sociedade constituída no Reino Unido, a AOG Technics.

O homem foi detido no Reino Unido em 2023 na sequência de uma denúncia da TAP M&E de que os componentes adquiridos à AOG Technics "não cumpriam os requisitos de aeronavegabilidade exigidos pelos fabricantes originais dos motores CFM56", tendo o esquema continuado através de uma outra empresa constituída então por um dos arguidos agora acusados.

Um "elevado número" das peças comercializadas "apresentava riscos qualificados como altos ou médios na utilização em motores em operação, acarretando perigo para a vida ou para a integridade física de passageiros e tripulantes de aeronaves em cujos motores tais peças pudessem operar, assim como para as próprias aeronaves", concluiu uma perícia da Força Aérea Portuguesa.

Dois dos arguidos são ainda suspeitos de "terem ocultado à administração tributária os rendimentos obtidos nos anos fiscais de 2019 e 2020 com a prática dos factos", refere o DCIAP.

Na acusação, o Ministério Público pede ainda que os três arguidos sejam condenados a pagar ao Estado, "a título de valor de vantagens ilícitas", cerca de 1,1 milhões de euros e quase 13 mil dólares.

No total, os suspeitos foram acusados em 22 de maio passado dos crimes de associação criminosa, atentado contra a segurança de transporte por ar, corrupção passiva agravada, corrupção passiva no comércio privado agravada, peculato, burla qualificada, falsificação de documento, furto qualificado, acesso ilegítimo, dano informático e fraude fiscal qualificada.

A investigação começou em fevereiro de 2024 e decorreu, a partir de novembro seguinte, em "contexto de Equipa de Investigação Conjunta com o Serious Fraud Office do Reino Unido", dedicado, tal como o DCIAP, ao combate ao crime financeiro de especial complexidade.

Em maio de 2025, a TAP confirmou à Lusa a realização de buscas nas suas instalações "relacionadas com um caso judicial" em que a companhia aérea "é denunciante", escusando-se, à data, a fazer qualquer comentário.
 

é curioso como o A380 em algumas fotos parece pequeno, quando não há referências. Lembro-me da primeira vez que vi um ao vivo, foi em Praga, e o que me causou mais espanto foi a altura do estabilizador vertical. Aquilo tem o equivalente a um prédio de 8 andares :sh)
 
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