AstonM
Well-known member
Vi hoje este comparativo e achei interessante por dar destaque a algo que ultimamente me parece cada vez mais esquecido neste atual mundo automóvel: A dinâmica e a sensação de condução que um carro nos transmite.
Num setor cada vez mais "SUVizado", parece que o consumidor, a imprensa, os amantes de automóveis deixaram de dar relevo à dinâmica. Talvez porque o mercado foi inundado de SUV's cuja dinâmica e performance não se pode pedir muito, cujos consumos são sempre superiores ao de uma carrinha equivalente, cuja componente ambiental prevaleceu perante o resto etc. houve uma tendência de "apagar" dos testes realizados a importância de certas características.
Sou do tempo em que o fórum autohoje vibrava com o teste do Alfa 159, o eterno "El Mejor", que alegadamente se batia dinamicamente de igual para igual com o seu rival Série 3 e veio a surgir num teste de slalom como tendo superado o Porsche Boxster.
Hoje em dia discute-se interiores mais ou menos "simples", botões físicos ou a sua ausência, infotainment com bugs e os "bips" dos avisos à condução.
Quando se debate a Tesla, hoje em dia, é rara a utilização do fator "condução" e "diversão" para superiorizar o modelo perante a concorrência. Mas a verdade é que a dinâmica do Model 3/Y foi uma referência no lançamento dos modelos (2017 e 2020) e ainda hoje continua a ser, mesmo passados estes anos.
Entre outras coisas, boas e más de ambos os modelos, este vídeo destaca esse lado do Model Y, que não deixa de ser um SUV com quase 2.000Kg com excelentes atributos dinâmicos.
Assim, perante a concorrência chinesa e outros europeus e americanos, a Tesla não é só uma ode à tecnologia do infotainment, aos primórdios da condução autónoma, à eficiência que se traduz em bons consumos e autonomia de longo alcance, ou à performance. Lembremo-nos que é também sinónimo de dinâmica e diversão na condução.
O Model Y ser equacionado, dinamicamente, como potencial rival para o Porsche Macan, no mínimo, poderá soar a vitória.
Porém, no final, não significa que muita gente não opte por levar para casa o XPENG e o mesmo não tenha argumentos válidos para isso (como até se pode ver pelos muitos comentários do YouTube). E está tudo bem. Cada cabeça (e carteira), sua sentença.
Num setor cada vez mais "SUVizado", parece que o consumidor, a imprensa, os amantes de automóveis deixaram de dar relevo à dinâmica. Talvez porque o mercado foi inundado de SUV's cuja dinâmica e performance não se pode pedir muito, cujos consumos são sempre superiores ao de uma carrinha equivalente, cuja componente ambiental prevaleceu perante o resto etc. houve uma tendência de "apagar" dos testes realizados a importância de certas características.
Sou do tempo em que o fórum autohoje vibrava com o teste do Alfa 159, o eterno "El Mejor", que alegadamente se batia dinamicamente de igual para igual com o seu rival Série 3 e veio a surgir num teste de slalom como tendo superado o Porsche Boxster.
Hoje em dia discute-se interiores mais ou menos "simples", botões físicos ou a sua ausência, infotainment com bugs e os "bips" dos avisos à condução.
Quando se debate a Tesla, hoje em dia, é rara a utilização do fator "condução" e "diversão" para superiorizar o modelo perante a concorrência. Mas a verdade é que a dinâmica do Model 3/Y foi uma referência no lançamento dos modelos (2017 e 2020) e ainda hoje continua a ser, mesmo passados estes anos.
Entre outras coisas, boas e más de ambos os modelos, este vídeo destaca esse lado do Model Y, que não deixa de ser um SUV com quase 2.000Kg com excelentes atributos dinâmicos.
Assim, perante a concorrência chinesa e outros europeus e americanos, a Tesla não é só uma ode à tecnologia do infotainment, aos primórdios da condução autónoma, à eficiência que se traduz em bons consumos e autonomia de longo alcance, ou à performance. Lembremo-nos que é também sinónimo de dinâmica e diversão na condução.
O Model Y ser equacionado, dinamicamente, como potencial rival para o Porsche Macan, no mínimo, poderá soar a vitória.
Porém, no final, não significa que muita gente não opte por levar para casa o XPENG e o mesmo não tenha argumentos válidos para isso (como até se pode ver pelos muitos comentários do YouTube). E está tudo bem. Cada cabeça (e carteira), sua sentença.
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