Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

  • Vão baixar e muito

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  • Vão ser iguais ás restantes bombas

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Concorrência...

Neste caso falta dela

Isso não explica tudo.

Há a concorrência suficiente.

Se fossem fixados limites de valor por litro, tinham de se aguentar à bomboca. Neste mercado a liberalização não funciona (e eu sou liberal!).

A cotação descia, aumentava o lucro, a cotação da matéria prima subia, a margem reduzia e em determinados casos, se desse prejuízo era problema deles.

Isto basicamente é um negócio sem risco relativamente ao preço de venda ao consumidor final.
 
Enquanto andarmos todos a pagar estes preços nada irá mudar. Mas eu acredito que já esteve mais longe uma acção global em que se para o País de forma a se olhar para isto com outros olhos. E agora com as redes sociais é algo muito trivial de se organizar.

É impensável os consumidores continuarem a suportar estes custos ad aeternum. Cá por casa gastamos cerca de mais 1000 € por ano em combustíveis (são 2 depósitos em cada carro) do que gastávamos na altura do confinamento. Bem sei que foi uma altura em que os combustíveis desceram, mas ainda assim dá para ter uma noção do aumento absurdo que tem havido desde então.

Se olharmos para conta de supermercado podemos ter um exercício semelhante.
 
Isso não explica tudo.

Há a concorrência suficiente.

Se fossem fixados limites de valor por litro, tinham de se aguentar à bomboca. Neste mercado a liberalização não funciona (e eu sou liberal!).

A cotação descia, aumentava o lucro, a cotação da matéria prima subia, a margem reduzia e em determinados casos, se desse prejuízo era problema deles.

Isto basicamente é um negócio sem risco relativamente ao preço de venda ao consumidor final.
É uma questão de viabilidade empresarial. Se uma empresa não é viável, fecha. Para não fechar, os custos têm que ser imputados aos consumidores. O problema não é esse.

Os valores máximos fazem sentido, mas teriam que ser suportados pela margem fiscal e já todos vimos que a margem fiscal só existe para ser aumentada e não para ser diminuída. Todos nos lembramos da sobretaxa de 6cts+IVA quando os combustíveis estavam baixos com a promessa de ser retirada quando subissem...pois, retiraram 1cts quando houve chodareira. A revisão da fiscalidade sobre os combustíveis é algo que não parece estar na mesa deste executivo.
 
A continuar assim não vai demorar muito para a gota 95 aditivada chegar aos 2 aéreos.

Entretanto o poder de compra vai caindo ( em boa parte por culpa dos combustiveis e dos preços que os combustiveis influenciam ) e as pessoas cada vez menos podem comprar carros mais modernos, electricos etc.

Então vão deixando os carros cada vez mais velhos , mal tratados, e hoje em dia temos um forrobodó de fumarentos, imagino daqui a 10 anos.


" ah mas daqui a 10 anos já é tudo eléctrico " .

Exacto....


Se os 3 centimos forem já esta semana, a 95 aditivada da Repsol passa a 1.999€. São só mais 20cent do que era a 6 Dezembro.
 
É uma questão de viabilidade empresarial. Se uma empresa não é viável, fecha. Para não fechar, os custos têm que ser imputados aos consumidores. O problema não é esse.

Os valores máximos fazem sentido, mas teriam que ser suportados pela margem fiscal e já todos vimos que a margem fiscal só existe para ser aumentada e não para ser diminuída. Todos nos lembramos da sobretaxa de 6cts+IVA quando os combustíveis estavam baixos com a promessa de ser retirada quando subissem...pois, retiraram 1cts quando houve chodareira. A revisão da fiscalidade sobre os combustíveis é algo que não parece estar na mesa deste executivo.

A questão é que as gasolineiras têm um regime que lhes é claramente favorável e sem paralelo no mercado.

O Governo fixa, como valores máximos:

- 1,20€ para o gasóleo
- 1,30€ para a gasolina

Há N casos de fixação de valores. O salário mínimo, por exemplo, é um deles.

Quem monta uma empresa e contrata pelo menos um funcionário , tem de considerar esse custo. Se não considera o custo, ou não abre, ou então abre e a faturação tem de permitir fazer face ao passivo.

Aqui nao. Alguém que abra um posto da Galp ou o que for, já sabe que nunca vai arcar com os custos do aumento do preço da matéria prima. É sempre o consumidor final.

Com a fixação de limites, a coisa fazia-se de outro modo: barril a 30usd, lucro enorme para vender o litro de gasóleo a 1,20. Barril a 75 usd, lucro normal. Barril a 200usd, prejuízo.

Mas nao, a solução é imputar ao consumidor o resultado decorrente das cotações internacionais da matéria.
 
Sim, eu também não acho nada que o gasóleo em Espanha esteja barato.

Na verdade achei isso há dois anos, no verão de 2020 quando por duas ocasiões abasteci gasóleo BP Ultimate Diesel e Repsol E10+ em Espanha por 0,999.

Uma das vezes foi em Ayamonte, a outra em Tui.

Cá em Portugal o gasóleo estava a 1,20-1,30.

Portanto, nada justifica os preços atuais em Espanha também. Aliás, justifica, mas será algo global.
 
A questão é que as gasolineiras têm um regime que lhes é claramente favorável e sem paralelo no mercado.

O Governo fixa, como valores máximos:

- 1,20€ para o gasóleo
- 1,30€ para a gasolina

Há N casos de fixação de valores. O salário mínimo, por exemplo, é um deles.

Quem monta uma empresa e contrata pelo menos um funcionário , tem de considerar esse custo. Se não considera o custo, ou não abre, ou então abre e a faturação tem de permitir fazer face ao passivo.

Aqui nao. Alguém que abra um posto da Galp ou o que for, já sabe que nunca vai arcar com os custos do aumento do preço da matéria prima. É sempre o consumidor final.

Com a fixação de limites, a coisa fazia-se de outro modo: barril a 30usd, lucro enorme para vender o litro de gasóleo a 1,20. Barril a 75 usd, lucro normal. Barril a 200usd, prejuízo.

Mas nao, a solução é imputar ao consumidor o resultado decorrente das cotações internacionais da matéria.
Num cenário desses, em caso de subida de preços, simplesmente deixarias de ter combustíveis.

Eu sou a favor do aumento dos preços.
 
Já há muitos anos a diferença de preço entre PT e ES se situa entre os 20 e 25cent para postos semelhantes, e continua igual. O problema, desta vez, é mesmo global.

Parece que alguém entendeu. Os espanhóis também se andam a queixar e não é pouco. Este aumento é geral, agora se poderia descer aos impostos (já que era um imposto que iria desaparecer) e limitar o abuso dos postos de combistíveis (que andam todos contentes com isto), era uma boa medida para ajudar o povo PT. Mas também, enquanto houver bola os estádios continuaram a encher, deslocções de norte a sul... é porque ainda não está assim tão mau, e o estado agradece.
 
A questão é que as gasolineiras têm um regime que lhes é claramente favorável e sem paralelo no mercado.

O Governo fixa, como valores máximos:

- 1,20€ para o gasóleo
- 1,30€ para a gasolina

Há N casos de fixação de valores. O salário mínimo, por exemplo, é um deles.

Quem monta uma empresa e contrata pelo menos um funcionário , tem de considerar esse custo. Se não considera o custo, ou não abre, ou então abre e a faturação tem de permitir fazer face ao passivo.

Aqui nao. Alguém que abra um posto da Galp ou o que for, já sabe que nunca vai arcar com os custos do aumento do preço da matéria prima. É sempre o consumidor final.

Com a fixação de limites, a coisa fazia-se de outro modo: barril a 30usd, lucro enorme para vender o litro de gasóleo a 1,20. Barril a 75 usd, lucro normal. Barril a 200usd, prejuízo.

Mas nao, a solução é imputar ao consumidor o resultado decorrente das cotações internacionais da matéria.

Mas não é assim habitualmente em tudo? Todos os custos (inclusive da matéria prima) serem imputados ao valor final?
 
Já há muitos anos a diferença de preço entre PT e ES se situa entre os 20 e 25cent para postos semelhantes, e continua igual. O problema, desta vez, é mesmo global.

Os postos apresentados são na fronteira, se formos mais para interior é possível encontrar ainda mais barato aumentando a diferença
 
Isso não explica tudo.

Há a concorrência suficiente.

Se fossem fixados limites de valor por litro, tinham de se aguentar à bomboca. Neste mercado a liberalização não funciona (e eu sou liberal!).

A cotação descia, aumentava o lucro, a cotação da matéria prima subia, a margem reduzia e em determinados casos, se desse prejuízo era problema deles.

Isto basicamente é um negócio sem risco relativamente ao preço de venda ao consumidor final.

Sim, porque a Galp nunca teve prejuízos.[:p]


Preço internacional. Impostos no produto final acima de 50%.



Se queremos ser independentes só com prospeção de petróleo ou gás. [:D]

Até ao maná do hidrogénio verde e todo o resto da energia verdinha, comprem carro elétrico.[:p]

Já andam ai uns Zoe e Leaf abaixo dos 8000€.


E se gastam a mais 1000€ por ano em combustíveis é fazer como o Guterres. É só fazer as contas.
 
Acreditam mesmo que ao baixar os impostos isso se iria refletir no preço na bomba? Ninguem se lembra do que aconteceu quando baixaram o iva nos ginásios?
 
Acreditam mesmo que ao baixar os impostos isso se iria refletir no preço na bomba? Ninguem se lembra do que aconteceu quando baixaram o iva nos ginásios?

Por isso mesmo devemos ser contra qualquer tipo de aumento sobre a forma de imposto, pois já sabemos que uma vez aplicado, mesmo que posteriormente retirado esse valor nunca vai voltar para o consumidor

Já me contentava se tivessemos um governo que pare de aumentar constantemente o valor de impostos como tem feito o atual executivo
 
Aposto que andaram a bater palminhas quando o mercado foi liberalizado. [:D]

Da parte que me toca, perdias a aposta.

E se gastam a mais 1000€ por ano em combustíveis é fazer como o Guterres. É só fazer as contas.

Como o Guterres não, tinham que ser bem feitas[:D]

Mas sabes bem que isso (mudança para carro eléctrico) não é assim tão linear ou simples. Antes fosse...
 
Mas não é assim habitualmente em tudo? Todos os custos (inclusive da matéria prima) serem imputados ao valor final?

Nunca é com esta rapidez semanal.

Os legumes no supermercado também aumentaram e o restaurante aqui do bairro continua a manter as doses ao mesmo preço, ou sem grandes aumentos.

Nesse caso, é o comerciante a absorver o aumento dos preços, e não o consumidor final.
 
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