Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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Eu creio que ele se refere maioritariamente a quem gasta 2h por dia no carro e de transportes gastaria 1h30, 2h ou mesmo 2h30.
Há muita gente que ainda n mudou o chip.
Não é obviamente o teu caso nem o caso de muitos.

Mas foi o meu, sem dúvida e outros tantos assim existem.

É verdade, e nesses casos a solução seria ainda mais simples, mas tirando malta que vive e trabalha em grandes centros, não se aplica.

É bastante simples criticar o trânsito mas também é preciso perceber a razão dele existir. Existe um grande incentivo à deslocação por veículo próprio e um incentivo muito reduzido à deslocação por transporte público ou bicicleta. No Porto, a título de exemplo, é suicida andar de bicicleta e em algumas zonas até é suicida andar pé.

O meu exemplo pode não ser o que ele procura, mas se ele existe é porque há um problema de raiz na transportação em Portugal. Desde as cidades que são desenhadas para andar de carro, à falta de oferta de transportes públicos em mais zonas, passando também pelo preço que não é propriamente espetacular. Não se pode pedir uma mudança de mentalidades se não nos oferecem fortes razões para isso.

Aproveito para fazer uma analogia para entenderes melhor o que quero dizer: imagina que trabalhas numa empresa que tem uma máquina de vending cheia de refrigerantes e com uma prateleira no fundo com água. De repente a empresa decide despachar essa máquina e colocar uma só com água. O que é que vai acontecer aos teus hábitos (e dos teus colegas)? Vão passar a consumir menos refrigerante e mais água. Ninguém os obrigou a consumir refrigerante antes, simplesmente estavam ali à mão de semear, a olhar para ti...e a água estava lá no fundo, quase não se via. O mesmo tem de acontecer com os transportes, tem de nos enriquecer a oferta de transportes públicos, tornar o seu uso tão óbvio que o simples acto de pegar no carro se torne quase ridículo. Não é o que acontece em Portugal, nem nos grandes centros. Mas também me questiono se isso interessa o Estado, sequer...
 
Última edição:
É verdade, e nesses casos a solução seria ainda mais simples, mas tirando malta que vive e trabalha em grandes centros, não se aplica.

É bastante simples criticar o trânsito mas também é preciso perceber a razão dele existir. Existe um grande incentivo à deslocação por veículo próprio e um incentivo muito reduzido à deslocação por transporte público ou bicicleta. No Porto, a título de exemplo, é suicida andar de bicicleta e em algumas zonas até é suicida andar pé.

O meu exemplo pode não ser o que ele procura, mas se ele existe é porque há um problema de raiz na transportação em Portugal. Desde as cidades que são desenhadas para andar de carro, à falta de oferta de transportes públicos em mais zonas, passando também pelo preço que não é propriamente espetacular. Não se pode pedir uma mudança de mentalidades se não nos oferecem fortes razões para isso.

Concordo, mas aqui, acrescento uns pontos, eventualmente poderás não concordar:

- Temos ciclovias na grande maioria das vezes vazias ( a malta do interior queixa-se muito disso, tanto dinheiro investido para nada )
- Por muito que invistas em soluções de transporte publico, muita gente não vai querer continuar a largar o carro mesmo que não beneficie em nada com isso. E aqui falo de deslocação técnica, não das voltinhas para quem precisa de ir buscar filhos pequenos etc. E talvez seja mais este o ponto do guisas.
É como andar 1h no trânsito da cidade em vez de 20 min de metro, e aqui, é dos casos mais óbvios. Mas naturalmente isto é apenas uma pequena parte.

Eu já moro fora da AML mas tenho uma grande vantagem em relação a ti: ferrovia muito perto.
Se fosse a alternativa de autocarro, podia ser um 31 mais sério.

Ora, morar perto de linhas de comboio suburbanos, ou metro, é uma enorme vantagem.
 
Concordo, mas aqui, acrescento uns pontos, eventualmente poderás não concordar:

- Temos ciclovias na grande maioria das vezes vazias ( a malta do interior queixa-se muito disso, tanto dinheiro investido para nada )
- Por muito que invistas em soluções de transporte publico, muita gente não vai querer continuar a largar o carro mesmo que não beneficie em nada com isso. E aqui falo de deslocação técnica, não das voltinhas para quem precisa de ir buscar filhos pequenos etc. E talvez seja mais este o ponto do guisas.
É como andar 1h no trânsito da cidade em vez de 20 min de metro, e aqui, é dos casos mais óbvios. Mas naturalmente isto é apenas uma pequena parte.

Eu já moro fora da AML mas tenho uma grande vantagem em relação a ti: ferrovia muito perto.
Se fosse a alternativa de autocarro, podia ser um 31 mais sério.

Ora, morar perto de linhas de comboio suburbanos, ou metro, é uma enorme vantagem.

Eu depois adicionei mais um parágrafo ao que tinha escrito.

Pois, as ciclovias existem nas cidades que tiveram tempo para crescer devagar...vejo o exemplo de Bragança onde vivi durante 9 anos, está bem equipada de ciclovias...só que vivem na cidade 15000 pessoas no máximo, é uma cidade que para começar nunca teve problemas de trânsito. Imaginas Lisboa ou Porto cheios de ciclovias? Da forma como as cidades foram construídas, é quase impossível.

Existem outras coisas que não ajudam, nomeadamente as greves...isso tira a confiança dos portugueses nos transportes públicos e obriga-os a ter carro...e se tem carro, porque não usá-lo? Lá está: o poder do incentivo é importante e é por isso que bato tanto nessa tecla.
 
A rede de transportes não é, numa grande fatia dos casos, suficiente que baste para "convencer" as pessoas a deixar de andar de carro. Eu seria o primeiro a deixar o carro em casa, ou ao pé de uma estação/paragem, se não perdesse 1 hora e meia a 2 horas para cada lado, nos transportes para ir trabalhar. Quem me dera...mas o meu caso até percebo. Como trabalho longe de casa, tenho que apanhar 2 ou 3 transportes, esperar as ligações entre eles e temos a receita para...não optar pelos mesmos, ainda que saia mais caro andar de carro. Ganho em tempo, descanso do corpo e conforto. É um preço que pago sem qualquer problema.

Veja-se um exemplo ainda mais absurdo. A minha filha vai mudar este ano de escola e está a uns meros 30 minutos a pé da mesma (pouco mais de 2 kms). Obviamente que não faz sentido andar meia hora a pé com uma mochila às costas, já para não falar nas condições atmosféricas. Ora, morando nós numa zona residencial da AML, seria de esperar que houvesse transporte público "em condições" para o ir e vir à escola, só que não há...tem que apanhar 2 autocarros e não contando com o tempo de espera entre eles, são 30 minutos na mesma. De carro se calhar nem 5 minutos são. Eu sei que podemos ver que andar 30 minutos de autocarro(s) não é um drama (e não é), mas o ponto fulcral aqui é a falta de uma carreira que faça directo. Se houvesse, falaríamos de 10/15 minutos e não tinha o tempo de esperar pelo 2º autocarro. O que vai acontecer na prática, é que na maioria das vezes, entre ir para a paragem quando acaba as aulas e depois fazer a mudança de autocarro, deve demorar perto de 1 hora. E isto estando a 2 kms da escola, dentro da AML. Cada caso será um caso.

Resumindo, vamos ter que nos orientar com o horário dela, para algumas vezes ir levá-la e buscá-la, mesmo que tenha que esperar um pouco na escola.
 
Eu depois adicionei mais um parágrafo ao que tinha escrito.

Pois, as ciclovias existem nas cidades que tiveram tempo para crescer devagar...vejo o exemplo de Bragança onde vivi durante 9 anos, está bem equipada de ciclovias...só que vivem na cidade 15000 pessoas no máximo, é uma cidade que para começar nunca teve problemas de trânsito. Imaginas Lisboa ou Porto cheios de ciclovias? Da forma como as cidades foram construídas, é quase impossível.

Existem outras coisas que não ajudam, nomeadamente as greves...isso tira a confiança dos portugueses nos transportes públicos e obriga-os a ter carro...e se tem carro, porque não usá-lo? Lá está: o poder do incentivo é importante e é por isso que bato tanto nessa tecla.

Sim, não coloco em causa que tem que haver mais incentivo ao uso dos transportes, melhor gestão dos mesmos , aliás até para a sua rentabilidade, ou melhor dizendo, para saírem o menos caros possível.

Mas sabemos bem que muita gente já tem esse incentivo e continua a não optar por tal. Olha, nem que seja ter de subir as escadas do metro ou andar 500 metros entre a estação e o carro...
 
A rede de transportes não é, numa grande fatia dos casos, suficiente que baste para "convencer" as pessoas a deixar de andar de carro. Eu seria o primeiro a deixar o carro em casa, ou ao pé de uma estação/paragem, se não perdesse 1 hora e meia a 2 horas para cada lado, nos transportes para ir trabalhar. Quem me dera...mas o meu caso até percebo. Como trabalho longe de casa, tenho que apanhar 2 ou 3 transportes, esperar as ligações entre eles e temos a receita para...não optar pelos mesmos, ainda que saia mais caro andar de carro. Ganho em tempo, descanso do corpo e conforto. É um preço que pago sem qualquer problema.

Veja-se um exemplo ainda mais absurdo. A minha filha vai mudar este ano de escola e está a uns meros 30 minutos a pé da mesma (pouco mais de 2 kms). Obviamente que não faz sentido andar meia hora a pé com uma mochila às costas, já para não falar nas condições atmosféricas. Ora, morando nós numa zona residencial da AML, seria de esperar que houvesse transporte público "em condições" para o ir e vir à escola, só que não há...tem que apanhar 2 autocarros e não contando com o tempo de espera entre eles, são 30 minutos na mesma. De carro se calhar nem 5 minutos são. Eu sei que podemos ver que andar 30 minutos de autocarro(s) não é um drama (e não é), mas o ponto fulcral aqui é a falta de uma carreira que faça directo. Se houvesse, falaríamos de 10/15 minutos e não tinha o tempo de esperar pelo 2º autocarro. O que vai acontecer na prática, é que na maioria das vezes, entre ir para a paragem quando acaba as aulas e depois fazer a mudança de autocarro, deve demorar perto de 1 hora. E isto estando a 2 kms da escola, dentro da AML. Cada caso será um caso.

Resumindo, vamos ter que nos orientar com o horário dela, para algumas vezes ir levá-la e buscá-la, mesmo que tenha que esperar um pouco na escola.

2Km faz-se muito bem a pé, mas tb depende das zonas. Basta haver boas inclinações para no verão ser horrível, ou mesmo na primavera com 30º

Eu do 5º ao 9º ano morava a 1Km da escola.

Outros problemas podem ser passar em zonas de más companhias, etc, que fica ainda pior quando são raparigas.

Depois no secundário morava a uns 4 KM, por vezes ia de autocarro, outras ia a pé, ainda eram uns 45 min.


No caso dos commutes eu moro a 65 km do trabalho e de manhã demorava 1h porque saía mt cedo, e à tarde já era 1h30 ou mesmo 2h, mesmo que saia as 17, 18, 19..dependia.
De manhã bastava sair 15 mais tarde do que o costume e já demorava 2h :sh)

Assim passei a ir de transportes, é comboio+metro+comboio, 1h45 +/- já desde a porta de casa à porta do escritorio, incluindo os 3 km de carro + 1 km a pé no destino.
No meu caso e em muitos que tais, era um absurdo ir de carro. Estive um ano de carro e só me apetece chicotear-me [:)]
 
Concordo, mas aqui, acrescento uns pontos, eventualmente poderás não concordar:

- Temos ciclovias na grande maioria das vezes vazias ( a malta do interior queixa-se muito disso, tanto dinheiro investido para nada )
- Por muito que invistas em soluções de transporte publico, muita gente não vai querer continuar a largar o carro mesmo que não beneficie em nada com isso. E aqui falo de deslocação técnica, não das voltinhas para quem precisa de ir buscar filhos pequenos etc. E talvez seja mais este o ponto do guisas.
É como andar 1h no trânsito da cidade em vez de 20 min de metro, e aqui, é dos casos mais óbvios. Mas naturalmente isto é apenas uma pequena parte.

Eu já moro fora da AML mas tenho uma grande vantagem em relação a ti: ferrovia muito perto.
Se fosse a alternativa de autocarro, podia ser um 31 mais sério.

Ora, morar perto de linhas de comboio suburbanos, ou metro, é uma enorme vantagem.

No interior nem se fala de ciclovia, é impossivel apanhares uma ciclovia e ires trabalhar , e chegarem ao trabalho limpo , o interior é uma regiao só por si mais montanhosa, no litoral já é o que é.
Como digo faltam apoios à mobilidade, os apoios à mobilidade é para apoios para bikes elétricas citadinas, sem suspensões nem nada. eu vejo por mim se tivesse uma ebike em modo turbo chegava ao trabalho entre 7 a 10 minutos e seco sem suar .
 
Claro, isso é um grande entrave: ir de bicla e chegar a transpirar.
Já o tinha dito isso noutro tópico mas alguns disseram " vou há mt tempo e nunca transpirei "...

dizer o quê ? [:D]
 
Claro, isso é um grande entrave: ir de bicla e chegar a transpirar.
Já o tinha dito isso noutro tópico mas alguns disseram " vou há mt tempo e nunca transpirei "...

dizer o quê ? [:D]

Isso é treta, até de bike elétrica transpiras mesmo que a temperatura seja amena. Basta apanhares umas subidas, que nem precisam de ser muito inclinadas. Se já a pé se transpira com relativa facilidade...
 
2Km faz-se muito bem a pé, mas tb depende das zonas. Basta haver boas inclinações para no verão ser horrível, ou mesmo na primavera com 30º

Eu do 5º ao 9º ano morava a 1Km da escola.

Outros problemas podem ser passar em zonas de más companhias, etc, que fica ainda pior quando são raparigas.

Depois no secundário morava a uns 4 KM, por vezes ia de autocarro, outras ia a pé, ainda eram uns 45 min.


No caso dos commutes eu moro a 65 km do trabalho e de manhã demorava 1h porque saía mt cedo, e à tarde já era 1h30 ou mesmo 2h, mesmo que saia as 17, 18, 19..dependia.
De manhã bastava sair 15 mais tarde do que o costume e já demorava 2h :sh)

Assim passei a ir de transportes, é comboio+metro+comboio, 1h45 +/- já desde a porta de casa à porta do escritorio, incluindo os 3 km de carro + 1 km a pé no destino.
No meu caso e em muitos que tais, era um absurdo ir de carro. Estive um ano de carro e só me apetece chicotear-me [:)]

Faz-se, dependendo de muita coisa. Neste caso é para esquecer, logo pelo peso da mochila. É absurdo o peso que os miúdos levam hoje para a escola. Mas se pensares que é uma rapariga de 14 anos (medo de situações...), a somar a condições atmosféricas, ao declive (para um lado é a subir, para o outro é a descer), e até à própria vontade dela. Não vai acontecer, certamente.
 
É verdade, e nesses casos a solução seria ainda mais simples, mas tirando malta que vive e trabalha em grandes centros, não se aplica.

É bastante simples criticar o trânsito mas também é preciso perceber a razão dele existir. Existe um grande incentivo à deslocação por veículo próprio e um incentivo muito reduzido à deslocação por transporte público ou bicicleta. No Porto, a título de exemplo, é suicida andar de bicicleta e em algumas zonas até é suicida andar pé.

O meu exemplo pode não ser o que ele procura, mas se ele existe é porque há um problema de raiz na transportação em Portugal. Desde as cidades que são desenhadas para andar de carro, à falta de oferta de transportes públicos em mais zonas, passando também pelo preço que não é propriamente espetacular. Não se pode pedir uma mudança de mentalidades se não nos oferecem fortes razões para isso.

Aproveito para fazer uma analogia para entenderes melhor o que quero dizer: imagina que trabalhas numa empresa que tem uma máquina de vending cheia de refrigerantes e com uma prateleira no fundo com água. De repente a empresa decide despachar essa máquina e colocar uma só com água. O que é que vai acontecer aos teus hábitos (e dos teus colegas)? Vão passar a consumir menos refrigerante e mais água. Ninguém os obrigou a consumir refrigerante antes, simplesmente estavam ali à mão de semear, a olhar para ti...e a água estava lá no fundo, quase não se via. O mesmo tem de acontecer com os transportes, tem de nos enriquecer a oferta de transportes públicos, tornar o seu uso tão óbvio que o simples acto de pegar no carro se torne quase ridículo. Não é o que acontece em Portugal, nem nos grandes centros. Mas também me questiono se isso interessa o Estado, sequer...
Não interessa ao estado. É uma fortuna em impostos de combustíveis.

Mama nos combustíveis e depois cria taxas do ambiente.

Onde moro tenho um autocarro de manhã e outro ao final do dia. Fora do tempo de escola, nem isso....

"usem transportes públicos"....
 
Alguém usa a aplicação da Repsol?

Em conjunto com o registo de um cartão parceiro, são os 6c + 6c de desconto?

Eu tenho o da norauto associado à app da Repsol da última vez acho que deu 9c. (não tenho a certeza e já foi há uns meses)

Repsol só ao fim de semana pois descem 6c aqui em lisboa.

O que tenho usado nos últimos 2 meses é Galp por causa dos descontos continente.
14c + 6c cartão universo.
 
Bela descida hoje no gasóleo...
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Hoje a vir para o trabalho vinha nas calmas passei por uma BP e reparei hoje com mais atenção aos preços e vi uma diferença do gasóleo normal para o aditivado(ultimate) de +0,17€/ Litro, que diferença enorme e absurda.🤔😮

Que preço absurdo. Gostava de saber a média ~de LT. Que vende face ao normal.

Com uma diferença de 0,17€/L em 50Lt. (0.17×50= 8.50€) da cerca de 8.50€ quase que dá para aditivar o gasóleo manualmente com um aditivo. (Comprar uma lata de aditivo e misturar no depósito.)

***Está quase como a gasolina mistura, mais vale fazer a mistura em casa.

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Faz-se, dependendo de muita coisa. Neste caso é para esquecer, logo pelo peso da mochila. É absurdo o peso que os miúdos levam hoje para a escola. Mas se pensares que é uma rapariga de 14 anos (medo de situações...), a somar a condições atmosféricas, ao declive (para um lado é a subir, para o outro é a descer), e até à própria vontade dela. Não vai acontecer, certamente.

A vontade dos miudos ou não, não sei dizer nd, não tenho filhos logo não tenho essa noção. Tanto oiço pais dizer uma coisa como oiço outros dizer outra.

Mas quanto ao resto, sem dúvida, como aliás eu tb o referi.
Excepto na mochila, nao sabia que hoje em dia ainda havia essa tourada de levar Kg e Kg de peso como na minha altura. Lamentável.
Quanto aos outros factores sem duvida.
 
nao sabia que hoje em dia ainda havia essa tourada de levar Kg e Kg de peso como na minha altura.

Na minha altura também levava bastantes livros e cadernos, não vejo diferença para os dias de hoje, contudo para evitar tanto peso cortei nos cadernos e apenas levava os manuais necessários e 1 caderno apenas, quando chegasse a casa passava tudo a limpo para os cadernos de cada disciplina. Outra forma era os prórpios professores nos indicavam que manual trazer para a próxima aula, pois havia disciplinas que era apenas um com tudo mas outras eram por volumes. Ou seja, essa história do peso acho que é um pouco mau hábito da pequenada hoje em dia, tenho primos que ainda estudam seja no 1 e 2 ciclo que se queixam do peso e os pais realmente notam diferença para o tempo deles, mas para o meu, é igual, ou menor.

Btw, acho que no futuro esta história do peso vem a terminar, pois os ecrãs vão substituir os manuais em papel.
 
Alguém usa a aplicação da Repsol?

Em conjunto com o registo de um cartão parceiro, são os 6c + 6c de desconto?
É variável consoante as campanhas, o parceiro e até, num mesmo parceiro, o tipo de cartão.

Por exemplo o Santander neste momento, e até 30 de setembro, com o cartão de débito dá 5c de desconto direto no combustível normal e 8c no xpto. Com o cartão mundo 123 acresce 1c de desconto direto e 6c de reembolso em cartão.
 
Na minha altura também levava bastantes livros e cadernos, não vejo diferença para os dias de hoje, contudo para evitar tanto peso cortei nos cadernos e apenas levava os manuais necessários e 1 caderno apenas, quando chegasse a casa passava tudo a limpo para os cadernos de cada disciplina. Outra forma era os prórpios professores nos indicavam que manual trazer para a próxima aula, pois havia disciplinas que era apenas um com tudo mas outras eram por volumes. Ou seja, essa história do peso acho que é um pouco mau hábito da pequenada hoje em dia, tenho primos que ainda estudam seja no 1 e 2 ciclo que se queixam do peso e os pais realmente notam diferença para o tempo deles, mas para o meu, é igual, ou menor.

Btw, acho que no futuro esta história do peso vem a terminar, pois os ecrãs vão substituir os manuais em papel.

Não é, é o sistema que foi incutido. Repara, até cacifo têm, mas depois têm que trazer os cadernos e os manuais para casa para fazer os trabalhos, isto de forma regular. Há dias menos penosos, e outros mais penosos, mas é sempre com peso nas costas. Neste off-topic, o que se falava era andar 2 kms x 2 com neste contexto mala às costas. Não faz sentido, havendo alternativas.
 
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