EscapeLivre
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Alguém usa a aplicação da Repsol?
Em conjunto com o registo de um cartão parceiro, são os 6c + 6c de desconto?
Eu uso po GPL e é 9 cent, tal como nos neotech.
Para gasolina simples é só 5 cent, creio.
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Alguém usa a aplicação da Repsol?
Em conjunto com o registo de um cartão parceiro, são os 6c + 6c de desconto?
Eu creio que ele se refere maioritariamente a quem gasta 2h por dia no carro e de transportes gastaria 1h30, 2h ou mesmo 2h30.
Há muita gente que ainda n mudou o chip.
Não é obviamente o teu caso nem o caso de muitos.
Mas foi o meu, sem dúvida e outros tantos assim existem.
É verdade, e nesses casos a solução seria ainda mais simples, mas tirando malta que vive e trabalha em grandes centros, não se aplica.
É bastante simples criticar o trânsito mas também é preciso perceber a razão dele existir. Existe um grande incentivo à deslocação por veículo próprio e um incentivo muito reduzido à deslocação por transporte público ou bicicleta. No Porto, a título de exemplo, é suicida andar de bicicleta e em algumas zonas até é suicida andar pé.
O meu exemplo pode não ser o que ele procura, mas se ele existe é porque há um problema de raiz na transportação em Portugal. Desde as cidades que são desenhadas para andar de carro, à falta de oferta de transportes públicos em mais zonas, passando também pelo preço que não é propriamente espetacular. Não se pode pedir uma mudança de mentalidades se não nos oferecem fortes razões para isso.
Concordo, mas aqui, acrescento uns pontos, eventualmente poderás não concordar:
- Temos ciclovias na grande maioria das vezes vazias ( a malta do interior queixa-se muito disso, tanto dinheiro investido para nada )
- Por muito que invistas em soluções de transporte publico, muita gente não vai querer continuar a largar o carro mesmo que não beneficie em nada com isso. E aqui falo de deslocação técnica, não das voltinhas para quem precisa de ir buscar filhos pequenos etc. E talvez seja mais este o ponto do guisas.
É como andar 1h no trânsito da cidade em vez de 20 min de metro, e aqui, é dos casos mais óbvios. Mas naturalmente isto é apenas uma pequena parte.
Eu já moro fora da AML mas tenho uma grande vantagem em relação a ti: ferrovia muito perto.
Se fosse a alternativa de autocarro, podia ser um 31 mais sério.
Ora, morar perto de linhas de comboio suburbanos, ou metro, é uma enorme vantagem.
Eu depois adicionei mais um parágrafo ao que tinha escrito.
Pois, as ciclovias existem nas cidades que tiveram tempo para crescer devagar...vejo o exemplo de Bragança onde vivi durante 9 anos, está bem equipada de ciclovias...só que vivem na cidade 15000 pessoas no máximo, é uma cidade que para começar nunca teve problemas de trânsito. Imaginas Lisboa ou Porto cheios de ciclovias? Da forma como as cidades foram construídas, é quase impossível.
Existem outras coisas que não ajudam, nomeadamente as greves...isso tira a confiança dos portugueses nos transportes públicos e obriga-os a ter carro...e se tem carro, porque não usá-lo? Lá está: o poder do incentivo é importante e é por isso que bato tanto nessa tecla.
A rede de transportes não é, numa grande fatia dos casos, suficiente que baste para "convencer" as pessoas a deixar de andar de carro. Eu seria o primeiro a deixar o carro em casa, ou ao pé de uma estação/paragem, se não perdesse 1 hora e meia a 2 horas para cada lado, nos transportes para ir trabalhar. Quem me dera...mas o meu caso até percebo. Como trabalho longe de casa, tenho que apanhar 2 ou 3 transportes, esperar as ligações entre eles e temos a receita para...não optar pelos mesmos, ainda que saia mais caro andar de carro. Ganho em tempo, descanso do corpo e conforto. É um preço que pago sem qualquer problema.
Veja-se um exemplo ainda mais absurdo. A minha filha vai mudar este ano de escola e está a uns meros 30 minutos a pé da mesma (pouco mais de 2 kms). Obviamente que não faz sentido andar meia hora a pé com uma mochila às costas, já para não falar nas condições atmosféricas. Ora, morando nós numa zona residencial da AML, seria de esperar que houvesse transporte público "em condições" para o ir e vir à escola, só que não há...tem que apanhar 2 autocarros e não contando com o tempo de espera entre eles, são 30 minutos na mesma. De carro se calhar nem 5 minutos são. Eu sei que podemos ver que andar 30 minutos de autocarro(s) não é um drama (e não é), mas o ponto fulcral aqui é a falta de uma carreira que faça directo. Se houvesse, falaríamos de 10/15 minutos e não tinha o tempo de esperar pelo 2º autocarro. O que vai acontecer na prática, é que na maioria das vezes, entre ir para a paragem quando acaba as aulas e depois fazer a mudança de autocarro, deve demorar perto de 1 hora. E isto estando a 2 kms da escola, dentro da AML. Cada caso será um caso.
Resumindo, vamos ter que nos orientar com o horário dela, para algumas vezes ir levá-la e buscá-la, mesmo que tenha que esperar um pouco na escola.
Concordo, mas aqui, acrescento uns pontos, eventualmente poderás não concordar:
- Temos ciclovias na grande maioria das vezes vazias ( a malta do interior queixa-se muito disso, tanto dinheiro investido para nada )
- Por muito que invistas em soluções de transporte publico, muita gente não vai querer continuar a largar o carro mesmo que não beneficie em nada com isso. E aqui falo de deslocação técnica, não das voltinhas para quem precisa de ir buscar filhos pequenos etc. E talvez seja mais este o ponto do guisas.
É como andar 1h no trânsito da cidade em vez de 20 min de metro, e aqui, é dos casos mais óbvios. Mas naturalmente isto é apenas uma pequena parte.
Eu já moro fora da AML mas tenho uma grande vantagem em relação a ti: ferrovia muito perto.
Se fosse a alternativa de autocarro, podia ser um 31 mais sério.
Ora, morar perto de linhas de comboio suburbanos, ou metro, é uma enorme vantagem.
Claro, isso é um grande entrave: ir de bicla e chegar a transpirar.
Já o tinha dito isso noutro tópico mas alguns disseram " vou há mt tempo e nunca transpirei "...
dizer o quê ? []
Isso é treta, até de bike elétrica transpiras mesmo que a temperatura seja amena. Basta apanhares umas subidas, que nem precisam de ser muito inclinadas. Se já a pé se transpira com relativa facilidade...
2Km faz-se muito bem a pé, mas tb depende das zonas. Basta haver boas inclinações para no verão ser horrível, ou mesmo na primavera com 30º
Eu do 5º ao 9º ano morava a 1Km da escola.
Outros problemas podem ser passar em zonas de más companhias, etc, que fica ainda pior quando são raparigas.
Depois no secundário morava a uns 4 KM, por vezes ia de autocarro, outras ia a pé, ainda eram uns 45 min.
No caso dos commutes eu moro a 65 km do trabalho e de manhã demorava 1h porque saía mt cedo, e à tarde já era 1h30 ou mesmo 2h, mesmo que saia as 17, 18, 19..dependia.
De manhã bastava sair 15 mais tarde do que o costume e já demorava 2h :sh)
Assim passei a ir de transportes, é comboio+metro+comboio, 1h45 +/- já desde a porta de casa à porta do escritorio, incluindo os 3 km de carro + 1 km a pé no destino.
No meu caso e em muitos que tais, era um absurdo ir de carro. Estive um ano de carro e só me apetece chicotear-me []
Não interessa ao estado. É uma fortuna em impostos de combustíveis.É verdade, e nesses casos a solução seria ainda mais simples, mas tirando malta que vive e trabalha em grandes centros, não se aplica.
É bastante simples criticar o trânsito mas também é preciso perceber a razão dele existir. Existe um grande incentivo à deslocação por veículo próprio e um incentivo muito reduzido à deslocação por transporte público ou bicicleta. No Porto, a título de exemplo, é suicida andar de bicicleta e em algumas zonas até é suicida andar pé.
O meu exemplo pode não ser o que ele procura, mas se ele existe é porque há um problema de raiz na transportação em Portugal. Desde as cidades que são desenhadas para andar de carro, à falta de oferta de transportes públicos em mais zonas, passando também pelo preço que não é propriamente espetacular. Não se pode pedir uma mudança de mentalidades se não nos oferecem fortes razões para isso.
Aproveito para fazer uma analogia para entenderes melhor o que quero dizer: imagina que trabalhas numa empresa que tem uma máquina de vending cheia de refrigerantes e com uma prateleira no fundo com água. De repente a empresa decide despachar essa máquina e colocar uma só com água. O que é que vai acontecer aos teus hábitos (e dos teus colegas)? Vão passar a consumir menos refrigerante e mais água. Ninguém os obrigou a consumir refrigerante antes, simplesmente estavam ali à mão de semear, a olhar para ti...e a água estava lá no fundo, quase não se via. O mesmo tem de acontecer com os transportes, tem de nos enriquecer a oferta de transportes públicos, tornar o seu uso tão óbvio que o simples acto de pegar no carro se torne quase ridículo. Não é o que acontece em Portugal, nem nos grandes centros. Mas também me questiono se isso interessa o Estado, sequer...
Alguém usa a aplicação da Repsol?
Em conjunto com o registo de um cartão parceiro, são os 6c + 6c de desconto?
Faz-se, dependendo de muita coisa. Neste caso é para esquecer, logo pelo peso da mochila. É absurdo o peso que os miúdos levam hoje para a escola. Mas se pensares que é uma rapariga de 14 anos (medo de situações...), a somar a condições atmosféricas, ao declive (para um lado é a subir, para o outro é a descer), e até à própria vontade dela. Não vai acontecer, certamente.
nao sabia que hoje em dia ainda havia essa tourada de levar Kg e Kg de peso como na minha altura.
É variável consoante as campanhas, o parceiro e até, num mesmo parceiro, o tipo de cartão.Alguém usa a aplicação da Repsol?
Em conjunto com o registo de um cartão parceiro, são os 6c + 6c de desconto?
Na minha altura também levava bastantes livros e cadernos, não vejo diferença para os dias de hoje, contudo para evitar tanto peso cortei nos cadernos e apenas levava os manuais necessários e 1 caderno apenas, quando chegasse a casa passava tudo a limpo para os cadernos de cada disciplina. Outra forma era os prórpios professores nos indicavam que manual trazer para a próxima aula, pois havia disciplinas que era apenas um com tudo mas outras eram por volumes. Ou seja, essa história do peso acho que é um pouco mau hábito da pequenada hoje em dia, tenho primos que ainda estudam seja no 1 e 2 ciclo que se queixam do peso e os pais realmente notam diferença para o tempo deles, mas para o meu, é igual, ou menor.
Btw, acho que no futuro esta história do peso vem a terminar, pois os ecrãs vão substituir os manuais em papel.