Concordo com a realidade que representaste mas tal como por aí já foi dito, Portugal não se resume a Lisboa e Porto. No interior desterrado e esquecido conheço muito boa gente a fazer 80/100 kms diários (ida e volta) para ir trabalhar. Mesmo quem tenha o seu posto de trabalho a 25/30 kms de distância fará pelo menos 50/60. Transportes públicos!? O que é isso!? []
Convido-te a fazeres na tua bicicleta, 15 kms de noite, sem visibilidade, em via apertada, sem bermas, usada por pesados, e volta e meia com presença de animais vindos do mato...por vezes algum javali ou mesmo uma família deles.
Sou uma excepção ao que tu falas, não apanho trânsito, sempre a andar, mas não deixo de gastar 8% do ordenado em combustível para ir trabalhar.
E isso de partilhar o carro com outras pessoas para poupar combustível pode ser muito perigoso porque a outra pessoa pode até ter boa aparência mas ser um cereal killer ou uma ninfomaníaca ou um psicopato é preciso termos muito cuidado porque eles andem aí...:sh)
E isso de partilhar o carro com outras pessoas para poupar combustível pode ser muito perigoso porque a outra pessoa pode até ter boa aparência mas ser um cereal killer ou uma ninfomaníaca ou um psicopato é preciso termos muito cuidado porque eles andem aí...:sh)
Um de cada e trocas com a esposa sempre que precises. []
E isso de partilhar o carro com outras pessoas para poupar combustível pode ser muito perigoso porque a outra pessoa pode até ter boa aparência mas ser um cereal killer ou uma ninfomaníaca ou um psicopato é preciso termos muito cuidado porque eles andem aí...:sh)
O meu post não visou sequer a pegada ecológica.Não se resume a Lisboa e Porto, mas 70 ou 80% das emissões poluentes ligadas ao trânsito vêm das duas áreas metropolitanas, e mais uma outra cidade mais populosa, como Coimbra ou Braga, que a certas horas podem acumular algumas filas nos acessos. No resto do país os motores a combustão trabalham muito pouco tempo dentro das localidades e são usados de maneira muito mais eficiente: num trajecto entre Arraiolos e Montemor, por exemplo, ou entre Espinho e São Jacinto, com umas "festinhas" ao pedal, como quem não quer partir o ovo, dá pra fazer médias na casa dos 3 ou até dos "2 vírgula". A atravessar a ponte 25A, ou a fazer a subida da Efacec da N13, por exemplo, é difícil baixar dos 15 lts/100.
Portanto, o ideal seria aproveitar agora a oportunidade pra dar uma machadada brutal no trânsito das AML e AMP, procurando, na medida do possível, deixar o pessoal do interior, e da "província" em geral passar por isto com o mínimo de estragos.
Deixaste passar o psicopato?Desde que não mate o Chocapic [][
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Deixaste passar o psicopato?
Mas é isso mesmo, as carteiras desses trabalhadores do interior são as que, por não terem mais escolha, deveriam merecer alguma protecção especial. E o facto de serem só 20 ou 30%, ou não terem expressão a nível nacional, é mais uma razão - o encargo com eles é muito inferior.O meu post não visou sequer a pegada ecológica.
Isso para o factor ambiental está tudo muito certo, então e para as carteiras desses trabalhadores do interior!? Ah, espera, são só 20 ou 30%, não têm expressão a nível nacional, que se lixem…[]
Assim sendo, de acordo.Mas é isso mesmo, as carteiras desses trabalhadores do interior são as que, por não terem mais escolha, deveriam merecer alguma protecção especial. E o facto de serem só 20 ou 30%, ou não terem expressão a nível nacional, é mais uma razão - o encargo com eles é muito inferior.
Se me devolvessem uma parte do gasto num sistema tipo ivavoucher já eu ficava contente.Mas é isso mesmo, as carteiras desses trabalhadores do interior são as que, por não terem mais escolha, deveriam merecer alguma protecção especial. E o facto de serem só 20 ou 30%, ou não terem expressão a nível nacional, é mais uma razão - o encargo com eles é muito inferior.
Pior que isso: imagina que vais de boleia com um daqueles condutores que vai na via do meio no AE a 70 km/h....fdx.....E isso de partilhar o carro com outras pessoas para poupar combustível pode ser muito perigoso porque a outra pessoa pode até ter boa aparência mas ser um cereal killer ou uma ninfomaníaca ou um psicopato é preciso termos muito cuidado porque eles andem aí...:sh)
Se me devolvessem uma parte do gasto num sistema tipo ivavoucher já eu ficava contente.
Hoje em dia é possível saberem a quantos quilómetros é a tua residência fiscal do teu local de trabalho.
Depois conseguem saber através de uma média de consumos quantos litros gastas por mês de trabalho.
A esses litros corresponderia uma certa devolução com um tecto máximo que poderia ser em escalões consoante o IRS de uma pessoa.
Para isso só valiam as faturas com NIF passadas pela gasolineira.
Há sempre possibilidade de implementação de uma coisa destas, bem montada pouco abuso ia haver.
Simplesmente não o fazem porque precisam de dinheiro, e aquele cai na hora, aliás, antes da hora no cofre das finanças!
E chegar ao trabalho às 9h30 e sair às 16h30!Tens de perceber que para esta escumalha que nos governa, ir de carro para o trabalho é burguês!
Tens de sair de casa 2 horas mais cedo e apanhar 2 autocarros para fazer os 70 Km.[]
Eu infelizmente não tenho como fugir, a fazer cerca de 1000 km por semana.
Já ponderei um ''electrodoméstico'', mas aqueles que me dariam alguma garantia de autonomia, estão fora de alcance, visto que tanto posso fazer 110 km por dia, como posso fazer 300 ou 400.
E isso de partilhar o carro com outras pessoas para poupar combustível pode ser muito perigoso porque a outra pessoa pode até ter boa aparência mas ser um cereal killer ou uma ninfomaníaca ou um psicopato é preciso termos muito cuidado porque eles andem aí...:sh)