Topico dos Queen! Freddie Mercury morreu há 20 anos (24/11)

citação:Originalmente colocada por Johnny E.

Mas eleitos como a MELHOR banda rock de sempre foram os PINK FLOYD...

Vá de retro... Seu BLASFEMO.
Como é que se atreve a vir conspurcar com tamanha blasfémia, o templo sagrado do AHO?

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Isso do questionario é muito relevante.
Hoje em dia os que pessoas kerem é cantores "fixes" e "saidos da casca" fruto da nova era do pop e hip-pop que tem crescedo muito. Os Queen foram sempre uma banda rock conservadora, nao fugindo muito à sua estrutura base criando um ou outro desvio para nao se tornar monótomo. É verdade que vão lá tempo em ke era rei e senhor mas diga-se de passagem ke hoje em dia não há nenhuma banda que me apaixone como me apaixonou os Queen.
 
citação:Originalmente colocada por ManAki

Isso do questionario é muito relevante.
Hoje em dia os que pessoas kerem é cantores "fixes" e "saidos da casca" fruto da nova era do pop e hip-pop que tem crescedo muito. Os Queen foram sempre uma banda rock conservadora, nao fugindo muito à sua estrutura base criando um ou outro desvio para nao se tornar monótomo. É verdade que vão lá tempo em ke era rei e senhor mas diga-se de passagem ke hoje em dia não há nenhuma banda que me apaixone como me apaixonou os Queen.

Olhe que não, olhe que não... :)
Não existia nem existiu até hoje nenhum som como o dos Queen. Era muito complicado na altura catalogar os Queen - hoje estão no Classic Rock, mas já foram catalogados de banda Heavy Metal, Prog Rock, Operatic Rock, Arena Rock, enfim... sempre foram olhados com muito desdém pela industria da música.

De facto não existe nenhuma banda como os Queen!
:)
 
Este tópico é dos Queen e não dos Pink Floyd, alem disso fala-se que são os mais famosos de sempre e não os melhores de sempre.

Eu sou fã dos Queen, tal como dos Pink Floyd, Supertramp, Dire Straits etc.

E acho que não devemos perder tempo com comparações, é impossível comparar Queen com Pink Floyd, são estilos diferentes, ideias diferentes.

Para mim, Queen é Queen, Pink Floyd é Pink Floyd, há momentos para ouvir uns, e para ouvir outros.
 
Boas a todos!
Já n vinha ao forum algum tempo, e hoje deparei-me com um grande post sobre os Queen. Sim Sr. muito bom!
Como fã dos Queen acho-os fabulosos, embora n goste nada das menobras comerciais dos últimos tempos - Acho em boa verdade que tanto o Brian May, como o Roger Taylor têm alguma culpa no cartório, ao contrário do John Deacon, que optou por uma postura mais discreta.
Em relação à tour com Paul Rodgers, n tenho nada contra o sr., mas Queen só o é na plenitude com todos os seus membros. Só o Brian May eo Roger Taylor n fazem os Queen, por isso discordo totalmente do facto de se ter chamado Queen+Paul Rodgers a esta tourné.
Em finais de 2004 postei aqui uma critica pessoal a cada album dos Queen. N sei se esse post ainda está activo, mas gostava que o vissem para se poder partilhar mais coisas sobre os Queen.
Uma Questão: onde posso encontrar raridades, músicas nunca editadas sobre eles? Existe alguma coisa editada? Oficialmente sei k não, mas mesmo assim se me pudessem ajudar.

Abraço, e bom ano. Pode ficar "In the lap of the Gods"
 
Olá Dr. Insecto, eu sou o Dum Dum, não escapa Insecto nenhum! :)

Bem vindo ao tópico!

Fazendo uma pesquisa pela keyword Queen apenas são encontrados dois tópicos. Nenhum deles contém a review dos albuns que é referida - mas era um bom contributo se a podesses fazer neste tópico. (apesar de já conhecer todos os albuns).

Editado não existe nada e demorará muitos anos até que alguma coisa seja editada. Eu pessoalmente gostava que lançassem uma colecção com demos das músicas.

Músicas completas que não tenham sido editadas existem algumas, poucas, mas gravações "novas" com o Freddie parece que existem alguns fragmentos, segundo o Brian.

Já existem muitas demos a circular por aí, nos fóruns dos fâs encontra-se muita coisa.

A novidade mais recente que vi e que circula nos foruns é um video(um minuto e qualquer coisa) do Freddie a ouvir o We Are The Champios em sua casa, Garden Lodge, com amigos e a dar alguns autografos. A gravação é pessoal(de algum dos amigos dele) e acho que é de 88 ou 89.
 
Boas! Fiz esse post à cerca de 1 ano ou mais, já n me recordo bem, mas julgo que por altura do lançamento do album e dvd Queen on fire - live at the bowl. Não tive tempo de procurar, mas vou ver se consigo encontrar.
Abraço
 
a minha pesquisa não encontra esse tópico. desconfio que esta pesquisa só encontra o que quer.

mas no meio do tópico não vi lá review nenhuma, ou sou eu que aínda estou a dormir?
:)

Mas já agora...
Não considero o On Fire o melhor concerto deles, nem de longe nem de perto. Acho que a The Works Tour foi excelente, com uma mistura de músicas das várias épocas dos Queen. Tenho aqui um bootleg do concerto em Bruxelas e está muito fixe.

Como dizia o Freddie, um pouco de cada album. Não podiam tocar todas porque senão estavam lá 2 dias.
 
Dr. Insecto, vou tomar a liberdade de colocar aqui os teus excelentes posts a comentar os álbuns dos Queen (o tópico original já está arquivado):

Comentarios postados pelo Dr. Insecto em 22 de Outubro de 2004</u>

Queen (13 Julho 1973)

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O primeiro albúm. Demonstração de força e garra dentro dos parâmetros do rock, mas também muita pop, ambientada por inegáveis influências dos Led Zeppelin.

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Queen II (8 Março 1974)

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Este segundo disco afasta-se das paragens hard rock do anterior, em busca de uma maior aproximação à pop, com laivos de rock progressivo, muito em voga por estas alturas. Mais denso e difícil que o primeiro, estende-se por momentos de genial sublimação pop (Seven Seas of Rhye), recortados por outros, mais intensos e produzidos (Father To Son; The March Of The Black Queen), e até por outros, pautados por uma simplicidade e classismo evidentes (Nevermore). Este é, talvez, o primeiro disco dos Queen, onde está presente uma caracteristíca que irá ser marca na própria banda: o não assumir de um só estilo musical, mas sim o deambular por muitos e diferentes espetros musicais.

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Queen - Sheer Heart Attack (8 Novembro 1974)

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Lançado no mesmo ano do disco anterior, este é na minha opinião, um dos mais fabulosos momentos da banda. Denota uma evolução notável na arte de escrever canções e também uma aproximação aos meandros do Glam Rock, evidente em temas como "Killer Queen" ou "Now i'm Here".

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Queen - A Night At The Opera (21 Novembro 1975)

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Talvez o mais famoso album de originais da banda. e o primeiro sucesso à escala mundial. A culpa é de uma canção que dispensa apresentações: "Bohemian Rhapsody". Dividida em 3 partes (balada/ secção operática/ hard rock), foi considerada, numa votação em Inglaterra a canção do século que findou. O resto do album é outro momento de grande inspiração geral ("Death On Two Legs (Dedicated to...)"; "'39"; "Seaside Rendevous"), pautado por momentos menos bons ("You're My Best Friend"). Um clássico.

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Queen - A Day At The Races (10 Dezembro 1976)

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Sensivelmente um ano após "A Night at the Opera", surge "A Day At The Races". Inspirado, tal como no album anterior, em títulos de filmes dos irmãos Marx, é também uma espécie de 2ª parte deste. Estes dois discos são como já referi, uma espécie de irmãos gémeos, a começar pelas opções musicais neles contidas, e a acabar no arranjo gráfico, sendo que "A day at the Races" é outro dos grandes momentos dos Queen.

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Queen - News Of The World (28 Outubro 77)

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Em finais de 1977, vemos os Queen a alcançar os píncaros dos tops com uma canção que ainda hoje se ouve em tudo o que é momento desportivo, muito especialmente jogos e campeonatos de futebol: "We Are The Champions". O album porém não foi o sucesso que se esperava, em parte por culpa do movimento Punk, que então despoletava, e também devido ao facto de este ser, na minha opinião, um album menos conseguido, denotando alguma falta de consistência, sendo claramente inferior aos 3 discos anteriores. Parecia que os Queen estavam de ressaca criativa!

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Queen - Jazz (10 Novembro 78)

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Album de certa forma, e à semelhança do anterior, algo inconsistente. Tem canções fabulosas ("Jealousy"; "Bicycle Race"; "Dreamer's Ball"; "Don't Stop Me Know") e outras muito más ("If You Can't Beat Them"; "Leaving Home Ain't Easy"). No geral, é um bom disco, mas falta-lhe algo.

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Queen - Live Killers (22 Junho 79)

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Registo da digressão europeia de 1979. Embora não seja um concerto integral, é um apanhar dos melhores momentos dessa mesma digressão. Muito bom na abordagem das canções em palco, como era apanágio dos Queen, péssimo na captação e gravação de som.

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Queen - The Game (30 Junho 80)

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Regresso aos albuns de originais e aos grandes discos! Muito bom, relança os Queen de volta ao seu melhor, sustentado em canções como "Another One Bites The Dust" ou "Crazy Little Thing Called Love". Embora tenha todas as características do melhor que já tinham feito, é também uma lufada de ar fresco no som da banda, muito por culpa do uso de sintetizadores, algo que nunca tinham feito (!!!).

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Queen - Flash Gordon (Original Soundtrack) - (8 Dezembro 80)

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Ainda no ano de 1980, os Queen aventuram-se na criação da sua primeira banda sonora. Disco à parte na carreira da banda, suscitou na altura do seu lançamento, alguma polémica, pois não era habitual uma banda compor toda a musica para um filme a lançá-la como um álbum autónomo para o mercado.

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Queen - Greatest Hits (2 Novembro 81)

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O 1º Greatest Hits. Revisão da 1ª década de existência (os Queen formaram-se, dez anos antes, em 1971). Sucesso absoluto à escala mundial, e um das compilações mais vendidas de sempre (tão assumidamente comerciais que eles eram!).

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Queen - Hot Space (21 Maio 82)

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Em 1982 assistimos ao regresso dos Queen aos albuns de originais. A dar ínicio à 2ª década de vida da surge "Hot Space", sucessor directo de "The Game". Este é, talvez, o mais mal amado de todos os discos desta banda. Embalados pelo sucesso de "Another One Bites The Dust", do disco anterior, nos EUA, os Queen resolvem enveredar por som mais funky. Criam um album muito homogénio, na medida em que não se registam grandes variações sonoras, e assumem por completo o piscar de olho ao Funk, á soul, enfim, algo a que os fans não estavam à espera. As vendas não foram as esperadas e a banda tremeu por isso. Quanto a mim, julgo que infelizmente não se faz justiça a este disco. São os Queen de sempre a apostarem num som diferente, mas sem deixarem de escreverem grandes canções. No final do disco duas pérolas de recorte clássico: "Life Is Real", homenagem de Freddie Mercury a John Lennon e "Under Pressure", Composta em conjunto pelos Queen e pelo grande David Bowie.

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Queen - The Works (27 Fevereiro 84)

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Após a paragem, e a quase desintegração, em 1983, provocada pelos maus resultados do disco anterior, e por algum mal estar interno, os Queen regressam em 1984 com aquele que é o melhor album da década, e também um dos seus melhores. Voltam a apostar num som mais rock e numa pop, no seu sentido mais lato. Abre com um fabuloso hino pop, "Radio GaGa", e acaba com a guitarra acústica de Brian May, no intímo "Is This The World We Created". Pelo meio desfilam 7 canções da mais pura excelência Queen, apenas baixando um pouco o "nível" em "Keep Passing The Open Windows". Fabuloso.

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Queen - A Kind Of Magic (2 Junho 86)

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Em 1986 surge "A Kind Of Magic" e com ele um dos maiores sucessos da década de 80. Album menos interessante que "The Works", talvez porque demasiadamente comercial, serviu de suporte à banda sonora do filme "Highlander - Duelo Imortal" e também à última digressão da banda. Para a posteridade ficam clássicos como "A Kind Of Magic" e "Who Wants To Live Forever".

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Queen - Live Magic (1 Dezembro 86)

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Em Dezembro de 1986 é lançado "Live Magic". Documento da digressão de Verão desse mesmo ano, não é um concerto completo, mas sim um apanhado dos melhores momentos ao vivo.

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Queen - The Miracle (22 Maio 89)

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O último album da década de 80 dos Queen surge 3 anos após "A Kind Of Magic" e os projectos a solo dos membros da banda. Na altura em que foi lançado foi quase como que um acontecimento, em parte devido ao hiato por que os Queen tinham passado; pelo facto de anunciarem que não iríam em digressão e também pelo facto de começarem a surgir nesta altura os primeiros rumores acerca do estado de saúde de Freddie Mercury. É talvez o registo meis pop que alguma vez fizeram, e tal como "A Kind Of Magic", sofre de alguma inconsistência. São os Queen no seu melhor por um lado, e por outro no seu pior.

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Queen - Innuendo (4 Fevereiro 91)

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Em 1991 e a entrar na terceira década de existência os Queen lançam "Innuendo". Um dos seus melhores albuns e talvez o mais "maduro" de todos, "Innuendo" practicamente não tem pontos fracos, sendo aqui que pela primeira vez os Queen olham para trás, para o seu passado musical, mas sem fazer um disco antiquado ou saudosista. Olhando para as letras, nota-se agora, em músicas como "These Are The Days Of Our Lives" ou "The Show Must Go On", um tomar de consciência por parte de Freddie Mercury, de que o fim estaria próximo, o que veio a suceder em Novembro do mesmo ano.

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Queen - Greatest Hits II (28 Outubro 91)

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A 2ª compilação. Dez anos depois da primeira, faz o resumo do período 1981-1991. Lançado pouco antes da morte de Freddie Mercury, escusado será dizer que as vendas duplicaram após o falecimento deste.

Queen - Live At Wembley 86 (26 Maio 92)

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Em Maio de 1992 é lançado o album com o concerto que deram em 1986 no Estádio de Wembley. O som é óptimo e o concerto em si muito bom, apenas pecando por uma horrível interpretação de "Another One Bites The Dust", e por uma série de versões do "rock n' roll" em detrimento de clássicos da própria banda como por ex. "Killer Queen" ou "Bycicle Race". O ano passado foi editado o DVD deste concerto.

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Queen - Made in Heaven (6 Novembro 1995)

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Em 1995, os restantes membros anunciam ao mundo a edição de um novo album, onde estarão presentes as últimas músicas gravadas por Freddie Mercury. O album "Made in heaven" é então lançado, repescando o título, e um dos temas ao 1º album de Freddie a solo (Mr. Bad Guy). Alimentado por um conceito, na minha opinião duvidoso, o disco usa não só as ultimas canções gravadas pelo vocalista, como também outras avulso repescadas de outros projectos dos 4 músicos, como por ex. o single de lançamento "Heaven for Everyone", que tinha saído uns anos ates no projecto a solo do bareista Roger Taylor, os The Cross. Na minha opinião, era preferível fazer um disco mais pequeno, mas que contivesse realmente as ultimas gravações de Freddie.

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Queen - Queen Rocks (5 Janeiro 1998)

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Compilação de temas mais "rock", aos quais se junta um novo tema composto e cantado pelos restantes membros da banda. Canção lamechas e album sem sentido, a não ser o de engordar a carteira destes 3 senhores.

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Queen - Greatest Hits III (8 Novembro 1999)

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Terceiro e último "Greatest Hits" da banda. Mais uma compilação oportunista, onde se juntam remisturas de muito mau gosto (Under Pressure), temas extraídos de "Made in Heaven", e colaborações entre os Queen eoutros músicos, como por ex. Elton John, ao vivo, no concerto de homenagem ao Freddie Mercury. Dispénsável, tal como "Queen Rocks".

Comentário final do Dr. Insecto:

citação:E pronto, está feito. Espero não ter exagerado.
Nota: Esta é apenas a minha opinião acerca dos discos dos Queen. Cada terá a sua, por isso, gostava muito que postassem aque as vossas. Pretendi, com estes textos homenagear tb o "imortal" Freddie Mercury, e os restantes Queen, por tudo aquilo que nos deram.
Um Bem haja

Obrigado. :)
 
Por vezes as pessoas pensam que a These Are The Days Of Our Lifes e o The Show Must Go On são músicas do Freddie, mas não são.

São ambas sobre momento que o Freddie estava a passar.
A primeira foi escrita pelo Roger Taylor e acho que mostra o que ele sentia em relação ao que os Queen foram e o que são. Fala dos tempos quando eram jovens em que apenas viviam para se divertir, mas refere que esses tempos já lá vão.

A segunda é uma criação completa do Brian May, tendo o Freddie alterado 1 ou 2 frases no final de um dos versos.

De qualquer das formas acho que foi muito corajoso o Freddie ter cantado as duas, especialmente a The Show Must Go On, estando ele consciente da "bomba" que iria provocar na imprensa, devido aos rumores que circulavam e à perseguição que lhe faziam, devido ao seu estado de saúde.
 
às vezes penso como deve ser fixe ser reconhecido mundialmente, ser adorado milhões de pessoas, ser rico.

mas depois penso no desagradável que deverá ser não se poder sair à rua sem ser abordado, sem ter dezenas de pessoas em nosso redor, no desagradável que deverá ser não poder fazer as coisas que gostamos sem aparecermos logo como capa nos jornais. no desagradável que deve ser andarem a revirar a nossa vida, a importunar as pessoas de que gostamos.

acho que gostaria só de experimentar como seria ser famoso por breves instantes.

famoso tipo freddie mercury e não como a rute marlene!
 
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