Tópico para falar de todo o tipo de barcos e do que a eles diga respeito.

Só para deixar aqui a minha experiência [:D]

certo dia do inicio do ano 2007 virei um "Vouga" no rio tejo. Por acaso alguém viu esse episódio? foi em frente ao museu da electricidade. Eu lembro-me de passar um veleiro por nós e de ir la dentro um homem a filmar o sucedido mas nunca encontrei nada no youtube.

cumps [;)]
 
Vou desenterrar este tópico para colocar este vídeo espectacular:


Eu sei que isto não são aviões, mas o tópico merece mais movimento :)
 
Alguém aqui já comprou um barco no estrangeiro?
Estou a pensar comprar um barco para umas pescarias no verão e pelo que tenho visto, em Itália e França conseguem-se preços bem mais atrativos que em Portugal..
 
NRP António Enes

Ant%C3%B3nio+Enes+23-02-2010.jpg
 
Alguém tem ideia dos custos de ter um barco? Coisas tipo impostos, seguros, etc.

Ou em alternativa, um site onde possa obter essa informação :)

Obrigado
 
O principal custo da posse será mesmo o lugar na marina, mas se for algo que possas rebocar e guardar em casa, os custos diminuem bastante.

Basicamente penso que será um seguro de responsabilidade civil, a manutenção do motor e eventualmente manutenção do próprio barco (há quem pinte o casco todos os anos, outros de 2 em 2, depende)
 
Alguém tem ideia dos custos de ter um barco? Coisas tipo impostos, seguros, etc.

Ou em alternativa, um site onde possa obter essa informação :)

Obrigado

Depende obviamente do barco! Indo por partes, em todas as embarcações tens que ter um seguro, felizmente são relativamente acessiveis quando comparados com um seguro auto, eu pelo meu pago apenas 45€ anuais. Se o motor tiver mais de 25cv paga imposto que depois varia consoante a potencia (quanto maior mais pagas), abaixo disso está isento, se tiveres o barco sempre em agua nalgum porto tens de pagar taxa de farolagem, se o tiveres numa marina tens de pagar o lugar na mesma (maior parte das vezes é um balurdio). De 5 em 5 anos tens que fazer uma vesturia ao barco pela qual pagas cerca de 30€ mais coisa menos coisa... e basicamente é isto! Poderão haver outras taxas e impostos mas estes são aqueles que conheço e afectam a classe 5 na qual o meu barco se insere.[;)]
 
Obrigado pelas respostas :-)

Apesar da troyka não deixar, isto de morar em Aveiro e ver a Ria todos os dias deixa um gajo com ideias :-)
 
Obrigado pelas respostas :-)

Apesar da troyka não deixar, isto de morar em Aveiro e ver a Ria todos os dias deixa um gajo com ideias :-)

podes ir a um clube conhecer as condições e ver os preços de ter um barco na marina e que serviços lá têm. Por exemplo no clube de vela da costa nova.
 
Obrigado pelas respostas :-)

Apesar da troyka não deixar, isto de morar em Aveiro e ver a Ria todos os dias deixa um gajo com ideias :-)

Por Aveiro costuma-se dizer que um barco dá dois dias de alegria: o dia em que se compra e o dia em que se vende.

(No FAHO diz-se o mesmo dos Alfa Romeo... Schiuuu...)
 
Por Aveiro costuma-se dizer que um barco dá dois dias de alegria: o dia em que se compra e o dia em que se vende.

(No FAHO diz-se o mesmo dos Alfa Romeo... Schiuuu...)


Não concordo nada ou nao tivesse barco na família há mais de 30 anos mas só anda no Douro. Aveiro tem uns canais maravilhosos (fora da cidade) e estreitos para se fazer mas de mota de água ou jet ski. Que saudades.
A marina da Gafanha tem boas condições.
 
Uma situação equilibrada, de empate técnico, portanto.

Se os indianos fossem zarolhos e os do navio portuguẽs conseguisse destribuir estratégicamente metal pela frota inimiga.
Poderse-ia chegar a um dificil mas não impossivel empate tecnico.

O pior é que esse naviozinho português nem devia ter uma peça suficiente para fazer um rombo de jeito que pusesse os indianos a pensar duas vezes.
 
Não foi empate, foi mesmo derrota mas deu luta.

Na madrugada do dia 18 de dezembro de 1961, estando no porto do Mormugão, o navio recebe a comunicação de que tinha sido iniciada a invasão inimiga de Goa, entrando em postos de combate. Durante a manhã, o Afonso de Albuquerque assegura as comunicações entre as Forças Portuguesas na Índia e Lisboa, em virtude da destruição das infraestruturas de telecomunicações em terra, duramente bombardeadas pela Força Aérea Indiana.Às 09h00 o Afonso de Albuquerque detecta, ao largo do porto do Mormugão, um grupo de três fragatas, que constitue a ponta de lança da força naval da União Indiana, que inclui o porta-aviões Vikrant e mais de uma dezena de cruzadores, contratorpedeiros, fragatas e outros navios. Às 11h00 o porto do Mormugão e o vizinho aeroporto são bombardeados, a grande altitude, pela Força Aérea Indiana.

Às 12h00, as fragatas da Marinha Indiana entram no porto e abrem fogo de artilharia. Ao mesmo tempo, o comandante do Afonso de Albquerque ordena que o navio levante âncora e se dirija aos navios inimigos para os enfrentar. Entretanto, para Lisboa, o navio transmite a sua última mensagem "Estamos a ser atacados. Respondemos.".

A artilharia do Afonso de Albuquerque atinge uma das fragatas indianas, que se retira do combate. No entanto, a fragata indiana é logo rendida por um contratorpedeiro que entra também no combate. Entretanto, o Afonso de Albuquerque é também atingido pelo fogo inimigo.

Às 12h20, quando tentava manobrar no espaço confinado do porto, de modo a poder utilizar toda a sua artilharia, o Afonso de Albquerque é, novamente, atingido, ocorrendo uma explosão em que fica gravemente ferido o seu comandante. Cunha Aragão manda o imediato assumir o comando do navio e ordena-lhe que não se renda.

Às 12h35, já com as caldeiras e as máquinas atingidas, a guarnição do Afonso de Albuquerque encalha-o na praia de Bambolim para ser usado como bataria de artilharia fixa.

Continuando o navio a ser duramente atingido, às 12h50 é dada ordem para o pessoal não essencial para o abandonar. O resto da guarnição continua em combate até cerca das 13h10.

Durante o combate calcula-se que o Afonso de Albuquerque tenha disparado quase 400 tiros de artilharia, sofrendo, a sua guarnição, 5 mortos e 13 feridos. O navio enfrentou um inimigo que, face ao maior número de navios e à maior rapidez de tiro das suas armas, tinha uma vantagem de cerca de 90 para 1. A heroicidade da guarnição do Afonso de Albuquerque foi reconhecida pelo próprio inimigo, sendo Cunha Aragão visitado no hospital, pelos comandantes dos navios que enfrentou.

Depois de capurado, o navio foi rebatizado "Saravasti" pelos indianos, sendo rebocado para Bombaim.

NRP_Afonso_de_Albuquerque.jpg
 
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