MegaMaster
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Um ano? lol Isso dá-me para mês e meio. []
Que sorte[s)] Para mim dá-me para 10 dias[s)]
A minha é uma bichonazita
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Um ano? lol Isso dá-me para mês e meio. []
Que sorte[s)] Para mim dá-me para 10 dias[s)]
Que sorte[s)] Para mim dá-me para 10 dias[s)]
Ontem a Queila acordou com vómitos e recusava-se a comer, como estava muito apática pegamos nela e fomos para o hospital. Hemograma, e raio-x feitos, tinha algum gás no estomago, mas não encontraram corpo estranho no raio-x. Fez uma ecografia, que mostrou um repuxamento do intestino, tipo acordeão, tipico de corpo estranho, mas corpo estranho nem vê-lo. Como tudo apontava para a presença do dito, recomendaram cirurgia para ver o que passava, ou esperar 24h para repetir a ecografia. Como tempo é importante neste tipo de situações escolhemos a cirurgia, e foi proposto pelos médicos que no caso de não encontrarem o corpo estranho, e de forma a evitar mais cirurgias fazer a OVH e a gastropexia. Ainda questionei se não seria a Queila muito jovem e pequena para as fazer, mas 3 médicos disseram que não havia problema e aceitei. Restou esperar em casa pelas noticias, e dentro dos possiveis até foram boas - não encontraram um corpo estranho, e por isso a cirurgia intestinal foi posta de parte, para alivio nosso (por ser mais dada a complicações).
Fui buscá-la à pouco ao hospital e está a dormir ao meu lado. Está muito em baixo, com dores. Com a medicação que lhe prescreveram e o tempo espero que melhore. E é isto. Ontem foi um dia complicado.
Obrigada, mas ela já está como o aço! Ia dizer pronta para outra, mas espero que não que a despesa ainda foi grande, e acho que ela também não achou muita piada às dores. Ainda andou uns dias muito murcha. Depois da cirurgia fez tratamento para gastroentrite, se foi isso ou não, não sei.Curioso, ao meu cão aconteceu algo muito parecido e nunca soube o que foi. Na altura falou-se num possível envenenamento mas o mais importante é que ele safou-se!
As melhoras!!

Arrepiei-me ao ler o texto. Os meus sentimentos. Ao mesmo tempo que lia, fiquei a pensar se isto acontecesse ao meu cão, o que faria. Nem quero imaginar e espero que o meu cão tenha muitos mais anos de saúde, ele ainda é novo, tem 3 anos, completando 4 anos no dia 9 de Junho de 2011.Ver anexo 92129
Morreu a Kikas.[s)]
Não, não era a minha cadela... nem de ninguém. Mas era como se fosse minha e de muita gente e deixou um aperto no coração.
Para que todos percebam, a Kikas era uma cadela sem nome, sem eira nem beira que eu e a minha esposa encontrámos abandonada no Algarve no Verão passado. Uma cadela com cerca de 5 meses que aparecia todos os dias de manhãzinha na praia e brincava por ali, fugindo quando surgia a aglomeração de gente.
Ao longo de 15 dias de alimentação e atenção fomos conseguindo aos poucos aquilo que ninguém conseguiu – chegar perto e tocar nela. Uma cadela meiga que nunca sequer ladrou.
Abordando os trabalhadores do bar anexo, revelaram que no fim da época balnear chamariam o canil... sabendo-se perfeitamente o fim que lhe estaria reservado.
Assim, no dia do nosso regresso tentámos apanhá-la e levá-la connosco até Lisboa onde a deixaríamos com a Maria Helena para a encaminhar para uma instituição. Porém estivemos desde as 9H até às 18H e não a conseguimos apanhar. Regressámos ao interior onde moramos com uma enorme mágoa e a esperança de que a Maria Helena encontrasse alguém que a salvasse.
1 mês depois recebemos o seu telefonema a dar a boa-nova de que a cadela tinha sido resgatada no Algarve por uma amiga sua da associação NAAAS de Sintra. A nossa alegria foi imensa e acreditámos que mesmo sendo poucos, nós, os amantes dos animais, podemos fazer a diferença para salvar uma vida.
Assegurámos as despesas enquanto a associação tratou dela com muito carinho, especialmente uma das voluntárias que a tratou com muito afecto. A Kikas – como passou a chamar-se – ganhou peso, vendia saúde e já começava a sociabilizar-se para uma possível futura adopção. Eu e a minha esposa iriamos visitá-la nos próximos meses.
Mas hoje recebi o telefonema da tratadora dela informando da sua morte inesperada e sem explicação. Em análises feitas há dias revelava estar com muita saúde. Só a autopsia poderá revelar algo.
Um misto de tristeza e revolta invadiu-nos a todos que lidámos com ela pela história de uma vida breve mas vigorosa na luta contra um destino ingrato que lhe levou a melhor e reclamou a sua morte. Sentimos um enorme desgosto porque a salvámos da morte certa num canil e 4 meses e meio depois pereceu sem motivo aparente como se o destino dela estivesse traçado.
Dizem que nascemos todos iguais, mas eu acredito que até para nascer é preciso ter sorte. Abandonada, destinada a morrer num canil e regatada até que ingloriamente não conseguiu fugir ao fim que parece que a perseguia.
Ela representava muito mais do que uma simples cadela. Ela simbolizava uma história de sobrevivência... e dependia tanto de todos nós.
Esta noite sinto-me imensamente triste porque morreu a Kikas... uma cadela que não era de ninguém, mas era de toda a gente.
Elise, desejo as rápidas melhoras para a Queila. Ainda bem que não era nada grave.Ontem a Queila acordou com vómitos e recusava-se a comer, como estava muito apática pegamos nela e fomos para o hospital. Hemograma, e raio-x feitos, tinha algum gás no estomago, mas não encontraram corpo estranho no raio-x. Fez uma ecografia, que mostrou um repuxamento do intestino, tipo acordeão, tipico de corpo estranho, mas corpo estranho nem vê-lo. Como tudo apontava para a presença do dito, recomendaram cirurgia para ver o que passava, ou esperar 24h para repetir a ecografia. Como tempo é importante neste tipo de situações escolhemos a cirurgia, e foi proposto pelos médicos que no caso de não encontrarem o corpo estranho, e de forma a evitar mais cirurgias fazer a OVH e a gastropexia. Ainda questionei se não seria a Queila muito jovem e pequena para as fazer, mas 3 médicos disseram que não havia problema e aceitei. Restou esperar em casa pelas noticias, e dentro dos possiveis até foram boas - não encontraram um corpo estranho, e por isso a cirurgia intestinal foi posta de parte, para alivio nosso (por ser mais dada a complicações).
Fui buscá-la à pouco ao hospital e está a dormir ao meu lado. Está muito em baixo, com dores. Com a medicação que lhe prescreveram e o tempo espero que melhore. E é isto. Ontem foi um dia complicado.
Uma pergunta, que ração dão aos vossos cães? Eu costumo dar Orlando, aquela do Lidl, parece-me ser a mesma coisa do que a Friskies Life Plus Nutrition, e ele tem comido bastante bem, e está rijo como um pêro. O que me dizem?
Como assim?Digo-te que pior é dificil.
E a partir de que idade lhe devo começar a dar ração de melhor qualidade?ele ate pode ter uma optima saude a comer orlando durante a vida toda, mas é mais provavel enquanto é novo dar-se bem com a ração orlando, mas quando começar a ter uma certa idade, pode vir a ter varios problemas graves resultantes dessa ração de fraca qualidade.
Como assim?
E a partir de que idade lhe devo começar a dar ração de melhor qualidade?
o mais cedo possivel para minimizar o risco de doenças.
se lhe aparecer depois um grave problema no estomago não vai ser com a muda de ração que o cão vai melhorar.
procure rações com visan que não sao muito carase tem uma qualidade muito aceitavel, ou mesmo a ração do continente alta energia, émelhor de certeza que essa orlando.
Ver anexo 92129
Morreu a Kikas.[s)]
Não, não era a minha cadela... nem de ninguém. Mas era como se fosse minha e de muita gente e deixou um aperto no coração.
Para que todos percebam, a Kikas era uma cadela sem nome, sem eira nem beira que eu e a minha esposa encontrámos abandonada no Algarve no Verão passado. Uma cadela com cerca de 5 meses que aparecia todos os dias de manhãzinha na praia e brincava por ali, fugindo quando surgia a aglomeração de gente.
Ao longo de 15 dias de alimentação e atenção fomos conseguindo aos poucos aquilo que ninguém conseguiu – chegar perto e tocar nela. Uma cadela meiga que nunca sequer ladrou.
Abordando os trabalhadores do bar anexo, revelaram que no fim da época balnear chamariam o canil... sabendo-se perfeitamente o fim que lhe estaria reservado.
Assim, no dia do nosso regresso tentámos apanhá-la e levá-la connosco até Lisboa onde a deixaríamos com a Maria Helena para a encaminhar para uma instituição. Porém estivemos desde as 9H até às 18H e não a conseguimos apanhar. Regressámos ao interior onde moramos com uma enorme mágoa e a esperança de que a Maria Helena encontrasse alguém que a salvasse.
1 mês depois recebemos o seu telefonema a dar a boa-nova de que a cadela tinha sido resgatada no Algarve por uma amiga sua da associação NAAAS de Sintra. A nossa alegria foi imensa e acreditámos que mesmo sendo poucos, nós, os amantes dos animais, podemos fazer a diferença para salvar uma vida.
Assegurámos as despesas enquanto a associação tratou dela com muito carinho, especialmente uma das voluntárias que a tratou com muito afecto. A Kikas – como passou a chamar-se – ganhou peso, vendia saúde e já começava a sociabilizar-se para uma possível futura adopção. Eu e a minha esposa iriamos visitá-la nos próximos meses.
Mas hoje recebi o telefonema da tratadora dela informando da sua morte inesperada e sem explicação. Em análises feitas há dias revelava estar com muita saúde. Só a autopsia poderá revelar algo.
Um misto de tristeza e revolta invadiu-nos a todos que lidámos com ela pela história de uma vida breve mas vigorosa na luta contra um destino ingrato que lhe levou a melhor e reclamou a sua morte. Sentimos um enorme desgosto porque a salvámos da morte certa num canil e 4 meses e meio depois pereceu sem motivo aparente como se o destino dela estivesse traçado.
Dizem que nascemos todos iguais, mas eu acredito que até para nascer é preciso ter sorte. Abandonada, destinada a morrer num canil e regatada até que ingloriamente não conseguiu fugir ao fim que parece que a perseguia.
Ela representava muito mais do que uma simples cadela. Ela simbolizava uma história de sobrevivência... e dependia tanto de todos nós.
Esta noite sinto-me imensamente triste porque morreu a Kikas... uma cadela que não era de ninguém, mas era de toda a gente.
Na noite de quarta feira para quinta, apareceu-me esta cachorrinha a latir na minha porta por volta das 3h da manha. Abri a porta para ver o que era e ela entrou logo, não a consegui colocar na rua novamente, dei-lhe abrigo, na minha garagem e, no dia seguinte levei-a ao veterinário (tudo por minha conta). Chegou-se à conclusão que tinha parasitas internos e sarna. Tomou um comprimido para os parasitas internos, levou uma injecção para a sarna e outra com um complemento vitaminico. Depois era necessário aplicar uma loção para a sarna de 2 em 2 dias (3x). Eu como não tinha condições para a ter em casa, essencialmente por causa dos gatos que tenho, tentei arranjar uma solução para ela, pois não a ia abandonar novamente e, não a queria abater. Foram duas ou três pessoas ver a cadela lá a casa, mas como a viam com sarna ninguém a queria, até que no domingo lá foi uma senhora, que respondeu ao anuncio no Facebook (abençoado, sempre serves para qualquer coisa) e que a levou e está a tratar dela com toda a atenção que merece e é a festa lá em casa. Felizmente correu tudo bem e, senti-me muito bem por ter ajudado um ser vivo e acreditem, o dinheiro que paguei no Veterinário foi o mais bem gasto dos ultimos tempos, ver a cadelinha a recuperar é das melhores sensações que se pode ter.
Peço desculpa pelo longo texto, mas queria partilhar esta experiência e relatar que com pequenos gestos podemos fazer grandes coisas.
Deixo em anexo a foto da pequenita, segundo o vet tem cerca de 3 meses.
... rins, fígado, intestinos, etc... etc...
Antes restos do que Orlando:sh)
Os primeiros 2 anos são os principais no desenvolvimento de um cão, são aqueles em que TUDO se deve investir, especialmente numa boa ração...


Apresento-vos a minha cadela com pouco mais de 2 anos.Chama-se Star e foi apanhada a beira da estrada, num saco plástico com os dois irmãos ainda bebes. Muito brincalhona e tem a particularidade de adorar todo o tipo de animais e raramente ladrar. Só ladra mesmo a homens( bem ensinada [