Este Record bem podia ser o record do metropolitano... É que o barulho, é tal e qual. [:vm)]
O motor não é feito para travar.Faz-me uma certa confusão chegar a uma curva e não ter velocidades para travar com o motor!!!
Já imaginaram o quanto de inseguro pode ser um carro electrico, há ali curvas que bastava uma redução e quase sempre usou o travão... bem, tem que ser uns bons travões pois imagino o esquentamento que aquilo levou!
Faz-me uma certa confusão chegar a uma curva e não ter velocidades para travar com o motor!!!
Já imaginaram o quanto de inseguro pode ser um carro electrico, há ali curvas que bastava uma redução e quase sempre usou o travão... bem, tem que ser uns bons travões pois imagino o esquentamento que aquilo levou!
Obrigado pela explicação [Que cena estranha, onde é que isto vai parar [] Mas é interessante [
]
Tu provavelmente foste levado a essa questão apenas porque o barulho é continuo... existe um aumento quando se acelera e uma diminuição quando se desacelera. Não existem pelo menos 6 relações como num motor normal.
Mas por acaso até é ao contrário, a ideia é mesmo não travar com o motor. Numa caixa sequencial/manual robotizada uma redução é acompanhada por um ''blip'' no acelerador para que as rodas não bloqueiem, pelo que a travagem é virtualmente nula. Apenas passas de uma relação x em y RPM's para uma relação x-1 a y + ? RPM's, ou seja, rotações sempre mais altas em relação ao que estaria à mesma velocidade na relação seguinte. Mas isso nada têm a ver com travar o motor. Isso é sempre o que se quer evitar.
O mesmo para uma manual... correctamente nas reduções deverá haver ponta tacão, para que não exista qualquer bloqueio das rodas. Em situações em que o movimento não saia perfeito - coisa muito natural, já que estamos a falar de seres humanos e a movimentos que dificilmente saem sempre, sempre, sempre iguais - é que pode haver uma pequena redução da velocidade com o motor mas apenas como efeito colateral e negativo.
Essa questão pode ser aplicada mais no dia a dia e numa eventual situação de urgência em que exista uma falha de tudo o resto. Na pista... é tempo de sair ou fazer uma pausa [] Ou então mudar os travões.
Experimenta abordar uma curva em 3ª velocidade por exemplo e depois em ponto morto.O motor não é feito para travar.
Um carro que precise do motor para entrar numa curva precisa é de travões novos.
Eu quero ver é eléctricos de produção a fazer isto.
Q
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Mas por acaso até é ao contrário, a ideia é mesmo não travar com o motor. Numa caixa sequencial/manual robotizada uma redução é acompanhada por um ''blip'' no acelerador para que as rodas não bloqueiem, pelo que a travagem é virtualmente nula. Apenas passas de uma relação x em y RPM's para uma relação x-1 a y + ? RPM's, ou seja, rotações sempre mais altas em relação ao que estaria à mesma velocidade na relação seguinte. Mas isso nada têm a ver com travar o motor. Isso é sempre o que se quer evitar.
O mesmo para uma manual... correctamente nas reduções deverá haver ponta tacão, para que não exista qualquer bloqueio das rodas.
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Não concordo com isto.
Tu fazes ponta-tacão (ou "kick" electrónico no acelerador) para evitar que as rodas bloqueiem momentaneamente no preciso instante da redução. Isso é verdade.
Mas não invalida que "ultrapassado" esse momento, o motor sirva de travão ao próprio movimento. Parece-me lógico que trava e nos carros de competição não é assim tão pouco quanto isso (o motor cai de rotação muito mais rapidamente do que num carro de estrada)
Já aqui falaram da tracção e obviamente está relacionado. É totalmente diferente travar forte para uma curva com o carro desengatado (ou numa velocidade alta) ou fazer a mesma travagem "agarrado" a uma mudança que aproveite a cinética do motor para travar.
Faz-me uma certa confusão chegar a uma curva e não ter velocidades para travar com o motor!!!
Já imaginaram o quanto de inseguro pode ser um carro electrico, há ali curvas que bastava uma redução e quase sempre usou o travão... bem, tem que ser uns bons travões pois imagino o esquentamento que aquilo levou!