[Tudo Sobre Pequenos Desportivos] - Um Por Semana - Now : Citroën AX Sport ( Pg. 4 )

Esprit, mas esse CRX não era o Del sol pois não?(a foto não aparece)

Eu vejo as fotos!
Nenhum deles é o da últma geração.
Apenas tentei ilustrar o q trazia o de 130cv, e já agora dar uma imagem da história do CRX.

Aproveito tbem, para melhorar o q disse acima, o carro é bom e bonito, simplesmente ninguem esperava q fosse Honda, se a Fiat ou qquer outro italiano o fizessem ninguem ía espantar.
39-fiat-x19.jpg


Pa quem falou de um tecto eléctrico, tão a falar do quÊ? Aquilo tira-se À mão o tecto! E mete-se na mala. É um targa, e n T-bar. N estarão a confundir com o vidro traseiro eléctrico?
Esqueci-me de dizer q em Portugal, a versão de 125 cv trazia tampões, assim cmo os primeiros vti´s desta geração do civc
 
Última edição:
A 2ª geração do CRX teve uma motorização com 130 cavalos. Era o 1.6i-16, movido pelo D16A9.

crx2.jpg


E, sim, os VTi's de 92 saíram com tampão, pelo menos os de 4 portas.
 
Última edição:
Muito resumidamente, cá em Portugal, as versões de 88 e 89 (segunda geração de Crx) tinham motorizações de 130cv (1.6i16). Em 1990 houve um restyling e algumas alterações no 1.6i16 aparecendo a versão 1.6iVT VTEC de 150cv que tinha muitas alterações a nivel de mecanica e a muitos outros niveis, mas que à primeira vista não eram muito notórias.

Em 1992 apareceu o Del Sol, derivado do Civic de 92, com motores de 125cv (ESI) e 160cv (VTI)
 
Pa quem falou de um tecto eléctrico, tão a falar do quÊ? Aquilo tira-se À mão o tecto! E mete-se na mala. É um targa, e n T-bar. N estarão a confundir com o vidro traseiro eléctrico?
Esqueci-me de dizer q em Portugal, a versão de 125 cv trazia tampões, assim cmo os primeiros vti´s desta geração do civc


mas há um de acionamento electrico, tmb já vi [;)]


@Double e Gus
Nós queriamos mesmo saber era do Del sol(parar de lhe chamar CRX senão continua a confusaõ) ou seja no del sol nunca houve o D16A9, certo?

No crx normal sei que havia, ou não tivesse eu um primo dele [:D]
 
Eu sou um chato do caraças mas para mim este é apenas um Honda Civic CRX.

O único del sol que se vendeu em Portugal foi este

g-%20ibiza_186_%20del%20sol.jpg
 
Boa!

Boa!

Eu sou um chato do caraças mas para mim este é apenas um Honda Civic CRX.

O único del sol que se vendeu em Portugal foi este

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Por acaso táva com essa entalada.

Essa do del Sol pra mim tambem é novidade. Mas desconfio que o pessoal tenha apanhado esse termo no jo Granturismo2. Pois sempre conheci como Crx e no jogo é que aparecia esse nome.
 
Por acaso táva com essa entalada.

Essa do del Sol pra mim tambem é novidade. Mas desconfio que o pessoal tenha apanhado esse termo no jo Granturismo2. Pois sempre conheci como Crx e no jogo é que aparecia esse nome.

o nome do modelo era mesmo Del Sol, se o adoptaram ou não em Portugal não sei!

mas descansem que o objectivo não era concorrer com esse modelo da Seat![:cool:]
 
Boas

Vou falar do CRX VTI, pois tenho um, apesar de estar na garagem parado a quase a um ano, por motivos profissionais.

O Honda Civic CRX foi comercializado entre 1992 a 1998. A Honda atribuía a designação técnica de EG2, este fez parte da gama Civic EG. O nome “del sol” era como eram designados nos statesm por cá nuna receberam essa designação oficial.

A tracção é feita nas rodas dianteiras, a suspensão é independente ás 4 rodas, sendo que a suspensão traseira é de triângulos sobrepostos.

A carroçaria é do tipo Targa, esta poderá ser manual ou eléctrica. O meu é manual, o tecto é relativamente leve, nunca o pesei, mas poderá ser retirado fácilmente por uma mulher de estrutura média. O eléctrico é um “show” o seu funcionamento, mas pelos boatos tem tendência para avariar (não sei se é verdade), mas tenho pena do meu não ser eléctrico.

Contou em Portugal com as motorizações B16A2 e com o D16Z6 ou Z7, ambos catalizados de 3vias e ambos montados transversalmente.

O B16A2 equipa o VTI, é um quatro cilindros em linha DOHC com 1595 cm3 e sistema VTEC, com uma potência de 160 cv (118kw) às 7600rpm, e um binário de 150 nm. A compressão é 1:10,2. Sendo um sistema DOHC conta com duas arvores de cames à cabeça e 4 válvulas por cilindro.

De uma forma resumida o sistema VTEC do B16A2 funciona sobre as arvores de cames que controlam a abertura das válvulas de admissão e de escape, permtindo à Honda introduzir num mesmo motor dois regimes de aberturas de válvulas, um regime para baixas rotações, tornando a condução agradável e fácil em baixas rotações e mais económico (isto porque a duração da abertura das válvulas é menor, comparativamente com a abertura em altas rotações, acima das 5500 rpm), por outro lado em altas rotações o sistema VTEC como que “empurra” as arvores de cames “entrando em funcionamento” as lobbes das cames com um comportameto mas radical, maior abertura de válvulas de escpae e admissão.

Em termos de condução….. o meu conta actualmente com aproximadamente 160kkm, mas posso dizer que está com uma saúde de ferro, neste caso de alumínio (os motores são construídos grande parte em alumínio). Até às 4000 é um 1.6 com força, das 4000 às 5500 estamos na expectativa à espera do vtec, mas é um faixa de rotações com muita força, a partir das 5500 o som do motor parece de um carro com muito mais rotação e as aclarações são de pura adrenalina, as rotações sobem sobem sobem sobem com grande rapidez até ao redline e muito facilmente não trocamos as mudanças de tempo de a centralina cortar a admissão de gasolina.

Neste momento até podem haver carros a gasóleo com mais velocidade e com mais aceleração que este carro, mas o prazer de conduzir um carro bem para lá das 7000 é fantástico.

No que toca ao seu comportamento é melhor a andar a direito do que em curvas, não é um carro de rali, então sem capota nem se comenta, mas conhecendo o seu comportamento não compromete ninguém em curva e o meu está como veio de origem (tirando as jantes que neste momento estão umas de 15” e as de origem são de 14”). Mas é necessário conhecer muito bem o carro.

A condução é baixa, parece que vamos sentados no chão e numa posição desportiva, os pedais, a manete de velociades e o volante estão no local certo (pelo menos para mim que com 1.85m).

Se quiserem ver um carro disparar metam-lhe uma 3 e o pendura vai ficar sem ar e com o coração aos pulos.

Agora com os dias de primavera ou no verão bem ao final do dia passear sem o tecto é fantástico. O facto de ser targa apresenta a vantagem do habitáculo não ficar muito frio e poder ser utilizado mesmo de Invernos, com o aquecimento ligado e desde que não chova.

Não é um carro confortável para quem quiser fazer Lisboa Porto em 3 horas, mas se forem pela nacional em ritmo de passeio e visitar um quantos locais até se suporta muito bem a vagem.

O vidro traseiro rebatível permite fazer deslocações sem ter o zuar do vento nos ouvidos, como quando se leva as janelas laterais abertas, mesmo a velocidades mais elevadas, o pior é a antena do rádio que quando está levanta e o vidro traseiro aberto ouve-se esta a “cortar” o vento a velocidades superiores 100km\h.

O consumo em cidade, com horas de ponta de Lisboa é de 9 a 10 litros mas mais para os 10. Em estrada a 120km\h ronda os 7-8l a 80-90km\h ronda os 6.5-7l, isto sem acelerações e sem activar o VTEC.

De VTEC “activo” podem contar com consumos bem acima dos 12l até um máximo de 18-20l, depende da inclinação do terreno.

Acreditem que este motor não se nega à altas velocidades em subidas.

Bem vou ficar por aqui

Se poderem experimentar um não percam a oportunidade, não é o melhor carro do mundo (nem nada que se pareça), mas atenção quando experimentarem um a sério vão ficar apaixonados para sempre.
 
Boas!

sinceramente, n é o Crx (só Crx em pt, nos states era del sol, só del sol! lol :P) que me impressiona, mas sim o 1.6 vti vtec com uns impressionantes 160cv e com um corte la prás 9000rpm! estes dados, são sim, realmente impressionates!

conheço um amigo que tem um civic vti 4p de 92 (+/-) e ele diz que consumos variam muito! ja conseguiu fazer medias de 6.5/7l a PASTAR! e medias de 16/17 a estica-lo... este motor sem duvida ressente-se muito conforme o pé... e as rotações!

ainda em relação a este crx (ao ultimo modelo) penso que deverá curvar mt bem, em relação ao civic por exemplo! se bem que esticamente não me chama muito á atenção!


prox carros:
ford escort cosworth
rover turbo coupe
corolla vvti/gti



cumps [;)]
 
Boas

Vou falar do CRX VTI, pois tenho um, apesar de estar na garagem parado a quase a um ano, por motivos profissionais.

O Honda Civic CRX foi comercializado entre 1992 a 1998. A Honda atribuía a designação técnica de EG2, este fez parte da gama Civic EG. O nome “del sol” era como eram designados nos statesm por cá nuna receberam essa designação oficial.

A tracção é feita nas rodas dianteiras, a suspensão é independente ás 4 rodas, sendo que a suspensão traseira é de triângulos sobrepostos.

A carroçaria é do tipo Targa, esta poderá ser manual ou eléctrica. O meu é manual, o tecto é relativamente leve, nunca o pesei, mas poderá ser retirado fácilmente por uma mulher de estrutura média. O eléctrico é um “show” o seu funcionamento, mas pelos boatos tem tendência para avariar (não sei se é verdade), mas tenho pena do meu não ser eléctrico.

Contou em Portugal com as motorizações B16A2 e com o D16Z6 ou Z7, ambos catalizados de 3vias e ambos montados transversalmente.

O B16A2 equipa o VTI, é um quatro cilindros em linha DOHC com 1595 cm3 e sistema VTEC, com uma potência de 160 cv (118kw) às 7600rpm, e um binário de 150 nm. A compressão é 1:10,2. Sendo um sistema DOHC conta com duas arvores de cames à cabeça e 4 válvulas por cilindro.

De uma forma resumida o sistema VTEC do B16A2 funciona sobre as arvores de cames que controlam a abertura das válvulas de admissão e de escape, permtindo à Honda introduzir num mesmo motor dois regimes de aberturas de válvulas, um regime para baixas rotações, tornando a condução agradável e fácil em baixas rotações e mais económico (isto porque a duração da abertura das válvulas é menor, comparativamente com a abertura em altas rotações, acima das 5500 rpm), por outro lado em altas rotações o sistema VTEC como que “empurra” as arvores de cames “entrando em funcionamento” as lobbes das cames com um comportameto mas radical, maior abertura de válvulas de escpae e admissão.

Em termos de condução….. o meu conta actualmente com aproximadamente 160kkm, mas posso dizer que está com uma saúde de ferro, neste caso de alumínio (os motores são construídos grande parte em alumínio). Até às 4000 é um 1.6 com força, das 4000 às 5500 estamos na expectativa à espera do vtec, mas é um faixa de rotações com muita força, a partir das 5500 o som do motor parece de um carro com muito mais rotação e as aclarações são de pura adrenalina, as rotações sobem sobem sobem sobem com grande rapidez até ao redline e muito facilmente não trocamos as mudanças de tempo de a centralina cortar a admissão de gasolina.

Neste momento até podem haver carros a gasóleo com mais velocidade e com mais aceleração que este carro, mas o prazer de conduzir um carro bem para lá das 7000 é fantástico.

No que toca ao seu comportamento é melhor a andar a direito do que em curvas, não é um carro de rali, então sem capota nem se comenta, mas conhecendo o seu comportamento não compromete ninguém em curva e o meu está como veio de origem (tirando as jantes que neste momento estão umas de 15” e as de origem são de 14”). Mas é necessário conhecer muito bem o carro.

A condução é baixa, parece que vamos sentados no chão e numa posição desportiva, os pedais, a manete de velociades e o volante estão no local certo (pelo menos para mim que com 1.85m).

Se quiserem ver um carro disparar metam-lhe uma 3 e o pendura vai ficar sem ar e com o coração aos pulos.

Agora com os dias de primavera ou no verão bem ao final do dia passear sem o tecto é fantástico. O facto de ser targa apresenta a vantagem do habitáculo não ficar muito frio e poder ser utilizado mesmo de Invernos, com o aquecimento ligado e desde que não chova.

Não é um carro confortável para quem quiser fazer Lisboa Porto em 3 horas, mas se forem pela nacional em ritmo de passeio e visitar um quantos locais até se suporta muito bem a vagem.

O vidro traseiro rebatível permite fazer deslocações sem ter o zuar do vento nos ouvidos, como quando se leva as janelas laterais abertas, mesmo a velocidades mais elevadas, o pior é a antena do rádio que quando está levanta e o vidro traseiro aberto ouve-se esta a “cortar” o vento a velocidades superiores 100km\h.

O consumo em cidade, com horas de ponta de Lisboa é de 9 a 10 litros mas mais para os 10. Em estrada a 120km\h ronda os 7-8l a 80-90km\h ronda os 6.5-7l, isto sem acelerações e sem activar o VTEC.

De VTEC “activo” podem contar com consumos bem acima dos 12l até um máximo de 18-20l, depende da inclinação do terreno.

Acreditem que este motor não se nega à altas velocidades em subidas.

Bem vou ficar por aqui

Se poderem experimentar um não percam a oportunidade, não é o melhor carro do mundo (nem nada que se pareça), mas atenção quando experimentarem um a sério vão ficar apaixonados para sempre.

Um dono babado apr:)

Bom post!

Estima o menino!
 
Neste momento até podem haver carros a gasóleo com mais velocidade e com mais aceleração que este carro, mas o prazer de conduzir um carro bem para lá das 7000 é fantástico

apr:) apr:) apr:) apr:)
é verdade!

atenção que o corte de origem não é para lá das 9000 rpm...se não0 me engano corta às 8500...[;)]
 
Já vi o filme!
Nca vi nenhum assim!
N querendo ser chato, mas têm a certeza q podia vir assim de fábrica?
É q a capota, neste caso, nem fica nos apoios da versão manual.
 
Já vi o filme!
Nca vi nenhum assim!
N querendo ser chato, mas têm a certeza q podia vir assim de fábrica?
É q a capota, neste caso, nem fica nos apoios da versão manual.

Sim era assim... tirado da pagina anterior:

Trans Top

An option that was available in Japan and Europe was the Trans Top, an electric mechanism which retracted the targa top into the trunk via a push of a button. In Europe it was available on the Esi and VTi models. The roof is operated by flicking two catches above the windows, then holding down a button. The trunk lid raises vertically and extends two arms into the targa top, after which you flick the latches back up. Then the targa gets pulled into the trunk lid, and the trunk lid lowers back down with the targa inside it.
 
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