Um Amigo que parte...

NunoTD

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Jovem hoquista em morte cerebral

Por Redacção

João Banza, avançado da AD de Oeiras, foi agredido na passada quarta-feira e está em situação de morte cerebral.

O hoquista, que antes de se transferir para a AD de Oeiras passou pelo Sporting e pelo Juventude de Viana, está internado na unidade de neurocirurgia do hospital de São José, em Lisboa.

O estado crítico em que se encontra foi provocado por uma agressão, ocorrida na noite de 21 de Outubro, quando tentava levantar dinheiro na zona de Santos, em Lisboa. Na sequência do ataque, João Banza caiu, tendo batido com a cabeça no chão – pancada que provocou um hematoma cerebral.

Depois de várias horas em coma, a morte cerebral do hoquista de 28 anos foi agora confirmada.




Com muita pena minha ver um amigo tao novo partir......espero que o autor desta brutalidade tenha o mesmo destino
 
Uma tragédia alguém tão novo partir dessa forma inadmissível...

Que descanse em paz.

Uma última referência de repúdio, de nojo mesmo, para com todos aqueles que tudo têm feito, de forma mais ou menos visível, ou nas catacumbas (...), ao longo dos anos para que a Justiça e a Autoridade Pública não funcionem...
 
Já tinha tido o conhecimento e a lamentável situação desta noticia.

Tudo isto só se transforma num misto de dôr e revolta, teremos de ter forças e capacidade de superar a mágoa que se apudera de nós, como certo será sempre lembrado pela pessoa que era no meio que convivia, e será a recordeção que permanece sempre.

Muitas forças para quem está unidos neste momento de dôr.

[;)]
 
As minhas sinceras condolencias à familia e amigos. Espero que apanhem o responsável e que o punam adquadamente.
 
É nestes casos que todos pensamos que devia haver a justiça popular!

Não consigo imaginar a dor das pessoas de quem ele gostava...
 
Se fosse a um grande amigo meu, o agressor/ladrão não se safava, levava tantos biqueiros na cabeça, que o cérebro saía pelo cú...
 
Lisboa: Tese de tentativa de assalto a hoquista foi posta de parte
Embriaguez levou a agressão mortal

Dois socos deitaram por terra João Banza, que aguardava por um amigo junto a uma caixa multibanco, na rua de Santos-o-Velho, Lisboa, na madrugada de quinta-feira. A forte pancada da cabeça na calçada fê-lo ficar inconsciente – pode ter rebentado um aneurisma já existente –, vindo a falecer no hospital, já na sexta-feira à noite. A princípio pensou-se numa tentativa de assalto ao hoquista da Associação Desportiva de Oeiras (ADO), mas, ouvidas as testemunhas, essa hipótese foi posta de lado.


Segundo apurou o CM junto de fontes policiais, João Banza Rodrigues regressava da festa de aniversário do amigo que o acompanhava. Aproveitara o facto de estar de folga dos treinos – todas as quartas-feiras.
Visivelmente embriagado, lançou insinuações sobre as pessoas que esperavam na fila para levantar dinheiro. Seguiu-se uma acesa troca de palavras e um primeiro soco de um dos elementos desse grupo ao hoquista, de 28 anos. João Banza caiu e foi no momento que se preparava para responder à agressão que levou o segundo murro – batendo com a cabeça no chão e ficando inanimado. Recorde-se que tal como o CM avançou ontem, na PSP, que tomou conta da ocorrência, não constava nenhuma referência a uma tentativa de assalto. O agressor abandonou o local, não tendo conhecimento das consequências.
Segundo fonte do H. de S. José, o desportista tinha um aneurisma cerebral, que terá rebentado com a força da pancada, fazendo-o cair no chão, inanimado.
Os pais e a mulher do hoquista recusam-se a prestar declarações, estando inconsoláveis com a tragédia. Já os amigos estão perplexos com a morte do colega. “Calhou-me a tarefa mais dura: dar a notícia da morte do nosso jogador. Foi horrível. Toda a equipa chorou”, desabafa Paulo Garrido, treinador da equipa de hóquei em patins da ADO.
PORMENORES
FESTA
O treinador da equipa disse que na terça-feira à noite o hoquista esteve com os colegas numa festa. Foi a última vez que o viram.
FUNERAL
O funeral realiza-se na terça-feira. Corpo será cremado no cemitério dos Olivais.
Henrique Machado/ Magali Pinto

 
Segundo a notícia anterior parece que afinal não foi como pensámos.

Nem sei o que comentar, mas às vezes quando se bebe mais vale estar calado. De longe estar a meter as culpas a ele, mas ele levou o murro e morreu, como podia ter sido ele a dar o murro e matar o outro...

Uma estupidez de ambas as partes que acabou da pior maneira!
 
Não iliba quem o matou, agressão e homicídio por "negligência", o gajo devia ser preso, mas desconfio que não. :(
 
Não iliba quem o matou, agressão e homicídio por "negligência", o gajo devia ser preso, mas desconfio que não. :(

Sem duvida! Mas é bem diferente de ser um assaltante que o matou por 20€.

É preciso ter cuidado com estas coisas, por pouco muito acontece.
 
Devia ser preso, dizem vocês...no calor da discussão correu mal. As pessoas não pensam e depois dá nisto. Daí a ir preso também não concordo.
 
Devia ser preso, dizem vocês...no calor da discussão correu mal. As pessoas não pensam e depois dá nisto. Daí a ir preso também não concordo.

Felizmente não sou juiz para decidir algo assim. Penso que de uma acusação de homicídio por negligência não se escapa.

Não ficava admirado que fosse ilibado.

Haverá pena maior do que ficar na consciência que matou alguém por uma estupidez? Isto tendo em conta que a pessoa tem consciência..
 
Felizmente não sou juiz para decidir algo assim. Penso que de uma acusação de homicídio por negligência não se escapa.

Não ficava admirado que fosse ilibado.

Haverá pena maior do que ficar na consciência que matou alguém por uma estupidez? Isto tendo em conta que a pessoa tem consciência..

Exacto, está aqui um caso "difícil"... A confiar nessa notícia do CM, a história pode tornar-se complicada. "Insinuações" pode querer dizer muitas coisas...imaginem que estão descansados na fila do MB e vem um bêbado e começa a "fazer insinuações". Não ligam à primeira, fingem que não ouvem a segunda e à terceira... pimbas - espetam-lhe um soco.
Não quer dizer que concorde, mas sejamos honestos, situações destas são mais do que frequentes...
A juntar a isto está a infeliz coincidência de o "bêbado" ter uma "bomba" na cabeça, que rebentou com a confusão...

Não sei como será, mas até acharia normal o agressor ser ilibado, pois tal como diz o "air", já lhe chega o peso na consciência de (involuntariamente) ter tirado a vida a outra pessoa.
 
É muito possivel que seja ilibado.

Em circunstancias normais, um murro (ou dois) não matam pessoas (o que invalidaria o homicidio por negligencia). Tendo ele uma "condição" previa e não tendo o outro conhecimento disso (pode lhe atenuar bastante qualquer pena), pode se safar, estas coisas dependem muito dos juizes...

Depois há varios factores a ter em conta. Os antecedentes do que matou, os antecedentes da vitima, o facto de ele so ter dado dois murros e se parou porque o outro ja estava inconsciente e se teria ou nao continuado, etc, etc...
 
Exacto, está aqui um caso "difícil"... A confiar nessa notícia do CM, a história pode tornar-se complicada. "Insinuações" pode querer dizer muitas coisas...imaginem que estão descansados na fila do MB e vem um bêbado e começa a "fazer insinuações". Não ligam à primeira, fingem que não ouvem a segunda e à terceira... pimbas - espetam-lhe um soco.
Não quer dizer que concorde, mas sejamos honestos, situações destas são mais do que frequentes...
A juntar a isto está a infeliz coincidência de o "bêbado" ter uma "bomba" na cabeça, que rebentou com a confusão...

Não sei como será, mas até acharia normal o agressor ser ilibado, pois tal como diz o "air", já lhe chega o peso na consciência de (involuntariamente) ter tirado a vida a outra pessoa.

Bom, em primeiro lugar a pessoa que lhe deu os murros podia ter sido muito importunada pelos comentários, mas partiu para a agressão. Os resultados da agressão foram inteiramente da sua responsabilidade.

É muito possivel que seja ilibado.

Em circunstancias normais, um murro (ou dois) não matam pessoas (o que invalidaria o homicidio por negligencia). Tendo ele uma "condição" previa e não tendo o outro conhecimento disso (pode lhe atenuar bastante qualquer pena), pode se safar, estas coisas dependem muito dos juizes...

Depois há varios factores a ter em conta. Os antecedentes do que matou, os antecedentes da vitima, o facto de ele so ter dado dois murros e se parou porque o outro ja estava inconsciente e se teria ou nao continuado, etc, etc...

Exacto, depende muito dos juízes...e das várias condicionantes do problema. Mas a verdade é (a confiar na notícia) que um indivíduo provocou a morte de outro. Inadvertidamente ou não, é um crime punível na lei...Depende muito da análise de cada um, e do que verdadeiramente se passou na situação, mas ele partiu para a agressão física, sem ter sido obrigado a defender-se. Por muito fortes que sejam as "insinuações" todos devemos ter o bom senso de lhes responder da melhor forma, que costuma ser não responder (ainda por cima quando ele se econtrava "visivelmente embriagado").
 
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