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e nem vou comentar o facto de que alguém que nem um crédito consegue, resolve comprar um iPhone a prestações![]()
Ou isso ou deu-se como fiadora.A OP fez o credito à outra pessoa, ofereceu se para fazer um credito na loja pois a outra pessoa não podia.
Porque o direito civil (e o penal também, embora não me parece que seja o caso) tem mecanismos de protecção das pessoas em casos destes.????
não percebo. Então foi ela que constituiu o crédito.... vai ao advogado para quê?
Porque o direito civil (e o penal também, embora não me parece que seja o caso) tem mecanismos de protecção das pessoas em casos destes.
Agora os dados de alguém bastam para fazer um crédito? Então e não é preciso uma assinatura nem nada? Essas políticas da entidade que faculta o crédito são pouco transparentes, eu não me preocupava, não pagues nada, eles que vão para tribunal só com os teus dados na mão.
Agora os dados de alguém bastam para fazer um crédito? Então e não é preciso uma assinatura nem nada? Essas políticas da entidade que faculta o crédito são pouco transparentes, eu não me preocupava, não pagues nada, eles que vão para tribunal só com os teus dados na mão.
No fundo, é isto.
Estando o crédito no teu nome, não tens muito por onde "fugir".
Foi uma coisa "barata", como um telefone, mas imagina que não era.. pois, estavas desgraçada com a tua vida. Entende que não estou a atirar pedras, nem com moralismos; apenas acho que é uma situação com a qual deves aprender.
A solução é ires pagando as prestações e tentar fazer o verdadeiro devedor reembolsar-te por elas.
Boa sorte!
mas querem que o banco faça o quê?
que ofereça o telemovel? Que vá atras de outra pessoa a quem o banco expressamente recusou crédito??![]()
Afinal ainda há esperança para este país: apraz-me perceber que não é só o Sócrates que tem amigos que lhe cedem coisas. Um grande bem-haja para todos vocês que dão um novo sentido à palavra «amizade»!!
Para que o post tenha algo de positivo e não pareça apenas gozo: por favor, pessoal, pensem um bocado antes de se meterem nestas situações. Emprestar dinheiro, ser fiador ou dar dados para fazer crédito a favor de outra pessoa só em casos de, literalmente, vida ou morte e apenas se a outra pessoa for alguém que nos é realmente muito chegada. Fazer crédito a alguém em quem o banco claramente não confia é mais de meio caminho andado para ficar sem o dinheiro (por alguma razão o banco, cujo trabalho é vender dinheiro às pessoas, preferiu não o fazer ao vosso amigo).
Vosso amigo?
Acho que não leste o tópico todo... nem o primeiro post.
[]
Acho que não leste o meu post. É um apelo sem destinatário específico. Repara no vocativo ("pessoal"). []
De qualquer maneira o teu reparo apenas me enche ainda mais o coração: há pessoas (no geral [][
]) a emprestar dinheiro, serem fiadores ou ceder dados para créditos de terceiros de quem nem sequer são amigos. A isto chamo viver radicalmente aquela máxima de "todos os homens são nossos irmãos" [
][
]