uma especie de burla

atenção que pelo primeiro post não se percebe se ela deu os dados à amiga e a amiga constituiu o crédito, ou se ela própria o constituiu...

se foi a amiga que o constituiu com dados que não são os seus, poderá fazer sentido consultar um advogado, mas não me parece ter sido que aconteceu.... acho que ela constituiu o crédito e depois deu o telemovel à amiga, e aí não há nada a fazer.
 
Infelizmente situações destas ou do género calha-nos na rifa, por vezes confiamos em pessoas, que depois nos vêem a decepcionar...

Bem eu num caso destes e como já aconselhado resolveria o problema com o banco, pois estas dividas nunca são perdoadas o banco vai ser sempre buscar o dinheiro em divida e assim como os demais custos, e quanto mais (inventamos) mais caro fica...
Ou seja extinguir a divida o mais rápido possível e manter o (bom nome) para mim é importante.

Neste caso é mesmo a única solução e depois há que resolver a situação com a pessoa em divida pessoalmente, advogados e afins nunca vão trazer o dinheiro de volta será sempre prejuízo...
 
Falta qualquer coisa. "Dar os dados". Bem o/a OP teve que assinar um contrato com a entidade.

Não basta "dar" dados.

De qualquer das formas - foi uma fiança?.

Com a entidade não tem muito por onde pegar.

Bem, para todos os efeitos se o\a op adquiriu um telemóvel a crédito e o emprestou a outra pessoa é reave-lo.
 
Porque o direito civil (e o penal também, embora não me parece que seja o caso) tem mecanismos de protecção das pessoas em casos destes.

Se for por 1000€ do iphone 7. Talvez valha a pena.
Isso até dá para resolver na mesma moeda da "má fé" e badalhoquice ( se é verdade o que o\a op afirma).
 
Agora os dados de alguém bastam para fazer um crédito? Então e não é preciso uma assinatura nem nada? Essas políticas da entidade que faculta o crédito são pouco transparentes, eu não me preocupava, não pagues nada, eles que vão para tribunal só com os teus dados na mão.
 
Agora os dados de alguém bastam para fazer um crédito? Então e não é preciso uma assinatura nem nada? Essas políticas da entidade que faculta o crédito são pouco transparentes, eu não me preocupava, não pagues nada, eles que vão para tribunal só com os teus dados na mão.

Nunca se conta tudo...
 
Agora os dados de alguém bastam para fazer um crédito? Então e não é preciso uma assinatura nem nada? Essas políticas da entidade que faculta o crédito são pouco transparentes, eu não me preocupava, não pagues nada, eles que vão para tribunal só com os teus dados na mão.

[:D]

Achas mesmo que o Banco fez um crédito sem assinaturas da user?

Se ela não pagar, fica com o nome na "lista" do BdP, sem acesso a crédito (a qualquer outro), e arrisca-se a penhora, coisa que agora é bem mais rápida a ser concretizada.
 
No fundo, é isto.
Estando o crédito no teu nome, não tens muito por onde "fugir".
Foi uma coisa "barata", como um telefone, mas imagina que não era.. pois, estavas desgraçada com a tua vida. Entende que não estou a atirar pedras, nem com moralismos; apenas acho que é uma situação com a qual deves aprender.
A solução é ires pagando as prestações e tentar fazer o verdadeiro devedor reembolsar-te por elas.
Boa sorte!

na 4ª feira soube de mais um crédito automóvel, em que a moça pagou já quase 2 anos e está agora no último de um carro que nem é dela. os outros pura e simplesmente marimbaram-se... [8b] :sh)
 
Afinal ainda há esperança para este país: apraz-me perceber que não é só o Sócrates que tem amigos que lhe cedem coisas. Um grande bem-haja para todos vocês que dão um novo sentido à palavra «amizade»!!



Para que o post tenha algo de positivo e não pareça apenas gozo: por favor, pessoal, pensem um bocado antes de se meterem nestas situações. Emprestar dinheiro, ser fiador ou dar dados para fazer crédito a favor de outra pessoa só em casos de, literalmente, vida ou morte e apenas se a outra pessoa for alguém que nos é realmente muito chegada. Fazer crédito a alguém em quem o banco claramente não confia é mais de meio caminho andado para ficar sem o dinheiro (por alguma razão o banco, cujo trabalho é vender dinheiro às pessoas, preferiu não o fazer ao vosso amigo).
 
Afinal ainda há esperança para este país: apraz-me perceber que não é só o Sócrates que tem amigos que lhe cedem coisas. Um grande bem-haja para todos vocês que dão um novo sentido à palavra «amizade»!!



Para que o post tenha algo de positivo e não pareça apenas gozo: por favor, pessoal, pensem um bocado antes de se meterem nestas situações. Emprestar dinheiro, ser fiador ou dar dados para fazer crédito a favor de outra pessoa só em casos de, literalmente, vida ou morte e apenas se a outra pessoa for alguém que nos é realmente muito chegada. Fazer crédito a alguém em quem o banco claramente não confia é mais de meio caminho andado para ficar sem o dinheiro (por alguma razão o banco, cujo trabalho é vender dinheiro às pessoas, preferiu não o fazer ao vosso amigo).

Vosso amigo?

Acho que não leste o tópico todo... nem o primeiro post.

[:D]
 
Vosso amigo?

Acho que não leste o tópico todo... nem o primeiro post.

[:D]

Acho que não leste o meu post. É um apelo sem destinatário específico. Repara no vocativo ("pessoal"). [;)]

De qualquer maneira o teu reparo apenas me enche ainda mais o coração: há pessoas (no geral [:D][:D]) a emprestar dinheiro, serem fiadores ou ceder dados para créditos de terceiros de quem nem sequer são amigos. A isto chamo viver radicalmente aquela máxima de "todos os homens são nossos irmãos" [:D][:D]
 
Acho que não leste o meu post. É um apelo sem destinatário específico. Repara no vocativo ("pessoal"). [;)]

De qualquer maneira o teu reparo apenas me enche ainda mais o coração: há pessoas (no geral [:D][:D]) a emprestar dinheiro, serem fiadores ou ceder dados para créditos de terceiros de quem nem sequer são amigos. A isto chamo viver radicalmente aquela máxima de "todos os homens são nossos irmãos" [:D][:D]

Há... mas não me incluas.

[:D]
 
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