"Varíola dos macacos" - O que é que, para já, se sabe?

PeLeve

Well-known member
Varíola dos macacos, mais uma doença transmissível com que os mídia nos "bombardeiam" todos os dias... O que é que se sabe já e qual o caminho expectável para mais esta doemça que, para já, parece não ter ainda um tratamento específico (perdoe-se-me alguma imprecisão de leigo)?

Para já, temos...:

Relacionar orientação sexual com a varíola dos macacos “não faz qualquer sentido”

ILGA Portugal considera que há “uma associação interesseira de dados que dizem que pessoas homossexuais testaram positivo”, destacando que também houve pessoas LGBTI a testarem positivo para a covid-19 e que nunca se fez qualquer associação.

A ILGA Portugal (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo) defendeu esta quinta-feira que “não faz qualquer sentido” relacionar a orientação sexual com a varíola dos macacos ou qualquer outra doença, sublinhando que o foco tem de estar nos comportamentos.

“Não faz qualquer sentido relacionar a orientação sexual com esta doença ou com qualquer outra, o que nós temos de focar sempre é nos comportamentos”, defendeu a presidente da ILGA Portugal, em declarações à agência Lusa.

Ana Aresta sublinhou que “a ciência tem de ser a base” e sustentou que “não há qualquer correlação e não há nada que prove uma correlação” entre a transmissão da varíola dos macacos e a orientação sexual das pessoas infetadas.

“Já não estamos nos anos 80 ou 90 em que de facto a desinformação contribuía para o estigma, já não estamos nesse momento”, referiu a responsável, lembrando a batalha por causa dos homens homossexuais que estavam impedidos de dar sangue e como, entretanto, isso foi desbloqueado.

Na quarta-feira, a diretora do Programa Nacional para as Infeções Sexualmente Transmissíveis e VIH confirmou que os cinco primeiros casos detetados em Portugal eram de “homens que têm sexo com homens”, apesar de admitir que esse dado pode ter a ver apenas com “a forma como foi dado o alerta”.

“Ainda não sabemos mais. Não está descrita, classicamente, a via de transmissão sexual [como passível de causar esta infeção], mas há transmissão por contacto próximo, íntimo e prolongado”, disse Margarida Tavares.

Para Ana Aresta, há “uma associação interesseira de dados que dizem que pessoas homossexuais testaram positivo” para a doença, destacando que também houve pessoas LGBTI a testarem positivo para a covid-19 e que nunca se fez qualquer associação entre a doença e a orientação sexual, apesar de também a covid-19 ser transmitida por fluidos corporais.

A presidente da ILGA defendeu, por isso, que a “forma como se comunica não poder ser leviana”, já que estão em causa grupos sociais “historicamente estigmatizados”.

“A estigmatização da população LGBTI ou outras minorias é uma realidade sempre que existem este tipo de afirmações e a forma como se comunica, a forma como se informa a população tem de ser pensada e ponderada de forma que as pessoas não sejam ainda mais discriminadas nos seus contextos de dia-a-dia”, concluiu.

Em Portugal foram contabilizados, até dia 18 de maio, 14 casos, estando a ser feitos pela Direção-Geral da Saúde inquéritos epidemiológicos para identificar cadeias de transmissão e potenciais novos casos.

O vírus da varíola dos macacos é do género Ortopoxvírus (o mais conhecido deste género é o da varíola) e a doença é transmissível através de contacto com animais, ou ainda contacto próximo com pessoas infetadas ou com materiais contaminados.
Fonte
 
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“não faz qualquer sentido” relacionar a orientação sexual com a varíola dos macacos ou qualquer outra doença, sublinhando que o foco tem de estar nos comportamentos."

A ILGA está corretissima!

Os primeiros casos surgiram na comunidade homossexual e porquê? Por uma questão de comportamentos...por uns gostarem de levar no pacote de um nigeriano e depois promiscuidades entre determinado circuito, novamente comportamentos o virus disseminou-se.

Agora fora desses contatos após algum contaminado não acompanhado medicamente pode disseminar o virus que entretanto pode mutar no resto do pessoal.


os 14 identificados até podem nem ser homossexuais, podem ser bi e mesmo sem definir orientação...todos levaram no pacote.

Mas não compensa discriminar. Isso não.
 
[FONT=&]“não faz qualquer sentido” relacionar a orientação sexual com a varíola dos macacos ou qualquer outra doença, sublinhando que o foco tem de estar nos comportamentos."

A ILGA está corretissima!

Os primeiros casos surgiram na comunidade homossexual e porquê? Por uma questão de comportamentos...por uns gostarem de levar no pacote de um nigeriano e depois promiscuidades entre determinado circuito, novamente comportamentos o virus disseminou-se.

Agora fora desses contatos após algum contaminado não acompanhado medicamente pode disseminar o virus que entretanto pode mutar no resto do pessoal.


os 14 identificados até podem nem ser homossexuais, podem ser bi e mesmo sem definir orientação...todos levaram no pacote.

Mas não compensa discriminar. Isso não.
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Exato. As doenças não se transmitem através de orientações, sexuais ou outras. Transmitem-se por via de comportamentos. Ora comportamentos como o sexo anal não são um exclusivo dos homossexuais masculinos. A falta de tacto da comunicação por parte de alguns responsáveis tem sido enorme. Não aprenderam nada com a SIDA.
 
Exato. As doenças não se transmitem através de orientações, sexuais ou outras. Transmitem-se por via de comportamentos. Ora comportamentos como o sexo anal não são um exclusivo dos homossexuais masculinos. A falta de tacto da comunicação por parte de alguns responsáveis tem sido enorme. Não aprenderam nada com a SIDA.


É efetivamente uma mera coincidência que a origem identificada seja de um nativo da nigéria e que os primeiros casos diagnosticados tenham origem na comunidade homossexual através de contatos intimos.

Daqui para a frente vamos ver o evoluir dos contágios se continua a incidência na comunidade que não pode ser discriminada...ou se extravaza.

Acredito que a divulgação que aconteceu por cá teve um intuito direcionado, pois a orientação sexual dos pacientes nunca devia ter sido divulgada...mas as decisões de quem lidera nem sempre são as mais acertadas.

Agora travar esta temática direcionada vai ser complicado.

vi algures que no reino unido algo semelhante já se tinha manifestado em 2019...

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61520334
 
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Mais uma nova doença , vai ser como o covid , ao principio ninguem ligou meia , mas depois transformou pandemia

No verão no pico do covid aparece outra para destabilizar isto tudo.

A malta que continue a desinfetar as mãos e quem quiser usar mascara que use..

e cuidado com os dias de maior exposição UV.
 
É efetivamente uma mera coincidência que a origem identificada seja de um nativo da nigéria e que os primeiros casos diagnosticados tenham origem na comunidade homossexual através de contatos intimos.

Daqui para a frente vamos ver o evoluir dos contágios se continua a incidência na comunidade que não pode ser discriminada...ou se extravaza.

Acredito que a divulgação que aconteceu por cá teve um intuito direcionado, pois a orientação sexual dos pacientes nunca devia ter sido divulgada...mas as decisões de quem lidera nem sempre são as mais acertadas.

Agora travar esta temática direcionada vai ser complicado.

vi algures que no reino unido algo semelhante já se tinha manifestado em 2019...

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61520334

O artigo inicial, na minha opinião, desmistifica e esclarece que a abordagem correcta não pode nem deve ser direccionada! A partir daí é discutir a temática no sentido de obter conhecimento sobre algo que é mais um risco à saúde pública, de todos e não de apenas alguns!
 
Um pouco como o Covid...já nem interessa saber muito como começou, porque ninguém vai ser responsabilizado (a não ser os macacos num e os morcegos no outro) mas sim como combater antes que evolua para (mais) uma pandemia.
 
Quem nasceu antes de 1974 está vacinado e até prova em contrário protegido. Já é qualquer coisa.

No limite vamos ter de reintroduzir a vacina, até aposto que alguns já foram a correr tomar, mas é uma doença de baixo contágio, existindo conhecimento generalizado e cuidado a coisa devia ficar contida.
 
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