VELOCIDADE MÁXIMA!!!!!

O IP5 era de facto perigoso mas as velocidades lá praticadas em algumas descidas tambem não ajudavam muito.
Depois na altura muitos carros ainda nem tinham ABS nem ESP, eram pneus mais fininhos que hoje, e isto a juntar muitas vezes carros carregados de gente em viagem....
Era tudo a ajudar, menos os santos.



Sem contar com os abusos e ultrapassagens mal calculadas na época...

Muitas vezes lá passei e de facto o pessoal fazia das suas... certo que ír ali a "moer" atrás dos TIR tinha o seu "quê"... mas depois também não faziam ultrapassagens como deve ser e afins... depois, era o que era...
 
Tens razão, e o parque automóvel de hoje apesar de ser ( penso eu ) mais potente em geral do que há 20 anos, os consumos continuam muito altos a partir pelo menos dos 150.
Mesmo para os diesel mais económicos.

E ir a 180 já implica de facto um acréscimo considerável.




Já que referes isso dos consumo a velocidades mais altas, fica o seguinte de outro tópico:




Bom, poderão argumentar que é "mais um tópico sobre consumos" mas na verdade este distingue-se dos demais pois mede os consumos a velocidadades médias a bem dizer impraticáveis nas nossas estradas... e responde a muitas postas que às vezes são lançadas para o ar na eterna guerra entre carros a gasóeleo vs. gasolina...
Estes são apenas 3 de uma série de testes que a "Auto Bild Sportscars" (também em parte publicada em Portugal) vai fazer com consumos a velocidades "proibitivas". A ver se a barraca não pega fogo! [:D]

Assim, os valores apurados foram os seguintes:

Parte 1: 2 berlinas do segmento E, ora a gasóleo, ora a gasolina (num total de 4 carros)


1.º - Audi A6 Avant 3.0 TDI Biturbo (313 CV)

Consumo a 200 km/h: 13,3 l / 100 km


2.º - BMW M550d xDrive (381 CV)

Consumo a 200 km/h: 15,4 l / 100 km


3.º - BMW 550i xDrive (408 CV)

Consumo a 200 km/h: 20,1 l / 100 km


4.º - Audi A6 Avant 3.0 TFSI (300 CV)

Consumo a 200 km/h: 21,2 l / 100 km



Parte 2: 2 compactos de características desportivas, ora a gasóleo, ora a gasolina (num total de 4 carros)


1.º - VW Golf GTD (170 CV)

Consumo a 200 km/h: 13,3 l / 100 km


2.º - Opel Astra 2.0 GTC CDTI (165 CV)

Consumo a 200 km/h: 14,2 l / 100 km


3.º - VW Golf GTI (211 CV)

Consumo a 200 km/h: 16,9 l / 100 km


4.º - Opel Astra 1.6 GTC Turbo (180 CV)

Consumo a 200 km/h: 20,6 l / 100 km



Parte 3: 2 roadsters, ora a gasóleo, ora a gasolina (num total de 4 carros). Capota aberta.


1.º - Mini Roadster Cooper SD (143 CV)

Consumo a 200 km/h: 10,1 l / 100 km


2.º - Mercedes SLK 250 CDI (204 CV)

Consumo a 200 km/h: 11,2 l / 100 km


3.º - Mercedes SLK 250 (204 CV)

Consumo a 200 km/h: 15,2 l / 100 km


4.º - Mini Roadster Cooper S (184 CV)

Consumo a 200 km/h: 17,0 l / 100 km


Nos links abaixo poderão consultar mais dados, tais como consumos oficiais, consumo registado na totalidade do teste ao acelerações dos 0-100 km/h e dos 0-200 km/h. [;)]

Das kostet Tempo 200 im Diesel und im Benziner - autobild.de
Das kostet Tempo 200 im kompakten Diesel und Benziner - autobild.de
Das kostet Tempo 200: SLK/Mini Roadster Cooper, Diesel/Benziner - autobild.de









in: https://forum.motorguia.net/forum-g...oleo-vs-gasolina-em-diferentes-segmentos.html
 
Vocês estão a esquecer-se da parte em que nem todos os condutores têm capacidade para circular numa autoestrada a ritmos de 140/150 como se tem vindo a falar nos últimos posts, da mesma maneira que há automóveis (já nem falo noutros veículos) que não conseguem manter essa velocidade. Uns mais outros menos, todos nós sentimos por vezes mais cansados ao conduzir, e com a velhice as capacidades vão desaparecendo mesmo que não se note.

Um coisa é fluxo de trânsito a fluir na esmagadora maioria entre os 110 e os 140 km/h, são 30 km/h de intervalo que dá tempo para reacção praticamente em todas as situações.
Subir a velocidade máxima para uns 140/150, automaticamente iríamos ter pessoas a viajar a 110 e outras a 160/170, já são 60 km's hora de diferença, com um espaço de reacção muito menor e uma probabilidade de consequências graves de acidentes muito maior.

Pode-se argumentar que na Alemanha há autoestradas sem limite, é verdade, mas também é verdade que os portugueses não estão preparados para o fazer tendo em conta a atitude que têm na estrada.

Haver um carro ou outro que circula a 160/180/200, é na boa, agora tornar isto regra já será mais complicado.
E isto é válido tanto para autoestradas como estradas nacionais e meio urbano, que tendo uma velocidade muito mais reduzida, a imprevisibilidade do que pode surgir nas margens tem riscos muito mais elevados, e tempos de reação que se precisam muito curtos.
 
Em Espanha já apanhei um escadote metálico caído na via, tive sorte não ter ficado atravessado.

Ficou paralelo ao sentido de tráfego. O que me facilitou e muito a manobra.

Se já achei que para a velocidade em que ia faltou tempo para a tomada de reação e numa recta infindável característica das autoestradas espanholas. Imagino se viesse a 180 km/h e noutro cenário mais complicado como se o escadote tivesse ficado perpendicular à via, quais seriam as minhas oportunidades de sair ileso do acidente.

Pois, a partir do momento do embate, não saberia para onde ia ser cuspido o escadote ou quais seriam os efeitos na manobrabilidade do veículo, que poderiam ficar fortemente condicionados.
 
Última edição:
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Isso não é bem a A25, e um acesso. E normal ter esses limites. Repara que num sentido só tem uma faixa.
 
Em Espanha já apanhei um escadote metálico caído na via, tive sorte não ter ficado atravessado.

Ficou paralelo ao sentido de tráfego. O que me facilitou e muito a manobra.

Se já achei que para a velocidade em que ia faltou tempo para a tomada de reação e numa recta infindável característica das autoestradas espanholas. Imagino se viesse a 180 km/h e noutro cenário mais complicado como se o escadote tivesse ficado perpendicular à via, quais seriam as minhas oportunidades de sair ileso do acidente.

Pois, a partir do momento do embate, não saberia para onde ia ser cuspido o escadote ou quais seriam os efeitos na manobrabilidade do veículo, que poderiam ficar fortemente condicionados.

Se fosses a 200, quando o escadote caiu, já tinhas passado [:D]

Um dos grandes medos que tenho com o excesso de velocidade é precisamente obstáculos inesperados após curvas cegas.

Isto sem contar com o engraçadinho que me atirou uma pedra em plena A4 de um viaduto, sentido Porto-Bragança, mesmo antes das portagens perto de Amarante. Por sorte bateu no tejadilho e não o vidro. Ia a 130. Se fosse mais rápido dificultava a vida ao sacana. [:D]

Em termos mais práticos, acho que há 2 conceitos chave: excesso de velocidade e velocidade excessiva. Mas estou ciente que o conceito de velocidade excessiva não é facilmente legislável.
 
De facto, faz sentido em falar em velocidade excessiva, e não faltam exemplos onde isso possa acontecer. Acaba-se por controlar isso com limites de velocidade mais baixos em determinadas zonas.

De qualquer modo, isto também vai muito de como a sociedade interpreta e do que quer interpretar, e sinceramente nunca me lembro sequer da comunicação social falar que algum acidente ocorreu por velocidade excessiva, é sempre o sacana do excesso de velocidade que tem costas largas.
 
Isso não é bem a A25, e um acesso. E normal ter esses limites. Repara que num sentido só tem uma faixa.


Nop... é mesmo A25... a mesma vai/vem para o centro Aveiro....

Quem vem do interior... no Estadio em vez de virar para Aveiro, se seguir em frente, entra aí nesse local na A17.

Ká agora, fica imagem da mesma com círculo a vermelho a indicar essa curva.





a25.jpg
 
De facto, faz sentido em falar em velocidade excessiva, e não faltam exemplos onde isso possa acontecer. Acaba-se por controlar isso com limites de velocidade mais baixos em determinadas zonas.

De qualquer modo, isto também vai muito de como a sociedade interpreta e do que quer interpretar, e sinceramente nunca me lembro sequer da comunicação social falar que algum acidente ocorreu por velocidade excessiva, é sempre o sacana do excesso de velocidade que tem costas largas.

Exactamente.

Muitas vezes em cidade, andar a 50kms/h não é excesso de velocidade mas pode ser velocidade excessiva.

E depois há todo um outro conjunto de coisas mal feitas que contribuem para a sinistralidade urbana. Exemplo: já repararam os sítios onde muitas passadeiras estão colocadas? Aqui em Lisboa há muitas imediatamente a seguir a paragens de autocarro. Quando o autocarro está a deixar passageiros, tapa literalmente a visão para metade da passadeira, não permitindo ver com antecipação quem quer passar.

A passadeira devia estar colocada antes da paragem e não depois.
 
Exactamente.

Muitas vezes em cidade, andar a 50kms/h não é excesso de velocidade mas pode ser velocidade excessiva.

E depois há todo um outro conjunto de coisas mal feitas que contribuem para a sinistralidade urbana. Exemplo: já repararam os sítios onde muitas passadeiras estão colocadas? Aqui em Lisboa há muitas imediatamente a seguir a paragens de autocarro. Quando o autocarro está a deixar passageiros, tapa literalmente a visão para metade da passadeira, não permitindo ver com antecipação quem quer passar.

A passadeira devia estar colocada antes da paragem e não depois.

Penso nisto várias vezes por semana...
 
Penso nisto várias vezes por semana...

Idem.

Ainda esta semana ia de moto em plena lx e está o bus da carris a tomar/largar passageiros e a passadeira é mesmo a seguir...

Como já sei o que a casa gasta, afrouxo ainda mais e vejo uma pessoa a aparecer na quina do autocarro e tenho que parar, como é óbvio!

Nisto oiço um chiar atrás de mim, buzinadela e um carro a parar praticamente encostado à moto.

Instintivamente encolho-me (é o instinto de milhares de anos, apesar de ineficaz) e dou graças por não ter levada uma porrada por trás!!!

Moral da história: se a passadeira estivesse no local correto, se o tipo viesse mais devagar... ou se eu não tivesse simplesmente respeitado a passadeira nada disto tinha acontecido! São "Se's" a mais!!!
 
Pois, mas seja por projectos de estradas antigos onde tão cedo não vai haver obras para colocar as paragens de bus que não em frente uma à outra ( se estiverem em frente como é costume, a passadeira que está antes de uma paragem, do outro lado está no fim de outra ) , temos todos que ter grande paciência e ter um cuidado extremo nessas passadeiras e a grande maioria dos peões costuma ter cuidado a espreitar pela quina do autocharuto.
Claro que depois o pior ainda é os camelos* que estacionam imediatamente antes ou depois das passadeiras ou mesmo em cima delas.

* não querendo ofender os animais.
 
Pois, mas seja por projectos de estradas antigos onde tão cedo não vai haver obras para colocar as paragens de bus que não em frente uma à outra ( se estiverem em frente como é costume, a passadeira que está antes de uma paragem, do outro lado está no fim de outra ) , temos todos que ter grande paciência e ter um cuidado extremo nessas passadeiras e a grande maioria dos peões costuma ter cuidado a espreitar pela quina do autocharuto.
Claro que depois o pior ainda é os camelos* que estacionam imediatamente antes ou depois das passadeiras ou mesmo em cima delas.

* não querendo ofender os animais.

Mais camelo é o que estaciona antes, pois corta a visão. O que estaciona depois não tem esse impacto tão directo num possível sinistro.
 
Mais camelo é o que estaciona antes, pois corta a visão. O que estaciona depois não tem esse impacto tão directo num possível sinistro.
Como quem diz....porque quem vem a conduzir no sentido inverso fica tambem sem visibilidade. Claro que há mais espaço de visibilidade. Mas por alguma razão é proibido o estacionamento antes e depois, e em cima tb.
 
Exactamente.

Muitas vezes em cidade, andar a 50kms/h não é excesso de velocidade mas pode ser velocidade excessiva.

E depois há todo um outro conjunto de coisas mal feitas que contribuem para a sinistralidade urbana. Exemplo: já repararam os sítios onde muitas passadeiras estão colocadas? Aqui em Lisboa há muitas imediatamente a seguir a paragens de autocarro. Quando o autocarro está a deixar passageiros, tapa literalmente a visão para metade da passadeira, não permitindo ver com antecipação quem quer passar.

A passadeira devia estar colocada antes da paragem e não depois.



Sem sombra de dúvidas, que as passadeiras deveriam estar antes...

Certo é que sempre que vejo um autocarro e existindo passadeira... já estou de "pré-aviso" a ver quando aparece alguém do "nada", na frente do autocarro..
 
Pois, mas seja por projectos de estradas antigos onde tão cedo não vai haver obras para colocar as paragens de bus que não em frente uma à outra ( se estiverem em frente como é costume, a passadeira que está antes de uma paragem, do outro lado está no fim de outra ) , temos todos que ter grande paciência e ter um cuidado extremo nessas passadeiras e a grande maioria dos peões costuma ter cuidado a espreitar pela quina do autocharuto.
Claro que depois o pior ainda é os camelos* que estacionam imediatamente antes ou depois das passadeiras ou mesmo em cima delas.

* não querendo ofender os animais.

Como quem diz....porque quem vem a conduzir no sentido inverso fica tambem sem visibilidade. Claro que há mais espaço de visibilidade. Mas por alguma razão é proibido o estacionamento antes e depois, e em cima tb.




Com alteração que houve há uns anos do código da estrada, deixaram de existir os "camelos", quando estacionados logo após a passadeira. [;)]

Passou a ser permitido. [;)]
 
Xi....alguma lógica para terem permitido isso?




Já tem uns bons anos que ocorreu alteração... [;)]

"Teoricamente"... é que no sentido que segues, é que precisas dos tais 5 metros antes da passadeira para ver o peão... após a passadeira e seguindo tu a via, não te faz diferença, já ter carros estacionados...
 
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