A namorada engravidou, estamos juntos há cerca de um ano e já vivemos juntos com vida relativamente estável. Apartamento está pago, não há rendas para pagar.
Ela tem trabalho para a vida, o meu trabalho é temporário e pode acabar a qualquer momento, sem qualquer tipo de subsídio de desemprego ou afim, pois estive uns tempos "adormecido" no mundo laboral e nunca dei prioridade à carreira.
Não foi algo completamente planeado, andamos a brincar e pronto aconteceu... O desejo dela ser mãe é enorme (já vamos nos 35), o meu sinceramente foi algo que nunca tinha pensado antes de a conhecer, e tive relações bem longas...
Não posso dizer que foi uma surpresa total, mas não consigo desejar isto com a mesma intensidade que ela... Para mim as preocupações são muitas: instabilidade e fim do meu emprego a curto/médio prazo e dificuldade em conseguir obter novo emprego; não me sentir preparado para ser pai (será que alguem está preparado?); medo que algo corra mal.
Há vários assuntos que me tiram o sono e não me deixam viver na plenitude a situação, tal como ter uma relação quase inexistente com o meu pai (situação "normal" para mim, desde sempre o foi) e o facto da minha mãe ter cortado relações comigo há alguns meses e simplesmente não me atender o telefone. Foi uma discussão complicada e não sei como me aproximar dela. Basicamente ela não tem mais ninguem e de um dia para o outro tive de sair de casa (os nossos conflitos eram enormes e estar naquele local com ela diariamente fazia-me mal).
Costumo dizer que nem de mim sei tomar conta, mas neste último ano me fez amadurecer o que não amadureci em vários anos.
O meu apoio familiar é reduzido, e sinto-me perdido várias vezes, tendo apenas 2 amigos com quem falar.
Sei que não é o fim do mundo, e que deveria ser a maior alegria do mundo para mim, mas por tudo o que expliquei não o é neste momento.
Agradeço os conselhos que me possam dar, no sentido de encarar isto como algo realmente bom.
Sim, eu sei que provavelmente deveria ir a um psicólogo, mas acredito muito pouco que me pudesse ser útil (traumas do passado)
Ela tem trabalho para a vida, o meu trabalho é temporário e pode acabar a qualquer momento, sem qualquer tipo de subsídio de desemprego ou afim, pois estive uns tempos "adormecido" no mundo laboral e nunca dei prioridade à carreira.
Não foi algo completamente planeado, andamos a brincar e pronto aconteceu... O desejo dela ser mãe é enorme (já vamos nos 35), o meu sinceramente foi algo que nunca tinha pensado antes de a conhecer, e tive relações bem longas...
Não posso dizer que foi uma surpresa total, mas não consigo desejar isto com a mesma intensidade que ela... Para mim as preocupações são muitas: instabilidade e fim do meu emprego a curto/médio prazo e dificuldade em conseguir obter novo emprego; não me sentir preparado para ser pai (será que alguem está preparado?); medo que algo corra mal.
Há vários assuntos que me tiram o sono e não me deixam viver na plenitude a situação, tal como ter uma relação quase inexistente com o meu pai (situação "normal" para mim, desde sempre o foi) e o facto da minha mãe ter cortado relações comigo há alguns meses e simplesmente não me atender o telefone. Foi uma discussão complicada e não sei como me aproximar dela. Basicamente ela não tem mais ninguem e de um dia para o outro tive de sair de casa (os nossos conflitos eram enormes e estar naquele local com ela diariamente fazia-me mal).
Costumo dizer que nem de mim sei tomar conta, mas neste último ano me fez amadurecer o que não amadureci em vários anos.
O meu apoio familiar é reduzido, e sinto-me perdido várias vezes, tendo apenas 2 amigos com quem falar.
Sei que não é o fim do mundo, e que deveria ser a maior alegria do mundo para mim, mas por tudo o que expliquei não o é neste momento.
Agradeço os conselhos que me possam dar, no sentido de encarar isto como algo realmente bom.
Sim, eu sei que provavelmente deveria ir a um psicólogo, mas acredito muito pouco que me pudesse ser útil (traumas do passado)





