Silence 4

Tens a certeza disso?

Nao... so mandei o bitaite...

[:D]

Claro que sim... uma pessoa ouve o que esse tipo gravou... e e tudo a mesma ladainha. A formula e a mesma, os arranjos iguais... a voz enjoativa e sem variacao, um tipo ouve um album... fica a conhecer a obra completa!

[:D]

Ja os Silence4 denotavam isso... apanhou-se a solo... comercial sem qualidade foi o lema!

E que nao se nota evolucao nenhuma!

Mas e a minha opiniao. respeito quem gosta e quem segue o percurso a direito e sem desvios da banda e do senhor!
 
Nao... so mandei o bitaite...

[:D]

Claro que sim... uma pessoa ouve o que esse tipo gravou... e e tudo a mesma ladainha. A formula e a mesma, os arranjos iguais... a voz enjoativa e sem variacao, um tipo ouve um album... fica a conhecer a obra completa!

[:D]

Ja os Silence4 denotavam isso... apanhou-se a solo... comercial sem qualidade foi o lema!

E que nao se nota evolucao nenhuma!

Mas e a minha opiniao. respeito quem gosta e quem segue o percurso a direito e sem desvios da banda e do senhor!

Então e tu tocas o quê ?
 
Então e tu tocas o quê ?

Porque?

So pode criticar quem e musico, ou os restantes sao surdos por inerencia?

Toco o que incomoda os vizinhos, infelizmente...

[:D]

Isso nao invalida que quem ouve musica saiba criticar e saiba identificar os aspectos positivos e negativos da "coisa"!

Mas explica la... a pertinencia da tua pergunta, porque nao percebi... ou o topico e para servir de rampa a um ode aos Silence4?

Nao podemos criticar?
 
Apesar de ser apenas um agarrado ao Rock e ao Metal, gosto imenso de Silence 4, contrariamente ao David Fonseca a solo que odeio, vai ser bom ter de volta a voz esganiçada da Sofia Lisboa :P
 
Fiquei extremamente contente com a notícia, quando saiu o primeiro album eu devia ter uns 15/16 anos e lembro-me de eu e os meus amigos ouvirmos o CD vezes sem conta, era um album TOP (tinha uma que outra musica menos boa vá) que se ouvia muito bem, e era/é Português.

Temos no entanto um problema - a expectativa é elevada...
 
Porque?

So pode criticar quem e musico, ou os restantes sao surdos por inerencia?

Toco o que incomoda os vizinhos, infelizmente...

[:D]

Isso nao invalida que quem ouve musica saiba criticar e saiba identificar os aspectos positivos e negativos da "coisa"!

Mas explica la... a pertinencia da tua pergunta, porque nao percebi... ou o topico e para servir de rampa a um ode aos Silence4?

Nao podemos criticar?

Claro que se pode criticar.

O tópico é apenas uma manifestação de agradabilidade pelo regresso de um grande grupo.
 
Nao... so mandei o bitaite...

[:D]

Claro que sim... uma pessoa ouve o que esse tipo gravou... e e tudo a mesma ladainha. A formula e a mesma, os arranjos iguais... a voz enjoativa e sem variacao, um tipo ouve um album... fica a conhecer a obra completa!

[:D]

Ja os Silence4 denotavam isso... apanhou-se a solo... comercial sem qualidade foi o lema!

E que nao se nota evolucao nenhuma!

Mas e a minha opiniao. respeito quem gosta e quem segue o percurso a direito e sem desvios da banda e do senhor!

Eu não gosto nem desgosto, só não fiquei a perceber se conheces a obra dele toda. É que os discos são diferentes uns dos outros e há uma evolução, quer se queira quer não.

O David é um gajo competente, fosse metade dessa escumalha que anda para aí a encher os programas de fim de semana como ele e estariamos bem melhor.
 
Fiquei imensamente feliz com esta notícia! Cresci com os Silence4, marcaram uma época da minha vida e foi com trsiteza que vi os vi terminar. Gosto muito do projecto a solo do David Fonseca, mas para mim nunca conseguiu estar ao nível daquilo que a banda era.
Venha 2014 depressa!apr:)
 
Greatapr:). Mais um que gostava da banda mas não gostei nada mesmo do trabalho do David a solo. A voz da rapariga na banda acho que dá um bom equilíbrio e um toque diferente ao som (em relação a ele a solo).

Cumps.
 
Gostei bastante do primeiro álbum deles, o segundo ainda escapou, depois disso desliguei-me e nunca acompanhei o David Fonseca a solo, apesar de uma vez ou outra ter tido contacto com algumas músicas dele (tv, rádio) e não posso dizer que seja mau, apesar de também não me entusiasmarem, é daquelas coisas a que sou indiferente, nem digo bem nem mal.

Quanto à banda em si, é sempre de saudar um regresso de uma banda que já teve alguns bons momentos.
 
Vocês estão a ver demasiado fogo de tão pouca fumaça... eu só acredito quando vir pois sei que o David não é assim saudosista ao ponto de lhe apetecer sem mais nem menos ir reactivar a banda e sinceramente não estou a vislumbrar disco novo baseado nas informações que sairam. Mas verdade seja dita, para quem como eu viveu o fenomeno S4 em todo o seu apogeu(cheguei a dar autografos como membro da banda a umas miudas tresloucadas que nao queriam deixar fechar a porta da carrinha que nos levaria do concerto para o hotel)saberia a ouro era poder ouvir novamente serem tocadas ao vivo as musicas dos dois albuns existentes ao fim de 14 anos( Como o tempo voa!)

Umas das razoes porque muita gente nao grama Silence 4 é porque causa daquelas nauseas que se tornaram o Borrow e o Little Respect mas há musicas que se calhar muita gente nunca ouviu, especialmente do segundo album, que é melhor que o primeiro em termos de composição...

 
Vachier Produes!

Tudo começou em 1995, algures entre as solarengas esplanadas de Leiria e a humidade e a escuridão de uma sala de ensaios - quatro jovens inexperientes decidem levar em frente o desejo de fazer canções. Algo comum a jovens de todo mundo, com a diferença, neste caso, de que por entre sonhos e frustrações, deram corpo a um dos fenómenos musicais mais significativos do Portugal recente – os Silence 4.

Qualquer referência aos Silence 4 é indissociável do êxito meteórico que atingiram entre a publicação da sua primeira gravação – um cover do tema “A Little Respect” - em 1997, no âmbito da colectânea “Sons De Todas As Cores” e a edição de “Only Pain Is Real”, o seu segundo e último trabalho de originais, editado em 2000. Pelo meio, a estreia em longa-duração em 1998 com “Silence Becomes It”, um dos discos mais vendidos de sempre na história de indústria discográfica portuguesa.

Algo de diferente aconteceu naqueles anos - uma banda oriunda de Leiria, contrariando o centralismo cultural vigente, a cantar em inglês, algo inicialmente recusado pela indústria e media, conquistaria todo o país, atingindo uma transversalidade social rara e transformando-se no símbolo de uma geração.

A reunião em 2014
Eventualmente consequência do inesperado mediatismo e do desgaste do mesmo, os “quatro jovens inexperientes” surpreendem uma vez mais, ao suspender a actividade do grupo. Corria o ano de 2001 – David Fonseca, iniciaria mais tarde a sua carreira a solo; Tozé Pedrosa, baterista, rapidamente se dedicou ao ensino na sua área académica; Rui Costa, baixista e guitarrista, prosseguiu a sua actividade enquanto músico e produtor integrando projectos como Mafalda Veiga, Filarmónica Gil, Brass Guitar Club Band ou A Caruma; e Sofia Lisboa, dedicou-se à sua formação participando ainda em alguns projectos musicais e, nos últimos 3 anos, à sobrevivência a uma leucemia, situação catalisadora desta “reunião” em 2014.

Efectivamente, foi a partir do sucesso vivido por Sofia Lisboa na luta contra o cancro, que a ideia de voltar a juntar os Silence 4 vingou – a celebração da vida através da música e um forte desejo de agradecer publicamente a todos quantos a ajudaram a ultrapassar a doença personificado na parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro, entidade com a qual os Silence 4 colaborarão nesta reunião.
"É um regresso às origens pelas melhores razões! Além de estar a celebrar o facto de poder continuar a abraçar a Sofia, também irei celebrar a vitória de outra pessoa que me é muito querida e que tanto lutou nos últimos 3 anos, fase em que coloquei a música num plano muito mais secundário. Agora, voltar a tocar com a única banda para a qual senti vontade de compor música é uma grande honra! E como sou uma pessoa de abraços, todos os dias me irei lembrar da sorte que tenho em poder continuar a abraçar a Sofia, o David, o Tozé e outras pessoas que me são tão queridas." Rui

Os concertos – SongBook 2014
Na expectativa de uma abrangência nacional, são anunciadas duas apresentações: a Norte, uma estreia no Multiusos de Guimarães, a 29 de Março; e a Sul, em Lisboa, um regresso ao Meo Arena, passados que estão 15 anos desde a apresentação ali realizada a 18 de Dezembro de 1998 perante uma audiência delirante que esgotou por completo o recinto.
Em palco, “SongBook 2014”, Sofia, Tozé, Rui e David revisitarão as canções que continuam a percorrer a nossa memória colectiva – momentos com certeza arrepiantes com a evocação de “Borrow”, “Angel Song”, “My Friends” ou “To Give” entre muitas outras.
“Este reencontro é uma incrível celebração. A comemoração do momento presente, da vitória imensa da Sofia face à adversidade que atravessou e que inspirou esta reunião. Sinto-me honrado por poder tocar estas canções novamente, foi com elas que comecei o meu percurso musical e que pisei o palco pela primeira vez. Mas acima de tudo, sinto-me feliz por estar a fazê-lo neste contexto. O convite da Sofia para reunirmos os Silence 4 acaba por significar algo maior do que as canções, um símbolo de esperança e vida que é urgente celebrar da melhor maneira possível.” David

A Liga Portuguesa Contra o Cancro
Fundada legalmente a 4 de Abril de 1941, as suas origens remontam a 1923, ano em que, por iniciativa do Prof. Doutor Francisco Gentil, foi criado o Instituto Português para o estudo do Cancro.
Se no seu início a Liga procurou suprir as carências do Estado em matéria de financiamento do tratamento do cancro, angariando fundos para custear tudo a que à doença dizia respeito - desde equipamento hospitalar, à roupa de cama do hospital, hoje assiste-se a uma situação diferente. Com o passar dos anos a Liga passou a mobilizar os seus recursos financeiros para iniciativas mais orientadas para a prevenção do cancro e apoio à investigação da doença, nunca descuidando o apoio ao doente.
“Lembro-me de falar com ela e dizer-me “Está tudo bem! Eu vou conseguir! A equipa médica e os voluntários são espectaculares! Vamos encontrar uma solução! Ainda vais ter de me aturar”. Mais tarde, quando me convida para o desafio de dar visibilidade à Liga Portuguesa Contra o Cancro, através dos Silence 4, pensei que seria uma oportunidade de podermos de facto contribuir com algo muito positivo para o bem-estar das pessoas que, como a Sofia, família e amigos sofreram ou sofrem situações semelhantes. Um contributo individual não teria o mesmo impacto.” Tozé

A colaboração com a LPCC neste regresso aos palcos, surge como um agradecimento aos profissionais e voluntários que, quer no caso específico da Sofia quer no dia-a-dia de combate e prevenção à doença, contribuem para que todos tenhamos a possibilidade de celebrar a vida.

A contribuição do grupo será expressa na entrega directa de 1€ por cada bilhete vendido para estes concertos, bem como pela realização de um conjunto de acções a anunciar oportunamente de divulgação da actividade da instituição.


“Ao ouvir um diagnóstico de Leucemia, entramos num mundo suspenso entre a Vida e a morte. E de repente a nossa vida depende de médicos, enfermeiros, auxiliares e voluntários. Agarramo-nos à vida e sobrevivemos com a ajuda imprescindível da família e dos amigos. Convidar o David, o Tó Zé e o Rui para este reencontro é celebrar a vida, contribuir com gratidão para esta causa e cumprir a promessa silenciosa que fiz aos meus companheiros de luta. Hoje tenho um sonho. Com este reencontro ajudamos a LPCC mas queremos relembrar que ajudar também é gratuito. Dar sangue e medula é muito mais que ajudar, é dar Vida e isso não tem preço.” Sofia

Os ingressos para os concertos de Guimarães e Lisboa estarão à venda a partir das 00H00 da próxima quarta-feira, dia 12, com valores entre 23€ e 31€
 
Bem boa esta noticia, um concertozinho em nome dos velhos tempos e associado a uma boa causa. Desconhecia que a Sofia estava doente mas logo vi que a ideia não tinha vindo do David...

Estranho é não fazerem um concerto em Leiria, faria todo o sentido por ser onde tudo começou...

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Porquê? Ao preço que é costume, ou por serem nacionais valem menos que uma banda internacional?

Acho caro face à banda que é. Os Ornatos pediram preços muitos idênticos e não achei excessivo. Não tem nada a ver com a banda ser estrangeira ou não, por exemplo também achei caro o concerto dos Muse, Imagin Dragons. Já The National, Foals, Local Natives e Pixies achei adequado.
 
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