Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Malta, como estão os palcos das JMJ e o Sá Fernandes?

Tantas semanas a falar daquilo e puf, o balão desapareceu.

E o empresário do pavilhão ovni, já foi executado e detido?
 
Conspurcar o Nabeiro com o PS?

Ele foi presidente da CM pelo Ps 2 vezes, e antes de 74 já tinha sido.

O Soares nem lhe tirou apoio naquela altura em que ele era presidente da camara mas vivia em Badajoz, derivado dumas chatices🤣
 
Cada vez percebo menos do tema. Andam la há meses mas a obra foi só adjudicada agora, com prazo de execução de 89 dias.
Provavelmente a obra terá tido várias fases, cada uma com a sua adjudicação.

Passo com muita regularidade na VdG e há meses que as máquinas ali andam. Antes de toda esta polémica, nem sabia disto das JMJ, e já me tinha perguntado o que andariam ali a fazer.
 
Provavelmente a obra terá tido várias fases, cada uma com a sua adjudicação.

Passo com muita regularidade na VdG e há meses que as máquinas ali andam. Antes de toda esta polémica, nem sabia disto das JMJ, e já me tinha perguntado o que andariam ali a fazer.

O Medina Carreira é que tinha razão, este País é um antro de corruptos e oportunistas
 
Mais uns dados que não apresento.

Temos a taxa de IRC mais alta da Europa?
https://ladroesdebicicletas.blogspot...a-europa.html?




Volta e meia, insiste-se na ideia de que Portugal tem uma das taxas de IRC mais altas da Europa. Isso é verdade se se olhar para a taxa máxima de 31,5%. Mas a taxa efetiva, que corresponde ao que a maioria das empresas paga efetivamente após deduções, é pouco mais de metade, como mostram os dados disponibilizados pela Autoridade Tributária.


A taxa geral de IRC em Portugal é de 21% e já desceu substancialmente ao longo dos anos. Convém notar que, no caso das pequenas e médias empresas, os primeiros €50.000 de matéria coletável pagam apenas 17% e a taxa de 21% só se aplica ao excedente. Para uma empresa atingir a taxa máxima, tem de ser sujeita à derrama municipal, entre 0% e 1,5% consoante o município em questão, e à derrama estadual, que pode ir dos 3% aos 9% e se aplica a empresas com rendimento coletável superior a €1,5 milhões.


Em 2020, a percentagem de empresas portuguesas com rendimento coletável superior a 1,5 milhões de euros - ou seja, a percentagem de empresas que poderia ser alvo da derrama municipal ou estadual - correspondia a... 0,8% das empresas com coleta registada. É por isso que é útil olhar para a taxa efetiva de IRC, que indica o peso do imposto efetivamente pago no rendimento total das empresas quando se consideram os vários benefícios fiscais. Os dados da Autoridade Tributária dizem que empresas médias chegam a pagar mais do que algumas das maiores.

Centrar o debate na taxa máxima de IRC seja revelador de falta de rigor ou de seriedade. De resto, até o think tank mais ativo da direita portuguesa já confirmou, talvez sem essa intenção, que não há qualquer relação entre estas taxas e o rendimento per capita dos países.
Mais: a ideia de que os cortes de impostos para as empresas estimulam o crescimento económico também não sobrevive ao confronto com os factos, como mostra a revisão de literatura feita pelos economistas Philipp Heimberger e Sebastian Gechert (o artigo foi publicado na European Economic Review e um resumo feito pelos autores pode ser lido aqui).

Não só não há evidência empírica que recomende a redução do IRC como solução para o crescimento, como há bons motivos para pensar que o problema da economia portuguesa é outro: o perfil de especialização pouco produtivo, favorecido pelas forças de mercado no contexto da integração europeia e da perda de instrumentos de intervenção pública na economia. É tema para um debate mais amplo, como tem sido feito aqui, aqui ou aqui.


 
Mais uns dados que não apresento.

...



Agora falta comparares com a taxa efectiva de IRC de outros países europeus ou da OCDE.


Desde há vários meses que o objectivo é comparar com taxas não efectivas de IRS vamos todos continuar na mesma, como se fossem sequer comparáveis.


Depois só apresentas uma fonte relevante, e a conclusão é em aberto como é habitual no meio académico, mas no entanto tu aproveitaste para tirar elações que nem os autores tiraram na totalidade.



Depois acrescentas umas fontes sem interesse nenhum ao tema inicial e para terminar agora usas sempre o mesmo blog para fazer copy paste.

Engraçado que os textos que li na diagonal metade têm todos um padrão.


Aumentar investimento público para alavancar a economia.[:D]
 
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