É de alguma prepotência a atitude. Mas já não é recente.
Quem fiscaliza é a ASAE (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=728133&div_id=1730).
A ASSOFT não tem nenhum poder legal. Pode gerir os direitos legais, mas não pode, em circunstância alguma, chegar a um qualquer lado e exigir ver seja o que fôr. Mas é lógico que eles sabem isso.
A ideia é criar FUD, um acrónimo para Fear, Uncertainty and Doubt.
http://en.wikipedia.org/wiki/FUD
Ou seja, com o primeiro mailing (há alguns anos) houve resultados do lado da facturação, daí que de vez em quando convém subir as receitas.
Se está tudo legal, não há razões para preocupação, e o ideal é borrifarem-se para esse registo pedido. Eles não têm qualquer autoridade para o pedir. Para mim é uma questão de princípio face ao teor da mensagem. [
)]
Maior parte das fiscalizações (muito poucas face ao número de cartas enviadas) dão-se em determinadas entidades porque já existe quase a certeza de que vai dar frutos (denúncias, etc.). O tempo deles é muito valioso para fiscalizar "empresas que não responderam ao questionário".
Do outro lado há, claro, as empresas que têm alguma coisa legal, e essas sim, preocupam-se em enviar alguma coisa. A questão é que ao enviarem dados estão a dar estimativas, e assim, estão a tornar-se alvos preferenciais...
Quem fiscaliza é a ASAE (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=728133&div_id=1730).
A ASSOFT não tem nenhum poder legal. Pode gerir os direitos legais, mas não pode, em circunstância alguma, chegar a um qualquer lado e exigir ver seja o que fôr. Mas é lógico que eles sabem isso.
A ideia é criar FUD, um acrónimo para Fear, Uncertainty and Doubt.
http://en.wikipedia.org/wiki/FUD
Ou seja, com o primeiro mailing (há alguns anos) houve resultados do lado da facturação, daí que de vez em quando convém subir as receitas.
Se está tudo legal, não há razões para preocupação, e o ideal é borrifarem-se para esse registo pedido. Eles não têm qualquer autoridade para o pedir. Para mim é uma questão de princípio face ao teor da mensagem. [
Maior parte das fiscalizações (muito poucas face ao número de cartas enviadas) dão-se em determinadas entidades porque já existe quase a certeza de que vai dar frutos (denúncias, etc.). O tempo deles é muito valioso para fiscalizar "empresas que não responderam ao questionário".
Do outro lado há, claro, as empresas que têm alguma coisa legal, e essas sim, preocupam-se em enviar alguma coisa. A questão é que ao enviarem dados estão a dar estimativas, e assim, estão a tornar-se alvos preferenciais...