Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Acho muito bem que se elimine tudo o que venha do tempo do Estado Novo, desde que comecem por abater a TAP, a ponte 25 de Abril, o estádio nacional, o IST, o bairro de Alvalade, a universidade coimbra, e metade das barragens portuguesas.

Se é para romper com as obras do passado, que se rompa com coragem e se deixem de merdices!


Cuidado aí com as barragens.

Não estragues os negócios do PXuxa[:D]


Isso é assim: como os putos no playground do jardim escola. Daqui para frente, quanto mais tempo o PX estiver no governo mais situações parvas como esta surgirão. É a bebedeira de poder que leva a estas situações.

O Medeena é conhecido como pequeno ditador e não é por acaso... É o quero posso e mando.

No fundo estamos perante a instauração de um estado fascita com todos os ingredientes necessários. O povo é que assim o determina.
 
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"Alguma direita teria preferido o PDC (Partido da Democracia Cristã), cuja actividade política foi suspensa ope legis a seguir ao 11 de Março, sendo proibido de concorrer às eleições para a Constituinte. Esta circunstância obrigou ao desfazer da frente eleitoral que o CDS constituíra com o PDC e acabou com a concorrência partidária à direita. A destra mais assertiva reuniu os órfãos de Spínola em torno do MDLP (Movimento Democrático de Libertação de Portugal) e das redes bombistas que dele emanaram, mas nunca conseguiu formar um partido político.

A
s contradições entre o novo tempo e o modo do partido tornaram-se evidentes logo em 1978, quando o CDS se coligou com o PS, entrando pela primeira vez para o Governo. O descontentamento de alguma direita com a brandura do CDS ainda permitiu ao MIRN (Movimento Independente para a Reconstrução Nacional) ver a luz do dia. O MIRN coligou-se com o ressuscitado PDC (que obtivera 29 876 votos nas legislativas de 1976) e com a Frente Nacional, tendo a coligação obtido 23 819 votos nas legislativas de 1980.

A concorrência à direita do CDS ficou, sem consequências, entregue entre 76 e 89 ao PDC até à extinção deste partido, em 2004. Pela extrema-direita continuou, também sem expressão eleitoral, o PNR (Partido Nacional Renovador), entretanto rebaptizado Ergue-te.


A história do CDS é a história dos desencontros com a direita portuguesa, (in)conformada com o quadro de valores trazido pela Constituição. A tentada invenção de uma direita partidária permitiu diversos programas políticos. Os liberais portugueses, que cabiam numa casa em Ofir, puderam sonhar com a liderança de Lucas Pires. Os indígenas, incapazes de os acompanhar na ambição, consideraram o liberalismo um produto de exportação e limitaram-no às eleições para o Parlamento Europeu.


Com Manuel Monteiro, o CDS, agora hifenizado PP, teve um presidente, uma ideia, um programa: combater a integração europeia num país que sonhava com “os dinheiros” de Bruxelas.

Paulo Portas trouxe, ao arrepio da guerrilha de O Independente, o CDS para as alcatifas do Governo, de mão dada com o PSD e sem exigências programáticas. Fê-lo por duas vezes, em bi-Governos, sendo cada vez mais curta a duração do segundo Governo de cada ciclo. Não conseguiu conquistar o PSD como não conseguiu (“irrevogavelmente”) ser oposição ao PSD, mesmo em coligação.

A passagem pelo poder engordou o CDS em quadros e mordomias, numa endogamia autista, comum aos partidos do arco da governação, tanto mais perigosa quanto mais pequeno for o partido.

No Largo do Caldas continuaram as emissões televisivas a preto e branco quando havia já notícias de emissões experimentais a cores em diversas televisões-piratas à direita. As eleições de 2019 confirmaram a adesão dos eleitores às novidades partidárias.

Alguns quiseram ver no toque de finados do CDS a concretização do sonho húmido da lusa intelligentsia de direita: um partido conservador, nacionalista, capaz de ganhar eleições com um programa liberal em matéria económica e tradicional em matéria de costumes.


O Chega não corresponde a este anúncio de casamento e muito dificilmente será possível enfarpelar o noivo com as vestes sonhadas. Ventura garante a união da esquerda ou, na ausência dela, o medo de eleições antecipadas e da redução de Bloco e PCP à expressão que os respectivos candidatos presidenciais tiveram nas eleições de Janeiro.


Numa vicissitude eleitoral posterior, o Chega poderá ser o novo PRD, esgotando-se como transferidor de votos. Resta saber se para o PSD ou para o PS.(...)"

A morte do CDS não será lamentada, sobretudo à direita
 
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Originalmente Colocado por DeCeIiPor mim, era acabar com o confinamento. De vez.

Se é para ver FDP a marimbarem-se para os demais e autoridades sem fazerem nada, mais vale não ter a liberdade condicionadacomo a tenho.

Nem comer rua posso... [8b]

Viciados em raspadinhas: a história de quem perdeu milhares ao jogo

Portugal é o país da Europa que mais dinheiro gasta, per capita, em raspadinhas. Vítimas do vício contam como perderam milhares de euros no jogo.

Ó DeCeIi como vês a ida ao jogo na rua é autorizada...

"(...) O presidente do CES explicou à Lusa que se apercebeu recentemente da gravidade das consequências do vício das raspadinhas porque foi alertado por profissionais do setor social e consultou alguns estudos sobre o tema.

Referiu, a propósito, que as raspadinhas representam 50% do total das receitas de lotarias e que as suas vendas têm vindo a crescer significativamente desde 2010, de acordo com um estudo realizado por Daniela Vilaverde e Pedro Morgado em março 2020.(...)"

Assis critica o Governo por procurar financiamento à custa do empobrecimento de quem é viciado
 
Cuidado aí com as barragens.

Não estragues os negócios do PXuxa[:D]


Isso é assim: como os putos no playground do jardim escola. Daqui para frente, quanto mais tempo o PX estiver no governo mais situações parvas como esta surgirão. É a bebedeira de poder que leva a estas situações.

O Medeena é conhecido como pequeno ditador e não é por acaso... É o quero posso e mando.

No fundo estamos perante a instauração de um estado fascita com todos os ingredientes necessários. O povo é que assim o determina.

Está tomado de assalto à vista de todos...

https://twitter.com/i/status/1319359576165273602
 
O polígrafo SIC é cada vez mais uma comédia...[:)]
Não perde oportunidade de enterrar o Chega ao ponto de cair no ridículo.
Obsessivo mesmo:sh)
 
Já não consigo ver isso...

Fds não há mas nada em Portugal sem ser o Chega? Porra que já enjoa...
Eles não perceberam já que isto é contraproducente? Mais batem no ventura e mais as pessoas ficam solidárias porque percebem que é perseguição política descarada.

Pois já sei, se não falarem do Chega se calhar ng vê aquela mrd.
 
Fds não há mas nada em Portugal sem ser o Chega? Porra que já enjoa...
Eles não perceberam já que isto é contraproducente? Mais batem no ventura e mais as pessoas ficam solidárias porque percebem que é perseguição política descarada.

Pois já sei, se não falarem do Chega se calhar ng vê aquela mrd.
É basicamente isso.
 
Quando as comunicações do Chega pararem de dizer mentiras talvez parem.

Se viste o programa ontem percebeste certamente que a aproximação ao Chega era forçada... Praticamente todos os desmentidos que envolviam directa ou indirectamente o Chega nem sequer tinha origem no partido mas sim "num post a circular nas redes sociais que diz que não sei quê não sei que mais"

Eu gostaria de ver o Polígrafo tb preocupado com as aldrabices dos posts a circular nas redes que envolvem outros partidos por exemplo do CDS[:D] Porra que o Xicão não é capaz de dizer um mentirinha para aparecer no polígrafo? Ou será que uma mentira do Chega é mais importante que a mentiras do CDS ou do BE?

Isto para reforçar a ideia que o programa está completamente concentrado na "luta" anti Chega e , como tal, deixa de ter a utilidade que poderia ter. Jornalismo partidário dá sempre maus resultados.

O jornalista deve sempre procurar ser independente no seu trabalho de noticiar caso contrario deixa de ser jornalista e passa a ser apresentador de um programa de variedades com um guião à vontade do realizador ( como o programa do RAP por exemplo que faz exactamente o mesmo: roer calos ao Chega).
 
Última edição:
Quando as comunicações do Chega pararem de dizer mentiras talvez parem.

Se o problema são as mentiras, então o melhor é começarem pelo Governo é que essas é que são importantes e influenciam a vida dos tugas e são às dezenas quase diariamente, as mentiras do Chega (que na realidade a maior parte têm a ver com militantes completamente anónimos ou publicações de facebook) para já só servem para encher chouriças.
 
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