ainda faz sentido comprar um carro NOVO a combustão ?

Estive agora a ver e de facto não é muito fácil fazer essa comparação por exemplo no caso do Kuai.

Tem umas versões 1,0T de 120 cv, outra 1,6 hibrida que faz 141 cv, depois duas eléctricas com 136 e 204 cv e uma a gasolina com 280 cv.

Ou seja tanto as versões 1,6 a gasolina como a gasóleo de 195 cv e 136 cv já não se vendem cá.

Portanto comparações de carros parecidos tornam-se difíceis.

pegando por exemplo no 308
a versao 1.2t de 130cv cx8 custa +/- 30k
a 1.5hdi custa + 3k
a plug-in 180cv custa +/- 38k, mas fica a 27500 para empresas (ou 30k +iva com muitos extras) (iva dedutível a 100%)
 
Sim, OK. Mas frequentemente quem compra carro novo faz o esforço para adquirir pelo menos a versão intermédia em termos de equipamento, pois já que está a comprar um carro moderno, e caro, pelo menos que traga algo melhor do que o equipamento de base! Para além disso, o reporte que tenho desse modelo é que é precisamente a versão mais cara a que, actualmente, está a sair mais!...

quem pode (ou quer) gastar mais, investe !
pois são apenas mais 20 ou 30€ no financiamento (ou 100€ depende dos prazos)
mas sendo objectivo: um megane antigo custava 30K
este novo custa 35850 (-4000€ do estado) = 31.850€ e já vem com jantes 18", AC, google, etc, etc ... penso que não vai envergonhar ninguém !

(como a procura é muito superior à oferta, MUITAS marcas só estão a fabricar os modelos mais caros, pois ganham muito mais)
 
quem pode (ou quer) gastar mais, investe !
pois são apenas mais 20 ou 30€ no financiamento (ou 100€ depende dos prazos)
mas sendo objectivo: um megane antigo custava 30K
este novo custa 35850 (-4000€ do estado) = 31.850€ e já vem com jantes 18", AC, google, etc, etc ... penso que não vai envergonhar ninguém !

(como a procura é muito superior à oferta, MUITAS marcas só estão a fabricar os modelos mais caros, pois ganham muito mais)

Claro! É, sobretudo, caso a caso que essa escolha será feita. O que para mim pode não ser uma opção, para ti pode ser a melhor e mais vantajosa das escolhas (em termos teóricos). Daí eu falar em "ponto de retorno", até porque se no Mégane, que foi apenas um mero exemplo, a escolha será relativamente mais fácil, noutros modelos ter-se-á que ver qual é o melhor investimento / escolha mais vantajosa!

Daí que a pergunta inicial deste tópico não consiga ser respondida objectivamente, sendo que se tu conseguires encontrar a opção financeira, familiar e automobilística certa para ti, é claro que é essa mesmo que se justifica... [;)]​
 
Daí que a pergunta inicial deste tópico não consiga ser respondida objectivamente, sendo que se tu conseguires encontrar a opção financeira, familiar e automobilística certa para ti, é claro que é essa mesmo que se justifica... [;)]​

A pergunta inicial creio teria a ver com o facto de o futuro poder ser "negro" para os ICE.

Porque de nada vale compensar no dia a dia se daqui a uns anos na altura de vender não houver mercado e ninguém quiser comprar os carros (ICE). Eu acho que isso pode acontecer progressivamente e com o gasóleo mais rapidamente.

Quanto aos VE, actualmente grande parte dos seus benefícios são para empresas e nem tanto para trabalhadores dependentes.
 
A pergunta inicial creio teria a ver com o facto de o futuro poder ser "negro" para os ICE.

Porque de nada vale compensar no dia a dia se daqui a uns anos na altura de vender não houver mercado e ninguém quiser comprar os carros (ICE). Eu acho que isso pode acontecer progressivamente e com o gasóleo mais rapidamente.

Quanto aos VE, actualmente grande parte dos seus benefícios são para empresas e nem tanto para trabalhadores dependentes.

Sim, tudo é possível, porém actualmente é uma incógnita!

Mas será, até, uma incógnita geral, diria, porque se para os automóveis de combustão pode estar a chegar ao fim o seu ciclo de vida por razão de uma nova tecnologia emergente, essa mesma dúvida pode ser assacada a esta "primeira geração" de EV!

E porquê? Porque com a rapidez a que estas tecnologias estão a evoluir, bem que a actual pode até ser apenas a "primeira vaga" a que se lhe seguirão outras, concretamente por força da imprescindível evolução principalmente das baterias para módulos mais eficientes, feitos com materiais renováveis e, muito possivelmente, até incompatíveis (ou a necessitar de adaptações..) com os veículos EV actuais!

O que é possível afirmar, para já, é que a conjuntura mundial está de tal modo fragilizada, incerta e cria tantos cenários possíveis que se, por mero acaso, eu estivesse interessado em adquirir um EV não o faria nos próximos anos, sobretudo "até a poeira assentar"... É que o mundo automóvel não é estanque!
 
pegando por exemplo no 308
a versao 1.2t de 130cv cx8 custa +/- 30k
a 1.5hdi custa + 3k
a plug-in 180cv custa +/- 38k, mas fica a 27500 para empresas (ou 30k +iva com muitos extras) (iva dedutível a 100%)

Iva dedutível e desconto para empresas não é para a maioria da população.
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pois, mas é representativo da esmagadora maioria das vendas de NOVOS acima dos 35/40k

(aliás, basta ver aqui pelo FORUM quantas pessoas compram carros novos ! e ainda por cima desse valor )

O ponto aqui é até que ponto neste momento compensa um EV pela diferença de preço e a maioria não são as empresas.
Então mais vale dizer que um EV ou um PHEV só é para empresas ou para quem vive acima da media, o resto da maioria da população tem que comprar um ICE ou híbrido normal.
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esse megane dos 35k tem uma bateria e equipamento miserável para se fazer essas comparações simplistas onde ainda se mete ao barulho um incentivo que tem um numerus clausus e que se está a fazer na base do que foi este ano sem se saber as condições do próximo ano.

um segmento C EV que não tenha uma bateria que mal possa sair da cidade e com um equipamento normal custa entre 40 a 45k. Isto é válido para o Megane, como é para o ID.3/Cupra e outras opções dos coreanos.
 
O ponto aqui é até que ponto neste momento compensa um EV pela diferença de preço e a maioria não são as empresas.
Então mais vale dizer que um EV ou um PHEV só é para empresas ou para quem vive acima da media, o resto da maioria da população tem que comprar um ICE ou híbrido normal.

enquanto nao houver oferta para além da Tesla , "refugo" e chineses, penso que nao faz "muito "sentido.
será preciso esperar mais 1 ou 2 anos pelo menos
 
Última edição:
esse megane dos 35k tem uma bateria e equipamento miserável para se fazer essas comparações simplistas onde ainda se mete ao barulho um incentivo que tem um numerus clausus e que se está a fazer na base do que foi este ano sem se saber as condições do próximo ano.

um segmento C EV que não tenha uma bateria que mal possa sair da cidade e com um equipamento normal custa entre 40 a 45k. Isto é válido para o Megane, como é para o ID.3/Cupra e outras opções dos coreanos.

mas os electricos são pensados para serem usados preferencialmente em cidade e carregados em casa.

já agora equipamento do tal "equipamento miserável de origem" do megane

equipamentos incluídos nesta versão
  • vidros dianteiros e traseiros escurecidos
  • pára-choques dianteiros desportivos com lâmina F1 da cor da carroçaria
  • retrovisor exterior no tom da carroçaria
  • deteção da pressão dos pneus
  • airbags laterais + airbag central dianteiro + cortinas
  • chamada de emergência Renault
  • sistema de controlo de travagem
  • manual de desactivação do airbag do passageiro
  • assistência à travagem de emergência
  • sistema de travagem de emergência ativa com deteção de peões e ciclistas
  • alerta de fadiga do condutor
  • alerta de distância de segurança
  • bancos com sistema de fixação Isofix
  • aviso e prevenção de saída da faixa de rodagem (incl. emergência)
  • cintos dianteiros reguláveis em altura
  • airbags frontais de condutor e passageiro
  • alerta de esquecimento do cinto de segurança
  • sistema de som Arkamys
  • modo eco drive
  • sistema de ajuda ao estacionamento traseiro
  • painel de instrumentos de 12.3"
  • reconhecimento dos sinais de trânsito
  • controlo de estabilidade (ESC) com sistema de ajuda ao arranque em subida (HSA)
  • regulador e limitador de velocidade
  • câmara de marcha-atrás
  • retrovisor interior manual
  • kit de reparação de pneus
  • retrovisores exteriores elétricos c/função de desembaciamento, rebatíveis manualmente
  • patilhas de volante
  • indicador de mudança de velocidade
  • volante regulável em altura e profundidade
  • fecho de portas elétrico
  • ar condicionado manual
  • fluido de refrigeração do AC
  • volante em TEP
  • Banco traseiro rebatível 1/3 2/3
  • sem carregador de smartphone por indução
  • sistema multimédia openR link de 9'' com sistema de som Arkamys Classic 4 altifalantes
  • 2 entradas USB nos bancos dianteiros
  • conectividade multimédia
  • compatível com Android Auto™ e/ou Apple CarPlay™
  • luzes diurnas em LED
  • faróis de nevoeiro em LED
  • faróis Full LED com assinatura luminosa dianteira
  • iluminação em LED
  • portas dianteiras com iluminação ambiente
  • standard charge
  • cabo de carregamento modo 3 public charge/wallbox 7kW (5M)
 
A capacidade de decisão não vai depender única e exclusivamente do consumidor. Existe a variável fiscal e legislativa que vai determinar que tipo de propulsão vamos poder usar, e ao ritmo que os VE estão a ganhar vendas dentro de muiti pouco tempo a escolha será óbvia.
Este ano as vendas de VE na Europa irá ultrapassar a dos diesel, basta olhar para a Noruega e ver o nosso futuro dentro de 3/5 anos.
Será inevitável, até porque a Europa precisa urgentemente de reduzir a dependência e o custo de importação de combustíveis fósseis que afecta severamente a balança de transacções.
 
Última edição:
Se fossem para ser usados preferencialmente em cidade, a Tesla não venderia automóveis.
É que não tem um único citadino.

Nem seriam necessárias baterias enormes como têm aparecido desde há uns anos para cá.
 
Interessam SIM !!! Estás a comparar uma bateria com um motor combustão em q nada são iguais na sua arquitetura. Devias comparar um motor eletrico com um a combustão isso sim.

Convém pesquisar o q é um motor combustão p teres uma ideia do q faz mover um carro..

Um motor eléctrico e um motor a combustão, podem partilhar a palavra motor, mas também não têm nada haver em termos de arquitectura e funcionamento, que num motor eléctrico, está mais próximo de uma transmissão/diferencial (aliás, é o que faz, a transmissão para as rodas) que de um motor a combustão.
 
Não sei se será bem assim. Um motor de um carro bem tratado faz fácilmente 30 anos a funcionar relativamente bem, e uma bateria? Depois a bateria não desgasta só com kilómetros. Pegas esse Tesla model 3 com 8% de degradação de bateria e estacionas na garagem e daqui a 10 anos vais buscar (sem deixar a bateria descarregar), e a bateria vai ter uma degradação muito maior, e fez zero km.

Com as atuais baterias, tenho dúvidas que um Tesla Model S de 2012, esteja com a mesma bateria em 2032 e a circular normalmente em toda a sua plenitude, mas um carro de combustão interna está de certeza em condições normais.

Meteres um AMG ao barulho é uma comparação injusta, porque o AMG é uma versão boutique, que são feitas muito menos unidades, e como tal, a substituição de um motor é mais cara que o normal num carro de produção em massa como são as versões non-AMG. Devias comparar a substituição da bateria a por exemplo trocar um motor V8 LS da GM, que fazem aquilo ás carradas, e como tal, são muito mais baratos de adquirir.

Se deixares um carro parado 10 anos, também terás problemas nele funcionar se funcionar. A corrosão pode fazer colar segmentos e tens de ou mudar motor ou repara-lo para voltar a andar.

E um carro pode ter um motor 30 anos: tem sem desgaste ou necessidade de reparação? Claro que não. Um motor com 30 anos sem ser aberto já consome o dobro que em novo e anda metade, tal como… uma bateria.

A durabilidade da bateria só é relevante porque AINDA falta reparadores (que são poucos mas la vão aparecendo), e a duração já alta da bateria atrasa a sua reparação. Tal como um motor, se avariar ninguém vai a marca meter um novo, quando começar a aparecer quem repare módulos, ou troque baterias por usadas (e elas existirem) os preços das baterias na marca, tornam-se irrelevantes.

Podes pegar em qualquer exemplo… um motor novo na marca é um autêntico balurdio capaz de rivalizar com preços de baterias. Claro que tirando na garantia, virtualmente ninguém mete um motor novo na marca se o pode reparar ou trocar por um usado. Quando tal acontecer com as baterias, o preço da sua substituição desce drasticamente e isto torna-se um não assunto.
 
Se deixares um carro parado 10 anos, também terás problemas nele funcionar se funcionar. A corrosão pode fazer colar segmentos e tens de ou mudar motor ou repara-lo para voltar a andar.

Se o carro não estiver abandonado na rua ou num sítio húmido, até pega muito bem. Não faltam vídeos de carros com 20 anos em celeiros quase a apodrecer e pegam e andam. Aliás, melhor, tens vídeos de motas com 40 anos que nunca sairam sequer da caixa, aquele motor nunca girou na vida, e metem gasolina e óleo, e o motor funciona como se estivesse a sair do stand naquele dia. Uma bateria da tecnologia ao fim de 20 anos sem sequer ser usada, está morta.

Mas o meu ponto nem era falar em carros negligenciados. O meu ponto é falar de carros que fazem poucos km, que são conduzidos de vez em quando, e como tal, não sofrem desses problemas que estás a falar.

E um carro pode ter um motor 30 anos: tem sem desgaste ou necessidade de reparação? Claro que não. Um motor com 30 anos sem ser aberto já consome o dobro que em novo e anda metade, tal como… uma bateria.
​ Pode ter e pode não ter, depende da qualidade desse motor e como foi tratado. Não faltam aí carros com mais de 20 e 30 anos a circular diáriamente com motor que nunca foi aberto e não está a queimar nada.

mas se tiveres dúvidas, tenho aqui um Flat 6 com 20 anos, que ainda hoje faz trackdays e nunca foi aberto, não deita ponta de fumo, até lhe podes lamber o escape.

A durabilidade da bateria só é relevante porque AINDA falta reparadores (que são poucos mas la vão aparecendo), e a duração já alta da bateria atrasa a sua reparação.
As baterias não são reparadas, são recicladas. O que acontece é que em algumas, os módulos morrem prematuramente, e aí sim, algumas pessoas são capazes de substituir módulos, inclusive alguns fabricantes de baterias fazem as baterias de modo a poder substituir os módulos. Mas a degradação é inevitável nos módulos todo, uma bateria com 10 anos, já tem uma certa percentagem de degradação de TODOS os módulos independentemente de ter andado muito ou pouco. Porque as baterias de lítio não se degradam só com os km, as baterias só com os anos, mesmo que não sejam usadas, sofrem degradação também (se bem, que a degradação é inferior do que se for usada obviamente)

Tal como um motor, se avariar ninguém vai a marca meter um novo, quando começar a aparecer quem repare módulos, ou troque baterias por usadas (e elas existirem) os preços das baterias na marca, tornam-se irrelevantes.
Muita gente vai. Agora depende da idade. A renault obviamente já não tem motores de renault 5 novos pra vender.

Podes pegar em qualquer exemplo… um motor novo na marca é um autêntico balurdio capaz de rivalizar com preços de baterias. Claro que tirando na garantia, virtualmente ninguém mete um motor novo na marca se o pode reparar ou trocar por um usado. Quando tal acontecer com as baterias, o preço da sua substituição desce drasticamente e isto torna-se um não assunto.

Porque é que bates no substituir o motor do carro, quando a grande maioria dos carros termina o seu ciclo de vida útil com o motor original? O ciclo de vida da grande maioria de automóveis é entre 20-30 anos se não sofrer acidentes, e a grande maioria desses carros, vai "morrer" com o motor original, logo não vais comprar motor nenhum. Um Tesla ou um Leaf com 30 anos a circular, 99.9% de certeza que não tem a bateria original.

A não ser que queiras admitir que o ciclo de vida do carro elétrico é o tempo de vida da bateria, mas diria que isso não abona ao favor do teu argumento.

O meu argumento é que um carro que faça 100 ou 150mil km no seu ciclo de vida (os tais 20-30mil km), o elétrico provavelmente não vai compensar, mas para quem fizer muitos km, o elétrico compensa, só isso. Ou seja, para a maioria das pessoas, que fez 200-300mil km com um carro, tenho a certeza que ao fim de 30 anos, mesmo a trocar a bateria 1x (15 anos para cada bateria parece razoável), acredito que vai ficar mais barato, mas para quem fizer metade disso, as contas podem já não ser as mesmas, e não é a maioria, mas há pessoas que conduzem pouco.
 
O EV irá sempre compensar se o preço dos combustiveis continuar a galopar, a questão não é o veiculo em si, é o combustivel, se daqui a uns anos os combustiveis estiverem a preços exorbitantes ninguém irá optar por um CI, e quantos mais EVs se venderem hoje mais esse filme se tornará realidade, a energia elétrica terá uma abordagem completamente diferente.

E isso de que um Tesla ou um LEAF com 30 anos não terá a bateria original, ainda falta provar isso, mas tendo em conta o que vejo nos hibridos, o meu civic já vai com 16 anos sem alterações, conheço Prius com 20 anos, tecnologia bem mais antiga (niquel)....Acredito nisso em relação aos EVs da primeira geração Teslas e LEAFs, mas as baterias evoluiram muito nestes casos, por isso sim, acredito que haverá muitos com 30 anos a circular, com degradação é obvio. Haverá sempre uns mais bem tratados que outros.

Acontece que atualmente já existem muitas oficinas a fazerem reparações/substituições com baterias aftermarket, seja por avaria, degradação natural ou simplesmente para aumento de autonomia, diria até que prefiro ir a uma oficina dessas do que a uma oficial da marca os tecnicos estão mais bem preparados, numa Evolution, NTA, por exemplo. Por isso estará bem longe dizer que o ciclo de vida de um EV é o ciclo de vida da bateria.
 
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Paralelamente a este declínio (de certa forma imposto) dos motores a combustão, e sem querer entrar em off topic, vejo com preocupação o progressivo desaparecimento dos segmentos A e B, quer ICE, quer EV, que são carros que fazem imenso sentido na Europa.

Com isto, vamos ter a maioria das marcas a ter os seus modelos de entrada a começar nos 30 ou 35k e assim diminuir de forma drástica o acesso e a democratização do acesso ao carro e transporte individual.
 
Paralelamente a este declínio (de certa forma imposto) dos motores a combustão, e sem querer entrar em off topic, vejo com preocupação o progressivo desaparecimento dos segmentos A e B, quer ICE, quer EV, que são carros que fazem imenso sentido na Europa.

Com isto, vamos ter a maioria das marcas a ter os seus modelos de entrada a começar nos 30 ou 35k e assim diminuir de forma drástica o acesso e a democratização do acesso ao carro e transporte individual.
É isso que digo repetidamente, num país como o nosso como se vai fazer a mudança???
 
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