[Política] guerra na palestina

Essa é a parte que todos os apoiantes dos Palestinos desconhecem ou omitem. Venderam aos Judeus pântanos e desertos porque nao tinha qualquer valor para eles e depois arrependeram-se. Como alguém disse e bem, a ocupação de terrenos de um inimigo vencido numa guerra são espólios de guerra e toda a civilização foi construída assim. Os Palestinos tiveram várias oportunidades para criarem um estado propio mas primeiro querem destruir os judeus. Eles teriam muito a ganhar tendo Israel como vizinho, já que é o único estado democrático e desenvolvido da região.
 
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Essa é a parte que todos os apoiantes dos Palestinos desconhecem ou omitem. Venderam aos Judeus pântanos e desertos porque nao tinha qualquer valor para eles e depois arrependeram-se. Como alguém disse e bem, a ocupação de terrenos de um inimigo vencido numa guerra são espólios de guerra e toda a civilização foi construída assim. Os Palestinos várias oportunidades para criarem um estado propio mas primeiro querem destruir os judeus. Eles teriam muito a ganhar tendo Israel como vizinho, já que é o único estado democrático e desenvolvido da região.

Estão cegos pelo fanatismo religioso. Aos países árabes vizinhos também incomoda que Israel com o seu modo de vida ocidental e democrático prospere. Os seus povos devem ser mantidos na ignorância.
 
Iriam para onde? Os Judeus já estavam na Palestina em grande numero desde o início do século passado. Não foi ao acaso que escolheram ir para a Palestina.

Num Estado e País deles, não.

Daqui a nada tens os monhés e outros quejandos a reclamar o Martim Moniz como sendo a terra prometida deles e aceitas isso na boa, não é? [:D]
 
Podes ter razão em tudo que escreveste, agora que são conflituosos isso parece-me óbvio.
Já percebi que muita gente fica-se pelo que lhe parece.

Não é por teres determinadas qualidades que faz com elimines outros defeitos, como qualquer povo/pessoa em geral.
Não sei como escrever isto de outra forma e se te parecer ofensivo, ficam desde já aqui as minhas desculpas, por não é essa a minha intenção.

Mas, se dizes de alguém, que tem qualidades de civismo, altruísmo, que procura saber mais hoje do que ontém, que uma pessoa assim também pode ter "defeitos", não estamos a argumentar ao mesmo nível, estamos a ter conversas de tasca.

E repara que o mesmo princípio também se aplica a um povo que, seja ele qual for, procure melhorar constantemente. Mesmo concordando que haverá sempre maçãs podres lá pelo meio, continuam a não ser a maioria, nem isso define um povo de qualquer país ou continente.
uma mesma forma, quando o inverso se verifica, as poucas maçãs boas não definem um povo, composto principalmente de gente ruim.

Se me identifico mais com os israelitas!? Claro que sim. Mas cego não sou, muito menos engulo tudo o que me querem "vender".

Aqui pelo fórum sou muitas vezes apontado como socialista, por defender uma distribuição mais justa da riqueza.

Segundo os dogmas estabelecidos, eu seria a última pessoa a "comer o que me querem vender" e a última pessoa a defender Israel.

Mas defendo o país e as suas gentes, que conheço bem, até a sua posição económica capitalista, os seus kibutz "socialistas", os seus colonatos e a forma que escolhem viver, em alguns casos, mais religiosa (apesar de ser ateu e anti-religião), porque sei o que lá se passa e entendo que eles são a frente de um conflito que vai chegar aqui também. Eles, estão a lutar também a nossa guerra e o mínimo que lhes podíamos dar era respeito.
 
Então é legítimo que a Rússia possa ficar com os territórios que ocupou na Ucrânia ?

A russia invadiu territórios e a ucrãnia está a libertá-los - e a despachar todos os invasores em body-bags...

E a russia não declarou guerra - é apenas uma operação militar especial de três dias.
 
Isto parece uma "luta" inglória, por muito que se metam aqui factos, história, racionalidade....batemos de frente, vezes sem conta, com uma retórica sem logica ou fundamento, baseado em hearsay e cassetes.

Fica difícil, mas assim se percebe porque é que há tanta divisão sobre o tema.
 
Num Estado e País deles, não.

Daqui a nada tens os monhés e outros quejandos a reclamar o Martim Moniz como sendo a terra prometida deles e aceitas isso na boa, não é? [:D]

Os monhes não tem nenhuma relação ancestral com o Martim Moniz. Os judeus habitavam a Palestina havia milhares de anos e foram expulsos pelos Romanos depois de sucessivas revoltas.
 
O Estado laico, liberal (na acepção iluminista e não neo-liberal da moda) e democrático de Israel tem como inimigos Hamas, Hezbollah e a tirania teocrática do Irão mas, e isto é algo que demasiada gente não se apercebe (ou não quer saber, ou está de acordo), os piores inimigos de Israel Democrático, porque mais insidiosos e pacientes, são os ultra-ortodoxos.

Israel tem que resolver, com um tratado respeitado por todos, o problema palestiniano, para voltar a sua atenção no combate ao trabalho de sapa que os ultra-ortodoxos estão a empreender contra um Israel democrático.
 
O Estado laico, liberal (na acepção iluminista e não neo-liberal da moda) e democrático de Israel tem como inimigos Hamas, Hezbollah e a tirania teocrática do Irão mas, e isto é algo que demasiada gente não se apercebe (ou não quer saber, ou está de acordo), os piores inimigos de Israel Democrático, porque mais insidiosos e pacientes, são os ultra-ortodoxos.

Israel tem que resolver, com um tratado respeitado por todos, o problema palestiniano, para voltar a sua atenção no combate ao trabalho de sapa que os ultra-ortodoxos estão a empreender contra um Israel democrático.

Aliás antes destes acontecimentos havia muita discordância interna e manifestações porque este governo queria aprovar um conjunto de leis que cada vez mais afasta Israel de ser uma democracia.

https://observador.pt/2023/03/23/pa...e-primeiro-ministro-de-ser-afastado-do-cargo/
 
Realmente, a vossa incoerência é grande. Não está em causa a legitimidade. Quem ganha guerras conquista território. Não é preciso grande conhecimento histórico.

Acho que está, e também me quer parecer que a questão territorial palestina é um bocadinho mais complexa do que o que querem dar a entender.
 
Então é legítimo que a Rússia possa ficar com os territórios que ocupou na Ucrânia ?

A diferença é que a Russia é que começou a guerra e a Ucrania já era um país internacionalmente reconhecido.


Há que notar que o estado arabe palestiniano, a Palestina, só declarou a sua independencia em 1988.

Já o estado judeu palestiniano, Israel, declarou a sua independencia em 1948 com as fronteiras da repartição da palestina.

Os arabes não aceitaram pois queriam um estado arabe a ocupar toda a palestina, sem Israel, rejeitando a partição em dois estados.


Basicamente dois povos disputavam uma região, e foi feita uma partição da região em dois estados, um para cada povo.

Os judeus aceitaram a partição e declararam o seu estado, os arabes, rejeitaram e partiram para a guerra, perdendo.

Não só uma vez, mas varias vezes, perdendo todas elas, caso contrario hoje em dia não existiria Israel.


Imagina que Portugal e Espanha disputavam Olivença e que a UN decidia: Olivença é dividida ao meio, metade para cada um.

Espanha recusava e tentava tomar toda Olivença, partindo para a guerra com Portugal.

Portugal ganhava essa guerra e no final da guerra tinha o controlo total de Olivença.

Seria assim tão absurdo que Portugal ficasse com a posse de Olivença inteira em vez de dar metade a Espanha para respeitar a divisão que Espanha não aceitou?

Repara que se Espanha ganhasse essa guerra, ficaria com a totalidade de Olivença. Então, porque é que sendo Portugal a ganhar, não ganharia nada com isso?


Pessoalmente não acho assim tão absurdo, que se partiste para a guerra porque discordavas duma divisão e querias tudo para ti, se calhar ao perderes essa guerra vais ficar com menos do que aquilo que terias ficado se tivesses aceitado a divisão inicial. Foi o que aconteceu aos arabes palestinianos.

Os arabes não aceitaram a partição inicial, tentaram varias vezes ficar com tudo, não conseguiram, agora também não chorem que Israel não lhes dê tudo a que lhes cabia pela partição inicial.

Se tivessem conseguido levar a sua avante, Isarel teria desaparecido, portanto, sorte têm eles de Israel não ser como eles...


É caso para dizer: quem tudo quer, tudo perde.
 
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A diferença é que a Russia é que começou a guerra e a Ucrania já era um país internacionalmente reconhecido.


Há que notar que o estado arabe palestiniano, a Palestina, só declarou a sua independencia em 1988.

Já o estado judeu palestiniano, Israel, declarou a sua independencia em 1948 com as fronteiras da repartição da palestina.

Os arabes não aceitaram pois queriam um estado arabe a ocupar toda a palestina, sem Israel, rejeitando a partição em dois estados.


Basicamente dois povos disputavam uma região, e foi feita uma partição da região em dois estados, um para cada povo.

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Basicamente foi bem mais do que isso… foram os Judeus, árabes palestinos, Jordanos, egípcios, etc… cada um com os seus interesses particulares…
 
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