Queres mais facilidades? Ainda mais? []
Não há mesmo ementa para este PSD de 2º escalão.
Fdx, que cena ignóbil de se dizer em pleno debate! Mas quem é a criança de 5 anos que lhes escreve os discursos?
Edd![]()
Quê? malta que vem com pés e cabeça e com contratos? sim, quero, obg.
Não é vir à descarada, calma. E esse poderá ser o problema.
Quanto à questão do SEF, pois, resta saber se a organização vai ficar melhor ou se vai ser mais uma distribuição de tachos....
Vai ficar tudo bem.
A dizerem que depois o PSD não tem outro remédio senão aumentar impostos.O que se passou?
Entretanto os nossos camaradas do PSOE estão a colocar os imigrantes ilegais que chegam às Canárias em hotéis de 4 estrelas...
https://www.diariodealmeria.es/almeria/hotel-africanos_0_1841817830.html
Fiquei confuso com as declarações do Costa PM, hoje.
Sõ vende a TAP se o hub fica em PT. Então e se não, a UE não obriga a vender?
Era só pedir 500MM pela TAP e tava resolvido, não havia comprador, não vendia.
Depois, diz que o o preço não interessa desde que o hub fique cá. O comprador já sabe, oferece uns tostões e deixa ficar cá o hub, como dizia o Chavez, por ahora []
já agora, cheira-me é que ele já sabe a quem vai vender.
Fiquei confuso com as declarações do Costa PM, hoje.
Sõ vende a TAP se o hub fica em PT. Então e se não, a UE não obriga a vender?
Era só pedir 500MM pela TAP e tava resolvido, não havia comprador, não vendia.
Depois, diz que o o preço não interessa desde que o hub fique cá. O comprador já sabe, oferece uns tostões e deixa ficar cá o hub, como dizia o Chavez, por ahora []
já agora, cheira-me é que ele já sabe a quem vai vender.
a UE nunca obrigou a vender. o mentiroso é que se exprimiu mal.
A venda da Efacec ao fundo alemão Mutares deverá ser assinada esta terça-feira, mas para a conclusão da operação será determinante a injeção de mais 150 milhões de euros da Parpública na empresa. Um montante ao qual vão somar mais 35 milhões de euros em obrigações convertíveis que a Efacec vai emitir e o Banco de Fomento vai comprar.
A assinatura da reprivatização da empresa, que já teve como acionista Isabel dos Santos, põe assim um ponto final a um processo que se arrasta desde 2 de julho de 2020. O Conselho de Ministros da semana passada deu luz verde à “resolução que aprova a minuta de instrumento jurídico e demais condições relativas à conclusão do processo de reprivatização da Efacec Power Solutions”, mas não foram adiantados quaisquer detalhes.
Para já é certo que Ângelo Ramalho se vai manter à frente dos destinos da empresa, porque o fundo alemão quer assegurar uma continuidade durante o processo de reestruturação. E, segundo o Expresso, entrará Jorge Barreiros para o cargo de administrador financeiro (CFO), em substituição de Manuel Alberto Pontes Ferreira que saiu deixando um lugar vago que era necessário preencher.
As negociações com a Mutares foram desde início envoltas em enorme secretismo não só porque o fundo é cotado em bolsa, mas também dada a dureza das mesmas. Um bom exemplo foi o haircut que o Estado, bancos e obrigacionistas sofreram como condição para viabilizar o negócio.
A proposta da Mutares pressupunha uma perda inicial para o Estado de, pelo menos, 112,8 milhões de euros (100%) – verba que poderá vir a ser recuperada no futuro, embora não se saibam quaisquer detalhes sobre o funcionamento deste mecanismo – e os bancos 80% da dívida. Já aos obrigacionistas era pedido um corte de 50%, valor que foi reduzido para 10% (5,8 milhões de euros) e aprovado na assembleia-geral de 12 de outubro.
No total, a proposta da Mutares tinha subjacente um perdão de dívida de quase 182 milhões de euros, que acabou por ficar por 151,3 milhões. Consequentemente, a Parpública vai ter de injetar 150 milhões de euros adicionais, ao que o ECO apurou, e não os 50 milhões que se falou inicialmente.
O ministro da Economia já tinha alertado que os encargos da reprivatização dos 71,73% que detém na Efacec poderiam ser superiores ao esperado. “Os encargos não vão ser muito maiores do que aqueles que estavam projetados e que estimávamos”, disse em entrevista à Antena 1 e Jornal de Negócios.
Já a compra das obrigações convertíveis será feita através do Fundo de Capitalização e Resiliência (FdCR) com um prazo de seis anos, tal como o ECO avançou. Em causa estão 35 milhões de euros, sendo que inicialmente se admitiu que o BPF poderia chegar a comprar até 50 milhões em obrigações.
A formalização da venda poderá só acontecer após o fecho dos mercados devido às obrigações de reporte da Mutares que é cotada em bolsa.
https://eco.sapo.pt/2023/10/31/parpu...aign=destaques
Estes negócios não lembram a ninguém.
Reduzem o perdão da dívida, mas o Estado tem de injectar ainda mais dinheiro.
Bem que podem ir aumentando o IUC, que arranjam logo maneira de estoirar o dinheiro...
https://eco.sapo.pt/2023/10/31/parpu...aign=destaques
Estes negócios não lembram a ninguém.
Reduzem o perdão da dívida, mas o Estado tem de injectar ainda mais dinheiro.
Bem que podem ir aumentando o IUC, que arranjam logo maneira de estoirar o dinheiro...
Quem vos ouve falar parece que o SEF funcionava que era uma maravilha....
A minha empresa tem muita malta vinda de fora. Simplifiquem pf que é o que se quer, já que não há cá gente, deixem entrar quem quer vir para a empresa.
Tudo malta com contratos, naturalmente.
salários mais baixos = não há cá gente LOL
Portugal tem uma soberania muito limitada no contexto da UE por causa da sua profunda dependência.
A doação de uma empresa tecnologica como a EFACEC é provávelmente imposição externa.
Sendo assim, acabará nas mãos de um grande conglomerado industrial alemão num processo concentração de empresas dissimulado por entre operações financeiras meio nebulosas.