Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Não há mesmo ementa para este PSD de 2º escalão.

Fdx, que cena ignóbil de se dizer em pleno debate! Mas quem é a criança de 5 anos que lhes escreve os discursos?


Edd :)
 
O que se passou?
A dizerem que depois o PSD não tem outro remédio senão aumentar impostos.

Até percebo o que querem dizer, mas não é isso que vai passar.
E não, com a carga fiscal actual, o "PS v0.2" não precisa de aumentar impostos, precisam é de ser bem geridos e devolvidos às pessoas.


Edd :)
 
Fiquei confuso com as declarações do Costa PM, hoje.
Sõ vende a TAP se o hub fica em PT. Então e se não, a UE não obriga a vender?
Era só pedir 500MM pela TAP e tava resolvido, não havia comprador, não vendia.

Depois, diz que o o preço não interessa desde que o hub fique cá. O comprador já sabe, oferece uns tostões e deixa ficar cá o hub, como dizia o Chavez, por ahora [;)]
já agora, cheira-me é que ele já sabe a quem vai vender.
 
Fiquei confuso com as declarações do Costa PM, hoje.
Sõ vende a TAP se o hub fica em PT. Então e se não, a UE não obriga a vender?
Era só pedir 500MM pela TAP e tava resolvido, não havia comprador, não vendia.

Depois, diz que o o preço não interessa desde que o hub fique cá. O comprador já sabe, oferece uns tostões e deixa ficar cá o hub, como dizia o Chavez, por ahora [;)]
já agora, cheira-me é que ele já sabe a quem vai vender.

Ficaste confuso por o Costa mentir? A sério? [:D][:)]
 
Fiquei confuso com as declarações do Costa PM, hoje.
Sõ vende a TAP se o hub fica em PT. Então e se não, a UE não obriga a vender?
Era só pedir 500MM pela TAP e tava resolvido, não havia comprador, não vendia.

Depois, diz que o o preço não interessa desde que o hub fique cá. O comprador já sabe, oferece uns tostões e deixa ficar cá o hub, como dizia o Chavez, por ahora [;)]
já agora, cheira-me é que ele já sabe a quem vai vender.

a UE nunca obrigou a vender. o mentiroso é que se exprimiu mal.
 
https://eco.sapo.pt/2023/10/31/parpu...aign=destaques

A venda da Efacec ao fundo alemão Mutares deverá ser assinada esta terça-feira, mas para a conclusão da operação será determinante a injeção de mais 150 milhões de euros da Parpública na empresa. Um montante ao qual vão somar mais 35 milhões de euros em obrigações convertíveis que a Efacec vai emitir e o Banco de Fomento vai comprar.

A assinatura da reprivatização da empresa, que já teve como acionista Isabel dos Santos, põe assim um ponto final a um processo que se arrasta desde 2 de julho de 2020. O Conselho de Ministros da semana passada deu luz verde à “resolução que aprova a minuta de instrumento jurídico e demais condições relativas à conclusão do processo de reprivatização da Efacec Power Solutions”, mas não foram adiantados quaisquer detalhes.




Para já é certo que Ângelo Ramalho se vai manter à frente dos destinos da empresa, porque o fundo alemão quer assegurar uma continuidade durante o processo de reestruturação. E, segundo o Expresso, entrará Jorge Barreiros para o cargo de administrador financeiro (CFO), em substituição de Manuel Alberto Pontes Ferreira que saiu deixando um lugar vago que era necessário preencher.

As negociações com a Mutares foram desde início envoltas em enorme secretismo não só porque o fundo é cotado em bolsa, mas também dada a dureza das mesmas. Um bom exemplo foi o haircut que o Estado, bancos e obrigacionistas sofreram como condição para viabilizar o negócio.

A proposta da Mutares pressupunha uma perda inicial para o Estado de, pelo menos, 112,8 milhões de euros (100%) – verba que poderá vir a ser recuperada no futuro, embora não se saibam quaisquer detalhes sobre o funcionamento deste mecanismo – e os bancos 80% da dívida. Já aos obrigacionistas era pedido um corte de 50%, valor que foi reduzido para 10% (5,8 milhões de euros) e aprovado na assembleia-geral de 12 de outubro.

No total, a proposta da Mutares tinha subjacente um perdão de dívida de quase 182 milhões de euros, que acabou por ficar por 151,3 milhões. Consequentemente, a Parpública vai ter de injetar 150 milhões de euros adicionais, ao que o ECO apurou, e não os 50 milhões que se falou inicialmente.

O ministro da Economia já tinha alertado que os encargos da reprivatização dos 71,73% que detém na Efacec poderiam ser superiores ao esperado. “Os encargos não vão ser muito maiores do que aqueles que estavam projetados e que estimávamos”, disse em entrevista à Antena 1 e Jornal de Negócios.

Já a compra das obrigações convertíveis será feita através do Fundo de Capitalização e Resiliência (FdCR) com um prazo de seis anos, tal como o ECO avançou. Em causa estão 35 milhões de euros, sendo que inicialmente se admitiu que o BPF poderia chegar a comprar até 50 milhões em obrigações.

A formalização da venda poderá só acontecer após o fecho dos mercados devido às obrigações de reporte da Mutares que é cotada em bolsa.


Estes negócios não lembram a ninguém.
Reduzem o perdão da dívida, mas o Estado tem de injectar ainda mais dinheiro.

Bem que podem ir aumentando o IUC, que arranjam logo maneira de estoirar o dinheiro...
 
https://eco.sapo.pt/2023/10/31/parpu...aign=destaques




Estes negócios não lembram a ninguém.
Reduzem o perdão da dívida, mas o Estado tem de injectar ainda mais dinheiro.

Bem que podem ir aumentando o IUC, que arranjam logo maneira de estoirar o dinheiro...

Este e a TAP, são crimes de lesa-pátria.

Na TAP nacionalizou-se, encheu-se de boys, enterrou-se 4 mil milhões e agora volta-se a vender. Tudo por ideologia e eleitoralismo. É criminoso.
 
https://eco.sapo.pt/2023/10/31/parpu...aign=destaques




Estes negócios não lembram a ninguém.
Reduzem o perdão da dívida, mas o Estado tem de injectar ainda mais dinheiro.

Bem que podem ir aumentando o IUC, que arranjam logo maneira de estoirar o dinheiro...

Portugal tem uma soberania muito limitada no contexto da UE por causa da sua profunda dependência.

A doação de uma empresa tecnologica como a EFACEC é provávelmente imposição externa.

Sendo assim, acabará nas mãos de um grande conglomerado industrial alemão num processo concentração de empresas dissimulado por entre operações financeiras meio nebulosas.
 
Quem vos ouve falar parece que o SEF funcionava que era uma maravilha....

A minha empresa tem muita malta vinda de fora. Simplifiquem pf que é o que se quer, já que não há cá gente, deixem entrar quem quer vir para a empresa.
Tudo malta com contratos, naturalmente.

salários mais baixos = não há cá gente LOL
 
Portugal tem uma soberania muito limitada no contexto da UE por causa da sua profunda dependência.

A doação de uma empresa tecnologica como a EFACEC é provávelmente imposição externa.

Sendo assim, acabará nas mãos de um grande conglomerado industrial alemão num processo concentração de empresas dissimulado por entre operações financeiras meio nebulosas.

Como assim?

A culpa deste crime foi dos alemães? [:)]

Do Costini e sua pandilha é que não foi, certo? isto é absolutamente criminoso, ainda termos de meter mais dinheiro neste cancro.

já não há palavras :sh)
 
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