Confirmo, em 2 prédios diferentes conto pelos dedos de uma mão de um serralheiro as boas administrações que tive.
Quanto a posição, não há... 50% do prédio está em alojamento local, uma parte considerável das frações foi comprada por pessoas que nunca vieram ao prédio e têm empresas a gerir. Essas empresas limitam-se a pagar e aprovar tudo. No limite há mais 2 frações que estão interessadas em mudar algo, em mais de 20
Entretanto verifica-se uma degradação das áreas comuns, que se estende a algumas frações, com zero ação por parte da administração.
O meu receio é convocar a assembleia e aparecer lá um "yes man" que vai ao prédio 1x/ano, aprova a continuidade e fica tudo igual...