Invasão Russa - Aviso post #35351

Carai! A Rússia tem 17 milhões de km² e quer mais território e recurso natural? [:D]

Quanto muito podias argumentar que tem interesse na Crimeia por ser uma saída importante para o mar Negro ( único porto de aguas quentes do país).

Sim.
 
A propaganda distrai.

O Vaticano não retifica nada, diz o seguinte : "O Papa retoma a imagem da bandeira branca proposta pelo entrevistador, para indicar a cessação das hostilidades, a trégua alcançada com a coragem da negociação. Seu desejo é de uma solução diplomática para uma paz justa e duradoura"

Pergunta de Lorenzo Buccella : Na Ucrânia, há aqueles que pedem coragem para se render, para mostrar a bandeira branca. Mas outros dizem que isso legitimaria o mais fortes. O que pensa sobre isso?

O Papa responde : É uma interpretação. Mas creio que é mais forte quem vê a situação, quem pensa nas pessoas, quem tem a coragem da bandeira branca, para negociar. E hoje se pode negociar com a ajuda das potências internacionais. A palavra negociar é uma palavra corajosa. Quando você vê que está derrotado, que as coisas não estão indo bem, precisa ter a coragem de negociar...

Não fica por aqui, também diz : 'Ao tempo em que renovo o meu mais profundo afeto pelo povo ucraniano martirizado e rezo por todos, em particular pelas inúmeras vítimas inocentes, peço que se encontre um pouco de humanidade que permita criar as condições para uma solução diplomática na busca de uma paz justa e duradoura'".


Só os patetas propagandistas é que acham que o Papa devia responder que era a favor da guerra [:D]

Acabas por dar razão a todos quantos se mostraram indignados com as declarações do papa.
"Quando você vê que está derrotado, que as coisas não estão indo bem, precisa ter a coragem de negociar..."

Não há como interpretar isto de outra forma.
O facto de terem sentido necessidade de tentar esclarecer o que foi dito é esclarecedor acerca da asneira que foi proferida, E como foi referido atrás, não foi a primeira vez que o papa fez declarações pouco positivas em relação à Ucrânia.

https://www.sabado.pt/mundo/detalhe...a-russia-agora-o-vaticano-teve-de-se-retratar


 
Carai! A Rússia tem 17 milhões de km² e quer mais território e recurso natural? [:D]

Quanto muito podias argumentar que tem interesse na Crimeia por ser uma saída importante para o mar Negro ( único porto de aguas quentes do país).

Óbvio que sim. Pareces desconhecer a ambição humana.
 
Acabas por dar razão a todos quantos se mostraram indignados com as declarações do papa.
"Quando você vê que está derrotado, que as coisas não estão indo bem, precisa ter a coragem de negociar..."

A pergunta, que os indignados convenientemente esqueceram, é " Na Ucrânia, há aqueles que pedem coragem para se render, para mostrar a bandeira branca...."

O Papa responde a esses, nada mais. O seu papel não é criar mártires. Isso é para Zelenskis, Tusks e etc.
 
Conclusão de um artigo de Viriato Soromenho Marques no DN que se enquadra bem no que tem vindo a ser aqui discutido, questão do contexto actual e da forma perfeitamente possível de se propor paz sem que isto signifique defender a Rússia.

Com todo o respeito, dedico aos indignados e ofendidos no seu intelecto:

https://www.dn.pt/4566471086/uma-per...igosa-amnesia/

"Hoje a rivalidade entre os EUA/NATO e a Rússia, ambas economias capitalistas, não é ideológica, mas transparentemente situada na esfera dos interesses, que podem ser alvo de negociação diplomática ou de ação bélica. A invasão russa da Ucrânia foi uma violação do Direito Internacional, sem dúvida, mas alimentada por décadas sucessivas de imposição unilateral de medidas hostis aos interesses confessados de Moscovo.

Agora que o Rubicão da guerra foi ultrapassado há apenas dois caminhos. O primeiro, como sempre tenho escrito, implica baixar a tensão, conseguir o calar das armas com as tréguas duradouras de uma paz imperfeita, tendo em vista a lição maior da Guerra Fria: com armas nucleares e outras de destruição maciça, a guerra não termina em vitória, mas em aniquilação mútua. A guerra entre gigantes nucleares deixou de ser um instrumento, para se transformar no principal inimigo da política. O segundo caminho, como parece estar a ser dominante no amnésico revisionismo estratégico do Ocidente, consiste em seguir em frente na preparação de uma guerra frontal com a Rússia, como se estivéssemos antes de 1945. Seria o caminho sem regresso rumo à maior carnificina da História Mundial. "

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Ao contrário do DonJuan, tu não respondeste à pergunta. Já sabemos que abominas a hipótese de um acordo de paz.

Mas então, sem acordo, na tua opinião, quais são os outros cenários realistas para acabar com o conflito ?
Qual foi no caso da guerra da Coreia?
Qual foi no Afeganistão?
 
Conclusão de um artigo de Viriato Soromenho Marques no DN que se enquadra bem no que tem vindo a ser aqui discutido, questão do contexto actual e da forma perfeitamente possível de se propor paz sem que isto signifique defender a Rússia.

Com todo o respeito, dedico aos indignados e ofendidos no seu intelecto:

https://www.dn.pt/4566471086/uma-per...igosa-amnesia/

"Hoje a rivalidade entre os EUA/NATO e a Rússia, ambas economias capitalistas, não é ideológica, mas transparentemente situada na esfera dos interesses, que podem ser alvo de negociação diplomática ou de ação bélica. A invasão russa da Ucrânia foi uma violação do Direito Internacional, sem dúvida, mas alimentada por décadas sucessivas de imposição unilateral de medidas hostis aos interesses confessados de Moscovo.

Agora que o Rubicão da guerra foi ultrapassado há apenas dois caminhos. O primeiro, como sempre tenho escrito, implica baixar a tensão, conseguir o calar das armas com as tréguas duradouras de uma paz imperfeita, tendo em vista a lição maior da Guerra Fria: com armas nucleares e outras de destruição maciça, a guerra não termina em vitória, mas em aniquilação mútua. A guerra entre gigantes nucleares deixou de ser um instrumento, para se transformar no principal inimigo da política. O segundo caminho, como parece estar a ser dominante no amnésico revisionismo estratégico do Ocidente, consiste em seguir em frente na preparação de uma guerra frontal com a Rússia, como se estivéssemos antes de 1945. Seria o caminho sem regresso rumo à maior carnificina da História Mundial. "

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Escolhes a dedo as citações

De grandes filósofos portugueses, neste caso

Gosto particularmente desta entrevista ao dito cujo, narrada pela inefável ana Sá Lopes

https://ionline.sapo.pt/artigo/4998...gre-podera-salvar-a-europa-?seccao=Portugal_i
 
Conclusão de um artigo de Viriato Soromenho Marques no DN que se enquadra bem no que tem vindo a ser aqui discutido, questão do contexto actual e da forma perfeitamente possível de se propor paz sem que isto signifique defender a Rússia.

Com todo o respeito, dedico aos indignados e ofendidos no seu intelecto:

https://www.dn.pt/4566471086/uma-per...igosa-amnesia/

"Hoje a rivalidade entre os EUA/NATO e a Rússia, ambas economias capitalistas, não é ideológica, mas transparentemente situada na esfera dos interesses, que podem ser alvo de negociação diplomática ou de ação bélica. A invasão russa da Ucrânia foi uma violação do Direito Internacional, sem dúvida, mas alimentada por décadas sucessivas de imposição unilateral de medidas hostis aos interesses confessados de Moscovo.

Agora que o Rubicão da guerra foi ultrapassado há apenas dois caminhos. O primeiro, como sempre tenho escrito, implica baixar a tensão, conseguir o calar das armas com as tréguas duradouras de uma paz imperfeita, tendo em vista a lição maior da Guerra Fria: com armas nucleares e outras de destruição maciça, a guerra não termina em vitória, mas em aniquilação mútua. A guerra entre gigantes nucleares deixou de ser um instrumento, para se transformar no principal inimigo da política. O segundo caminho, como parece estar a ser dominante no amnésico revisionismo estratégico do Ocidente, consiste em seguir em frente na preparação de uma guerra frontal com a Rússia, como se estivéssemos antes de 1945. Seria o caminho sem regresso rumo à maior carnificina da História Mundial. "

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Mais uma vez o discurso da esquerda de sempre…

Sim a mulher foi violada mas ela pôs-se a jeito…

A Rússia tem armas nucleares por isso temos de ter medo, temos de ter muito medo e fazer o que o Putin quer. Que por acaso é o discurso que nos vemos o Kremlin fazer, o ameaçar recorrente com as armas nucleares.

Querem ir com paninhos quentes enfrentar um ditador que não olhou a meios nem quis saber de consequências e está a executar a sua política imperialista e expansionista custe a quem custar. Veja-se o que aconteceu com a Alemanha de Merkel que achou que ir fazer negócio com os russos os colocaria a salvo de problemas quando foi exatamente o contrário, ficaram nas mãos da Rússia.

Se os ucranianos tivessem tido essa atitude branda tinham sido anexados com custos mínimos para a Rússia e Putin contava agora com a Ucrânia e ucranianos como carne para canhão para o seu passo seguinte.

Resumindo, não há pachorra.
 
Estamos a falar de alhos, coloco um artigo que é sobre alhos. Qual é o problema?[:D]

Temos que marcar um cafézinho para meter a conversa em dia.[;)]

A diferencia, mais uma vez, é que afirmas que és objectivo e metes só aqui factos

Depois vens com um artigo de um tipo desses e queres credibilidade 🤓
 
A diferencia, mais uma vez, é que afirmas que és objectivo e metes só aqui factos

Depois vens com um artigo de um tipo desses e queres credibilidade 🤓

Factos de quê? Isto é uma partilha de artigo. Nada de mais.

Nem sequer concordo com muitas coisas escritas nesse artigo mas acho a conclusão bem estruturada.

Mas em vez de se comentar o artigo, comentas o autor, comentas a minha ilustre pessoa, enfim tudo o que não tem nada a ver com o assunto.[:D]

Temos que marcar esse café já que te preocupas tanto comigo. [:p]




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“ Nem sequer concordo com muitas coisas escritas nesse artigo mas acho a conclusão bem estruturada.​”
Bem me parecia que nem tu podias acreditar em algumas das coisas que aqui deixas.[:D][:D][:D]
 
Carai! A Rússia tem 17 milhões de km² e quer mais território e recurso natural? [:D]

Quanto muito podias argumentar que tem interesse na Crimeia por ser uma saída importante para o mar Negro ( único porto de aguas quentes do país).

Já desde o inicio do conflito que se entende a lógica ruzza. É roubar o vizinho.

Neste caso e em parte nos territórios ocupados, a Ucrânia tem das maiores reservas mundiais de: Titânio, ferro, lítio e carvão.

É um território muito apetecível.
 
Factos de quê? Isto é uma partilha de artigo. Nada de mais.

Nem sequer concordo com muitas coisas escritas nesse artigo mas acho a conclusão bem estruturada.

Mas em vez de se comentar o artigo, comentas o autor, comentas a minha ilustre pessoa, enfim tudo o que não tem nada a ver com o assunto.[:D]

Temos que marcar esse café já que te preocupas tanto comigo. [:p]




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Apenas passo a citar, acho que te respondes a ti próprio:

"Conclusão de um artigo de Viriato Soromenho Marques no DN que se enquadra bem no que tem vindo a ser aqui discutido, questão do contexto actual e da forma perfeitamente possível de se propor paz sem que isto signifique defender a Rússia.

Com todo o respeito, dedico aos indignados e ofendidos no seu intelecto:​"

Escolhes um artigo de um filosofo que se encaixa na narrativa do acordo.

E deixas comentários depreciativos, claramente a "picar" quem discorde de ti.

Não, o acordo (que passe pela cedência de território soberano ucraniano) não é solução; já agora, podias comentar (se fores honesto), os exemplos históricos que citei aqui, vezes sem conta.
 
Já desde o inicio do conflito que se entende a lógica ruzza. É roubar o vizinho.

Neste caso e em parte nos territórios ocupados, a Ucrânia tem das maiores reservas mundiais de: Titânio, ferro, lítio e carvão.

É um território muito apetecível.

é lá agora... não vês que os ucranianos se identificam e querem pertencer à Mother Ruzzia, porque este regime image.png​é uma maravilha??
 
Já desde o inicio do conflito que se entende a lógica ruzza. É roubar o vizinho.

Neste caso e em parte nos territórios ocupados, a Ucrânia tem das maiores reservas mundiais de: Titânio, ferro, lítio e carvão.

É um território muito apetecível.

Não me parece. É claramente por razões de segurança sem esquecer fatores estratégico-económicos (Crimeia).

Tal como Cuba no passado ou Taiwan no presente, o território acaba por ser algo secundário. As grandes potencias nunca gostaram de misseis no quintal.

Fazendo uma analogia Yanukovick/Lukashenko , uma "espécie de Maidan" na Bielorrússia, seria tapete vermelho para Putin entrar e "desnazificar" em 3 dias [:D]
 
É claramente por razões de segurança sem esquecer fatores estratégico-económicos (Crimeia).

A rússia tem provavelmente o maior e mais letal arsenal nuclear do mundo. Sabendo-se isto, só um louco é que iria atacar a rússia, por isso, não vejo que esta invasão seja por questões de segurança da rússia.

Na minha opinião, as razões são outras: uma grande parte da população do Donbass/Crimeia era pró-russa e a rússia encarava estas regiões como "historicamente" russas. Depois de 2014 a divisão entre pró-ocidentais e pró-russos tornou-se um barril de pólvora, que foi impossível de apaziguar.

Os acordos de Minsk ainda foram uma tentativa de resolver o problema, mas ninguém os cumpriu.

Isto legitima a invasão? Claro que não, foi um ato ilegal e irreflectido, com repercussões que ainda estão por determinar.

Por muito má que fosse a situação, agora está muito pior. Esta invasão já matou centenas de milhar de pessoas, tudo por causa de jogos geo-políticos de um ditador.
 
A rússia tem provavelmente o maior e mais letal arsenal nuclear do mundo. Sabendo-se isto, só um louco é que iria atacar a rússia, por isso, não vejo que esta invasão seja por questões de segurança da rússia.

Na minha opinião, as razões são outras: uma grande parte da população do Donbass/Crimeia era pró-russa e a rússia encarava estas regiões como "historicamente" russas. Depois de 2014 a divisão entre pró-ocidentais e pró-russos tornou-se um barril de pólvora, que foi impossível de apaziguar.

Os acordos de Minsk ainda foram uma tentativa de resolver o problema, mas ninguém os cumpriu.

Isto legitima a invasão? Claro que não, foi um ato ilegal e irreflectido, com repercussões que ainda estão por determinar.

Por muito má que fosse a situação, agora está muito pior. Esta invasão já matou centenas de milhar de pessoas, tudo por causa de jogos geo-políticos de um ditador.

irreflectido?

Isso é que não foi... Pudin não contava era com a determinação e coragem do povo Ucraniano.
 
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