carloscolin
Well-known member
A Joana Mortagua no Now, diz que quer uma aposta em tecnicos de mediadores culturais para resolver os problemas de segurança.
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Não nos faças de parvos, é óbvio que uma pessoa com confiança politica (como é o caso), tem acesso directo a informação privilegiada, de múltiplos modos diferentes, a corrupção grassa :sh). é aqui se são formadas as bases dos partidos, e respectivas redes de influência de açambarcamento de voto.
Escolhe a caçarola que quiseres.
FDS! Os xuxas até a Santa Casa deixaram de tanga!
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) estima que os prejuízos tenham ultrapassado, em 2023, os 62,3 milhões de euros. Para este buraco, contribuíram os impactos negativos da revisão das contas de 2021 e 2022, que está a ser concluída, e dos investimentos na internacionalização da Santa Casa Global, em particular no Brasil.
https://www.cmjornal.pt/sociedade/d...om-buraco-de-623-milhoes-de-euros?ref=HP_OutrasNoticias3
"A raspadinha está a contribuir para a violência doméstica", afirma o responsável da OVAR, que deteta uma "dependência fortíssima" deste jogo.
"Temos uma dependência fortíssima em Portugal da raspadinha. Isso está a contribuir para a violência doméstica. Conheço reclusos que estão a cumprir penas por casos de violência doméstica originados pela falta de dinheiro no orçamento familiar, porque o vício da raspadinha retira dinheiro que faz falta para pagar a água, a luz, a prestação da casa, etc...", conta
"Andamos a promover a raspadinha, quando a raspadinha, hoje, é uma chaga social, tal como o são as chamadas de valor acrescentado dos programas televisivos”, alerta o presidente da OVAR.
Hoje em dia é mesmo fácil propagar desinformacao e enganar os "menos atentos"..
Valores correspondem a 3 anos, perfeitamente normais para prestacao de servicos do género.
Sempre serviou para animar os " menos atentos".
"(...) O presidente do CES explicou à Lusa que se apercebeu recentemente da gravidade das consequências do vício das raspadinhas porque foi alertado por profissionais do setor social e consultou alguns estudos sobre o tema.
Referiu, a propósito, que as raspadinhas representam 50% do total das receitas de lotarias e que as suas vendas têm vindo a crescer significativamente desde 2010, de acordo com um estudo realizado por Daniela Vilaverde e Pedro Morgado em março 2020.(...)"
Assis critica o Governo por procurar financiamento à custa do empobrecimento de quem é viciado
Não nos faças de parvos, é óbvio que uma pessoa com confiança politica (como é o caso), tem acesso directo a informação privilegiada, de múltiplos modos diferentes, a corrupção grassa :sh). é aqui se são formadas as bases dos partidos, e respectivas redes de influência de açambarcamento de voto.
Escolhe a caçarola que quiseres.
A Joana Mortagua no Now, diz que quer uma aposta em tecnicos de mediadores culturais para resolver os problemas de segurança.
Eu sou completamente contra as raspadinhas, mas essa correlação parece-me um bocado forçada.
Essas pessoas já têm que ter um "desiquilíbrio" qualquer (para não dizer outra coisa), se não fosse por causa das raspadinhas era porque o benfica perdeu ou outra mrd qualquer.
Mas repito, com isto não quero dizer que ache que as raspadinhas sejam uma boa coisa, muito pelo contrário.
a informação privilegiada que tiveste acesso.
Imobiliária, o velhinho saco azul das autarquias...
Em Braga não existe especulação imobiliária?, só percepções, especulações abusivas?
Este ainda nao descobriu o fosso que separa os ricos dos pobres.
Porque é que achas que as empresas vao lá fabricar?
A falência do hidrogénio verde (e outros negócios ruinosos em que os governantes apostam à nossa custa)
Cada vez mais projetos de hidrogénio “verde” em Portugal são abandonados pelos promotores, incluindo alguns que já tinham garantido subsídios de Bruxelas. O modelo de negócio revelou finalmente a sua insustentabilidade, mas os políticos e alguns grandes gestores ainda não desistiram dos sugadouros financeiros em que querem afundar o país.
...
Governo e promotores dos muitos projetos de hidrogénio verde em Portugal, incluindo os gestores das redes de transporte, chegaram agora a algumas simples conclusões, que nós já tínhamos antecipado há mais de 5 anos…
1 - Para produzir uma unidade de energia sob a forma de hidrogénio verde, é necessário gastar 1,6 unidades de outro tipo de energia, neste caso de eletricidade renovável; uma óbvia irracionalidade de destruição em vez de criação de valor económico!
2 – Um MWh de eletricidade produzido a gás natural custa 40 a 50 euros; O preço da energia equivalente em hidrogénio verde considerado justo pelos promotores é acima de cinco vezes mais!
Este sugadouro económico e financeiro foi inventado e promovido pelo governo anterior, de António Costa.
...
https://sicnoticias.pt/opiniao/2025...s-governantes-apostam-a-nossa-custa--bde121e5
Vota Leitoa para Lisboa!
Não lhe chamaria andar para trás, apenas corrigir um erro sendo que as populações não estão satisfeitas e lhes foi dada a oportunidade de corrigir esse erro.
Para os municípios não simplificou nada, as freguesias continuam a existir todas, só estão agregadas. A diferença é que havia um só presidente para as 3.
Eu não sou contra as agregações, pelo contrário, acho que fazem sentido nalguns casos, por exemplo centros urbanos, e onde as populações o queiram. (conheço várias que não se querem separar, conheço outras que andam em guerras politicas onde o presidente não quer separar e a oposição quer... isto é que não faz sentido)
Imobiliária, o velhinho saco azul das autarquias...
Em Braga não existe especulação imobiliária?, só percepções, especulações abusivas?
João Galamba sobre o hidrogénio: "Muitas vezes tem que entrar assim, a martelo"
"Não tenho dúvidas nenhumas de que o hidrogénio e os seus derivados serão o maior projeto industrial em Portugal desde o 25 de Abril", afirmou o secretário de Estado do Ambiente e da Energia, João Galamba
O secretário de Estado do Ambiente e da Energia, João Galamba, reafirmou esta quinta-feira no Parlamento a sua convicção na concretização dos investimentos no hidrogénio verde em Portugal. "Quem pôs o hidrogénio na agenda foi o Governo. E muitas vezes tem que entrar assim: a martelo", declarou Galamba aos deputados.
Ouvido no Parlamento no âmbito da discussão dos planos de investimento nas redes de transporte de eletricidade e de gás natural, o secretário de Estado do Ambiente e da Energia foi categórico sobre o potencial do hidrogénio. "Disse-o há dois anos e reafirmo-o. Não tenho dúvidas nenhumas de que o hidrogénio e os seus derivados serão o maior projeto industrial em Portugal desde o 25 de Abril", afirmou.
(...)
https://expresso.pt/economia/2022-0...vezes-tem-que-entrar-assim-a-martelo-299b4568