Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Não tem que ser proibida coisíssima nenhuma, tem é que ser fortemente limitada e não esta bandalheira.

Por isso é que no UK há tambem greves dos ferroviários, só que lá têm economia a sério e salários a sério.
Então aceitem a morte de pessoas. Porque eu como médico em banco de urgência e utente de serviços públicos de transportes, não meteria lá os pés.
 
Então aceitem a morte de pessoas. Porque eu como médico em banco de urgência e utente de serviços públicos de transportes, não meteria lá os pés.

Obtuso nao compliques. Existem serviços minimos, que têm de ser ajustados na saude para não comprometer a vida das pessoas. Pelo menos é esse o objectivo.

No caso dos transportes é 1 anedota porque ou nao ha serviços minimos ou....por vezes não são cumpridos na % exigida pelo CES.
 
Obtuso nao compliques. Existem serviços minimos, que têm de ser ajustados na saude para não comprometer a vida das pessoas. Pelo menos é esse o objectivo.

No caso dos transportes é 1 anedota porque ou nao ha serviços minimos ou....por vezes não são cumpridos na % exigida pelo CES.
Como é que se cumprem outros serviços essenciais sem transportes?

Eu faço home office. Na saúde a linha 24 vai resolver tudo à distância?

Complicar é querer a malta a andar de transportes públicos e depois o tapete ser puxado.

A greve nos serviços tem mesmo de ser limitada e em vários casos, proibida mesmo.
 
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Na última década, desde 2015, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) e, mais recentemente, o Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC) – devido ao cessar de funções da primeira entidade –, receberam a comunicação do arquivamento de 2.832 processos, relativos a eventuais crimes de corrupção e crimes conexos, nomeadamente peculato, prevaricação, abuso de poder, participação económica em negócio e outros crimes relacionados com o exercício de funções públicas. Concretizaram-se apenas 103 condenações, pouco mais de 3% do número de comunicações relativas a condenações, absolvições e arquivamentos, e apenas 19 absolvições, menos de 1% das comunicações analisadas. Ou seja, por cada 4 condenações, há mais de 100 processos que são arquivados.

O MENAC refere que este número de arquivamentos “está em linha com as tendências que se têm registado nas análises sobre este tipo de criminalidade, que se mostra de investigação particularmente complexa e difícil, decorrente sobretudo das competências de grande racionalidade e frieza associadas a quem geralmente pratica este tipo de crimes”.

Se nos restringirmos apenas a 2024, houve 504 comunicações judiciais de crimes de corrupção e crimes conexos, sendo que desse número 405 são despachos de arquivamento, 81 despachos de acusação, 16 acórdãos condenatórios e 2 acórdãos absolutórios. A corrupção corresponde a 34% destas comunicações, sendo as restantes relacionadas com crimes conexos. Mais de metade (52%) das comunicações de 2024 estão associadas à Administração Pública Local, 23% à Administração Pública Central, 12% a outros sob tutela pública e 2% à Administração Regional Autónoma. As entidades do setor privado estão associadas a apenas 11% das comunicações de crimes de corrupção e crimes conexos.

Um dos principais problemas da justiça portuguesa é a morosidade na resolução de alguns processos, que o MENAC associa à complexidade dos mesmos. Em 2024, houve o despacho de arquivamento de um processo (encerramento de inquérito) que corria há 12 anos. Um despacho de acusação demorou 10 anos a ser emitido.​




para quem não tem noção do tamanho real da cleptocracia tuga.

e curiosamente (ou não) 89% dos processos de corrupção são no Estado e apenas 11% no privado.


cada vez mais alinhados com os PALOPs.​
 
Como é que se cumprem outros serviços essenciais sem transportes?

Eu faço home office. Na saúde a linha 24 vai resolver tudo à distância?

Complicar é querer a malta a andar de transportes públicos e depois o tapete ser puxado.

A greve nos serviços tem mesmo de ser limitada e em vários casos, proibida mesmo.

Tas a ver o problema? SEM transportes. Eu nao defendo nada disso.

greves mt mais limitadas em numero e % de serviço afectada. Nao acho que seja o melhor protesto mas respeito opinioes diferentes.

A saude nao é so urgencias ou sequer consultas com alguma urgencia, nunca qq greve na saude pode colocar em causa riscos para os utentes.

E sim há greves na saude sem causar riscos, se tem de ser revista a lei, etc, tudo OK mas nao vale a pena dizeres que todo o tipo de greve causa mortes que isso passa a ser vdd.
 
Tas a ver o problema? SEM transportes. Eu nao defendo nada disso.

greves mt mais limitadas em numero e % de serviço afectada. Nao acho que seja o melhor protesto mas respeito opinioes diferentes.

A saude nao é so urgencias ou sequer consultas com alguma urgencia, nunca qq greve na saude pode colocar em causa riscos para os utentes.

E sim há greves na saude sem causar riscos, se tem de ser revista a lei, etc, tudo OK mas nao vale a pena dizeres que todo o tipo de greve causa mortes que isso passa a ser vdd.

Com uma greve nos transportes, podes estar a colocar em causa que uma pessoa se desloque a uma consulta onde, eventualmente, poderia detetar uma doença mais cedo.

Há setores onde a greve não prejudica a liberdade de terceiros.

Nos transportes essenciais, saúde, educação e segurança, não faz sentido.
 
Com uma greve nos transportes, podes estar a colocar em causa que uma pessoa se desloque a uma consulta onde, eventualmente, poderia detetar uma doença mais cedo.

Há setores onde a greve não prejudica a liberdade de terceiros.

Nos transportes essenciais, saúde, educação e segurança, não faz sentido.

Eu sempre achei a greve uma forma péssima de manifestar desagrado, desde logo porque prejudica quem nao tem culpa de nada.
Mas proibir acho mt radical. E a ideia seria no máx a pessoa nao ter transporte as 9h mas ter as 11, nada da aberraçao de estar 1 dia sem qq transporte, ou vários dias....

E com uma limitaçao mt forte o risco é minimo ou nulo, se nao, tambem nao se faziam manifestaçoes a cortar avenidas e a entupir transito e a causar atraso em ambulancia por ex, se quisermos ir por aí, nunca mais acabam os argumentos.
 
A luz está à vossa frente e não a querem ver[:p].

Nós não vivemos numa coreia do norte para andar a proibir a liberdade de alguém poder estar incomodado e fazer greve.
Está incomodado, quer fazer greve que faça.

A solução está na liberdade e responsabilidade individual. O problema das greves só se coloca exclusivamente no sector público, não há empresa privada, mesmo prestadora de serviços públicos que tenha problemas com greves.
 
A greve faz todo o sentido. Faz sentido definir limites da greve? Para mim faz, todo o sentido e deve ser analisado caso a caso. (por quem não faço ideia) Quando as consequências vão muito para além do esperado, e afetam o país numa dimensão que põe em causa o seu funcionamento normal. Aconteceu com os combustíveis, pode acontecer num aeroporto e pode acontecer nos transportes públicos por exemplo.
Basicamente é quando o limite passa da greve para o terrorismo social.
 
A greve faz todo o sentido. Faz sentido definir limites da greve? Para mim faz, todo o sentido e deve ser analisado caso a caso. (por quem não faço ideia) Quando as consequências vão muito para além do esperado, e afetam o país numa dimensão que põe em causa o seu funcionamento normal. Aconteceu com os combustíveis, pode acontecer num aeroporto e pode acontecer nos transportes públicos por exemplo.
Basicamente é quando o limite passa da greve para o terrorismo social.

Claro que é isso que acontece cá.
Exceptuando as forças de segurança que não defendo a privatização, devem estar arredadas de fazer "terrorismo social". Todas os outras bastaria submetê-los às regras do privado, o "terrorismo social" acabava em menos de nada.
 
Claro que é isso que acontece cá.
Exceptuando as forças de segurança que não defendo a privatização, devem estar arredadas de fazer "terrorismo social". Todas os outras bastaria submetê-los às regras do privado, o "terrorismo social" acabava em menos de nada.

Que regras do privado são essas?

Que eu saiba, o direito à greve até é ligeiramente maior no privado. Não há obrigação de serviço mínimo.

Quem quer fazer: faz.
 
Que eu saiba, o direito à greve até é ligeiramente maior no privado


Fonix!...
Andas às voltas às voltas há uma data de posts, a tentar sustentação numa parede de algodão![:)][:p]

O âmbito é direito, ou é o facto?

A greves no privado (quando raramente existem) são um problema para os Portugueses?
 
Última edição:
Que regras do privado são essas?

Que eu saiba, o direito à greve até é ligeiramente maior no privado. Não há obrigação de serviço mínimo.

Quem quer fazer: faz.

O direito à greve é igual para ambos.

Serviços mínimos é coisa de imposta "por certos abrileiros" para ficarem bem vistos. [:p]
 
Fonix!...
Andas às voltas às voltas há uma data de posts, a tentar sustentação numa parede de algodão![:)][:p]

O âmbito é direito, ou é o facto?

A greves no privado (quando raramente existem) são um problema para os Portugueses

Eu só estou a dizer que o direito à greve é transversal.

Não há uma regra mais apertada no privado que demova trabalhdor a do privado a fazer greve porque está no privado.

Se houvesse uma lei da greve menos permisssiva para os trabalhadores todos ( incluíndo os da esfera do estado), certamente haveria menos greves.

Os problemas causados pelas greves dos FP e funcionários de empresas públicas existem por causa da Lei. Não é por ser ou deixar de ser estado.

As regras são as mesmas.
 
Eu só estou a dizer que o direito à greve é transversal.

Não há uma regra mais apertada no privado que demova trabalhdor a do privado a fazer greve porque está no privado.

Se houvesse uma lei da greve menos permisssiva para os trabalhadores todos ( incluíndo os da esfera do estado), certamente haveria menos greves.

Os problemas causados pelas greves dos FP e funcionários de empresas públicas existem por causa da Lei. Não é por ser ou deixar de ser estado.

As regras são as mesmas.

Pois não. E porquê?

A sério que precisas que te explique o porquê!

Porque no privado não há contribuintes para cobrir os prejuízos (salvo raras exceções).
 
A sério que precisas que te explique o porquê!

Porque no privado não há contribuintes para cobrir os prejuízos (salvo raras exceções).

Pois admito que sim, mas fiquei sem saber qual é a regra do privado que demove os trabalhadores de fazerem greve? Disseste que se deveriam aplicar regras do privado mas não sabemos quais.
 
Eu só estou a dizer que o direito à greve é transversal.

Não há uma regra mais apertada no privado que demova trabalhdor a do privado a fazer greve porque está no privado.

Se houvesse uma lei da greve menos permisssiva para os trabalhadores todos ( incluíndo os da esfera do estado), certamente haveria menos greves.

Os problemas causados pelas greves dos FP e funcionários de empresas públicas existem por causa da Lei. Não é por ser ou deixar de ser estado.

As regras são as mesmas.



É aqui que discordamos.

Não é a lei da greve o problema. O problema é (e sempre foi) a falta de tom@tes quer dos cidadãos quer dos sucessivos governos para responsabilizar de forma inequivoca e exemplar todos os que fazem greves ideológicas, selvagens, sem serviços minimos, sabendo antecipadamente que nada lhes acontece.

No privado a lei é a mesma, as consequências é que seriam outras e inevitáveis.
 
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