Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

para quem não tem noção do tamanho real da cleptocracia tuga.

e curiosamente (ou não) 89% dos processos de corrupção são no Estado e apenas 11% no privado.


cada vez mais alinhados com os PALOPs.​

Tendo em conta o que foste escrevendo cada vez mais vais ter desses que não queres. Sabes porquê? Quem é competente não está para aturar topolinos, turbos nem sequer Ccorreia que tratam tudo e todos como corruptos... Mas curiosamente são sempre os outros, eu não sei com quem convivem no dia a dia, mas faz-me confusão essas generalizações.

Percepções, generalizações, essa Lei dos Solos, essas desagregações de juntas locais, que favorecem essas percepções de corrupção ao eleitorado infantilizado português, como se as pessoas fossem estúpidas.

A credibilidade destes acólitos políticos que por aqui pululam é zero.
 
Pois admito que sim, mas fiquei sem saber qual é a regra do privado que demove os trabalhadores de fazerem greve? Disseste que se deveriam aplicar regras do privado mas não sabemos quais.

Já percebi onde queres chegar. Pensei que depois de tantos posts sucessivos sobre o assunto tinhas percebido que me estava a referir às regras no sentido metafísico da coisa! Até porque já escrevi aqui que nem sequer sou a favor do fim das greves ou algo do parecido. Liberdade e responsabilidade, quem quer fazer greve faz. E também já escrevi que o "mindset" era moldável, porque quando os trabalhadores públicos passam a ser trabalhadores do privado e respondem às regras "" de trabalhares do privado, deixam de fazer greves (e não é porque estejam proibidos).
 
Mais de metade (52%) das comunicações de 2024 estão associadas à Administração Pública Local, 23% à Administração Pública Central, 12% a outros sob tutela pública e 2% à Administração Regional Autónoma. As entidades do setor privado estão associadas a apenas 11% das comunicações de crimes de corrupção e crimes conexos.

Essas generalizações absurdas, há quem escreva que a corrupção não grassa no país, é chocante esses valores apontados á Administração Pública Local, como se denominam essas representações do Estado?

Pois é...
 
Já percebi onde queres chegar. Pensei que depois de tantos posts sucessivos sobre o assunto tinhas percebido que me estava a referir às regras no sentido metafísico da coisa! Até porque já escrevi aqui que nem sequer sou a favor do fim das greves ou algo do parecido. Liberdade e responsabilidade, quem quer fazer greve faz. E também já escrevi que o "mindset" era moldável, porque quando os trabalhadores públicos passam a ser trabalhadores do privado e respondem às regras "" de trabalhares do privado, deixam de fazer greves (e não é porque estejam proibidos).


Agora percebi. Está aqui a perder tempo a debater aspectos legais e regulamentares do sistema tuga mas, na realidade, o tema é mais metafísico e subjectivo.

Está certo.[:D] Tinha-me esquecido que isto era um tasco.

Estou a perder o espírito da coisa.
 
Agora percebi. Está aqui a perder tempo a debater aspectos legais e regulamentares do sistema tuga mas, na realidade, o tema é mais metafísico e subjectivo.

Está certo.[:D] Tinha-me esquecido que isto era um tasco.

Estou a perder o espírito da coisa.

Obviamente, estavas à espera que a diferença entre o terrorismo social do público e o não problema com greves do privado fosse obra e graça do espirito santo!
Poupa-me à ingenuidade.
 
Agora percebi. Está aqui a perder tempo a debater aspectos legais e regulamentares do sistema tuga mas, na realidade, o tema é mais metafísico e subjectivo.

Está certo.[:D] Tinha-me esquecido que isto era um tasco.

Estou a perder o espírito da coisa.

Estás a discutir com o Tico ou o Teco (ou ambos) do Sameiro. Não adianta. [:D][;)]
 
A regra do privado, assim de forma crua e nua, é que se a empresa der prejuízo, os trabalhadores perdem o emprego.

Sim mas então porque é que não querias fechar a CP como eu propuz ontém? (Se até tem contabilidade organizada e se pode demonstrar a insolvencia.)

Queres aplicar as regras do privado mas no único exemplo aqui falado (da CP), não concordaste em dar-lhe o destino que se dá às empresas privadas na mesma situação financeira.

Não me venhas dizer que é porque se trata de um serviço público. [:)]
 
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Agora percebi. Está aqui a perder tempo a debater aspectos legais e regulamentares do sistema tuga mas, na realidade, o tema é mais metafísico e subjectivo.

Está certo.[:D] Tinha-me esquecido que isto era um tasco.

Estou a perder o espírito da coisa.



o problema de fundo é que há um desequilíbrio enorme de forças no Estado em relação aos sindicatos e às acções sindicais.

no privado há equilíbrio, porque um trabalhador/sindicato tem sempre de garantir que excesso de greves não causa a falência da empresa e o seu próprio despedimento colectivo. Por isso, é no interesse do trabalhador exercer moderação, bom senso, e um equilíbrio que respeita o direito à greve mas evita o seu abuso.

no Estado, vale tudo. Como é impossível o Estado falir, no limite os trabalhadores poderão estar continuamente em greve, prejudicando os seus clientes (contribuintes) que têm de continuar a pagar o serviço sem terem outras opções.

por outro lado, como o Estado é gerido por políticos, o seu principal interesse são votos e não é qualidade do serviço (no privado, o principal interesse dos gestores é a qualidade do serviço porque maximiza os lucros e a capitalização bolsista). Assim, como os próprios funcionários são também eleitores, os gestores do Estado permitirão sempre os maiores abusos sindicais para continuar a garantir os votos dos próprios trabalhadores.


é um sistema completamente viciado que assenta em "regras" diferentes.
 
Sim mas então porque é que não querias fechar a CP como eu propuz ontém? (Se até tem contabilidade organizada e se pode demonstrar a insolvencia.)

Queres aplicar as regras do privado mas no único exemplo aqui falado (da CP), não o concordaste em dar-lhe o destino que se dá às empresa privadas na mesma situação financeira..

Não me venhas dizer que é porque se trata de um serviço público. [:)]

Tu propuseste manter a CP na esfera pública, até nem te importavas em que te apelidassem de socialista. Depois ponderaste desmantelar e vender os ativos. Depois voltaste à esfera pública. Depois empancaste com as greves porque não queres admitir que uma CP privada não teria problemas com greves, Depois não "aceitaste" que se vendesse o negócio porque iria ser vendido a amigos, depois.., depois
Andas em círculos.

Para se aplicar as regras do privado à CP é preciso primeiro que ela seja privada! [:cool:] Que é o que estão a dizer (porque não sou só eu) há 50 posts e tu decidiste fazer birra porque ninguém alinhou com os teus devaneios socialistas.

Eu até já te disse que ideologicamente é legitimo defenderes que queres a empresa pública, não é boa ideia como demonstra a realidade, mas é legitimo. Agora, as greves vão continuar a acontecer nesse caso e só há uma maneira democrática de as terminar, que foi todo o cerne da discussão. Privatizar a CP e as greves terminam.
 
o problema de fundo é que há um desequilíbrio enorme de forças no Estado em relação aos sindicatos e às acções sindicais.

no privado há equilíbrio, porque um trabalhador/sindicato tem sempre de garantir que excesso de greves não causa a falência da empresa e o seu próprio despedimento colectivo. Por isso, é no interesse do trabalhador exercer moderação, bom senso, e um equilíbrio que respeita o direito à greve mas evita o seu abuso.

no Estado, vale tudo. Como é impossível o Estado falir, no limite os trabalhadores poderão estar continuamente em greve, prejudicando os seus clientes (contribuintes) que têm de continuar a pagar o serviço sem terem outras opções.

por outro lado, como o Estado é gerido por políticos, o seu principal interesse são votos e não é qualidade do serviço (no privado, o principal interesse dos gestores é a qualidade do serviço porque maximiza os lucros e a capitalização bolsista). Assim, como os próprios funcionários são também eleitores, os gestores do Estado permitirão sempre os maiores abusos sindicais para continuar a garantir os votos dos próprios trabalhadores.


é um sistema completamente viciado que assenta em "regras" diferentes.

SOREFAME. Não digo mais nada. [:D]
 
o problema de fundo é que há um desequilíbrio enorme de forças no Estado em relação aos sindicatos e às acções sindicais.

no privado há equilíbrio, porque um trabalhador/sindicato tem sempre de garantir que excesso de greves não causa a falência da empresa e o seu próprio despedimento colectivo. Por isso, é no interesse do trabalhador exercer moderação, bom senso, e um equilíbrio que respeita o direito à greve mas evita o seu abuso.

no Estado, vale tudo. Como é impossível o Estado falir, no limite os trabalhadores poderão estar continuamente em greve, prejudicando os seus clientes (contribuintes) que têm de continuar a pagar o serviço sem terem outras opções.

por outro lado, como o Estado é gerido por políticos, o seu principal interesse são votos e não é qualidade do serviço (no privado, o principal interesse dos gestores é a qualidade do serviço porque maximiza os lucros e a capitalização bolsista). Assim, como os próprios funcionários são também eleitores, os gestores do Estado permitirão sempre os maiores abusos sindicais para continuar a garantir os votos dos próprios trabalhadores.


é um sistema completamente viciado que assenta em "regras" diferentes.

Não lhe chames é regras metafisicas[:cool:].
 
a única diferença é que o BE é mais honesto, e diz claramente ao que vem.

já o Livre - embora tão perigoso como o BE - vive da dissimulação, da sonsice e manhosice do Rui Tavares.

não esquecer que foi ele que se lembrou de colocar à frente do partido uma mulher, negra e gaga só por motivos eleitoralistas, e que tão depressa como a meteu lá, tão depressa a despachou e escorraçou, mal percebeu que a criatura não era controlável pelo criador.

Viu-se mesmo agora, quer o Presidente da República, quer os restantes partidos estiveram correctos com a questão de saúde do líder populista, esse acima veio destilar azia e fez discurso politico estupidificado, :sh)

Há mínimos de educação, e caem sempre bem nas opiniões e percepções formadas das pessoas anónimas, que votam.
 
Gastos com pessoal na CP disparam 76,2% desde 2016

O custo com pessoal na empresa pública que opera os comboios tem vindo a subir e só desde há três exercícios é que registou lucros. Mesmo assim, esse resultado positivo resultou de transferências do Estado por conta do pagamento de serviço público e pelo saneamento da dívida. Número de comboios suprimidos quase triplicou entre 2022 e 2023.

https://www.dn.pt/edicao-impressa/gastos-com-pessoal-na-cp-disparam-762-desde-2016​



viva a festa pública !!!!
 
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