Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Reduzir gastos na saúde é demagogia, vai aumentar todos os anos com o envelhecimento da população, preço de medicamentos, reagentes, material hospitalar, vindo do estrangeiro.

"acabar com os tarefeiros e fazer contratos com médicos locais" !!!

Voltar as 40h, o que isso poupa, gastas depois mais em pessoas a abandonar o SNS.

O problema é falta de pessoas que trabalham, esses estamos sobrecarregados de horas extras, noites e fins de semana seguidos a trabalhar para aquilo não fechar.

Falar em contratar mais médicos para INEM é fácil mas não basta ir ao IEFP e contratar.

Aumentar as ULS por si só não resolve nada.

Unidades de Cuidados Continuados continuam a não existir.

Ai pah , és 1 desmancha prazeres !!!!!
 
Vão ler o programa da IL, as soluções para a saúde e educação estão todas lá. Claro que teríamos que mudar um paradigma que está enraizado até à ponta dos cabelos nos tugas e mete medo.
 
Reduzir gastos na saúde é demagogia, vai aumentar todos os anos com o envelhecimento da população, preço de medicamentos, reagentes, material hospitalar, vindo do estrangeiro.
"acabar com os tarefeiros e fazer contratos com médicos locais" !!!
Voltar as 40h, o que isso poupa, gastas depois mais em pessoas a abandonar o SNS.
O problema é falta de pessoas que trabalham, esses estamos sobrecarregados de horas extras, noites e fins de semana seguidos a trabalhar para aquilo não fechar.
Falar em contratar mais médicos para INEM é fácil mas não basta ir ao IEFP e contratar.
Aumentar as ULS por si só não resolve nada.
Unidades de Cuidados Continuados continuam a não existir.

Adicionar aí também o aumento na procura destes serviços que houve nos últimos anos
pessoal quando fala da imigração parece que só gosta de falar da criminalidade, mas não se resume a isso
todos os serviços públicos, numero de veículos nas estradas, etc etc
a imigração fez aumentar consideravelmente o numero de utilizadores

no Porto,
em 2020 as consultas médicas não chegaram às 740 mil e urgências foram pouco mais de 200 mil
em 2024 as consultas médicas atingiram os 940 mil e urgências 265 mil
(dados do relatório do s. João)
 
Só no S. João ?!?! no SNS, é muito grave e todos sabemos qual a razão desses números.

Além dos nascimentos de novos portugueses que vamos registando, que sabemos que só cá estão na semana do nascimento..... e depois aparecem mães portuguesas a queixarem-se.


Nunca vi nas notícias mães estrangeiras a queixarem-se do fecho das urgências obstetricias.....
 
Adicionar aí também o aumento na procura destes serviços que houve nos últimos anos
pessoal quando fala da imigração parece que só gosta de falar da criminalidade, mas não se resume a isso
todos os serviços públicos, numero de veículos nas estradas, etc etc
a imigração fez aumentar consideravelmente o numero de utilizadores

no Porto,
em 2020 as consultas médicas não chegaram às 740 mil e urgências foram pouco mais de 200 mil
em 2024 as consultas médicas atingiram os 940 mil e urgências 265 mil

(dados do relatório do s. João)

comparar dados de época de pandemia também não é lógico, é prática já universal em variadíssimas estatísticas esquecer os anos de covid.
 
ok, pré pandemia:

2017:
- 740 mil consultas
- 259 mil urgências

2018:
- 756 mil consultas
- 255 mil urgências

2019:
- 773 mil consultas
- 260 mil urgências
 
Existem pequenas coisas que se pode resolver, dando as ferramentas para as Administrações Hospitalares resolverem, um exemplo: num dos fins de semana de Abril estava todas as urgências na zona de Setúbal fechadas, existia 1 Hospital com 2 médicos mas faltava 1 para fazer a equipa de 3, mínimo exigido, seria benéfico contratar 1 medico para completar a equipa mesmo tendo que pagar mais.

Em relação as Maternidades a maior parte dos dias, 50% dos partos são pessoas não Portuguesas e muitas que não vivem em Portugal, é preciso taxar de forma eficaz aos pessoas estrangeiras que se deslocam cá apenas por existirem partos a borla.

Isto tem atualmente um forte impacto, temos de ter médicos e enfermeiros para assistir a borla todos os que queiram vir nascer por cá?
 
essa teoria a desculpar a falha do SNS e culpar os nascimentos de estrangeiros mesmo que via do apelidado turismo médico cai por terra quando olhamos para os dados e percebemos que até 2010 havia mais de 100k nascimentos, houve uma quebra grande em 2013 para 82k e dai para a frente foi sempre a rondar os 86k até quebrar novamente em época de covid, desde ai até agora recuperou para valores perto dos 84k sendo o pico máximo em 2023 com 85k.
como é que culpam mais nascimentos independentemente da origem materna quando os serviços lidavam com bem mais natalidade do que nestes últimos anos.
 
Independentemente das cores politicas, como se melhora a saúde sem ter médicos, as últimas 2 décadas contrataram foi milhares de administradores hospitalares para controlar a informação, task forces socialistas, médicos e enfermeiros não se contrata, 1 medico especialista demora 12 anos a formar, o sistema foi atrofiado pelo Centeno e OM, formam-se 2000 médicos as vagas especialidade são só 1100, depois estão 3 a 4 meses para os contratar (em que procuram outras soluções), o objetivo não é reter todos os médicos há mais de 1 década.

As ULS do Fernando Araújo até a data são um embuste, apenas mais uma forma de reduzir serviços a população.

A Educação é fácil, mais uma vez como se faz isso se não existem professores para contratar?

Com organização. Nem é preciso inventar. Podem ir copiar aos hospitais privados.
 
essa teoria a desculpar a falha do SNS e culpar os nascimentos de estrangeiros mesmo que via do apelidado turismo médico cai por terra quando olhamos para os dados e percebemos que até 2010 havia mais de 100k nascimentos, houve uma quebra grande em 2013 para 82k e dai para a frente foi sempre a rondar os 86k até quebrar novamente em época de covid, desde ai até agora recuperou para valores perto dos 84k sendo o pico máximo em 2023 com 85k.
como é que culpam mais nascimentos independentemente da origem materna quando os serviços lidavam com bem mais natalidade do que nestes últimos anos.


Não sei dados a nível nacional até podes ter razão, o que te posso dizer foi que no meu ano de Internato passei pela Maternidade de Aveiro, existiam muitos dias de 60% dos partos ser estrangeiros e que por lá todos até já consideravam normal, também sei que em Coimbra nos últimos anos aumentou o numero de partos nas 2 Maternidades, o que até levanta outra questão, pois o A. Costa tinha prometido 1 Maternidade nova para substituir as 2 existentes e agora precisa das 2 !
 
Com organização. Nem é preciso inventar. Podem ir copiar aos hospitais privados.


Mas qual organização, se quiserem fazer as escalas de serviço cumprindo a lei ou seja sem exceder o numero máximo de horas extras por médico/ano, tens metade do ano sem médicos para fazer os fins de semana.

A falta de médicos no SNS tem 30 anos e só vai agravar pois cada vez formam menos especialistas quando matematicamente devíamos estar a formar muitos durante 1 década porque isso só se reflete 5 a 6 anos depois, a capacidade do sistema para formar novos especialistas é limitada.
 
Mas qual organização, se quiserem fazer as escalas de serviço cumprindo a lei ou seja sem exceder o numero máximo de horas extras por médico/ano, tens metade do ano sem médicos para fazer os fins de semana.

A falta de médicos no SNS tem 30 anos e só vai agravar pois cada vez formam menos especialistas quando matematicamente devíamos estar a formar muitos durante 1 década porque isso só se reflete 5 a 6 anos depois, a capacidade do sistema para formar novos especialistas é limitada.

Rentabilizar os medicos existentes retirando-lhes tarefas administrativas.

Reorganizar sistema de consultas. Quantidade de utentes que faltam a consultas marcadas é bastante superior ao do privado.
 
Rentabilizar os medicos existentes retirando-lhes tarefas administrativas.

Reorganizar sistema de consultas. Quantidade de utentes que faltam a consultas marcadas é bastante superior ao do privado.

Isso pode trazer bons resultados nos Centros de Saúde em medicina familiar.

Nos Hospitais isso não resolve os graves problemas que existem.
 
ok, pré pandemia:

2017:
- 740 mil consultas
- 259 mil urgências

2018:
- 756 mil consultas
- 255 mil urgências

2019:
- 773 mil consultas
- 260 mil urgências

Achas que esse aumento de numeros se deve ao acréscimo de estrangeiros ou ao aumento de capacidade de resposta geral até de listas de espera para primeira consulta?
https://www.rtp.pt/noticias/pais/ho...nseguiu-diminuir-os-tempos-de-espera_v1539862
essas estatisticas que acedestes não têm os tais dados de tempos de espera para consultas?
consegues partilhar?
 
Não sei dados a nível nacional até podes ter razão, o que te posso dizer foi que no meu ano de Internato passei pela Maternidade de Aveiro, existiam muitos dias de 60% dos partos ser estrangeiros e que por lá todos até já consideravam normal, também sei que em Coimbra nos últimos anos aumentou o numero de partos nas 2 Maternidades, o que até levanta outra questão, pois o A. Costa tinha prometido 1 Maternidade nova para substituir as 2 existentes e agora precisa das 2 !

As estatisticas gerais falam em menos de 25% de parturientes estrangeiras, dentro desse valor não consigo avaliar quantas são as que descontam e usufruem legalmente.

Somamos o facto de cada vez mais haver parturientes (entre outros utilizadores) a recorrer ao privado especialmente nos grandes meios urbanos.

no fundo acho que acaba por remeter um pouco para a opinião de cada um de nós sobre a visão de um sistema de saude privado, misto ou gratuito.

Curiosamente uma jovem familiar que até está para parir alterou o seu discurso mais social sobre a maternidade para algo mais radical desde que adquiriu seguro que comicamente é ADSE, parte engraçada só pode parir naquele hospital com a medica que aderiu ao acordo senão paga tudo do bolso[:D][:D][:D]
 
A solução mais viável para mimseria adotar um sistema misto público-privado, devidamente regulado, como já acontece noutros países da Europa.

Neste modelo:
  • Clínicas e hospitais privados funcionam com regras claras e preços tabelados.
  • O cidadão paga a consulta, mas depois recebe reembolso automático de parte do valor.
  • Quem quiser, pode ter um seguro complementar para cobrir a diferença.
  • O Estado continua a garantir o acesso universal à saúde, focando-se nos casos mais complexos e nas populações mais vulneráveis.
Isto permite:
  • Reduzir listas de espera no SNS;
  • Melhorar a qualidade dos serviços;
  • Atrair mais profissionais de saúde;
  • E dar mais opções às pessoas, sem perder o espírito do SNS.
Não se trata de privatizar a saúde, mas sim de torná-la mais eficiente, justa e sustentável.
Precisamos de um sistema que funcione para todos, e isso só é possível se unirmos o melhor do público com o melhor do privado.

A saúde é um negócio LAMENTO !!!

Quer a gente goste ou não, tudo na saúde tem custos: médicos, enfermeiros, clínicas, exames, máquinas, medicamentos. Nada disso funciona sem dinheiro.
Por isso, sim a saúde também precisa ser rentável para continuar a existir.


Não se trata de privatizar tudo, mas de usar o bom senso:
Juntar o que o público tem de bom com o que o privado faz bem.
No fim, o que importa é que as pessoas sejam bem tratadas, no tempo certo, sem ficarem meses à espera por uma consulta ou exame
Além de dar um impulso à economia do país e aliviarem encargos ao Estado


 
Rentabilizar os medicos existentes retirando-lhes tarefas administrativas.

Reorganizar sistema de consultas. Quantidade de utentes que faltam a consultas marcadas é bastante superior ao do privado.

Quais são as tarefas administrativas de um médico no centro de saude ou mesmo hospital comparativamente ao privado?

obvio que não vejo nem sei tudo, usufruo de ambos e o maximo de administrativo que vejo de ambos é passar receitas e meter dados tecnicos nas fichas de paciente.

Não imagino alguem com menos competência a fazer isso e muito menos a contratar mais funcionarios publicos para tal função......ou é para fazer mais choro sobre o numero de FP?
 
As mudanças, os mercados, a economia global e como tudo isso afeta o nosso dia a dia.

Na minha opinião, devia ser obrigatório ensinar economia e finanças pessoais nas escolas portuguesas.
Infelizmente, muita gente não sabe gerir dinheiro, não entende impostos, créditos, investimentos ou até como funciona o sistema económico.

Estamos a entrar numa revolução, o mundo está a avançar mais rápido do que nunca.
Por isso, devíamos ter uma disciplina específica para preparar os jovens e mantê-los com o pé à frente neste novo mundo que se avizinha.

Muitas vezes, parece que não há consciência das consequências das escolhas que fazemos como cidadãos, seja ao votar, consumir ou trabalhar.
Até um pedreiro, um empregado de loja ou qualquer trabalhador devia ter noções básicas de economia e finanças.

Não é uma questão de classe social ou escolaridade , é educação cívica e financeira para todos.
Com mais informação, as pessoas fariam escolhas melhores, saberiam adaptar-se às mudanças e não ficariam tão dependentes de promessas políticas.

O mundo está a mudar rapidamente.
Se não dermos ferramentas às pessoas para perceberem o que está a acontecer, vamos continuar presos num ciclo de desinformação e frustração.
 
Voltar
Superior