1 - Não é verdade. Já ouve outras alturas onde um casal dava um ordenado para pagar renda de uma casa.
2 - Curiosamente ignoras um intervalo de tempo grande de 40 anos mas escolhes um intervalo de tempo que apanha o auge da crise do imobiliário e crise das dívidas e posteriormente desaparecimento de toda a indústria de construção e redução acentuadíssima do número de construção nova, algo que convenientemente descartas e focas-te nas desigualdades.
3 - Aqui, vou concordar contigo. Não existe problema de oferta de casas, é parar a construção e já, que o problema se irá resolver com redução das desigualdades.[

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Como se reduzem as desigualdades, as casas magicamente mudam de mãos para quem passa a ganhar mais rendimento, mantendo o mesmo stock de casas.
É preciso colocar aqui os gráficos do número de construção novas nos últimos 50 anos?
Se tem de ser, tem de ser.
E já agora para o mundo é todo igual.
Não fui eu que tentei correlacionar desigualdade com aumento do preço das casas. Tens de o demonstrar.
Em Portugal curiosamente diminuíram as desigualdades a 30 anos lentamente mas desceram e os preços da habitação para o poder de compra subiu, desceu e subiu outra vez.
Partes de vários premissas que não concordo e nem quero ser muito desagradável com algumas deduções.
Não sou eu que te vou convencer com argumentos, isso é óbvio.
Para terminar, acrescento outro ponto, desvalorizar necessidade de aumento de nova construção e já agora maior disponibilização de terrenos para construção só irá subir o preço das habitações.
Pelo menos dizem que sim.[

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