Já não dou para este peditório, nem tenho idade e pachorra para esta lenga-lenga de analfabetos e broncos especialistas em escárnio e mal dizer.
Não percebem que o perfil do empresário do sec.XXI mudou ou por sucessão ou por desenvolvimento de competências, ou pela oferta de ferramentas que lhes eram inacessíveis à 50 anos, pelo que são hoje no geral mais competentes informados e ágeis.
O que continua na mesma em muitos empresarios nomeadamente nos sectores menos diferenciados, é um mindset muito tipico dos Portugueses, o "nice to have", em que muitos vivem e que é o tipo da ostentação que no geral todos os portugueses adoram. Viver acima das suas possibilidades, mas isso aplica-se tanto a empresarios como seus trabalhadores, que ganhando 870€ ou 1000€ não abdicam do seu iphone de 1.500€, ou do seu BMW importado e pago a 72 prestacoes
Tal como não mudou a legislação de trabalho pensada nos anos 70 em que a regra "era um emprego para a vida" e de preferência no Estado, e hoje completamente desajustada da realidade do sec XXI, e comprometedora do desenvolvimento pessoal, do mérito.
Que incentivo terá um trabalhador sério, cumpridor e comprometido com a sua empresa e a criação de valor, quando a seu lado um parasita aldraba, boicota, mina ou polui o espirito de equipa ou o objectivo particular e geral da empresa, enquanto a lei o mantem intocável ao abrigo da disciplina empresarial e da responsabilidade dos seus actos
Como olha uma jovem mãe comprometida com a sua missão e que aos dois anos deixou de utilizar a licença de amamentação, porque a sua forma de estar na vida assim o decidiu, e a seu lado a colega manhosa viral e improdutiva, aldraba durante seis meses a sua empresa ou a sua hierarquia, empurrando para si 10 horas de trabalho semanal que acabam por ter que ser feitas por alguém.
Pobre país.....