Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Associar a qualidade dos patrões ao grau de qualificação é apenas mais uma daquelas parolices tugas, num país cheio de ratos de biblioteca universitária, que pouco produzem.

A notícia não associa qualidade a qualificação nem o fiz.
mas se alguem é mais qualificado para ... seja gestao, programação, logistica, cirurgia, engenharia😉😀

A titulo pessoal sem nada a ver com a qualificação diria que os patroes portugueses são no geral de fraca qualidade e com muito pouca capacidade de liderança, incentivo e rumo à evolução e susesso da sua empresa e equipa.
 
Não, não tem. Pode estar na lei, mas diria que mais de 90% dos médicos não o fazem. Mais, muitas das declarações são pedidas na secretaria por "decreto". Vais à secretaria e dizes que queres a declaração de amamentação, isto para simplificar o processo e não estares a ocupar o médico com uma consulta, e diria que bem.

Tá lá no programa que deu ao fim da tarde na CNN, mas pode é ter sido num contexto um pouco diferente, admito que nao percebo nada deste tema por isso referi logo a fonte pa quem quiser confirmar ou esclarecer.

A advogada tb disse algo relativo ao medico nao poder negar algo relativo a isso, mas como nunca tive putos é mais dificil fazer o " connect " destes assuntos, se voces virem aquilo provavelmente vao logo entender de forma mais imediata.
 
A notícia não associa qualidade a qualificação nem o fiz.
mas se alguem é mais qualificado para ... seja gestao, programação, logistica, cirurgia, engenharia😉😀

A titulo pessoal sem nada a ver com a qualificação diria que os patroes portugueses são no geral de fraca qualidade e com muito pouca capacidade de liderança, incentivo e rumo à evolução e susesso da sua empresa e equipa.

muito susesso !
 
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A notícia não associa qualidade a qualificação nem o fiz.
mas se alguem é mais qualificado para ... seja gestao, programação, logistica, cirurgia, engenharia😉😀

A titulo pessoal sem nada a ver com a qualificação diria que os patroes portugueses são no geral de fraca qualidade e com muito pouca capacidade de liderança, incentivo e rumo à evolução e susesso da sua empresa e equipa.



com um mercado de patrões com qualidade tão fraca e sem capacidade de liderança, parece-me uma oportunidade EXCELENTE para deixares a FP e abrires a tua própria empresa!
 
com um mercado de patrões com qualidade tão fraca e sem capacidade de liderança, parece-me uma oportunidade EXCELENTE para deixares a FP e abrires a tua própria empresa!

Alguns de voces ficam mesmo muito incomodados quando alguém ousa criticar uma boa parte das empresas e empresários tugas.

Se fizerem menos saltos das univs para as empresas de sucesso e referencias nacionais e internacionais ( as quais eu adoro e felizmente estou numa ) vao ver que há uma panoplia de má gestao por esses cantos do país.
Má gestao, leis demasiado restritivas aos despedimentos, trabalhadores pouco motivados...
 
Alguns de voces ficam mesmo muito incomodados quando alguém ousa criticar uma boa parte das empresas e empresários tugas.

Se fizerem menos saltos das univs para as empresas de sucesso e referencias nacionais e internacionais ( as quais eu adoro e felizmente estou numa ) vao ver que há uma panoplia de má gestao por esses cantos do país.
Má gestao, leis demasiado restritivas aos despedimentos, trabalhadores pouco motivados...



mas eu fiquei incomodado? [:D]

eu só disse que se a qualidade do mercado de patrões é assim tão mau, é obviamente uma oportunidade EXCELENTE para quem é melhor!

é só abrir uma empresa e começar a pagar ordenados iguais ao norte da Europa para motivar toda a gente!
 
mas eu fiquei incomodado? [:D]

eu só disse que se a qualidade do mercado de patrões é assim tão mau, é obviamente uma oportunidade EXCELENTE para quem é melhor!

é só abrir uma empresa e começar a pagar ordenados iguais ao norte da Europa para motivar toda a gente!

E portanto sem ser ordenados nao ha nada a melhorar.
Pronto, tá OK assim ne [:D]
 
mas eu fiquei incomodado? [:D]

eu só disse que se a qualidade do mercado de patrões é assim tão mau, é obviamente uma oportunidade EXCELENTE para quem é melhor!

é só abrir uma empresa e começar a pagar ordenados iguais ao norte da Europa para motivar toda a gente!

pagar ordenados iguais ao Norte da Europa ....😁
mas fabricar e vender produtos mais baratos que os chineses... para poder competir com eles e com "alguma mentalidade " do tuga de comprar baratinho ou do descontinho!
ou então fabricar apenas para exportar !
 
opa, abres a empresa e melhoras o que quiseres [:D]

de certeza que não vão faltar funcionários porque os outros patrões são todos maus!

só vejo vantagens!

Eu nao abro empresa nenhuma que seja acima da média.

Limito-me a candidatar-me a elas [:p] Nao é preciso inventar a roda, ne?

Entao, temos empresas tugas e estrangeiras aqui no nosso solo à beira mar plantado, que sao referencia para muita coisa.

As empresas mais fracas, mesmo que nao consigam competir da mesma forma, podem usar as melhores como um bom template.

Ou, ficar no espirito dos lucros que existem ser apenas para bens de consumo para o patrao e familiares e melhorar o negocio , nada, é uma chatice ne.
 
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.
 
Portanto, falava-se de qualificações ....
[:)][:D]

Karma é lixado!

pois ...

"A titulo pessoal sem nada a ver com a qualificação diria que os patroes portugueses são no geral de fraca qualidade e com muito pouca capacidade de liderança, incentivo e rumo à evolução e susesso da sua empresa e equipa.​"
 
Como é normal está quase tudo a "achar" qualquer coisa sobre duas miseráveis horas para aleitamento, em vez de se falar do essencial, mas lá está, não elegemos cientistas, elegemos empresários para o governo com a "qualidade" que conhecemos nesta "classe".

A ciência nas áreas de neurociência, psicologia do desenvolvimento, saúde pública, economia e sociologia, defendem que um período mais alargado de licença parental para mães e pais, trás benefícios comprovados para a saúde física, mental e desenvolvimento da criança, bem como um maior equilíbrio entre vida profissional e familiar.

Períodos mais longos de licença parental remunerada, estão associados a taxas mais baixas de mortalidade infantil, em grande parte, devido à maior possibilidade de aleitamento materno prolongado (porque são transmitidos anticorpos aos bebés pelo leite materno) e a um maior investimento de tempo nos cuidados do bebé. E todos sabemos que a interrupção do aleitamento está frequentemente ligada ao regresso precoce da mãe ao trabalho.

As licenças prolongadas permitem uma recuperação pós-parto mais completa e contribuem para a saúde mental da mãe, ao reduzir o stress e promover a adaptação à nova dinâmica familiar, especialmente nas primeiras semanas e meses após o parto, um maior tempo de convívio da criança reforça o apego entre pais e filhos, que é considerado fundamental para o desenvolvimento socioemocional da criança.

A participação ativa do pai desde o início, também favorece o equilíbrio de género nas tarefas de cuidado dos infantes e estimula vínculos entre pai e filho, além de reduzir estigmas sobre a parentalidade partilhada (basicamente reduz o risco de se estar a criar idiotas).

Uma legislação que permite licenças mais longas, especialmente quando remuneradas, asseguram que as famílias possam adaptar-se às necessidades específicas do bebé (incluindo casos de prematuros, gémeos ou problemas de saúde), sem impacto negativo no emprego ou rendimento familiar.

E mais, apesar do consenso científico sobre os benefícios de um período mínimo de licença parental, a ciência indica que, acima desse mínimo (cerca de quatro a seis meses a mais), existe um factor incremental que depende também de outros fatores sociais, como apoio familiar e condições laborais favoráveis.


"Um povo que elege corruptos, impostores, ladrões e traidores, não é vítima, é cúmplice!"
 
Associar a qualidade dos patrões ao grau de qualificação é apenas mais uma daquelas parolices tugas, num país cheio de ratos de biblioteca universitária, que pouco produzem.

Já não dou para este peditório, nem tenho idade e pachorra para esta lenga-lenga de analfabetos e broncos especialistas em escárnio e mal dizer.

Não percebem que o perfil do empresário do sec.XXI mudou ou por sucessão ou por desenvolvimento de competências, ou pela oferta de ferramentas que lhes eram inacessíveis à 50 anos, pelo que são hoje no geral mais competentes informados e ágeis.

O que continua na mesma em muitos empresarios nomeadamente nos sectores menos diferenciados, é um mindset muito tipico dos Portugueses, o "nice to have", em que muitos vivem e que é o tipo da ostentação que no geral todos os portugueses adoram. Viver acima das suas possibilidades, mas isso aplica-se tanto a empresarios como seus trabalhadores, que ganhando 870€ ou 1000€ não abdicam do seu iphone de 1.500€, ou do seu BMW importado e pago a 72 prestacoes

Tal como não mudou a legislação de trabalho pensada nos anos 70 em que a regra "era um emprego para a vida" e de preferência no Estado, e hoje completamente desajustada da realidade do sec XXI, e comprometedora do desenvolvimento pessoal, do mérito.

Que incentivo terá um trabalhador sério, cumpridor e comprometido com a sua empresa e a criação de valor, quando a seu lado um parasita aldraba, boicota, mina ou polui o espirito de equipa ou o objectivo particular e geral da empresa, enquanto a lei o mantem intocável ao abrigo da disciplina empresarial e da responsabilidade dos seus actos

Como olha uma jovem mãe comprometida com a sua missão e que aos dois anos deixou de utilizar a licença de amamentação, porque a sua forma de estar na vida assim o decidiu, e a seu lado a colega manhosa viral e improdutiva, aldraba durante seis meses a sua empresa ou a sua hierarquia, empurrando para si 10 horas de trabalho semanal que acabam por ter que ser feitas por alguém.

Pobre país.....
 
Pois, pobre país...

Mais um que não sabe do que fala, tão antiga e revolucionária que é a legislação laboral, Portugal não faz as coisas por menos revoluções a cada 20 anos, a última foi em 2009:

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Já não dou para este peditório, nem tenho idade e pachorra para esta lenga-lenga de analfabetos e broncos especialistas em escárnio e mal dizer.

Não percebem que o perfil do empresário do sec.XXI mudou ou por sucessão ou por desenvolvimento de competências, ou pela oferta de ferramentas que lhes eram inacessíveis à 50 anos, pelo que são hoje no geral mais competentes informados e ágeis.

O que continua na mesma em muitos empresarios nomeadamente nos sectores menos diferenciados, é um mindset muito tipico dos Portugueses, o "nice to have", em que muitos vivem e que é o tipo da ostentação que no geral todos os portugueses adoram. Viver acima das suas possibilidades, mas isso aplica-se tanto a empresarios como seus trabalhadores, que ganhando 870€ ou 1000€ não abdicam do seu iphone de 1.500€, ou do seu BMW importado e pago a 72 prestacoes

Tal como não mudou a legislação de trabalho pensada nos anos 70 em que a regra "era um emprego para a vida" e de preferência no Estado, e hoje completamente desajustada da realidade do sec XXI, e comprometedora do desenvolvimento pessoal, do mérito.

Que incentivo terá um trabalhador sério, cumpridor e comprometido com a sua empresa e a criação de valor, quando a seu lado um parasita aldraba, boicota, mina ou polui o espirito de equipa ou o objectivo particular e geral da empresa, enquanto a lei o mantem intocável ao abrigo da disciplina empresarial e da responsabilidade dos seus actos

Como olha uma jovem mãe comprometida com a sua missão e que aos dois anos deixou de utilizar a licença de amamentação, porque a sua forma de estar na vida assim o decidiu, e a seu lado a colega manhosa viral e improdutiva, aldraba durante seis meses a sua empresa ou a sua hierarquia, empurrando para si 10 horas de trabalho semanal que acabam por ter que ser feitas por alguém.

Pobre país.....

Vai a banhos de Sol, vende tudo [:p][;)], hoje na Serra deve estar bem bom para uma banho num tanque agrícola, não abuses no álcool, [:p]
 
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