[Política] guerra na palestina

Eu não esqueci nada. O tema era genocídio em Gaza. Não era? Podemos falar de 7 de outubro. Nunca me viste gozar com as vítimas desse ataque ou negar a sua existência. É uma questão de respeito.

Não estou à espera que os negacionistas do genocídio venham agora mudar de posição só porque um relatório dá ONU o afirma. Mesmo que venha um Israelita assumir que houve um genocídio: os negacionistas continuarão a negar.

Já aqui te disseram que a credibilidade da ONU neste momento é menor que uma poia de um pardal. Essa relatora Francesca Albanese é uma conhecida antissemita, já aqui o referi. Esperas independência nesse relatório? É de rir. O seu secretário geral estende a mão ao Putin, ao Lavrov, aos talibans...A UNRWA tinha nas suas fileiras operacionais do ham-ass disfarçados de professores e um centro de comendo mesmo debaixo de si...e não sabiam de nada, coitadinhos.

Podes continuar a chorar bebé, mas és um tonto ao alinhar precisamente na estratégia que os palestinianos delinearam desde há décadas: fazerem-se passar por coitadinhos, mártires, oprimidos e refugiados apenas para receberem milhões e milhões dos países ocidentais, também eles uns tontos. Também existem relatórios sobre isso. Também existem relatórios acerca do uso de civis como escudos humanos. O dinheiro dos países ocidentais serve também para pagar chorudas rendas vitalícias às famílias dos mártires. Educa-te. Actualiza-te.
 
Por favor, não usem esse tópico para fazer palhaçadas e risadas infantis. O que aconteceu em Gaza é um evento de extrema gravidade.

Netanyahu e a sua equipa de governo cometeram um genocídio e estão sobe mandato de captura internacional para serem julgados. Portugal subscreve e faz parte integrante do TPI. É como se cometesse aqui um crime.

Se querem fazer palhaçadas: escolham outros tópicos.

O termo "genocídio" foi validado há duas semanas por um relatório oficial que o demonstra. Actualizem-se.

Portugal integra a ONU oficialmente. Não é nenhuma brincadeira.

Podes parar com as mentiras repetidas ad nauseum...uma simples IA responde-te com clareza.

" Tribunal Internacional de Justiça (TIJ)
  • Jurisdição: O TIJ, também conhecido como Corte Internacional de Justiça (CIJ), é o principal órgão judicial das Nações Unidas, com sede em Haia, Países Baixos. Ele julga disputas entre Estados e emite pareceres consultivos.
  • Papel em Genocídio: O TIJ tem competência para determinar se um Estado violou a Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio de 1948, da qual é guardião. Pode declarar que um Estado cometeu genocídio ou falhou em prevenir/punir atos genocidas, mas apenas em casos trazidos por Estados contra outros Estados.
  • Exemplo: No caso Bósnia vs. Sérvia (2007), o TIJ concluiu que a Sérvia não cometeu genocídio diretamente em Srebrenica, mas falhou em preveni-lo e punir os responsáveis. No caso África do Sul vs. Israel (iniciado em 2023, em curso em 2025), o TIJ analisa se Israel cometeu genocídio em Gaza, com ordens provisórias emitidas em 2024 para prevenir atos genocidas.
  • Efeito: As decisões do TIJ são vinculantes para os Estados partes, mas ele não julga indivíduos, apenas responsabilidades estatais. A declaração de genocídio pelo TIJ tem peso político e jurídico, mas não resulta em punições criminais.
Tribunal Penal Internacional (TPI)
  • Jurisdição: O TPI é um tribunal independente, também em Haia, criado pelo Estatuto de Roma (1998) para julgar indivíduos por crimes internacionais, incluindo genocídio, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e agressão.
  • Papel em Genocídio: O TPI pode acusar e condenar indivíduos (como líderes políticos ou militares) por cometerem atos de genocídio, conforme definidos no Artigo 6 do Estatuto de Roma, que espelha a Convenção de 1948. Ele não julga Estados, apenas pessoas físicas.
  • Exemplo: No caso de Omar al-Bashir (Sudão), o TPI emitiu mandados de prisão em 2009 e 2010 por genocídio em Darfur. Em 2024, o TPI emitiu mandados contra Benjamin Netanyahu e Yoav Gallant, mas por crimes de guerra e contra a humanidade, não genocídio (até outubro de 2025, sem acusação formal de genocídio nesse caso).
  • Efeito: O TPI pode declarar que um indivíduo cometeu genocídio, resultando em processos criminais e possíveis prisões, mas sua jurisdição depende da cooperação dos Estados-membros (125 países em 2025). Países não membros, como Israel, não reconhecem sua autoridade.
Diferenças Chave
  • TIJ: Julga Estados, declara responsabilidade por genocídio em nível estatal, e suas decisões têm impacto nas obrigações internacionais (como ordens para cessar atos ou reparar danos). Não pune indivíduos.
  • TPI: Julga indivíduos, pode condená-los por genocídio, mas não tem competência sobre Estados. Suas decisões visam punições criminais.
  • Declaração de Genocídio: Ambos podem "declarar" genocídio, mas em contextos diferentes:
    • O TIJ declara se um Estado violou a Convenção, com foco em responsabilidade estatal.
    • O TPI declara se indivíduos cometeram o crime de genocídio, com foco em responsabilidade penal.
  • Outros Atores: Além dos tribunais, a ONU (como a Assembleia Geral ou o Conselho de Segurança) e comissões de inquérito podem reconhecer genocídio, mas sem força judicial vinculante. Por exemplo, a Comissão da ONU em setembro de 2025 declarou genocídio em Gaza, mas isso é uma constatação, não uma sentença.
No Contexto de Gaza (2025)
  • TIJ: O caso África do Sul vs. Israel está em andamento, com medidas provisórias ordenando a prevenção de atos genocidas (janeiro e maio de 2024). O TIJ pode, no futuro, declarar se Israel cometeu genocídio, mas o processo é lento e está na fase de mérito.
  • TPI: Até outubro de 2025, o TPI não acusou Netanyahu ou outros por genocídio, mas por crimes de guerra e contra a humanidade. O Procurador Karim Khan indicou que investigações continuam, e acusações de genocídio podem surgir se evidências de intenção forem consolidadas.
Conclusão
  • O TIJ tem jurisprudência para declarar genocídio em nível estatal, julgando se um país violou a Convenção.
  • O TPI tem jurisprudência para declarar genocídio em nível individual, condenando pessoas por atos específicos.
  • Ambos são complementares: o TIJ lida com responsabilidade de Estados, enquanto o TPI foca na punição de indivíduos. Em Gaza, o TIJ está mais próximo de uma possível declaração de genocídio estatal, enquanto o TPI ainda não formalizou essa acusação contra indivíduos.
 
Vous deixar-te um desafio. Se, como estás a insinuar de forma desonesta, a ONU não é a organização mundial que mais luta pela direitos humanos e justiça mundial, então diz qual é?

Se não sabes: então não faças também tu figuras tristes.

Este assunto é muito sério. Não é brincadeira de criança nem tu és uma.


Baixa as armas! [;)]

A ONU, é hoje uma organização ineficaz e inutil porque os pressupostos que levaram à sua criação já não fazem sentido.

O seu modelo de organização idem, o seu Concelho de Segurança é uma anedota com o poder de decisão concentrado em 5 membros fixos desde 1945 ou 48 (!) e cada um com o poder de veto. Se um não concorda qualquer resolução cai...

Vai ver quem são os 5, o que torna o principal objectivo desta organização numa risada: "Keep the world safe and peacefull"...

A outra anedota é a diferença entre "permanent and temporary members"

Mas, e IMHO, se passares menos tempo por aqui e fores á procura de mais e melhor informação talvez a encontres e deixes de ficar espinhado quando te mostram outra perspectiva
 
Mas, e IMHO, se passares menos tempo por aqui e fores á procura de mais e melhor informação talvez a encontres e deixes de ficar espinhado quando te mostram outra perspectiva


Tudo o que escreveste pode ser escrito contra ti.

Estás a radicalizar-te a cada dia que passa o que é sinómimo de irracionalidade

Monólogo, com recurso a telejornais e gordas de jornais, isto sem referir os clones quadrados.

Passo.
 
Baixa as armas! [;)]

A ONU, é hoje uma organização ineficaz e inutil porque os pressupostos que levaram à sua criação já não fazem sentido.

O seu modelo de organização idem, o seu Concelho de Segurança é uma anedota com o poder de decisão concentrado em 5 membros fixos desde 1945 ou 48 (!) e cada um com o poder de veto. Se um não concorda qualquer resolução cai...

Vai ver quem são os 5, o que torna o principal objectivo desta organização numa risada: "Keep the world safe and peacefull"...

A outra anedota é a diferença entre "permanent and temporary members"

Não resta mais nada para defesa de direitos humanos no mundo. Nada.

Rebentar com actos e discurso o que resta das organizações de cooperação internacionais do pós WWII é voltar à estaca zero e empurrar o mundo para outra guerra global.

É um retrocesso civilizacional.

É esse objetivo dos EUA em declínio: descredibilizar UN e TPI, semear a discórdia dividindo o mundo para reinar.
 
Genocídio... Estes sensasionalistas populistas não se cansam de usar termos destes para ver se a coisa tem mais impacto. A esquerda está tão radicalizada que nem se apercebe no ridiculo que caem...
Ainda ontem vi um discurso não de há muito tempo em que um ilustre socialista (Jorge Sampaio) dizia que a imigração em massa era inaceitavel e que tinhamos de manter a matriz Portuguesa sob o risco de perdermos a identidade, 2 decadas passadas e a esquerda guinou de tal forma á esquerda que o eixo (centrão) hoje em dia já nem é quem diz isto, isto hoje em dia segundo os alucinados da comunicação social e da esquerda são Nazis de extrema direita! Vejam bem onde anda a esquerda... Perderam a vergonha e o juizo.
Um genocidio para leigos é o exterminio de um povo e a guerra é o meio para esse fim.
O que se passa em Gaza é uma guerra contra terroristas em que Israel entra com pés de lã e avisa inclusive onde vai atacar e não anda atras do povo, logicamente que quem está no locais de batalha sofre... como em qualquer guerra.
Chamarem a isto genocídio é cuspirem e enxovalharem todos os povos que realmente foram vitimas de genocidio!
Mas tambem ninguem espera coerência das TV e de toda a esquerdopatia que pulula por aí.
 
Última edição:
😂😂😂



Nem “5 min” passaram e já saiu uma melhor​… 😂

Pois natural vocês acharem que a morte de milhares de inocentes é uma piada, isto só demonstra todo o teu racismo.

A única razão que eu vejo para alguém apoiar um genocídio é odiar de morte o povo que sofre esse genocídio.

Se os nazis de israel se lembram se afundar um barco da flotilha ou causar mortos, não tenho dúvidas que as repercussões serão gravíssimas.

Estamos a falar de deputados europeus, pessoas famosas em todo o Mundo, activistas conceituados, etc..

Se o fizerem é o fim do apoio do Trump e será o fim de israel tal como o conhecemos.
 
Já mandas?

"O que aconteceu em Gaza é um evento de extrema gravidade."

Como tão selectivamente esqueces o que se passou antes...como tão selectivamente esqueces que Israel foi sistematicamente atacado por estes animais quase diariamente com rockets, com atentados suicidas...ainda vens falar de palhaçadas e risadas infantis...

Independentemente do que se passou antes, nada justifica um genocídio.

Se um grupo de portugueses fizer um atentado em Espanha por causa de Olivença, tu também achas bem que Espanha mate 10% da população portuguesa em 2 anos??

Está tudo louco?
 
Mas tambem ninguem espera coerência das TV e de toda a esquerdopatia que pulula por aí.

Mais um adepto do "Eu não vejo televisão, Deus me livre" só vídeos de 10 segundos TikTok (para não pensar muito) e podcasts de influencers no YouTube é que é bom..[;)]

E a esquerda, ai a esquerda. Como se isto tivesse muito a ver com a esquerda ou direita.

É indiferente. Um genocídio não deixa de o ser por causa da orientação política de quem assiste ao próprio genocídio. O genocídio simplesmente aconteceu e está documentado pela ONU, TPI e observadores locais, incluindo até israelitas, por acaso.

Existem provas e testemunhos. Agora é necessário julgar os autores. O mesmo se aplica a autores de quaisquer actos terroristas.

O terrorismo de estado também existe. Mais polido mas existe e a prova está à vista.
 
Não resta mais nada para defesa de direitos humanos no mundo. Nada.

Rebentar com actos e discurso o que resta das organizações de cooperação internacionais do pós WWII é voltar à estaca zero e empurrar o mundo para outra guerra global.

É um retrocesso civilizacional.

É esse objetivo dos EUA em declínio: descredibilizar UN e TPI, semear a discórdia dividindo o mundo para reinar.

Não há direitos humanos para terroristas ideologicamente cegos que querem eliminar todos os que não são da sua atrasada religião. Eles sim, praticariam um genocidio sobre os israelitas, se tivessem essa possibilidade, e sem qualquer hesitação.
 
Independentemente do que se passou antes, nada justifica um genocídio.

Se um grupo de portugueses fizer um atentado em Espanha por causa de Olivença, tu também achas bem que Espanha mate 10% da população portuguesa em 2 anos??

Está tudo louco?

Ó jóia adulteras tudo. Onde vais buscar esses 10%? Estão apontados na cartilha?
 
Não resta mais nada para defesa de direitos humanos no mundo. Nada.

Rebentar com actos e discurso o que resta das organizações de cooperação internacionais do pós WWII é voltar à estaca zero e empurrar o mundo para outra guerra global.

É um retrocesso civilizacional.

É esse objetivo dos EUA em declínio: descredibilizar UN e TPI, semear a discórdia dividindo o mundo para reinar.

Ainda não percebi bem qual é a tua "missão" aqui [;)]

Vou deixar-te um pequeno excerto (no total é uma hora) de um podcast disponivel no Spotify de um sujeito que sigo há muito, sobre o que é a UN hoje, mais o seu fantoche Nations Security Council, para perceberes porque não funciona e porque é tão inutil, nomeadamente quando 5 países têm que estar em unanimidade para se fazer algo de que falas, em cima, a bold...


"The main goal of the UN Security Council is simple, keep the world safe and peaceful.

Sure! [:cool:]

(....)
The Security Council has the goal of supporting peace after each conflict.The council is supposed to help rebuild countries after war by supporting new governments, restoring order, and protecting civilians.Of course, all of these goals and tasks are incredibly difficult challenges.

Often they're impossible, and the Security Council can take many different actions to try and achieve these goals.It might pass a resolution that demands countries stop fighting.It could impose sanctions that make it harder for aggressive governments to get money or weapons.

(...) it's very, very rare that the USA, China and Russia agree on the same thing.

(...) There are so many criticisms surrounding the Security Council.It's a very flawed institution and I guess, in my opinion, slightly outdated and unfair.

One major criticism is the veto power.This rule means that if even one permanent member votes no on a major decision, the action cannot go ahead.Countries have used the veto to protect their own interests, even in situations where urgent action was needed.

This can make the Council slow and ineffective during crises, especially if the crisis involves one of the countries on the Security Council.If the UK, France, Russia, China, or the US are involved in a conflict, they're likely going to use their veto to make sure that they protect themselves.

For example, after the Security Council approved actions in Libya, Russia and China felt that they had been misled by the US.In 2011, the Libyan civil war erupted.Instead of vetoing any military intervention, Russia and China decided to not vote.

This meant that the rest of the members of the Security Council voted in favour of military intervention.However, Russia and China felt that the US response in Libya, which involved bombing raids and direct intervention, was far too aggressive.

It was not what they expected.In response, both Russia and China have repeatedly vetoed any military interventions that have come before the Security Council since, For example, multiple resolutions addressing the civil war in Syria have been blocked by vetoes from Russia and China. They were misled over Libya, and they do not want that to happen again.

And when Russia invaded Ukraine, the Security Council, of course, tried to respond, but Russia is a permanent member.Russia's veto prevented any major UN resolutions against its actions.

Another criticism is representation.The five permanent members were chosen in 1945, after World War 2. At that time, they were among the most powerful countries.And still those five countries are powerful, especially the US and China.

But the world has changed.Powers like India, Brazil, Japan, South Korea, Germany.They play a much bigger role today in the global economy and international politics.But they do not have permanent seats on the Security Council.

Many people say the council no longer reflects modern global politics.The council is also sometimes accused of double standards.Critics say it acts strongly in some situations but ignores others, depending on the political interests of permanent members.

For example, often the permanent members have interests in the Middle East, which is why the Security Council has in the past been very strong in areas like Iraq.But they often ignore parts of the world where they don't have interests in, for example in parts of Asia or Africa where the Security Council doesn't have as much interest.

For many years, world leaders and experts have been talking about how to reform the UN Security Council.Most people agree that the way it works now has problems.But there is no agreement on how to fix them and to be honest, no prospect of them ever being changed.

One common idea is to add more permanent members.We could add countries like India, Brazil, Germany, Japan, or perhaps representatives from Africa.This could make the council more representative of today's world.

Even more radical would be to remove permanent members entirely, which is unlikely because the US, Russia, China, UK and France like their power.Another proposal is to limit the veto power, especially in situations involving genocide or serious human rights violations.

Supporters say this would stop permanent members from blocking urgent action.So I guess when it's just a military conflict or some disagreement, perhaps the veto power could still be used, but when it is a human rights violation, maybe we should limit that veto power.

Again, this is unlikely to be changed because the countries do not want their powers to be limited.Some suggest changing the way temporary seats are shared between regions so that more voices are heard in discussions.There's over 190 members of the UN, but I think only about 50 or 60 have ever been on the Security Council.

However, reform is extremely difficult. To change the rules, all 5 permanent members must agree, and they are often reluctant to give up any of their power.In fact, I can't see any situation where those countries will give up their power.

So for now, the Security Council will likely continue to work much as it does today."
 
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