A Crise Económica da Década de 20

O Trump está maluco de todo.

Além de promover CH a 50 anos para ajudar e resolver a crise na habitação, nas ultimas horas lembrou-se de divulgar que pretende dar $2000 a todos os Americanos,
excepto os de high income.

Ele sabe que não consegue resolver mas também sabe que é possível disfarçar que resolveu. 😉
 
Que parvoice. [:)]

Essa expressão é um perfeito exemplo da hegemonia cultural com que formataram a cabeça da maioria das pessoas, pois pensar é difícil e faz doer a cabeça e então é mais fácil deixar que outros nos digam o que pensar.

A realidade é que salários melhores incentivam a produtividade, o investimento em formação só compensa se o trabalhador ficar (a retenção do talento.

Os países mais ricos pagam mais antes de serem mais produtivos e na realidade, Portugal sofre do chamado “equilíbrio de baixos salários” e que tem os efeitos que vemos na economia.

Ou seja, a economia disforme e enfraquecida é o resultado dos baixos salários e não o contrário.​
 
Os países mais ricos pagam mais antes de serem mais produtivos e na realidade, Portugal sofre do chamado “equilíbrio de baixos salários” e que tem os efeitos que vemos na economia.

Ou seja, a economia disforme e enfraquecida é o resultado dos baixos salários e não o contrário.​


Tem-se claramente verrificado que esra vaga de imigração foi sempre no sentido de colmatar falta de pessoal especializado. Então não foi?! [:)]

Um parolo deslumbrado com o estrangeiro, estes gajos como Formador, são uma vanguarda intelectual de partir o coco a rir, [:D]😁
 
Essa expressão é um perfeito exemplo da hegemonia cultural com que formataram a cabeça da maioria das pessoas, pois pensar é difícil e faz doer a cabeça e então é mais fácil deixar que outros nos digam o que pensar.

A realidade é que salários melhores incentivam a produtividade, o investimento em formação só compensa se o trabalhador ficar (a retenção do talento.

Os países mais ricos pagam mais antes de serem mais produtivos e na realidade, Portugal sofre do chamado “equilíbrio de baixos salários” e que tem os efeitos que vemos na economia.

Ou seja, a economia disforme e enfraquecida é o resultado dos baixos salários e não o contrário.​

Os salários são tão mais altos ou baixos quanto é o valor acrescentado de cada economia.
Os salários não se aumentam por decreto.
 
Os salários são tão mais altos ou baixos quanto é o valor acrescentado de cada economia.
Os salários não se aumentam por decreto.

O mantra.

A realidade:

Essa frase parece neutra, mas é ideológica, reduz o que é uma questão política e social a um "mecanismo natural", que não existe, nem tem sustentabilidade científica.

Não existe nenhuma lei económica que diga que salários só sobem com produtividade, pelo contrário, países aumentam a produtividade quando investem em salários, formação e direitos laborais.

Na Europa do pós-guerra, os salários subiram por política pública + negociação coletiva, criando procura e produtividade.

A OCDE demonstra que salários não acompanham a produtividade há 30 anos.

Países com forte negociação coletiva têm salários mais altos mesmo com produtividades semelhantes.
 
O mantra.

A realidade:

Essa frase parece neutra, mas é ideológica, reduz o que é uma questão política e social a um "mecanismo natural", que não existe, nem tem sustentabilidade científica.

Não existe nenhuma lei económica que diga que salários só sobem com produtividade, pelo contrário, países aumentam a produtividade quando investem em salários, formação e direitos laborais.

Na Europa do pós-guerra, os salários subiram por política pública + negociação coletiva, criando procura e produtividade.

A OCDE demonstra que salários não acompanham a produtividade há 30 anos.

Países com forte negociação coletiva têm salários mais altos mesmo com produtividades semelhantes.

Não sei em que mundo vives.
Os países com os melhores salários do mundo são os que têm as economias de maior valor acrescentado, mas não chegaram ao lugar que ocupam porque passaram a pagar mais aos seus trabalhadores.
Não é por pagares mais que vais conseguir colocar mais valor acrescentado no teu produto.
As melhores economias mundias são-no por uma série de razões e não porque a determinada altura aumentaram os salários. Tiveram o mérito de se desenvolverem e evoluirem.
Dizer que na Europa dos Pós Guerra os salários subiram por politica publica, não diz nada em rigor.
Antes da 1ª GM a Europa junto com os EUA já eram as sociedades mais avançadas em termos industriais. Não precisaram de qualquer pós guerra para se afirmarem.
 
jomaso

O teu argumento assume que primeiro vem o desenvolvimento e só depois os salários, nada mais errado.

A evidência empírica diz outra coisa e por esta ordem, salários, direitos laborais e negociação coletiva foram instrumentos centrais DO desenvolvimento e não consequências automáticas.

A Europa, os EUA e o Japão tiveram décadas de crescimento acelerado porque apostaram em salários mais altos, qualificações, sindicatos fortes, estado social e políticas industriais (ver o New Deal e as políticas "ocidentalizadoras" logo após a 1 guerra mundial no Japão e a imposição Americana de aumentos salariais e sindicalização para criar procura interna e estabilidade social no Japão).

E há inúmeros exemplos que provam que salários podem subir antes da produtividade e além disso, ajudar a aumentá-la.

Quando escreves “Os países com melhores salários têm economias de maior valor acrescentado", não só não é verdade como se demonstra pela comparação entre Portugal e Espanha.

Portugal e Espanha têm produtividade quase igual, mas o salário médio espanhol ≈ +40% e o salário mínimo espanhol ≈ +30%.

Aqui a pergunta relevante é como chegar lá?

Chegamos lá como a Alemanha chegou com o modelo Renano, com negociação coletiva forte, aumentos reais anuais, co-determinação (os trabalhadores a fazer parte da administração das empresas) e sindicatos com poder.

A Alemanha subiu os salários enquanto reconstruía a economia, não depois.

É por pagar mais que colocas mais valor acrescentado, principalmente quando, reduzem a rotatividade e aumentam qualificação, criam incentivos à inovação (porque compensa investir em tecnologia em vez de trabalho barato), aumentam produtividade via melhor organização retenção e motivação e criam mercado interno (procura agregada), estimulando o investimento.

Quando escreves que "A Europa já era industrial antes das guerras", isso não aborda o ponto central.

O ponto central é este:

O salto para salários altos não aconteceu no séc. XIX, aconteceu no pós-guerra em resultado das políticas redistributivas, políticas industriais, expansão massiva da educação, fortalecimento da contratação coletiva, estado social e estabilização da relação capital-trabalho.

Não foi automático nem natural, foi o resultado das políticas certas e institucional.

Entre 1945 e 1975 em alguns países (que não Portugal) os salários reais cresceram a 3–5% ao ano a produtividade cresceu a 4–6% ao ano, a desigualdade caiu e os sindicatos chegaram a 80% de cobertura laboral.

Nada disto acontece sem políticas sensatas e informadas.​

O problema é que vejo gente inteligente a repetir um discurso sem pensar muito bem no que escrevem, ouvem e repetem como autómatos.
 
Essa expressão é um perfeito exemplo da hegemonia cultural com que formataram a cabeça da maioria das pessoas, pois pensar é difícil e faz doer a cabeça e então é mais fácil deixar que outros nos digam o que pensar.

A realidade é que salários melhores incentivam a produtividade, o investimento em formação só compensa se o trabalhador ficar (a retenção do talento.

Os países mais ricos pagam mais antes de serem mais produtivos e na realidade, Portugal sofre do chamado “equilíbrio de baixos salários” e que tem os efeitos que vemos na economia.

Ou seja, a economia disforme e enfraquecida é o resultado dos baixos salários e não o contrário.​

O bom é que não fazes puto de ideia do que estás para aí a dizer. [:)]

Vais debitando a cassete e prontos..

Siga. [;)]
 
O discurso comum e pouco elaborado que se repete até à náusea é este: "Portugal é um país pobre e pequeno, logo não pode pagar salários europeus."
Este é um dos pilares do discurso dos "economistas" de bolso portugueses. A ideia de que:

• Portugal é estruturalmente pobre;
• Temos limitações inevitáveis;
• E portanto “não podemos pedir mais” em salários ou investimento público.

Funciona como justificação para:

• Salários baixos;
• Fraca negociação coletiva;
• Fraca ambição económica;
• Políticas de contenção salarial;
• E aceitação de trabalhos pouco qualificados pelos trabalhadores.

É uma narrativa com décadas.

Portugal não tem de ser pobre, os salários são baixos porque a economia é "pouco produtiva", isto não é inevitável.

A realidade é que salários mais altos aumentam a produtividade (não o contrário), Portugal perde talento por não pagar de forma justa, não por falta de gente qualificada, que acaba como eu, por sair do país.

Quem fala com tanta gente cientistas sociais, jovens qualificados, economistas e cientistas políticos, percebe a falácia que é imposta na nossa comunicação social e políticos, que olham para os portugueses como fáceis de enganar e a realidade é gostamos de ser enganados.

A competitividade no século XXI depende do valor e do mérito individual (que é um conceito diferente de meritocracia), não do preço, melhores salários atraem talento, a inovação exige retenção e qualificação, os baixos salários criam ciclos de baixa produtividade e o que vemos é que países comparáveis cresceram justamente aumentando salários.

Portugal tem dos salários mais baixos da Europa Ocidental ajustados ao custo de vida.

Na realidade o que vemos é que sem aumentos, o país não retém a mão-de-obra qualificada que precisamos, constatamos que há trabalhadores altamente qualificados mal pagos (a geração mais qualificada de sempre condenada à servidão) quando aqui ficam, há setores inteiros, essenciais ao desenvolvimento do país com salários artificialmente baixos.

A formação superior por si só não resolve, quando o problema é estrutural e é simples de entender, que os salários dependem mais de relações de poder do que do mérito.

E seguimos este caminho não por estupidez mas por desconhecimento, porque repetimos ideias pensadas para criar uma cultura de aceitação da miséria, sem pensar, quem ganha com o manter tudo como está.

Já todos ouvimos falar do conceito Trickle-down, em que se os mais ricos, ficarem ainda mais ricos essa riqueza acaba por ser devolvida à sociedade.

A realidade é que, em mais de 50 anos isso nunca aconteceu, os copos dos ricos ficam maiores e não pingam nada de volta.

O conceito de que é preciso crescer primeiro e só depois podemos subir salários, obedece a mesma lógica, só que a economia cresceu, a produtividade cresceu e os salários dos portugueses são salários estagnados com pouca semelhança aos salários europeus.
 
"Aqueles que estudam a história (economia, filosofia etc), estão condenados a vê-la ser repetida, pelos que não a estudam."

Não sei quem foi o autor, mas parece-me adequado.

Eu possivelmente até estudei mais do que tu, repara que estudei tanto que me peritiu perceber que nem todos os que estudam são inteligentes ou capazes.
Um contracenso? talvez. É o que é.
 
Eu possivelmente até estudei mais do que tu, repara que estudei tanto que me peritiu perceber que nem todos os que estudam são inteligentes ou capazes.
Um contracenso? talvez. É o que é.

Ahh, sim.

A maravilha de se "estudar" no youtube e ficar a saber mais que os outros.

No dia em que se fizer ciência assim, será o dia em que deixaremos de ter aviões a voar, eletricidade, satélites e alimentação ou água quente.
 
Voltar
Superior