Vi e li hoje este texto (desconheço o autor), e concordo quase na íntegra com o mesmo :
” Ponto prévio.
Se acho que o Prestianni chamou "mono" ao Vinicius?
Sim.
Se acho condenável que o tenha feito?
Absolutamente.
Se acho que se deva absolver o Vinicius pelo que se passou no jogo da Luz?
Definitivamente NÃO!
Desenvolvo.
A cena de cinema que se viveu no Estádio da Luz foi despoletada por um golo genial de Vinicius. Uma obra prima que só não é de um mestre, porque os mestres não provocam as massas depois da obra prima. E aí é que está o combustível das labaredas que se seguiram.
Já o fez (o ofendido) imensas vezes, noutros contextos, noutros cenários, mas sempre com a mesma dose de perversidade. É useiro e vezeiro na habilidade. Acho até que o faz para desencadear a reação subsequente que ele sabe que haverá do outro lado. A de lhe chamarem o nome que tanto o ofende (com camisola ou mão na frente) para, uma vez mais, se vitimizar perante o mundo e assumir uma bandeira que já não lhe assenta bem nas mãos.
Acto contínuo, surgem logo os paladinos da luta racial que chamam brancos aos pretos, UEFA (cuja credibilidade se acomoda nos pérfidos cofres bancários), CBF (que é igualmente um bastião de idoneidade), e outros tantos que apanham o comboio hipócrita dos guardiões dos coitadinhos.
Acho genuinamente que Vinicius tem um complexo. Provavelmente sofreu de bullying na escola e nas camadas jovens do futebol. (Não se pode ser rico e bonito e ele é só muito rico).
Só isso justifica ir a correr para o árbitro como uma criança da escola corre para a Professora a dizer que o colega lhe chamou nomes.
E o que fez a Professora neste caso?
Comprou a versão do queixoso e recriminou (de imediato) o (suposto) agressor sem, sequer, o ouvir.
Aquele gesto do Sr árbitro de “Xutos e pontapés"

com os braços cruzados é revelador de algo premeditado, aguardado e submisso. Próprio de quem só ouve a versão do "queixinhas". E os "queixinhas" têm muitas vezes razão para se queixar, mas o princípio basilar de justiça obriga a ouvir a outra versão, mesmo que seja mera formalidade.
Este árbitro não conhece essa premissa. A única formalidade que trazia no bolso era de proteger o gigante golias não fosse o pastor David fazê-lo cair, novamente, com estrondo!
Recordo o que disse ao início. Eu acho, mesmo, que o Prestianni lhe chamou o que o Vinicius foi dizer ao árbitro. Mas - e há sempre o fatídico mas - alguém que veja bem dos dois olhos pode comprovar o ultraje? Não.
E, se não, nenhuma justiça pode condenar nenhum reu por falta de provas. As mesmas provas que faltam para condenar o próprio Vinicius quando colocou (também) a mão na frente para parabenizar o Otamendi quando este lhe mostrou a tatuagem de campeão do mundo.
Ou será que lhe chamou "macaco branco"?
Porque também os há. (Quem duvidar, que faça uma pesquisa fugaz no Google que aparecem imensas raças de macacos albinos. Ou não serão tão macacos como os primos pretos?)
Ou será menos condenável tapar a boca com as mãos para chamar "macaco albino" a um jogador branco? Se o Otamendi fosse a correr queixar-se ao árbitro, será que este cruzaria os braços no ar novamente?
Ou desta vez iria ouvir a versão do suposto agressor, para cumprir a formalidade?
Se o Vasco Santana fosse vivo, sabem o que diria? "Chapéus há muitos, seu palerma!"
Pois é. Bem prega Frei Tomás, a UEFA não sabe o que diz, mas sabe o que faz...
Tenho uma solução.
Proiba-se a mão na frente da boca, a camisola a tapar os lábios, e contrate-se mais um inútil para a equipa de arbitragem que leia expressões labiais.
E aí, a mímica vai ao VAR e, então sim, condene-se o ato hediondo de forma global.
As equipas de arbitragem passariam a ter 4 inúteis em campo, mais 3 inúteis sentados na televisão. O VAR, o AVAR e mais um MIMO (normalmente é um palhaço especialista em leitura labial. Pelo menos o circo ficava completo).
E porque lhes chamo inúteis?
Porque se fossem úteis e tivessem a pilosidade testicular no sítio, teriam expulso (o mesmo) Vinicius numa falta na linha de área que não deixou Rios rematar. Teriam expulso Mbappe por ter pontapeado a bola contra a assistência já com amarelo e teriam expulso Valverde por ter socado Samuel Dahl à vista do mesmo mundo que condenou a ofensa do Prestianni que ninguém viu...só adivinhou.
Eram menos 3 (dos melhores) que não jogavam em Madrid e que poderia fazer cair o gigante Golias (uma vez mais) perante o esforçado David. Ora nem o mundo nem a UEFA corrupta poderiam tolerar mais uma humilhação como a que aconteceu ainda na fase de grupos, pois não?
Concluindo.
Sempre houve jogadores brancos e pretos, sempre houve ofensas entre eles (mais ou menos óbvias ou visíveis), e sempre haverá este tipo de brindes entre quem disputa um jogo de futebol. O Benfica já foi Campeão Ponto prévio.
Se acho que o Prestianni chamou "mono" ao Vinicius?
Sim.
Se acho condenável que o tenha feito?
Absolutamente.
Se acho que se deva absolver o Vinicius pelo que se passou ontem no jogo?
Definitivamente NÃO!
Desenvolvo.
A cena de cinema que se viveu no Estádio da Luz foi despoletada por um golo genial de Vinicius. Uma obra prima que só não é de um mestre, porque os mestres não provocam as massas depois da obra prima. E aí é que está o combustível das labaredas que se seguiram.
Já o fez (o ofendido) imensas vezes, noutros contextos, noutros cenários, mas sempre com a mesma dose de perversidade. É useiro e vezeiro na habilidade. Acho até que o faz para desencadear a reação subsequente que ele sabe que haverá do outro lado. A de lhe chamarem o nome que tanto o ofende (com camisola ou mão na frente) para, uma vez mais, se vitimizar perante o mundo e assumir uma bandeira que já não lhe assenta bem nas mãos.
Ato contínuo, surgem logo os paladinos da luta racial que chamam brancos aos pretos, UEFA (cuja credibilidade se acomoda nos pérfidos cofres bancários), CBF (que é igualmente um bastião de idoneidade), e outros tantos que apanham o comboio hipócrita dos guardiões dos coitadinhos.
Acho genuinamente que Vinicius tem um complexo. Provavelmente sofreu de bullying na escola e nas camadas jovens do futebol. (Não se pode ser rico e bonito e ele é só muito rico). Só isso justifica ir a correr para o árbitro como uma criança da escola corre para a Professora a dizer que o colega lhe chamou nomes. E o que fez a Professora neste caso? Comprou a versão do queixoso e recriminou (de imediato) o (suposto) agressor sem, sequer, o ouvir. Aquele gesto de "chutos e pontapés" com os braços cruzados é revelador de algo premeditado, aguardado e submisso. Próprio de quem só ouve a versão do "queixinhas". E os "queixinhas" têm muitas vezes razão para se queixar, mas o princípio basilar de justiça obriga a ouvir a outra versão, mesmo que seja mera formalidade. Este árbitro não conhece essa premissa. A única formalidade que trazia no bolso era de proteger o gigante golias não fosse o pastor David fazê-lo cair, novamente, com estrondo!
Recordo o que disse ao início. Eu acho, mesmo, que o Prestianni lhe chamou o que o Vinicius foi dizer ao árbitro. Mas - e há sempre o fatídico mas - alguém que veja bem dos dois olhos pode comprovar o ultraje? Não. E se não, nenhuma justiça pode condenar nenhum reu por falta de provas. As mesmas provas que faltam para condenar o próprio Vinicius quando colocou (também) a mão na frente para parabenizar o Otamendi quando este lhe mostrou a tatuagem de campeão do mundo. Ou será que lhe chamou "macaco branco"? Porque também os há. (Quem duvidar, que faça uma pesquisa fugaz no Google que aparecem imensas raças de macacos albinos. Ou não serão tão macacos como os primos pretos?) Ou será menos condenável tapar a boca com as mãos para chamar "macaco albino" a um jogador branco? Se o Otamendi fosse a correr queixar-se ao árbitro, será que este cruzaria os braços no ar novamente? Ou desta vez iria ouvir a versão do suposto agressor, para cumprir a formalidade?
Se o Vasco Santana fosse vivo, sabem o que diria? "Chapéus há muitos, seu palerma!"
Pois é. Bem prega Frei Tomás, a UEFA não sabe o que diz, mas sabe o que faz...
Tenho uma solução.
Proiba-se a mão na frente da boca, a camisola a tapar os lábios, e contrate-se mais um inútil para a equipa de arbitragem que leia expressões labiais. E aí, a mímica vai ao VAR e, então sim, condene-se o ato hediondo de forma global. As equipas de arbitragem passariam a ter 4 inúteis em campo, mais 3 inúteis sentados na televisão. O VAR, o AVAR e mais um MIMO (normalmente é um palhaço especialista em leitura labial. Pelo menos o circo ficava completo).
E porque lhes chamo inúteis?
Porque se fossem úteis e tivessem a pilosidade testicular no sítio, teriam expulso (o mesmo) Vinicius numa falta na linha de área que não deixou Rios rematar. Teriam expulso Mbappe por ter pontapeado a bola contra a assistência já com amarelo e teriam expulso Valverde por ter socado Samuel Dahl à vista do mesmo mundo que condenou a ofensa do Prestianni que ninguém viu...só adivinhou.
Eram menos 3 (dos melhores) que não jogavam em Madrid e que poderia fazer cair o gigante Golias (uma vez mais) perante o esforçado David. Ora nem o mundo nem a UEFA corrupta poderiam tolerar mais uma humilhação como a que aconteceu pois não?
A lição vinha muito bem estudada”