Tópico do SLB - Qual. LE SLB x HMFC 06/08 20H SIC

Tópico do SLB - Arranque em falso. SLB x FCSG 30/07 20H SIC


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Eu por mim, se chamou chamou bem. :)

Não é nada que não tenha merecido ouvir.

Mas, como alguém já disse atrás e muito bem, racismo não é isto, nem de perto nem de longe. E se há jogador privilegiado é o artista em causa, como aliás está a ficar bem patente.

Quanto a ti, continua na tua cruzada inócua aqui pelo tópico, haja forma de ocupar o tempo livre. [:D]

Chamar “macaco” a uma pessoa negra é considerado racismo porque essa expressão tem um forte peso histórico e social que associa pessoas negras a animais, nomeadamente macacos, negando-lhes humanidade e dignidade. Durante séculos, essa comparação foi usada para justificar a escravatura, a segregação e outras formas de discriminação, apresentando pessoas negras como inferiores ou menos humanas. Mesmo que alguém hoje em dia diga a palavra sem intenção consciente de ofender, ela carrega esse legado de desumanização de humilhação, reforça estereótipos raciais e perpetua desigualdades. Portanto, o problema não é apenas a palavra em si, mas o contexto histórico, social e simbólico que ela representa.

O único argumento que serve para defender é dizerem que não sabem se disse, tudo o resto, enfim...
 
Chamar “macaco” a uma pessoa negra é considerado racismo porque essa expressão tem um forte peso histórico e social que associa pessoas negras a animais, nomeadamente macacos, negando-lhes humanidade e dignidade. Durante séculos, essa comparação foi usada para justificar a escravatura, a segregação e outras formas de discriminação, apresentando pessoas negras como inferiores ou menos humanas. Mesmo que alguém hoje em dia diga a palavra sem intenção consciente de ofender, ela carrega esse legado de desumanização de humilhação, reforça estereótipos raciais e perpetua desigualdades. Portanto, o problema não é apenas a palavra em si, mas o contexto histórico, social e simbólico que ela representa.

O único argumento que serve para defender é dizerem que não sabem se disse, tudo o resto, enfim...

Permite-me ser mais pragmático...

E medir efeitos práticos. Na prática, mesmo que ele tenha chamado macaco àquele idiota, e assumindo que tenha todo esse peso histórico que lhe atribuem, continua a não ser nem de perto nem de longe algo que tenha algum impacto junto da pessoa em questão, a não ser seguramente uma enorme satisfação por lhe ter sido dada a oportunidade de ir fazer queixinhas e encriminar o colega de profissão.

Com base nisto, e ainda por cima sem quaisquer provas do sucedido, com o historial provocatório deste jogador etc. etc., tudo o que não seja relativizar e tratar o incidente com a insignificância que merece, é absurdo. Infelizmente, dado o mundo em que vivemos, onde predominam os lobbies, os interesses, as agendas ocultas, a pressão das redes sociais, enfim.. não foi nada disto que aconteceu. Foi o inverso, e aqui estamos nós a discutir uma idiotice que subverte totalmente aquilo que deveria ser este desporto.
 
Hummm.... parece-me que o teu discurso seria bem diferente se um jogador branco do RM tivesse chamado "macaco" a um jogador negro do SLB... :confused:
 
Permite-me ser mais pragmático...

E medir efeitos práticos. Na prática, mesmo que ele tenha chamado macaco àquele idiota, e assumindo que tenha todo esse peso histórico que lhe atribuem, continua a não ser nem de perto nem de longe algo que tenha algum impacto junto da pessoa em questão, a não ser seguramente uma enorme satisfação por lhe ter sido dada a oportunidade de ir fazer queixinhas e encriminar o colega de profissão.

Com base nisto, e ainda por cima sem quaisquer provas do sucedido, com o historial provocatório deste jogador etc. etc., tudo o que não seja relativizar e tratar o incidente com a insignificância que merece, é absurdo. Infelizmente, dado o mundo em que vivemos, onde predominam os lobbies, os interesses, as agendas ocultas, a pressão das redes sociais, enfim.. não foi nada disto que aconteceu. Foi o inverso, e aqui estamos nós a discutir uma idiotice que subverte totalmente aquilo que deveria ser este desporto.

O problema desse post é que confunde impacto individual imediato com impacto social e estrutural. Dizer que chamar “macaco” a alguém “não tem impacto prático” porque a vítima pode até “ganhar” com a denúncia é um erro básico de análise. O racismo não se mede apenas pelo estado emocional momentâneo da pessoa alvo, mas pelo sistema de significados e pelo poder que a linguagem reforça. Se aceitarmos que um insulto racial só é grave quando “faz sofrer muito” alguém em particular, então legitimamos todo o discurso de ódio desde que a vítima pareça resiliente, o que é eticamente e socialmente indefensável.

Além disso, o argumento ignora que a repetição pública e normalização desse tipo de linguagem afeta milhões de pessoas negras que assistem, reforçando a ideia de que são socialmente desvalorizadas. O impacto não é apenas psicológico, é cultural, é institucional no futebol e noutras áreas da vida. O futebol é uma plataforma mediática global, e o que ali se tolera torna-se referência social. Até a falta de civismo de estacionar mal o carro que é sancionado em 364 dias do ano, se for no dia do jogo não há problema.

A ideia de que o caso deve ser relativizado por “falta de provas” e pelo “historial provocatório” da vítima também é logicamente fraca. Mesmo uma pessoa provocadora não perde o direito a não ser alvo de discriminação racial. Provocação pode justificar uma sanção desportiva, nunca um insulto racial, porque isso atinge não só o indivíduo, mas todo um grupo racial.

Por fim, atribuir a indignação a “lobbies, agendas ocultas e pressão das redes sociais” é uma falácia conspirativa usada para evitar discutir o a questão. Ainda para mais quando há um precedente com um clube que não significa nada na Europa. O racismo no desporto é um problema documentado, com décadas de evidência empírica, sanções institucionais. Não é uma moda mediática apesar de estarmos numa fase historicamente patética da normalização do racismo através do crescimento da extrema direita.


 
Sei o que são problemas reais, e essa situação não é seguramente um.

Continuem a tratar como se fosse. Eu já desisti, logo que não seja novamente uma roubalheira, será que é pedir muito? [:p]​
 
Sei o que são problemas reais, e essa situação não é seguramente um.

Continuem a tratar como se fosse. Eu já desisti, logo que não seja novamente uma roubalheira, será que é pedir muito? [:p]​

Não há volta a dar, chamar macaco a um negro é um problema real. O resto é o resto.
 
Presunção de inocência não existe?

Desfeita pelos testemunhos do Vini e do Mbappe..ou vamos assumir que por defeito o Prestiani é inocente, mas a palavra do Vini e do Mbappe são falsas? É que testemunhas são consideradas provas em tribunal, desde que não sejam, obviamente desacreditadas pela defesa.
 
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Desfeita pelos testemunhos do Vini e do Mbappe..ou vamos assumir que por defeito o Prestiani é inocente, mas a palavra do Vini e do Mbappe são falsas? É que testemunhas são consideradas provas em tribunal, desde que não sejam, obviamente desacreditadas pela defesa.
Testemunhos que não batem certo!

Não é possível o Mbappe ter ouvido aquela distância nem é possível o Prestianni ter chamado mono 5x naquele espaço de tempo!
 
Desfeita pelos testemunhos do Vini e do Mbappe..ou vamos assumir que por defeito o Prestiani é inocente, mas a palavra do Vini e do Mbappe são falsas? É que testemunhas são consideradas provas em tribunal, desde que não sejam, obviamente desacreditadas pela defesa.

Então mas não acabaste de dizer que a UEFA não é nenhum tribunal?? :confused:

Tu organiza-te! [:p] [:D]
 
Então mas não acabaste de dizer que a UEFA não é nenhum tribunal?? :confused:

Tu organiza-te! [:p] [:D]

Acabei e mantenho, faltou-me escrever a preposição "até" ...em tribunal.

Peço desculpa, são erros que nós..os pouco inteligentes por vezes cometemos, vou tentar melhorar no futuro.
 
Presunção de inocência não existe?

Invocar “presunção de inocência” neste caso é impreciso. Isto não é um tribunal e um julgamento. Esse princípio aplica-se ao direito penal, não impede entidades privadas como a FIFA de agir no âmbito do seu poder disciplinar contratualmente aceite por clubes e jogadores. A FIFA não precisa de prova “além de dúvida razoável”, precisa de convicção suficiente para proteger a integridade da competição e aplicar o seu Código Disciplinar, que impõe tolerância zero a comportamentos discriminatórios, e bem. Há milhares e milhares de jovens a seguir as passadas destes jogadores e a venerá-los.

Neste caso, a FIFA fez bem por três razões. Primeiro, dever regulamentar, não agir perante uma alegação credível de insulto racial seria violar as próprias regras que a organização criou. E é credível para quem quiser olhar para isto sem olhar como benfiquista. Segundo, prevenção sistémica, o futebol é um fenómeno global, e tolerar este tipo de linguagem teria um efeito permissivo, normalizando o racismo num espaço de enorme influência social. Terceiro, procedimento disciplinar proporcional, sanções internas não são condenações criminais, mas medidas regulatórias legítimas da entidade FIFA.

Há um indício comportamental relevante que muitos preferem ignorar porque se trata do seu clube e da sua paixão, o que condiciona a racionalização, o facto de Prestianni ter tapado a boca ao falar com o Vini. No futebol profissional, isso é um gesto clássico para evitar leitura labial, câmaras e sanções. Não prova por si só o conteúdo da frase, mas é um forte indicador de consciência de que estava a dizer algo sancionável. Em direito disciplinar, este tipo de indício contextual é perfeitamente válido para formar convicção ou pelo menos para suspender preventivamente até decisão final.

A “presunção de inocência” não significa “presunção de mentira da vítima”, muito menos proibição de debate público. Significa apenas que não há condenação criminal sem prova formal. Entre isso e a inação absoluta há um espaço legítimo de investigação, sanção disciplinar e condenação moral. Usar o princípio como escudo para relativizar um possível insulto racial é uma fuga à questão.
Daqui sairá uma regra essencial, proibição de comportamentos como o do Prestianni, o que por si só já é uma vitória para o futebol e para tudo o que este movimenta.

Se a FIFA nada fizesse perante os factos seria um escândalo.
 
Invocar “presunção de inocência” neste caso é impreciso. Isto não é um tribunal e um julgamento. Esse princípio aplica-se ao direito penal, não impede entidades privadas como a FIFA de agir no âmbito do seu poder disciplinar contratualmente aceite por clubes e jogadores. A FIFA não precisa de prova “além de dúvida razoável”, precisa de convicção suficiente para proteger a integridade da competição e aplicar o seu Código Disciplinar, que impõe tolerância zero a comportamentos discriminatórios, e bem. Há milhares e milhares de jovens a seguir as passadas destes jogadores e a venerá-los.

Neste caso, a FIFA fez bem por três razões. Primeiro, dever regulamentar, não agir perante uma alegação credível de insulto racial seria violar as próprias regras que a organização criou. E é credível para quem quiser olhar para isto sem olhar como benfiquista. Segundo, prevenção sistémica, o futebol é um fenómeno global, e tolerar este tipo de linguagem teria um efeito permissivo, normalizando o racismo num espaço de enorme influência social. Terceiro, procedimento disciplinar proporcional, sanções internas não são condenações criminais, mas medidas regulatórias legítimas da entidade FIFA.

Há um indício comportamental relevante que muitos preferem ignorar porque se trata do seu clube e da sua paixão, o que condiciona a racionalização, o facto de Prestianni ter tapado a boca ao falar com o Vini. No futebol profissional, isso é um gesto clássico para evitar leitura labial, câmaras e sanções. Não prova por si só o conteúdo da frase, mas é um forte indicador de consciência de que estava a dizer algo sancionável. Em direito disciplinar, este tipo de indício contextual é perfeitamente válido para formar convicção ou pelo menos para suspender preventivamente até decisão final.

A “presunção de inocência” não significa “presunção de mentira da vítima”, muito menos proibição de debate público. Significa apenas que não há condenação criminal sem prova formal. Entre isso e a inação absoluta há um espaço legítimo de investigação, sanção disciplinar e condenação moral. Usar o princípio como escudo para relativizar um possível insulto racial é uma fuga à questão.
Daqui sairá uma regra essencial, proibição de comportamentos como o do Prestianni, o que por si só já é uma vitória para o futebol e para tudo o que este movimenta.

Se a FIFA nada fizesse perante os factos seria um escândalo.

Isto de estar a discutir com o ChatGPT não dá...
 
Isto de estar a discutir com o ChatGPT não dá...

O problema não é discutir com o chatgpt, o problema é discutir com alguém que nem se quer dar ao trabalho de pensar e espeta uma parede de texto como se fosse palha para burros.
Infelizmente é cada vez mais o pão nosso de cada dia.
 
Por fim, atribuir a indignação a “lobbies, agendas ocultas e pressão das redes sociais” é uma falácia conspirativa usada para evitar discutir o a questão. Ainda para mais quando há um precedente com um clube que não significa nada na Europa. O racismo no desporto é um problema documentado, com décadas de evidência empírica, sanções institucionais. Não é uma moda mediática apesar de estarmos numa fase historicamente patética da normalização do racismo através do crescimento da extrema direita.



Já agora...

Estás a confundir com xenofobia.. Ao racismo (raça negra) tem acontecido precisamente o inverso do que invocas.. Uma exacerbação assente no movimento #BLM.. Este tipo de iniciativa é importante para expor e acabar com injustiças fraturantes.. Mas como tudo na vida, quando assume contornos de exagero, naturalmente que é negativo e entra no campo da fantochada, como é por exemplo este caso do V. Júnior com o Presti.

E portanto.. Se chamam a isto um problema real.. Têm muita sorte na vida seguramente.

Agora vai lá ao Gpt preparar o contraditório. [:D][:D]
 
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Vi e li hoje este texto (desconheço o autor), e concordo quase na íntegra com o mesmo :


” Ponto prévio.
Se acho que o Prestianni chamou "mono" ao Vinicius?
Sim.

Se acho condenável que o tenha feito?

Absolutamente.

Se acho que se deva absolver o Vinicius pelo que se passou no jogo da Luz?
Definitivamente NÃO!

Desenvolvo.
A cena de cinema que se viveu no Estádio da Luz foi despoletada por um golo genial de Vinicius. Uma obra prima que só não é de um mestre, porque os mestres não provocam as massas depois da obra prima. E aí é que está o combustível das labaredas que se seguiram.

Já o fez (o ofendido) imensas vezes, noutros contextos, noutros cenários, mas sempre com a mesma dose de perversidade. É useiro e vezeiro na habilidade. Acho até que o faz para desencadear a reação subsequente que ele sabe que haverá do outro lado. A de lhe chamarem o nome que tanto o ofende (com camisola ou mão na frente) para, uma vez mais, se vitimizar perante o mundo e assumir uma bandeira que já não lhe assenta bem nas mãos.

Acto contínuo, surgem logo os paladinos da luta racial que chamam brancos aos pretos, UEFA (cuja credibilidade se acomoda nos pérfidos cofres bancários), CBF (que é igualmente um bastião de idoneidade), e outros tantos que apanham o comboio hipócrita dos guardiões dos coitadinhos.

Acho genuinamente que Vinicius tem um complexo. Provavelmente sofreu de bullying na escola e nas camadas jovens do futebol. (Não se pode ser rico e bonito e ele é só muito rico).
Só isso justifica ir a correr para o árbitro como uma criança da escola corre para a Professora a dizer que o colega lhe chamou nomes.
E o que fez a Professora neste caso?
Comprou a versão do queixoso e recriminou (de imediato) o (suposto) agressor sem, sequer, o ouvir.

Aquele gesto do Sr árbitro de “Xutos e pontapés" 🙅🏻‍♂️ com os braços cruzados é revelador de algo premeditado, aguardado e submisso. Próprio de quem só ouve a versão do "queixinhas". E os "queixinhas" têm muitas vezes razão para se queixar, mas o princípio basilar de justiça obriga a ouvir a outra versão, mesmo que seja mera formalidade.
Este árbitro não conhece essa premissa. A única formalidade que trazia no bolso era de proteger o gigante golias não fosse o pastor David fazê-lo cair, novamente, com estrondo!

Recordo o que disse ao início. Eu acho, mesmo, que o Prestianni lhe chamou o que o Vinicius foi dizer ao árbitro. Mas - e há sempre o fatídico mas - alguém que veja bem dos dois olhos pode comprovar o ultraje? Não.
E, se não, nenhuma justiça pode condenar nenhum reu por falta de provas. As mesmas provas que faltam para condenar o próprio Vinicius quando colocou (também) a mão na frente para parabenizar o Otamendi quando este lhe mostrou a tatuagem de campeão do mundo.
Ou será que lhe chamou "macaco branco"?
Porque também os há. (Quem duvidar, que faça uma pesquisa fugaz no Google que aparecem imensas raças de macacos albinos. Ou não serão tão macacos como os primos pretos?)
Ou será menos condenável tapar a boca com as mãos para chamar "macaco albino" a um jogador branco? Se o Otamendi fosse a correr queixar-se ao árbitro, será que este cruzaria os braços no ar novamente?
Ou desta vez iria ouvir a versão do suposto agressor, para cumprir a formalidade?

Se o Vasco Santana fosse vivo, sabem o que diria? "Chapéus há muitos, seu palerma!"
Pois é. Bem prega Frei Tomás, a UEFA não sabe o que diz, mas sabe o que faz...

Tenho uma solução.
Proiba-se a mão na frente da boca, a camisola a tapar os lábios, e contrate-se mais um inútil para a equipa de arbitragem que leia expressões labiais.
E aí, a mímica vai ao VAR e, então sim, condene-se o ato hediondo de forma global.
As equipas de arbitragem passariam a ter 4 inúteis em campo, mais 3 inúteis sentados na televisão. O VAR, o AVAR e mais um MIMO (normalmente é um palhaço especialista em leitura labial. Pelo menos o circo ficava completo).

E porque lhes chamo inúteis?
Porque se fossem úteis e tivessem a pilosidade testicular no sítio, teriam expulso (o mesmo) Vinicius numa falta na linha de área que não deixou Rios rematar. Teriam expulso Mbappe por ter pontapeado a bola contra a assistência já com amarelo e teriam expulso Valverde por ter socado Samuel Dahl à vista do mesmo mundo que condenou a ofensa do Prestianni que ninguém viu...só adivinhou.
Eram menos 3 (dos melhores) que não jogavam em Madrid e que poderia fazer cair o gigante Golias (uma vez mais) perante o esforçado David. Ora nem o mundo nem a UEFA corrupta poderiam tolerar mais uma humilhação como a que aconteceu ainda na fase de grupos, pois não?

Concluindo.
Sempre houve jogadores brancos e pretos, sempre houve ofensas entre eles (mais ou menos óbvias ou visíveis), e sempre haverá este tipo de brindes entre quem disputa um jogo de futebol. O Benfica já foi Campeão Ponto prévio.
Se acho que o Prestianni chamou "mono" ao Vinicius?
Sim.
Se acho condenável que o tenha feito?
Absolutamente.
Se acho que se deva absolver o Vinicius pelo que se passou ontem no jogo?
Definitivamente NÃO!

Desenvolvo.
A cena de cinema que se viveu no Estádio da Luz foi despoletada por um golo genial de Vinicius. Uma obra prima que só não é de um mestre, porque os mestres não provocam as massas depois da obra prima. E aí é que está o combustível das labaredas que se seguiram.

Já o fez (o ofendido) imensas vezes, noutros contextos, noutros cenários, mas sempre com a mesma dose de perversidade. É useiro e vezeiro na habilidade. Acho até que o faz para desencadear a reação subsequente que ele sabe que haverá do outro lado. A de lhe chamarem o nome que tanto o ofende (com camisola ou mão na frente) para, uma vez mais, se vitimizar perante o mundo e assumir uma bandeira que já não lhe assenta bem nas mãos.

Ato contínuo, surgem logo os paladinos da luta racial que chamam brancos aos pretos, UEFA (cuja credibilidade se acomoda nos pérfidos cofres bancários), CBF (que é igualmente um bastião de idoneidade), e outros tantos que apanham o comboio hipócrita dos guardiões dos coitadinhos.

Acho genuinamente que Vinicius tem um complexo. Provavelmente sofreu de bullying na escola e nas camadas jovens do futebol. (Não se pode ser rico e bonito e ele é só muito rico). Só isso justifica ir a correr para o árbitro como uma criança da escola corre para a Professora a dizer que o colega lhe chamou nomes. E o que fez a Professora neste caso? Comprou a versão do queixoso e recriminou (de imediato) o (suposto) agressor sem, sequer, o ouvir. Aquele gesto de "chutos e pontapés" com os braços cruzados é revelador de algo premeditado, aguardado e submisso. Próprio de quem só ouve a versão do "queixinhas". E os "queixinhas" têm muitas vezes razão para se queixar, mas o princípio basilar de justiça obriga a ouvir a outra versão, mesmo que seja mera formalidade. Este árbitro não conhece essa premissa. A única formalidade que trazia no bolso era de proteger o gigante golias não fosse o pastor David fazê-lo cair, novamente, com estrondo!

Recordo o que disse ao início. Eu acho, mesmo, que o Prestianni lhe chamou o que o Vinicius foi dizer ao árbitro. Mas - e há sempre o fatídico mas - alguém que veja bem dos dois olhos pode comprovar o ultraje? Não. E se não, nenhuma justiça pode condenar nenhum reu por falta de provas. As mesmas provas que faltam para condenar o próprio Vinicius quando colocou (também) a mão na frente para parabenizar o Otamendi quando este lhe mostrou a tatuagem de campeão do mundo. Ou será que lhe chamou "macaco branco"? Porque também os há. (Quem duvidar, que faça uma pesquisa fugaz no Google que aparecem imensas raças de macacos albinos. Ou não serão tão macacos como os primos pretos?) Ou será menos condenável tapar a boca com as mãos para chamar "macaco albino" a um jogador branco? Se o Otamendi fosse a correr queixar-se ao árbitro, será que este cruzaria os braços no ar novamente? Ou desta vez iria ouvir a versão do suposto agressor, para cumprir a formalidade?

Se o Vasco Santana fosse vivo, sabem o que diria? "Chapéus há muitos, seu palerma!"
Pois é. Bem prega Frei Tomás, a UEFA não sabe o que diz, mas sabe o que faz...

Tenho uma solução.
Proiba-se a mão na frente da boca, a camisola a tapar os lábios, e contrate-se mais um inútil para a equipa de arbitragem que leia expressões labiais. E aí, a mímica vai ao VAR e, então sim, condene-se o ato hediondo de forma global. As equipas de arbitragem passariam a ter 4 inúteis em campo, mais 3 inúteis sentados na televisão. O VAR, o AVAR e mais um MIMO (normalmente é um palhaço especialista em leitura labial. Pelo menos o circo ficava completo).

E porque lhes chamo inúteis?
Porque se fossem úteis e tivessem a pilosidade testicular no sítio, teriam expulso (o mesmo) Vinicius numa falta na linha de área que não deixou Rios rematar. Teriam expulso Mbappe por ter pontapeado a bola contra a assistência já com amarelo e teriam expulso Valverde por ter socado Samuel Dahl à vista do mesmo mundo que condenou a ofensa do Prestianni que ninguém viu...só adivinhou.
Eram menos 3 (dos melhores) que não jogavam em Madrid e que poderia fazer cair o gigante Golias (uma vez mais) perante o esforçado David. Ora nem o mundo nem a UEFA corrupta poderiam tolerar mais uma humilhação como a que aconteceu pois não?

A lição vinha muito bem estudada”
 
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Já temos o 11:
Trubin, Dedic, Tomás Araújo, Otamendi, Dahl, Barreiros, Rios, Ausrnes, Rafa, Schelderup e Pavlidis.

Força rapazes
Carrega BENFICA!!! 🦅
 
ONZE DO BENFICA: Trubin; Dedic, Tomás Araújo, Otamendi e Dahl; Aursnes, Richard Ríos e Barreiro; Rafa, Schjelderup e Pavlidis.​
 
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