Entretanto, Luís Montenegro vem dizer aquilo que é óbvio.
“Parece-me que a inclusão da Rússia na avaliação das grandes questões da geopolítica e das questões económicas e comerciais o mundo não é negativa. É preciso estabelecer diálogo com a Rússia para resolver os conflitos em que a Rússia está envolvida"
Durante o dia de ontem, Macron invocava os perigos da a construção de uma aliança económica entre a China, Rússia e EUA.
"O chefe de Estado francês declarou esta sexta-feira em Atenas que a Europa está a viver um "momento único" em que "um Presidente norte-americano, um Presidente russo e um Presidente chinês" se opõem "ferozmente aos europeus".
Mais uma rodada de realpolitik num mundo de interesseiros e meretrizes.
Nota de rodapé: essa propaganda dos russos a darem as últimas vem desde a primeira semana de guerra com o roubo da máquinas de lavar e não sei que mais. Serve para demonstrar que o dinheiro (que é desviado em parte para os bolsos dos corruptos ucranianos e fabricantes de fuscas ocidentais) se justifica. Afinal, o inimigo está quase, quase, quase, mesmo quase a cair.
Daqui a 1 ano mandamos mais 100 mil milhões porque aí é que vai ser.
Negócio fixólas mesmo.[

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