Segmento B com caixa automática (subst. Clio de 2011)

Paciência é o que não falta, pois a urgência não é muita.

Mas já vi alguns candidatos que se aproximam bastante do pretendido e a valores próximos.

O meu actual G30 esteve meses nos meus favoritos e acabei por comprá-lo cerca de 5000 € abaixo do preço inicial. :cool: ;)
 
Antigamente carros de caixa auto ou GPL ninguém os queria em usados, desvalorizavam bem...

Agora é ao contrário, e isso nota-se nos preços e não é pouco.

Quando comprei o ibiza tinha lá alguns exemplares auto e manuais, caraças, parecia nos supermercados a marca branca e a marca xpto, 'dass :oops:
 
Não percebi muito bem essa história da DSG....
Aliás não percebi muito bem essa questão das caixas auto...parece as conversas dos turbos dos anos 90 que muitos consideravam uma bomba relógio..

Passadas décadas muitos desses carros estão vivos e com turbo de origem...e andam aí a navegar pelas estradas como uso diário e não como o restaurado de domingo de manhã.
As DSG iniciais, agora não me obrigues a ir procurar as referências (0AM...) tiveram/têm os problemas normais na mecatrónica, como todas as outras que referi no post inicial. Em quase todas as outras caixas auto referidas, o problema principal está na mecatrónica que faz a mudança de velocidades na caixa. Umas unidades mecatrónicas são lubrificadas com fluidos muito especiais e que devem ser substituídos a intervalos regulares (não me refiro ao fluido da caixa de velocidades que também deve ser substituído a intervalos regulares, os tais 50-60k km são uma boa imagem).

Depois veio a versão DSG também DQ200 (significa menores binários) com a mecatrónica 0CW... (2014) que melhorou imenso os problemas das iniciais.

As DSG com embraiagem banhada em óleo não sofreu de maiores problemas, e está associada a motores de maior binário.
 
As DSG iniciais, agora não me obrigues a ir procurar as referências (0AM...) tiveram/têm os problemas normais na mecatrónica, como todas as outras que referi no post inicial. Em quase todas as outras caixas auto referidas, o problema principal está na mecatrónica que faz a mudança de velocidades na caixa. Umas unidades mecatrónicas são lubrificadas com fluidos muito especiais e que devem ser substituídos a intervalos regulares (não me refiro ao fluido da caixa de velocidades que também deve ser substituído a intervalos regulares, os tais 50-60k km são uma boa imagem).

Depois veio a versão DSG também DQ200 (significa menores binários) com a mecatrónica 0CW... (2014) que melhorou imenso os problemas das iniciais.

As DSG com embraiagem banhada em óleo não sofreu de maiores problemas, e está associada a motores de maior binário.
Pensava que estavas a referir a DSG DQ200 a tal de carter seco, que teve alguns stresses no inicio mas é preciso algum azar pa ter uma utilização que vá de encontro aos seus pontos fracos.

Para o tópico em questão, não me parece relevante.

As outras DSG sempre as tive como fiáveis e resistentes, aliás pensando bem, muito menos chata que um vulgar bimassa de caixa manual que não raras vezes antes dos 200 mil KM já anda a pedir troca...e com preços por vezes bem antipáticos.

Aliás fora das conversor de binário ou CVT eu diria que as DSG são o valor mais seguro, mas...
 
Não percebi muito bem essa história da DSG....
Aliás não percebi muito bem essa questão das caixas auto...parece as conversas dos turbos dos anos 90 que muitos consideravam uma bomba relógio..

Passadas décadas muitos desses carros estão vivos e com turbo de origem...e andam aí a navegar pelas estradas como uso diário e não como o restaurado de domingo de manhã.
As DSG inicias, agora não me obrigues a ir procurar as referências (0AM...) tiveram/têm os problemas normais na mecatrónica, como todas as outras que referi no post inicial. Em quase todas as outras caixas auto referidas, o problema principal está na mecatrónica que faz a mudança de velocidades na caixa. Umas unidades mecatrónicas são lubrificadas com fluidos muito especiais e que devem ser substituídos a intervalos regulares (não me refiro ao fluido da caixa de velocidades que também deve ser substituído a intervalos regulares, os tais 50-60k km são uma boa imagem).

Depois veio a versão DSG também DQ200 (significa menores binários) com a mecatrónica 0CW... (2014) que melhorou imenso os problemas das iniciais.

As DSG com embraiagem banhada em óleo não sofreu de maiores problemas, e está associada a motores de maior binário.
Pensava que estavas a referir a DSG DQ200 a tal de carter seco, que teve alguns stresses no inicio mas é preciso algum azar pa ter uma utilização que vá de encontro aos seus pontos fracos.

Para o tópico em questão, não me parece relevante.

As outras DSG sempre as tive como fiáveis e resistentes, aliás pensando bem, muito menos chata que um vulgar bimassa de caixa manual que não raras vezes antes dos 200 mil KM já anda a pedir troca...e com preços por vezes bem antipáticos.

Aliás fora das conversor de binário ou CVT eu diria que as DSG são o valor mais seguro, mas...



Não pode haver caixas de velocidade com os carretos a trabalhar em seco... a menos que seja alguma coisa nova com carretos num material compósito qualquer autolubrificante... mas isso desconheço!

Todas as DSG (ou todas as caixas de velocidade) são lubrificadas, sejam de actuação "automática" ou manual. Depois podem ter duplas embraiagens embebidas em óleo ou a seco. Depois os actuadores (ou robotizadas... como se lhes queira chamar) também são lubrificados com outro fluido.

O óleo da caixa (dos carretos) é diferente do fluido da mecatrónica e ambos, por facilidade de manutenção, devem ser substituídos ao mesmo tempo, por volta dos tais 50k km.


Ainda me recordo de um casal meu amigo há uns bons anos... com o seu Peugeot 2008 1.2 Vti e caixa ETG5 (robotizada...). Combinámos um fim-de-semana longo ir dar uma volta até ao Norte, Bragança, etc. mas a 1ª paragem era algures em Arouca, isto a sair da zona de Lisboa.

Eram alguns 6 carros... cada um saía de sua casa e depois nos encontraríamos no restaurante XPTO ali onde tínhamos combinado!

Antes da hora combinada lá começaram a chegar alguns carros... 3, 5... bem, só falta o "António"!

Vai de telefonar ao "António" e atende a "Maria" dele. "Esta mreda parou já duas vezes pelo caminho, diz que está muito calor! Vamos de reboque! Não esperem por nós..."

É claro que não foi a 1ª vez que os meus amigos tiveram este problema com a boa da caixa robotizada com sobreaquecimentos e encostar na berma durante 45 minutos... portanto 2 anos depois compraram uma carrinha Megane com caixa manual e ainda conservam este carro...
 
É a "seco" um termo barato claro, porque simplesmente usam um sistema diferente das outras, em que já se sabe que tem que mudar óleo obrigatoriamente.

Teoricamente uma DQ200 não precisa mas na prática a cada 60 mil KM convém mudar os lubrificantes mas não da mesma forma que uma tradicional.

Já soube os detalhes e as diferenças quando comprei o ibiza, agora já não tenho presente mas deve apontar nisso que referes.

O TLDR é que não vejo razão para ter medo das caixas auto, mas é por causa de mitos como esses baseados em " estórias " que a fama fica.

Mas infelizmente não está a resultar, as pessoas cada vez mais sabem que as caixas auto não é para ter medo e portanto os carros valorizam muito quando as têm, para mal dos meus pecados.

Aliás é preciso rezar para que um carro usado não tenha tido uma má utilização da caixa manual.

E já agora que não tenha andado diversas vezes em rotações demasiado baixas...que há pessoas que têm essa paranoia e não faz nada bem ao motor nem à transmissão.
 
Eu pensaria bem é a quem entregava esse serviço de mudar óleo às DSG "secas", por que as marcas não preveem isso no plano, e se alguém fizer, convém que saiba o que faz.
 
Sei de uma oficina na Moita, outra no Entrocamento e outra bem no centro de Lisboa, junto ao hospital da Estefânia.

(Cobro 15% de comissão sobre o valor da fratura e não passo recibo, portanto sem IVA.)

Também mudam correias e correntes, de preferência antes delas partirem. Mas também as mudam depois! :sneaky:
 
É que se não, também deixávamos os carros com turbo porque o Vectra 2.2 DTI 125cv partiu e então olha fiquei com uma Nissan Pickup 2.5D de 1989 que ainda hoje as vejo ali a circular no campo.

Novamente: simplificar. Caixa com problemas crónicos conhecidos? Não? então siga.
 
Há um video no youtube que explica isto das caixas:


Têm é de traduzir o péssimo zuca, mas para quem tem uns conhecimentos básicos, percebe onde é que o narrador quer chegar.
 
E no entanto, muitas caixas auto usam e abusam das baixas rotações... :cautious:
É tudo em prol dos testes de homologação dos consumos e emissões.
O que interessa é passar. Depois se estraga o cliente paga.
O meu Mini é manual e tem a indicação da relação de caixa "ideal".
Não logo nada ao "recomendado". Vou muitas vezes duas relações abaixo do sugerido.
 
É tudo em prol dos testes de homologação dos consumos e emissões.
O que interessa é passar. Depois se estraga o cliente paga.
O meu Mini é manual e tem a indicação da relação de caixa "ideal".
Não logo nada ao "recomendado". Vou muitas vezes duas relações abaixo do sugerido.
No Corsa também ignoro um bocado para não andar em RPM demasiado baixas. Até já testei os consumos e fico a perder, salvo se for nalguma situação mt especifica.
Já o Sandero 1.0 TCE tinha as recomendações impecáveis sem mandar pa sub rotação.

O Ibiza DSG-7 nunca deixa andar abaixo das 1800 RPM excepto se for sem acelerador e em coisas especificas.
90% das situações é acima das 2000 e boa parte delas 2500 e ao minimo toque mais sério é logo pracima das 3500, um contra corrente face ao que se vê hoje.

E os consumos são muito baixos.
 
No Corsa também ignoro um bocado para não andar em RPM demasiado baixas. Até já testei os consumos e fico a perder, salvo se for nalguma situação mt especifica.
Já o Sandero 1.0 TCE tinha as recomendações impecáveis sem mandar pa sub rotação.

O Ibiza DSG-7 nunca deixa andar abaixo das 1800 RPM excepto se for sem acelerador e em coisas especificas.
90% das situações é acima das 2000 e boa parte delas 2500 e ao minimo toque mais sério é logo pracima das 3500, um contra corrente face ao que se vê hoje.

E os consumos são muito baixos.
Se calhar é por isso que eu acho o 1.0tsi amorfo em certas situações, conduzo aquilo a baixas rotações.
 
Se calhar é por isso que eu acho o 1.0tsi amorfo em certas situações, conduzo aquilo a baixas rotações.
Se fosse a versão manual eu tenderia a andar em menores RPM.
Mas agora quando ando de Corsa, ligo o indicador de consumo instantaneo e em vez de usar RPM ligeiramente baixas ( nunca exagerei ) , aplico a receita da DSG, indo por vezes 2 mudanças abaixo do que o CB recomenda.

Ora dei por mim que, ainda com a mesma carga de acelerador, a fazer mais RPM, o consumo é igual ou menor.

E não falo de 1200 RPM, mas de umas 1800/2000 vs 2500 ou mesmo 3000 e fico a ganhar. Grosso modo falando.

Outra coisa, a DSG-7 tem relações curtas e muito próximas, isso ajuda muito face às manuais muito longas que se vê hoje.
 
Se fosse a versão manual eu tenderia a andar em menores RPM.
Mas agora quando ando de Corsa, ligo o indicador de consumo instantaneo e em vez de usar RPM ligeiramente baixas ( nunca exagerei ) , aplico a receita da DSG, indo por vezes 2 mudanças abaixo do que o CB recomenda.

Ora dei por mim que, ainda com a mesma carga de acelerador, a fazer mais RPM, o consumo é igual ou menor.

E não falo de 1200 RPM, mas de umas 1800/2000 vs 2500 ou mesmo 3000 e fico a ganhar. Grosso modo falando.

Outra coisa, a DSG-7 tem relações curtas e muito próximas, isso ajuda muito face às manuais muito longas que se vê hoje.
Há uma coisa que ainda não atino com o 1.0 tsi, que é aqueles momentos que estás quase parado mas não totalmente tipo entradas de rotundas ou curvas nos parques de estacionamento e levas a 2ª metida e quando tiras o pé da embraiagem para andar o motor cala-se.
 
Há uma coisa que ainda não atino com o 1.0 tsi, que é aqueles momentos que estás quase parado mas não totalmente tipo entradas de rotundas ou curvas nos parques de estacionamento e levas a 2ª metida e quando tiras o pé da embraiagem para andar o motor cala-se.
Cada vez mais as caixas manuais não andam de mão dada com os motores.
Parece que caminham em direcções opostas.
Como resultado, ou são demasiado longas, ou têm comportamentos estranhos...
 
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