Aposta liberal

Já algum dos participantes deste tópico leu o luminoso «O ÓDIO À DEMOCRACIA» de Jacques Rancière?...
Filosofo Marxista Françês.

É pá, Zen, pára de alimentar a "esquizofrenia".
Deixa lá os castelos de areia construidos em bases falsas.


E antes de tirar conclusões mais estranhas que as que tiraste de Farred Zakaria deixa o homem, Jacques Rancière, falar por si:

¿En qué consiste ese 'nuevo odio a la democracia' que figura en el título de su último libro publicado en castellano?

Presenta dos aspectos. En primer lugar, el aspecto oficial, es decir, la denuncia por parte de los gobiernos y de sus intelectuales contra las democracias ingobernables. En Francia, las huelgas que obligan a retirar proyectos de reforma del mercado laboral, las elecciones de 2002, en las que el candidato socialista no pasó a la segunda vuelta, el voto negativo de los franceses en el referéndum europeo... todo ello ha dado pie a un gran lamento contra el pueblo, ya se entienda que éste lo constituyen los movimientos sociales o bien el electorado ordinario.
El segundo aspecto, más destacable y espectacular, lo constituye el hecho de que buena parte de la intelligentsia de izquierdas, formada entre Marx, Lacan, Foucault, Debord, etcétera, ha empezado a sostener cada vez más un discurso manifiestamente reaccionario. ¿Qué ha sucedido? Puede decirse que los antiguos análisis marxistas de la alienación consumista han sido puestos del revés por estas personas, que han comenzado a ver en ello no un problema con el capitalismo sino con la democracia. Se han preguntado entonces: ¿qué es la democracia? A lo que responden que es el reino de los individuos aislados, consumidores, que quieren cada vez más igualdad. ¿Y qué es la igualdad? A lo que responden que es la relación entre quienes venden un producto y aquellos que lo compran, es la igualdad monetaria y mercantil. En su opinión, la dominación mundial de la lógica del mercado es la dominación de los individuos democráticos.


¿Hay algo de verdadero en el nuevo discurso antidemocrático?

Creo que en la descripción del mundo que hace esta nueva reacción encontramos elementos que definen en efecto la expansión capitalista a todos los aspectos de la vida, que queda registrada, pero se ve acompañada de una interpretación completamente subvertida y disfrazada. Esta crítica ha sido elaborada por personas que se han formado ante todo en el marxismo, del que han conservado una cierta identificación del mal con la mercancía, con la diferencia de que el mal de la mercancía ya no es atribuido al sistema capitalista, sino al individuo democrático. Utilizan, en definitiva, todos los temas de una cultura que pretendía ser contestataria para transformarlos en elementos de la nueva extrema derecha.
http://zonadenoticias.blogspot.com/2007/02/entrevista-jacques-rancire.html



É estranho como as tuas teses andam tão perto da extrema direita.
Mas Jacques Rancière até explica isso.
 
Last edited:
E viva a República do Chileapr:) apr:) apr:) , foi a ferro e fogo mas chegou lá.


Pois, o Chile é um país exemplar...:sh)

Principalmente com o esse benfeitor de nome Pinochet...

O outro país aconselhado por esse pensador liberal foi a Sérvia...

Ainda bem que os economistas não passam de pseudo "opinion makers"...
 
Pois, o Chile é um país exemplar...:sh)

Principalmente com o esse benfeitor de nome Pinochet...

O outro país aconselhado por esse pensador liberal foi a Sérvia...

Ainda bem que os economistas não passam de pseudo "opinion makers"...
Faz um favor a ti próprio.
Pára, escuta, olha..... e depois.... então.... atravessas.
 
Pois, o Chile é um país exemplar...:sh)

Principalmente com o esse benfeitor de nome Pinochet...

O outro país aconselhado por esse pensador liberal foi a Sérvia...

Ainda bem que os economistas não passam de pseudo "opinion makers"...

São factos e sim disse/escrevi bem República do Chile.

Não defendi o ditador!., é uma questão de ler Bem o que foi escrito.

foi a ferro e fogo mas chegou lá.
 
São factos e sim disse/escrevi bem República do Chile.

Não defendi o ditador!., é uma questão de ler Bem o que foi escrito.


Eu sei... Eu estou do teu lado[:D] . Sei que foste irónico...[;)]

Os maus são os outros... O JR, PMCT, Carlos L, André e recém recrutado o Liberal...

Ouvi dizer que pertencem a uma seita satânica com origem nos EUA, cujo padre satânico tem o nome de "Militão Friedmão"[:D]
 
Os maus são os outros... O JR, PMCT, Carlos L, André e recém recrutado o Liberal...

Ouvi dizer que pertencem a uma seita satânica com origem nos EUA, cujo padre satânico tem o nome de "Militão Friedmão"[:D]

Não são nem melhor nem pior que qualquer Português[:cool:], como todos nós.
 
Então e em vez de o estado andar com pesos nos pes tipo RTP, CP, RDP,
em evz de querer ser pai educador, avo, empresario e tudo e mais alguma coisa.

Porque não entrega TODAS as actividades economicas aos privados e se concentra no que é chave?

-justiça.
-Educação basica
-justiça
-segurança interna
-justiça
-politica extera
e justiça

O resto é treta

Pois, só que a realidade está muito longe disso como sabemos:

O Estado encerrou o ano de 2006 com um universo empresarial constituído por 107 empresas. Em 2005, quando o Sector Empresarial do Estado (SEE) era composto por 113 empresas, o prejuízo total ascendeu a 800 milhões de euros nos sectores dos serviços e infra-estruturas de transportes públicos, saúde, comunicação social e indústria militar.
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=232376&idselect=11&idCanal=11&p=200

Offtopic PS: Já não dá para colocar sondagens no Forum ?
 
Um artigo escrito pelo Pacheco Pereira no ano passado sobre a aposta liberal, e sobre a perca de tempo que é a discussão da pureza das coisas, o que no fundo acontece muitas vezes por aqui quando se discute o liberalismo.

Sinceramente acho mesmo que a maioria das pessoas que falam contra os liberais no fundo, quer aqui, quer em conversas com amigos e familiares, no fundo, no fundo, também defendem uma sociedade mais liberal em Portugal, pois é insustentável para o país a dimensão actual do Estado e a dependência de tantas pessoas de instituições estatais.

Eu não sou fundamentalista, acho que as coisas tem que evoluir com alguma calma, mas pasmo com tanto argumento anti-liberal pois a maioria das pessoas falam contra o liberalismo como se Portugal estivesse a cair num precipício liberal quando não se passa nada disso, o Estado engorda cada vez mais e em Portugal não há sequer um único partido político liberal, todos eles necessitam do Estado e se servem muitas vezes abusivamente dele.

Artigos como este do Pacheco Pereira, ligado a um partido político, são duma raridade angustiante. Não existe debate liberal na politica nacional, existe apenas entre amigos, em forums ou em blogues.

NO PUEDE SER
Há anos que estou para contar esta história. Um dia, ainda o PSD era membro da Internacional Liberal e Reformista, calhou-me ir numa missão à Guatemala. Havia um pedido de um partido guatemalteco, que fazia ou queria fazer parte da Internacional, para que esta enviasse alguém para uma missão "importante", num altura em que se estava a tentar estabilizar uma frágil democracia no país. Não se sabia praticamente nada mais do que isto. Lá fui, sem saber muito bem o que ia fazer.

Quando cheguei ao aeroporto estava à minha espera um americano, o que me pareceu pelo menos bizarro. Levou-me para o Hotel Camino Real, um clássico das histórias da CIA na América Latina. A viagem prometia. No caminho para o Camino, ele explicou-me que trabalhava para um daqueles programas que o Congresso americano subsidiava para apoiar as experiências democráticas e que quem organizava a sessão era o Parlamento guatemalteco. Também não sabia detalhes.

Pouco depois apareceu-me pela primeira vez um membro do partido, a Unión del Centro Nacional (UCN), que se percebia estar um pouco nervoso. Não era capaz de me dar muitos detalhes sobre o que se passava e remeteu-me para uma conversa com o líder do partido, com quem me ia encontrar. Levou-me à sede do partido, uma espécie de armazém com dois andares, sendo o de baixo uma tipografia. Uns cidadãos que pareciam sair de um filme colombiano faziam a segurança ao prédio. Subimos ao andar de cima, onde havia uma espécie de penthouse com um ambiente de luxo. Em vários sofás de couro estava o directório da UCN à volta do seu presidente, a beber um uísque.

Jorge Carpio Nicolle era uma personagem que de imediato se percebia ter uma grande autoridade sobre os seus homens. Ninguém falava antes dele e ninguém falava depois dele. Tinha sido responsável por El Gráfico, um dos grandes jornais guatemaltecos, fora embaixador da Guatemala na ONU e presidente da Cruz Vermelha. Fundara a UCN em 1984, e candidatara-se à Presidência da Guatemala sem sucesso. Era considerado um dos impulsionadores do difícil caminho que a Guatemala então tentava percorrer para a democracia e para a liberdade, ultrapassando um período de violências, torturas e assassinatos. Vários esquadrões da morte e grupos paramilitares ainda estavam activos, e marcaram presença em toda esta história.

Continuava sem saber para que é que eu fora à Guatemala, embora percebesse que a legitimação de uma Internacional era muito importante para o frágil sistema partidário que se estava a esboçar. Mas, na conversa com Jorge Carpio Nicolle, encontrei a mesma tensão e nervosismo que já notara antes. Ele explicou-me que, ao abrigo de um programa destinado a consolidar o Parlamento guatemalteco, ir-se-ia organizar um debate em que cada partido tinha convidado um membro da "sua" Internacional para falar de uma doutrina política. Como ele sabia tanto sobre mim e sobre o PSD como eu sobre a UCN, estavam apreensivos sobre o que eu ia dizer numa situação muito volátil em que cada palavra contava, e na Guatemala matava.

Começou então uma daquelas conversas que só se tem uma vez na vida. De que é que eu iria falar? Bom, das ideias da Internacional liberal... Do liberalismo...

"- No puede ser. Aqui o liberalismo é a direita e nós somos um partido do centro constitucional...

- Bom e então posso falar do programa do meu partido social-democrata...

- No puede ser. Aqui a social-democracia é a esquerda e nós somos um partido do centro constitucional...

- Então se quiser posso falar dos novos fenómenos eleitorais na Europa que revelam um pragmatismo do eleitorado, escolhendo mais por mérito do que pela camisola (não disse bem assim, mas como tinha escrito então uns textos sobre o aparecimento daquilo a que chamara um "novo centro", talvez servisse para a função).

- No puede ser. E se falasse do centrismo?

- (Então já um pouco irritado pela conversa) No puede ser. Porque em Portugal o centrismo é a direita..."

A conversa não adiantou muito, enterrados nos sofás por cima da cidade de Guatemala, bebendo uísque, rodeados por vasos de plantas a darem a única nota de cor no cinzento do cimento dos prédios e de um crepúsculo a anunciar a época das chuvas que já devia ter vindo e se atrasara. No dia seguinte, parti para Atitlán, junto ao lago e aos vulcões sobre os quais Aldous Huxley escrevera, um dos sítios mais bonitos do mundo, mas então situado numa zona em que havia guerrilhas.

Em Atitlán passaram-se toda uma outra série de histórias, que ficam para outra altura, reveladoras da violência em que mergulhava a política guatemalteca, com ameaças de morte, avisos sinistros e uma panóplia de personagens saídos dos livros e voltadas para os livros. O encontro teve o mesmo ambiente único dos momentos em que tudo está a mudar, com resistências e coragens diversas. Muitos dos que lá estiveram, guatemaltecos e salvadorenhos (o delegado da Internacional Democrata-Cristã era de Salvador) tiveram percursos complicados, um foi Presidente e acabou preso por corrupção, outro foi primeiro-ministro, outros já desapareceram. Jorge Carpio Nicolle foi morto a tiro numa emboscada, pouco tempo depois, a caminho para Chichicastenango, num assassinato por encomenda de um esquadrão da morte ainda hoje não inteiramente esclarecido.

Das Internacionais apareceu apenas a minha e a Internacional Democrata-Cristã, o membro do PSOE que devia representar a Internacional Socialista faltou já não me lembro porquê. O representante do partido guatemalteco socialista pediu-me se falava também do "socialismo", cedendo-me o seu tempo, o que naquele ambiente me pareceu normal. Na verdade, a questão mais importante era a que separava a liberdade da ditadura, os que queriam acabar com as violações dos direitos humanos e os que não conheciam outra maneira de mandar. Estavam aliás todos, os bons, os maus, e os assim-assim, na sala envidraçada do pequeno hotel inacabado, onde ao longe se vislumbrava o círculo dos vulcões, o Atitlán, o San Pedro e o Tolimán, altos nos seus cones perfeitos, a mais de 3000 metros.

Por que é que esta conversa me veio à memória? Porque estamos em Portugal a cair numa mesma obsessão pelas palavras. Pelos nomes das coisas. Mais pelo nome das coisas do que pelas coisas. Como na Guatemala, nomes e identidade eram tão fortes que nomear alguma coisa era logo arregimentar-nos num exército.

Há uma semana, escrevi aqui sobre a necessidade de uma "oposição liberal moderada", o que é o mesmo que há muito tempo defendo. Escolhi as palavras e a sua ligação, substantivo e adjectivo, com um cuidado guatemalteco, recordando-me do seu poder ilusório, do seu enorme poder porque é ilusório. Escrevi uma "oposição liberal moderada", como podia ter também ter escrito uma "oposição liberal reformista", o que ofende os puristas, e parece querer dizer nada, mas diz bastante. O que não dá, nem eu a procuro, é identidade pelo nome. É liberalismo, mas não é o "liberalismo". É a prática mais do que a doutrina, porque, se houver pulsão liberal, basta-me. Se em cada medida de política se escolher a que mais nos dá liberdade, política, social, económica, cultural, é esse o caminho. É mais facilmente distinguir e escolher assim do que numa discussão doutrinária abstracta.

Não me interessa discutir a privatização dos rios, posso bem deixá-la para um longínquo futuro, mas já me importa combater pela saída do Estado dos partidos políticos, das centrais sindicais, das confederações patronais, das companhias de teatro subsidiadas, das "bolsas para escritores", do futebol, dos órgãos de comunicação social, ou seja do negócio da propaganda, do subsídio e da protecção. Feito isto, expulsado o Estado de onde ele não deve estar, nem muito nem pouco, podemos passar para onde ele deve estar minimamente. É que sem Estado mínimo, não há justiça social. O Estado máximo que temos é a melhor garantia de que os recursos escassos serão sempre mais para os que não precisam do que para os que precisam. E é isso que me interessa, não é ter uma camisola com o nome de liberalismo ao peito.

E eu acho, certamente com a mesma cegueira daquelas conversas guatemaltecas, que somos bem capazes de distinguir entre uma solução liberal e uma estatista e escolher entre as duas. Se vamos para os dogmas, perdemo-nos; se olharmos para as políticas, achamo-nos. Mais do que liberalismo pela cartilha doutrinária eu quero políticas liberais, vontade liberal, gosto irredutível por todas as liberdades. Se não, no puede ser.
 
Não me interessa discutir a privatização dos rios, posso bem deixá-la para um longínquo futuro, mas já me importa combater pela saída do Estado dos partidos políticos, das centrais sindicais, das confederações patronais, das companhias de teatro subsidiadas, das "bolsas para escritores", do futebol, dos órgãos de comunicação social, ou seja do negócio da propaganda, do subsídio e da protecção. Feito isto, expulsado o Estado de onde ele não deve estar, nem muito nem pouco, podemos passar para onde ele deve estar minimamente. É que sem Estado mínimo, não há justiça social. O Estado máximo que temos é a melhor garantia de que os recursos escassos serão sempre mais para os que não precisam do que para os que precisam. E é isso que me interessa, não é ter uma camisola com o nome de liberalismo ao peito.

that's it
 
Mas vocês sabem ao menos o que quer dizer libralismo?

liberal
do Lat. liberale

adj. 2 gén.,
próprio de homem livre;
franco, generoso, amigo de dar;
que é partidário da liberdade política, económica, civil e religiosa;

s. m.,
aquele que professa opiniões liberais.

O sufixo "ismo" é de origem grega e sua função é a de acrescentar à palavra-raiz um novo sentido, que amplia o vocábulo e lhe dá característica própria.




.
 
Pois não, tu não deixas!

Olha que este.

Lançou aqui a pescada do liberalismo na América Latina, mentira mais mentirosa e agora atira aos outros que não desconversem.

Que lata [:)]
Já vi que não sabes do que falas.

Pois...
 
Mas vocês sabem ao menos o que quer dizer libralismo?

liberal
do Lat. liberale

adj. 2 gén.,
próprio de homem livre;
franco, generoso, amigo de dar;
que é partidário da liberdade política, económica, civil e religiosa;

s. m.,
aquele que professa opiniões liberais.

O sufixo "ismo" é de origem grega e sua função é a de acrescentar à palavra-raiz um novo sentido, que amplia o vocábulo e lhe dá característica própria.




.
Não é bom ?[:cool:][:D]
 
Laissez faire laissez passer...

Seria ideal se não fosse uma ferramenta perfeita para a fina-flor continuar de pedra e cal no topo da pirâmide.

Não será mais uma utopia como muitos outros ismos?
 
O Zen já escreveu parte do que se sabe, não vale a pena mexer mais, pq depois começa a cheirar mal.
Eu já suspeitava, nesta altura do quanto pode cheirar mal o liberalismo.

Mas agora, passados tantos meses vejo que nem eu poderia antecipar o quanto isto poderia cheirar mal.

É mesmo caso para dizer:

I told you so (eu já tinha avisado).
 
Com crises ou sem elas, o captalismo liberal continua a ser o melhor sistema.
alem disso estas crises fazem falta para limpar o sistema das gorduras.
liberalismo sem crises e sem falecias seria como cristianismo sem inferno.

[:cool:]

e a portugal bem que fazia falta um governo liberla durante ai duas decadas
 
Com crises ou sem elas, o captalismo liberal continua a ser o melhor sistema.
Isso parece a conversa dos três cegos que tocam, cada um deles, numa parte diferente de um elefante e descrevem, cada um, um animal diferente.

alem disso estas crises fazem falta para limpar o sistema das gorduras.
liberalismo sem crises e sem falecias seria como cristianismo sem inferno.

[:cool:]
Estas crises são causadas pelos defeitos do sistema capitalista e exagerados pela ausência de regulamentação do liberalismo.

Um sistema que causa crises constantes, não "limpa o sistema de gorduras", e só há uma solução para um sistema assim, matar o bicho e acabar com a peçonha.

e a portugal bem que fazia falta um governo liberla durante ai duas decadas
Já temos e já tivemos.

Parece que historia, nacional e mundial, é algo que precisam de rever.
 
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