Mãe de Aluna Agride Professora

depois de ler a noticia e varios comentarios tirei a seguinte conclusão:
a professora com 22anos ,portanto com pouca experiencia que por isso foi colocada numa escola problematica porque os professores com mais anos já não dão aulas nestas escolas, repreendeu a aluna (sim que pelos comentarios dos colegas ao jornalista a professora não bateu na aluna) esta para se vingar ou justificar o mais certo chumbo chega a casa e faz queixinhas da professora
a mãe que pelos visto é mais estupida que a filha porque não sabe o que tem em casa, decide partir a cara a professoar ,sim por para bater na santa da filhinha está cá ela.
a professora devia era ter feito é o que muitos colegas fazem(porque não há grande alternativa no sistema de ensino) deixar a menina passear pela escola até estar farta de estudar ou deixar-se engravidar por algum basofe e dedicar-se a futuro de trabalhos de ordenado minimo .

Será que viram algo?
A verdade e apenas essa interessa apenas o sabem a professora e a aluna.
Não estou a limpar a mãe estou sim a tentar dizer que primeiro venha a verdade e depois a justiça seja para que lado for.
 
"a professora com 22anos ,portanto com pouca experiencia que por isso foi colocada numa escola problematica porque os professores com mais anos já não dão aulas nestas escolas"

No Agrupamento Vertical de Escolas do Cerco, a média etária do pessoal docente ronda os 40 anos.
 
"A proteção jurídica deve de se adequar e proporcional à profissão de cada um, quanto mais riscos existirem, mais proteção deve essa pessoa ter."

Pois claro... portugueses de primeira e de segunda, a proteção tem de ser para todos igual, sejam doutorados ou sem abrigo.

Porque não respondeu à parte da incoerência? Perguntou-me onde tinha sido incoerente eu mostrei-lhe onde e porquê.

Quanto ao seu comentário, apenas tenho a dizer que o que tem de ser igual para todos os cidadãos são os direitos perante a justiça, de resto, não pode de maneira alguma acreditar que todas as profissões pressupõem o mesmo nível de exigência e de responsabilidade.
 
depois de ler a noticia e varios comentarios tirei a seguinte conclusão:
a professora com 22anos ,portanto com pouca experiencia que por isso foi colocada numa escola problematica porque os professores com mais anos já não dão aulas nestas escolas, repreendeu a aluna (sim que pelos comentarios dos colegas ao jornalista a professora não bateu na aluna) esta para se vingar ou justificar o mais certo chumbo chega a casa e faz queixinhas da professora
a mãe que pelos visto é mais estupida que a filha porque não sabe o que tem em casa, decide partir a cara a professoar ,sim por para bater na santa da filhinha está cá ela.
a professora devia era ter feito é o que muitos colegas fazem(porque não há grande alternativa no sistema de ensino) deixar a menina passear pela escola até estar farta de estudar ou deixar-se engravidar por algum basofe e dedicar-se a futuro de trabalhos de ordenado minimo .

Uma visão um pouco dura da realidade, mas que infelizmente não andará longe da verdade...
 
Uma visão um pouco dura da realidade, mas que infelizmente não andará longe da verdade...



é mesmo verdade!... Estes pais acreditam muito mais nos seus filhinhos, e nem querem saber da versão dada pelo professor... Enfim isto cada vez está pior para quem é professor.[;)]
 
Bom, é com alguma dificuldade que me obrigo a intervir neste tópico, pois tenho alguma dificuldade de descobrir por onde começar...


Em primeiro lugar, o NEPHILIM:

Pois...

Felizmente parece que já se calou, pois no seu primeiro post começa com esta pérola:

"Não posso comentar a noticia...mas se calhar a professora sabe bem pk levou[;)]"
- ou seja, não pode comentar mas comenta, presumindo desde logo a culpa da professora - perfeito!

Aparentemente, nuns posts mais à frente, vem solidarizar-se com a suposta hostilidade da professora:

"Agora por exemplo nos tempos do karate em que se fazia as aulas com putos, cheguei a orientar o aquecimento(o inicio da aulas) e os putos mais reguilas tinham que levar uns "calduços" para sossegarem...mas era quando já tinha confiança com eles , é complectamente diferente."
- ou seja, quando não se é respeitado, podemos dar uns calduços (segundo o NEPHILIM, é "complectamente" diferente), quando é uma professora a dar um calduço, parece que já será "complectamente" igual.

E se um ou vários familiares tivessem entrado no dojo (local onde se praticam artes marciais, para quem não souber) para fazerem justiça pelas próprias mãos e dessem uns calduços ao NEPHILIM? Certamente estaria também a dizer que tinha apanhado mas que sabia porquê, e isso de alguma forma valer-lhe-ia de consolo, porque nestas coisas de apanhar uns calduços, o pior de tudo é a ignorância...
 
Em segundo lugar, o FGO:

Já percebemos que ficou adepto da palhinha.

Aliás, a julgar pela frase "Azar dele [hipotético filho] se me tivesse chegado aos meus ouvidos ou olhos, algo como a falta de respeito perante um professor. Se tivesse conhecimento de picardias entre ele e outro colega ou amigo e se estas picardias fossem uma constante pode crer que tomaria uma atitude perante a cara dele. Fiz-me entender?", ficamos a achar que o stock de palhinhas em casa do FGO corre sérios riscos de se esgotar rapidamente, tal o seu desvelo em oferecê-las a filhos e professoras.

Fica por esclarecer a quem o hipotético filho do FGO recorreria para dar uns "calduços" ao pai - e daí talvez não fosse preciso, pois segundo o NEPHILIM, este já o conheceria há bastante tempo, o que faria do caso algo "complectamente" diferente. Parece que o puto teria que apanhar e gostar...
 
"a professora com 22anos ,portanto com pouca experiencia que por isso foi colocada numa escola problematica porque os professores com mais anos já não dão aulas nestas escolas"

No Agrupamento Vertical de Escolas do Cerco, a média etária do pessoal docente ronda os 40 anos.

ebay ok,fica corrigido.
 
Os dois exemplos que citei acima são, infelizmente, o retrato social do país que se quer comparar à Finlândia em resultados educativos.

Quantos professores finlandeses terão que recorrer a medidas mais severas para disciplinar os seus alunos?

Quantos professores finlandeses serão agredidos anualmente?

Quantos alunos finlandeses desrespeitam frontalmente os seus professores, obrigando-os a ultrapassar os limites da paciência e do bom desempenho da sua profissão?

Qual será a taxa de depressões entre os professores finlandeses?

Se um aluno finlandês fosse agredido, o professor-agressor seria imediatamente levado à Justiça e julgado, ou os pais do agredido tomariam o caso em mãos?

Quantos pais finlandeses educam os seus com base no binómio erro-punição física?

Haverá na Finlândia alguém que pondere sequer encontrar argumentos para justificar uma atitude tão irracional como uma agressão a um professor?

E como se dariam os professores finlandeses a dar aulas numa escola portuguesa?
 
Last edited:
Nephilim;1101583 Isso é utópico said:
Então Nephilim[;)] os Pais ou Pseudo Pais só fazem as crianças porque depois renuciam á sua educação??????, a Escola não ensina tudo[;)] , a Educação começa em CASA com os bons ou maus exemplos dos Pais.
 
Assino por baixo no que esta Sra. pede. Mas será que o pediu também para que se faça o mesmo perante alunos agredidos por professores?

Concordo neste aspecto Medidas Duras para os que abusam, quer sejam professores ou alunos.
 
Leia com atenção desde o principio e deixe de apanhar o comboio em andamento.


Eu li com atenção desde o principio, e não apanho comboios em andamento.

Cada profissão tem as suas particularidades. Não me venhas dizer que um varredor de ruas, como todo o respeito pela profissão, corres os mesmos riscos ou tem as mesmas resposabilidades que um professor.

Se dizes que a profissão de professor é uma profissão como outra qualquer, mais uma vez demonstras que pouco ou nada sabes dela.
 
Os dois exemplos que citei acima são, infelizmente, o retrato social do país que se quer comparar à Finlândia em resultados educativos.

Quantos professores finlandeses terão que recorrer a medidas mais severas para disciplinar os seus alunos?

Quantos professores finlandeses serão agredidos anualmente?

Quantos alunos finlandeses desrespeitam frontalmente os seus professores, obrigando-os a ultrapassar os limites da paciência e do bom desempenho da sua profissão?

Qual será a taxa de depressões entre os professores finlandeses?

Se um aluno finlandês fosse agredido, o professor-agressor seria imediatamente levado à Justiça e julgado, ou os pais do agredido tomariam o caso em mãos?

Quantos pais finlandeses educam os seus com base no binómio erro-punição física?

Haverá na Finlândia alguém que pondere sequer encontrar encontrar argumentos para justificar uma atitude tão irracional como uma agressão a um professor?

E como se dariam os professores finlandeses a dar aulas numa escola portuguesa?


O meu aplauso à intervenção de Henkel.apr:)

Convirá esclarecer que o meu aplauso não decorrre de qualquer espírito corporativista.
Decorrem, isso sim, pelo facto de entender que as afirmações de Henkel traduzem bem a realidade e são, acima de tudo, verdadeiras, realista e desprovidas de eufemismos para mascarar uma situação inaceitável.
 
O meu aplauso à intervenção de Henkel.apr:)

Convirá esclarecer que o meu aplauso não decorrre de qualquer espírito corporativista.
Decorrem, isso sim, pelo facto de entender que as afirmações de Henkel traduzem bem a realidade e são, acima de tudo, verdadeiras, realista e desprovidas de eufemismos para mascarar uma situação inaceitável.

Pois, mas quem não está no convento não imagina o que lá se passa.

E a gravidade da situação ultrapassa EM MUITO o que fizeram aos professores.

É pena que pouco se fale do que este governo faz aos alunos - será que é por não votarem?
 
Então Nephilim[;)] os Pais ou Pseudo Pais só fazem as crianças porque depois renuciam á sua educação??????, a Escola não ensina tudo[;)] , a Educação começa em CASA com os bons ou maus exemplos dos Pais.


Exactamente! [;)]
é por esta maneira de pensar que o ensino vai como vai... A educação deve ser dada em casa e reforçada na escola, o que hoje em dia praticamente não acontece... :confused:
 
"As crianças não encontram em casa a figura de autoridade", que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.
"As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa", sublinhou.
Para Savater, os pais continuam "a não querer assumir qualquer autoridade", preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos "seja alegre" e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores. No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador,"são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os", acusa.

O resto do testamento está em anexo. Vale a pena ler!
 
Last edited:
"As crianças não encontram em casa a figura de autoridade", que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.
"As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa", sublinhou.
Para Savater, os pais continuam "a não querer assumir qualquer autoridade", preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos "seja alegre" e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores. No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador,"são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os", acusa.

O resto do testamento está em anexo. Vale a pena ler!


Ora, está tudo dito![;)]
 
No caso em apreço, a mãe NÃO era a encarregada de educação da criança, mas sim a avó..o que indicia ou permite algumas suspeitas sobre a capacidade da progenitora. Mas para arrear a giga e fazer peixeirada, já teve jeito...
Se calhar, em vez de se permitir o aborto, devíamos estar a avaliar a hipótese de esterilização forçada...
 
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