F1 2007 GP Brasil - Kimi Raikkonen CAMPEAO

o ralf...
...Firman?
...Nader?
...ralf, o Alien daquela série de televisão? [;)]

Esse era o ALF ....[:p]


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[:D] [:D] [:D] [:D]
 
Lauda: «Hamilton pode destruir Alonso»


TRICAMPEÃO COMPARA SITUAÇÃO COM A QUE VIVEU EM 1984


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Niki Lauda defende que Lewis Hamilton pode destruir a carreira de Fernando Alonso na Fórmula 1.
"Cada vitória de Hamilton destrói um pouco de Alonso. E a cada corrida onde não consegue mudar este estado de coisas, torna-se ainda mais duro para ele continuar", disse o austríaco ao jornal alemão "Abendzeitung".
Lauda compara a situação actual na McLaren com a sua em 1984, quando teve Alain Prost como companheiro também na escuderia de Woking.
O austríaco foi campeão por uma diferença de apenas meio ponto e reformou-se a seguir:
"Prost começou a me destruir pedaço a pedaço. Eu marcava uma volta rápida no treino e antes de voltar às 'boxes', ele batia a minha marca. Eu estava completamente arrasado. Para vencer, tive que mudar minha abordagem. Parei de tentar superar Prost a cada volta e no final venci por meio ponto, porque nas corridas era mais esperto."

Lauda revelou ainda que a McLaren tinha uma política de igualdade entre os pilotos mas que tudo mudou assim que Prost chegou, com a francês a ser priviligiado porque era mais rápido.
 
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Lauda: a morte vai voltar à F1...

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uma geração sem medo


Niki Lauda advertiu a Formula 1 de que a morte irá voltar à categoria, mesmo se os carros actuais estao muito mais seguros que os antigos. Para ele, a morte nunca conseguirá ser banida definitivamente do paddock. "O facto de treze anos se terem passado sem nada acontecer é apenas uma sorte muito grande. A morte virá novamente. O risco sempre existe", disse o austríaco ao jornal alemão 'Bild am Sonntag'. Para Lauda, o grande intervalo entre as mortes de Ayrton Senna e Roland Ratzenberger, em 1994, até hoje sem nenhum acidente fatal pode ser interpretado como um grande problema, já que isto criou uma geração de pilotos que não entende completamente os riscos. "No meu tempo, eu sabia que mais cedo ou mais tarde, eu me iria ver dentro de um hospital. Mas para muitos, a Formula 1 é apenas brilho e glamour. No entanto, isto é apenas uma ilusão".
Nos anos 60 e 70, pelo menos um piloto morria por ano. Agora, Lauda estima que a chance de um acidente fatal é "menos de dez por cento".
 
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Lauda: «Hamilton pode destruir Alonso»


TRICAMPEÃO COMPARA SITUAÇÃO COM A QUE VIVEU EM 1984


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Niki Lauda defende que Lewis Hamilton pode destruir a carreira de Fernando Alonso na Fórmula 1.
"Cada vitória de Hamilton destrói um pouco de Alonso. E a cada corrida onde não consegue mudar este estado de coisas, torna-se ainda mais duro para ele continuar", disse o austríaco ao jornal alemão "Abendzeitung".
Lauda compara a situação actual na McLaren com a sua em 1984, quando teve Alain Prost como companheiro também na escuderia de Woking.
O austríaco foi campeão por uma diferença de apenas meio ponto e reformou-se a seguir:
"Prost começou a me destruir pedaço a pedaço. Eu marcava uma volta rápida no treino e antes de voltar às 'boxes', ele batia a minha marca. Eu estava completamente arrasado. Para vencer, tive que mudar minha abordagem. Parei de tentar superar Prost a cada volta e no final venci por meio ponto, porque nas corridas era mais esperto."

Lauda revelou ainda que a McLaren tinha uma política de igualdade entre os pilotos mas que tudo mudou assim que Prost chegou, com a francês a ser priviligiado porque era mais rápido.

Opinião de quem sabe e já passou pelo mesmo.
 
Não é bem o mesmo. O Lauda estava em fim de carreira, após uma extraordinária recuperação do terrível acidente que sofreu. Fez 13 épocas de F1 e 177 GP, tendo saído com 35 anos. Naturalmente que ao verificar que começava a não ser suficientemente rápido para os jovens poderá ter levado a que antecipasse ligeiramente a reforma, e há que não esquecer as marcas deixadas pelo acidente. A conquista do último título, na última corrida no Estoril foi penosa, pois andou sempre para baixo na classificação sem dar ideia de poder chegar ao lugar que precisava (3.º se bem me lembro caso o Prost ganhasse como aconteceu), e foi graças a várias desistências que conseguiria lá chegar e ganhar o campeonato. Abandonou no ano seguinte.

O Alonso, pelo contrário, é um jovem de 26 anos com 6 épocas de F1 e ainda pode ter muitos anos pela frente como piloto; nem chegou sequer a meio de uma carreira normal. Seria uma decisão estranha sair agora e convenhamos que todas estas coisas têm a consistência do vento, como foi a teoria de o Hamilton ir para a Ferrari e 15 dias depois já ser o Alonso que ia (pode ser que vão os dois...).

Para literatura cor de rosa da F1 talvez se justificasse um tópico específico, bem como outro, como já propus, para dizer mal do Alonso, ficando este reservado para discutir as incidências das corridas e as questões técnicas.

Talvez esta compartimentação permitisse um melhor convivio de todos.
 
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não será, com toda a certeza, o meu caso, nem o teu [;)]

quanto à bimbalhice... o meu padrão de bimbo, por acaso bem selectivo, não passa por Ferrari, nem de perto nem de longe.

Se conhece bem a historia da marca não percebo o "escandalo" por eu ter dito que o Enzo era melhor contador de historias que construtor de automoveis.

Porprietarios bimbos existem em todas as marcas, mas eu estava-me a refrir era a estetica dos Ferrari essa é que é um concentrado de "bimbalhice".
 
Se conhece bem a historia da marca não percebo o "escandalo" por eu ter dito que o Enzo era melhor contador de historias que construtor de automoveis.

Porprietarios bimbos existem em todas as marcas, mas eu estava-me a refrir era a estetica dos Ferrari essa é que é um concentrado de "bimbalhice".

E no entanto o Enzo lá foi considerado pelos designers e críticos-estetas do mundo automóvel como o ícone máximo desse mesmo mundo...[:cool:]
 
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Então agora o Montoya vem dizer que afinal, na McLaren, sempre houve piloto #1 e piloto#2, com tratamento diferenciado?...

A diferença de estatuto existe e é justificável. Afinal Alonso é bicampeão do mundo e Hamilton é um rookie.

Montoya é que fumou algo para não se aperceber da inversão que fez na correspondência de estatutos: o engenheiro-chefe da McLaren dirige a equipa de trabalho de Alonso e não a de Hamilton...

Schocking!...
 
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