A Crise Económica da Década de 20

O BE tambem fala em 80 anos! [:p]

Mais a sério, é claro que não conseguiremos pagar as duas dividas em simultaneo, ou não conseguiriamos viver e respirar. E é por isso que os "egoistas do norte" não estão para ai virados.

Agora se queremos ser ajudados, se queremos dinheiro de "borla" teremos que começar a fazer o que não fizemos em 40 anos. Racionalizar as contas do estado, colocar-lhes transparencia, rigor e poupança, tal como fazem os que nos patrocinam.

Acreditas que alguma vez o faremos?


Nisto estamos 500% de acordo![;)]

É dificil implementar medidas de austeridade porque são medidas impopulares e meio caminho andado para perder as eleições seguintes.
Isto só lá vai quando o povo em geral perceber o significado e a importância das medidas que tem de suportar. Não é fácil.
 
O BE tambem fala em 80 anos! [:p]

Mais a sério, é claro que não conseguiremos pagar as duas dividas em simultaneo, ou não conseguiriamos viver e respirar. E é por isso que os "egoistas do norte" não estão para ai virados.

Agora se queremos ser ajudados, se queremos dinheiro de "borla" teremos que começar a fazer o que não fizemos em 40 anos. Racionalizar as contas do estado, colocar-lhes transparencia, rigor e poupança, tal como fazem os que nos patrocinam.

Acreditas que alguma vez o faremos?

Agora com a "desculpa" da crise, vamos ver onde irá ter a poupança (que nunca existiu)... [:D]:sh)
 
Nisto estamos 500% de acordo![;)]

É dificil implementar medidas de austeridade porque são medidas impopulares e meio caminho andado para perder as eleições seguintes.
Isto só lá vai quando o povo em geral perceber o significado e a importância das medidas que tem de suportar. Não é fácil.

O povo já paga cerca de 90.000 milhões de euros anualmente para serem geridos. Não faria mais sentido colocar o ónus do bom uso desse dinheiro no governo em vez de colocar mais "suporte" no lado do povo?
 
Agora com a "desculpa" da crise, vamos ver onde irá ter a poupança (que nunca existiu)... [:D]:sh)

Com os socialistas já sabemos como vai ser. Dejávu

O futuro imediato é de travões a fundo, cortes, austeridade, e regressão das politicas de satisfação das clientelas para satisfazer as exigencias do acordo recente.

Quando as coisas melhorarem , volta tudo ao mesmo.
 
Com os socialistas já sabemos como vai ser. Dejávu

O futuro imediato é de travões a fundo, cortes, austeridade, e regressão das politicas de satisfação das clientelas para satisfazer as exigencias do acordo recente.

Quando as coisas melhorarem , volta tudo ao mesmo.

Quando não aprendem com eles próprios, é impossível aprenderem com os outros... :sh)
 
A economia juntamente com a politica são duas formas de organização de sociedades.

Algo que para mim é visível e já o tinha sido na última crise, é que são as pessoas que servem a economia e não o contrário, o que significa que a realidade é que tem de se adaptar a números, decisões empíricas e unidades monetárias.

Quando a forma de organização não responde às necessidades, talvez fosse boa ideia ser repensada e a forma como usamos as ferramentas.
 
Há a fuga aos impostos e há às ajudas de custo e pagamento de "despesas" q muitas vezes o único objetivo é reduzir ou anular a tributação.

E mesmo quem trabalha o q não falta é pagamento de parte dos rendimentos por baixo da mesa.

Tudo isso sonega ao estado uma boa receita, q daria muito jeito nesta fase.

Todos mais ou menos são coniventes com isto visto todos conhecermos pessoas nestas situações, ou simplesmente pelo facto de todos já terem ido a cafés, restaurantes, cabeleireiros, oficinas, etc e pagar sem exigir fatura.

O estado não é menos responsável pq em vez de atacar o problema, limita-se a aumentar os impostos a quem declara rendimentos.

Vi um estudo há uns anos em que o montante anual da economia paralela andaria na ordem dos 49.000 milhões de euros.

Ora isto é muita fruta.... Muita mesmo, e talvez esteja aí uma das soluções da nossa recuperação.

Resumo, isto com mais ou menos engenharia financeira q legitime mais ou menos a coisa, vai muito além das classes baixas dos bairros sociais.

Mais "optimização de impostos...", Holandas, e por aí fora... Mas esquece essa ideia de recuperação a partir daí, esses esquemas, por vezes legalizados, servem quem realmente tem o pod€r...
 
Na Holanda é legal...

Por cá também já legalizaram muitas operações ilegais, nomeadamente transferências de paraísos fiscais sem necessidade de provar proveniência dos montantes.

Só me faz comichão chamarem paraíso fiscal à Holanda, quando Portugal está no top dos países da UE onde é mais fácil fugir aos impostos e onde as consequências são mais leves para os prevaricadores.

Para mim essa é a definição perfeita de paraíso fiscal.
 
Hoje o Jorge Costa escreveu este post sobre algo que se discutiu tantas vezes aqui ao lado nestes ultimos 5 anos. A tal história de "ir à lã e vir tosquiado"

"O Bloco, o PCP, muita gente no PS andou a sonhar estes anos todos com um calote. O eufemismo era a restruturação da divida. Por restruturação não queriam significar por certo uma extensão negociada dos prazos da dívida e redução das taxas de juro. Isso foi feito silenciosamente por Passos Coelho, numa extensão que poupou ao país dezenas de milhares de milhões de euros de esforço ao longo de décadas.
Não. Restruturação era ali um calote mesmo, haircut à cabeça. Os socialistas andaram nesta onda até irem para o Governo. Depois naturalmente calaram-se. O Bloco e o PC não. O Galamba foi encerrado numa Secretaria de Estado e assim o assunto hibernou.

Imaginem apenas que por absurdo tínhamos ido para a frente e tínhamos restruturado nos termos agressivos em que esta falange de loucos defendia. Estão a ver a situação em que nos tínhamos colocado para agora, que teremos de nos endividar em doses abismais? Não nos endividaríamos. Cairíamos na mais abjecta miséria que podemos imaginar. Ou não. Não conseguimos imaginar. Quem não tem crédito, nestas situações, resta-comer o pó do chão"
 
Hoje o Jorge Costa escreveu este post sobre algo que se discutiu tantas vezes aqui ao lado nestes ultimos 5 anos. A tal história de "ir à lã e vir tosquiado"

"O Bloco, o PCP, muita gente no PS andou a sonhar estes anos todos com um calote. O eufemismo era a restruturação da divida. Por restruturação não queriam significar por certo uma extensão negociada dos prazos da dívida e redução das taxas de juro. Isso foi feito silenciosamente por Passos Coelho, numa extensão que poupou ao país dezenas de milhares de milhões de euros de esforço ao longo de décadas.
Não. Restruturação era ali um calote mesmo, haircut à cabeça. Os socialistas andaram nesta onda até irem para o Governo. Depois naturalmente calaram-se. O Bloco e o PC não. O Galamba foi encerrado numa Secretaria de Estado e assim o assunto hibernou.

Imaginem apenas que por absurdo tínhamos ido para a frente e tínhamos restruturado nos termos agressivos em que esta falange de loucos defendia. Estão a ver a situação em que nos tínhamos colocado para agora, que teremos de nos endividar em doses abismais? Não nos endividaríamos. Cairíamos na mais abjecta miséria que podemos imaginar. Ou não. Não conseguimos imaginar. Quem não tem crédito, nestas situações, resta-comer o pó do chão"

A Grécia teve um perdão em 2012, vais dizer-me q vão comer o pó do chão?

Eles vão como todos recorrer à UE, BCE e aos mercados, podem pagar mais q outros, mas terão financiamento.

Um perdão resulta de uma negociação, não foi algo decidido unilateralmente q seria a única circunstância em q esse cenário se verificaria.

Nunca ouvi falar nisso nesses termos em Portugal.


Nota: Sou absolutamente contra perdão de qualquer dívida do estado.
 
Última edição:
Nesta "guerra de desinformação" que vivemos nos dias de hoje, é comum associarmos o termo fake news à administração norte-americana mas outros países têm mostrado descontentamento com a forma como as embaixadas chinesas e os seus diplomatas têm actuado, senão vejamos este artigo da Reuters sobre o que se passou esta semana em França.

E a juntar a isso as manifestações nos usa com as populações a parar cidades completas com transito de enormes filas a exigiram o fim total das restrições, mas isso não passa nas televisões ou passa muito pouco.
 
A Grécia teve um perdão em 2012, vais dizer-me q vão comer o pó do chão?

Eles vão como todos recorrer à UE, BCE e aos mercados, podem pagar mais q outros, mas terão financiamento.

Um perdão resulta de uma negociação, não foi algo decidido unilateralmente q seria a única circunstância em q esse cenário se verificaria.

Nunca ouvi falar nisso nesses termos em Portugal.


Nota: Sou absolutamente contra perdão de qualquer dívida do estado.

Eu também nao sou a favor de perdoes, até porque ao seu o que lhe é devido...mas já de nao se pagar juros, quando se trata deste tipo de situacoes de estados "resgatados", sou. No limite, um juro baixíssimo (0.05%), para agradar aos gregos e troianos.
 
Última edição:
Eu também nao sou a favor de perdoes, até porque ao seu o que lhe é devido...mas já de nao se pagar juros, quando se trata deste tipo de situacoes de estados "resgatados", sou. No limite, um juro baixíssimo (0.05%), para agradar aos gregos e troianos.

Emprestas tu?

Dinheiro barato incentiva a maior endividamento. Quanto mais caro for, mais regrado deverá ser.
 
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