A Crise Económica da Década de 20

É isto.
Andas a ver o que nasce primeiro, se o ovo ou a galinha, no final fica tudo igual, acho é que tens algo que te tolda o raciocinio em relação ao homem, só isso.
Já admiti o histórico do senhor, sempre altamente crítico na mesma direção e quase sempre apoiante da outra, afeta-me o raciocínio relativamente a este senhor.

Mas neste caso vou explicar-te o pq de dizer o q digo.

Basta um sector apresentar um estudo sobre procedimentos a usar q seja "encomendado" e corremos o risco de ter um sector a implementar medidas muito aquém das necessidades.

O estado não o poderá fazer até pq os custos com eventual nova vaga, serão seus para assumir
 
Já admiti o histórico do senhor, sempre altamente crítico na mesma direção e quase sempre apoiante da outra, afeta-me o raciocínio relativamente a este senhor.

Mas neste caso vou explicar-te o pq de dizer o q digo.

Basta um sector apresentar um estudo sobre procedimentos a usar q seja "encomendado" e corremos o risco de ter um sector a implementar medidas muito aquém das necessidades.

O estado não o poderá fazer até pq os custos com eventual nova vaga, serão seus para assumir

Muito dificil isso que dizes, porque o estado continua com a ultima palavra, ou seja, nesse aspeto nada mudaria, apenas tens mais intervenientes na decisão que dentro de um sector terás vários intervenientes e concorrência entre eles essa tomada de decisão, tornaria tudo mais facil para todos, alem de que decretar medidas iguais para todos não será boa ideia, por isso o estado vai-se ficando pelas recomendações.
Por exemplo, medidas para a industria, dentro deste sector tens medidas completamente dispares entre elas, tipo, a industria automovel não tem nada a ver coma industria textil, nem em termos de proximidade, em termos de equipamentos, em termos de ferramentas, em termos de flexibilidade,... Portanto dentro deste sector iria-se chegar a um consenso sobre a melhor forma de o fazer, isso que dizes seria muito dificil de acontecer, aliás, são os sectores que estão a tomar a dianteira nessas decisões em relação ao estado e ele a seguir, recomenda.[:D]
 
E para clarificar e não ficarem dúvidas não sou economista nem me quero passar por nada q de pareça.

E por isso mesmo tenho defendido nos vários tópicos a é errado estar a assumir como certeza absoluta as consequências da crise, pelo simples facto q essas, embora possíveis de prever atualmente, não se sabe se ficam aquém ou além dos custos q teremos caso a questão de saúde não sejam a nossa prioridade máxima.

A linha que separa uma possível reabertura da economia com sucesso, de um desastre de saúde pública com consequências imprevisíveis na saúde pública com a respectiva consequência na economia, é extremamente ténue, pelo q não gostava de ver ninguém a decidir seja o q for, q não sejam as pessoas formadas e com provas dadas na área da saúde.


Sem resolver a crise de saúde, nunca a economia poderá sair a ganhar, a menos q se assuma a perda de vidas em larga escala e a ruptura do SNS como algo aceitável.
 
Muito dificil isso que dizes, porque o estado continua com a ultima palavra, ou seja, nesse aspeto nada mudaria, apenas tens mais intervenientes na decisão que dentro de um sector terás vários intervenientes e concorrência entre eles essa tomada de decisão, tornaria tudo mais facil para todos, alem de que decretar medidas iguais para todos não será boa ideia, por isso o estado vai-se ficando pelas recomendações.
Por exemplo, medidas para a industria, dentro deste sector tens medidas completamente dispares entre elas, tipo, a industria automovel não tem nada a ver coma industria textil, nem em termos de proximidade, em termos de equipamentos, em termos de ferramentas, em termos de flexibilidade,... Portanto dentro deste sector iria-se chegar a um consenso sobre a melhor forma de o fazer, isso que dizes seria muito dificil de acontecer, aliás, são os sectores que estão a tomar a dianteira nessas decisões em relação ao estado e ele a seguir, recomenda.[:D]
Eu falei em medidas base obrigatórias e com incumprimento altamente penalizado.

E por base refiro-me às coisas transversais, não a tudo.

É só aí q discordamos, o estado deverá ser o ponto de partida e de chegada.

Não quero de forma alguma deixar de fora os representantes de cada sector.
Quero é que dentro de cada sector, por muito heterogêneo q seja, q esteja assegurado o cumprimento daquilo q é básico e mais importante.
 
E para clarificar e não ficarem dúvidas não sou economista nem me quero passar por nada q de pareça.

E por isso mesmo tenho defendido nos vários tópicos a é errado estar a assumir como certeza absoluta as consequências da crise, pelo simples facto q essas, embora possíveis de prever atualmente, não se sabe se ficam aquém ou além dos custos q teremos caso a questão de saúde não sejam a nossa prioridade máxima.

A linha que separa uma possível reabertura da economia com sucesso, de um desastre de saúde pública com consequências imprevisíveis na saúde pública com a respectiva consequência na economia, é extremamente ténue, pelo q não gostava de ver ninguém a decidir seja o q for, q não sejam as pessoas formadas e com provas dadas na área da saúde.


Sem resolver a crise de saúde, nunca a economia poderá sair a ganhar, a menos q se assuma a perda de vidas em larga escala e a ruptura do SNS como algo aceitável.

Lamento que ainda não te tenha caído a ficha sobre as consequências económicas desta crise. Aparentemente só parou 1 mês mas vai muito além disso. Na empresa onde trabalho se encerrarmos o ano com metade da faturação do ano passado vai ser uma sorte.

A maioria das empresas não aguenta um rombo desses.
 
Os sectores regulamentam-se com a fiscalização do estado, penso que falamos do mesmo, pois esta fiscalização pode existir em qualquer altura do processo, deveria ser assim e com mão pesada, mas o estado vai fazer tabua rasa para todos, sendo que alguns sectores já estão muito à frente nessas medidas, ou seja, o estado vai adaptar-se ao que já está feito e dizer amen aos grandes grupos.
Deveria atuar conforme fez agora nas garrafas de gás, o sector auto-regula-se, começa a abusar o estado entra e trava, simples.[;)]
Com o preço das máscaras também.
 
Lamento que ainda não te tenha caído a ficha sobre as consequências económicas desta crise. Aparentemente só parou 1 mês mas vai muito além disso. Na empresa onde trabalho se encerrarmos o ano com metade da faturação do ano passado vai ser uma sorte.

A maioria das empresas não aguenta um rombo desses.
Eu sei disso e não me ouvirás negar, mas a possível escolha neste momento é entre pagar impostos no futuro, ou perder vidas, muitas vidas e sem garantia de que a fatura no fim seja mais barata.

Eu sei q prefiro pagar impostos, e para mim esse não é o cenário mais importante, e muito menos é o mais assustador.
 
Eu sei disso e não me ouvirás negar, mas a possível escolha neste momento é entre pagar impostos no futuro, ou perder vidas, muitas vidas e sem garantia de que a fatura no fim seja mais barata.

Eu sei q prefiro pagar impostos, e para mim esse não é o cenário mais importante, e muito menos é o mais assustador.

Neste momento a única certeza que podes ter é que a economia foi ao charco. Sem dinheiro onde vais buscar o resto?
 
O Obtuso está correcto na analogia. [;)]

Há uma regra de ouro na gestão."aquilo que é dado não tem valor"

Sim. Por isso é que eu sempre fui contra todos os programas europeus com parcelas a fundo perdido. Tal como sou agora contra estas linhas de crédito Covid-19 garantidas pelo Estado ou seja garantidas por todos nós.
Não faz sentido ser contra a mutualização de dívida ao nível da União Europeia e depois cá dentro já ser a favor. Porque nestas linhas é disso que se trata: dívida para as empresas com 80% do risco mutualizado por todos nós. Se as empresas não pagarem somos nós que pagamos com os nossos impostos. É disto que se trata.
Mas lá está como já ví aqui dizerem em Portugal são todos muito liberais até ao dia... até já vi confederações de comércio e indústria a sugerir financimentos a fundo perdido. Dinheiro dado, portanto...
 
Desta vez foi o turismo, mesmo com um governo despesista e a endividar-se, a fazer a economia crescer, no futuro será o mesmo ou outra coisa QQ, disso não tenho dúvidas, não pq confie nos nossos políticos, q de um modo geral não confio, mas pq confio nos portugueses, e muito.

Depois pq é um problema global e a resposta terá de ser trans-geracional de modo a não hipotecar nem a nós, nem aos nossos filhos e netos.

É altura de a UE dar uma resposta à altura, não abrindo os bolsos sem regras, mas sim abrindo os bolsos com regras justas e adequadas à excepcionalidade da situação, a exigir não apenas uma responsabilização imediata e violenta, mas sim uma responsabilidade estruturada, pensada, alicerçada no futuro e acima de tudo muito mais consolidada.
 
Sim. Por isso é que eu sempre fui contra todos os programas europeus com parcelas a fundo perdido. Tal como sou agora contra estas linhas de crédito Covid-19 garantidas pelo Estado ou seja garantidas por todos nós.
Não faz sentido ser contra a mutualização de dívida ao nível da União Europeia e depois cá dentro já ser a favor. Porque nestas linhas é disso que se trata: dívida para as empresas com 80% do risco mutualizado por todos nós. Se as empresas não pagarem somos nós que pagamos com os nossos impostos. É disto que se trata.
Mas lá está como já ví aqui dizerem em Portugal são todos muito liberais até ao dia... até já vi confederações de comércio e indústria a sugerir financimentos a fundo perdido. Dinheiro dado, portanto...


Divida total= divida publica+divida privada.

A primeirra é paga por todos nós, a segunda é paga pelas empresas e empresários, apenas. Ponto!

O ultimo parágrafo é apenas ruido
 
Divida total= divida publica+divida privada.

A primeirra é paga por todos nós, a segunda é paga pelas empresas e empresários, apenas. Ponto!

O ultimo parágrafo é apenas ruido
Não é assim, se o estado de substitui às empresas na apresentação de garantias q garantam a aprovação do crédito, as entidades financeiras no momento de incumprimento irão acionar essas mesmas garantias emitidas pelo estado em seu favor.

E o estado somos nós.


Acho q é isto ou não?


Se for então é mesmo uma mutualização da dívida, pq os credores irão certamente receber o q emprestaram, até pq provavelmente tiveram eles próprios de recorrer ao mercado para ter tamanha liquidez usando para isso o q?

As garantias do estado.
 
Não é assim, se o estado de substitui às empresas na apresentação de garantias q garantam a aprovação do crédito, as entidades financeiras no momento de incumprimento irão acionar essas mesmas garantias emitidas pelo estado em seu favor.

E o estado somos nós.


Acho q é isto ou não?


Se for então é mesmo uma mutualização da dívida, pq os credores irão certamente receber o q emprestaram, até pq provavelmente tiveram eles próprios de recorrer ao mercado para ter tamanha liquidez usando para isso o q?

As garantias do estado.

É precisamente isso.
 
E se mesmo assim não chegar?

Então, estás na idade dos porquês?

Se, se, se....

Soubesses um pouquinho sobre isto, e saberias que se não há activos, não há garantias, entram os avais pessoais, e se não há estes não há empréstimos, é assim que funciona o mundo real no privado!

Mais de 50% das empresas que solicitaram empréstimos não os vão ter. Imagina lá porque?
 
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