A Crise Económica da Década de 20

É melhor do que deixar o mercado funcionar como no tempo do coelho.
Isso só levou o desemprego para 17% da população activa e só permitiu que quase metade das PMEs em Portugal abrissem falência.
Excelente estratégia, sem dúvida.


Alimentar Activos/empresas que nao sao rentaveis e que queimam dinheiro sem crescimento so vai trazer estagnacao e emprobecimento (se calhar deviamos pensar porque os salarios em PT nao sobem....).
 
Num país com pouca concorrência há demasiadas empresas zombies que se arrastam de reestruturação em reestruturação desde os anos 90
E com uns quantos calotes à mistura. Mas pt esse modo de vida compensa.

Há sempre uns subsídios para minerar ou um senhorio/banco/seg social que fica a arder.
 
E tu julgas que essa associação vai defender mesmo o quê, ora pensa lá... [:p]

Claro que há sempre duas formas e dois objectos a defender.

Os nossos interessses particulares e os publicos ou comuns a uma generalidade. Na minha opinião o PRR que está em cima da mesa, e que objectivamente este grupo de empresários contesta e quer propor alternativas, é destruidor de valor e não acrescenta nada, ou acrescenta o mesmo de sempre (satisfação das clientelas pulicas) ao desenvolvimento do País, e foca-se em despesa publica, despesa publica disfarçada pomposamente de investimento publico e inovação.

Ora todos sabemos o que isto quer dizer, como tambem sabemos quem e onde é criada a riqueza que alimenta e faz crescer o PIB.

Se me perguntas se o "milagre" da recuperação económica vai passar do PRR do Costa, para as propostas deste grupo, digo-te que não há milagres, mas há concerteza mais saber e mais consistencia e mais esperança e mais futuro em quem passou a vida a criar riqueza, do que em passou a vida em gastá-la e a destrui-la!

Os homens do PRR consomem 50% de toda a riqueza produzida neste País. E fazem-no há decadas.
 
Aquilo que a troika (e o governo Coelho/Portas) escolheu fazer foi o caminho mais fácil: foi deixar o mercado funcionar (despedimentos e falências a torto e a direito) e carregar forte e feito nos impostos.nte.

Errata: Aquilo que o Governo aplicou segundo o memorado de entendimento assinado com a Troika juntamente com o PS. Troika esta chamada pelo PS.
 
A subida de 2018 para 2019 não percebo.

Em 2020 percebo que terá sido pela subida de uma e queda do outro.


As clientelas precisam de ser satisfeitas, [;)]

E o dinheiro não cai do ceu!

BTW, o BE encheu aqui a freguesia onde vivo (um reduto deles) de mini out-doors com este slogan " o dinheiro não cai do céu" [:p][:)]

O cinismo em todo o seu esplendor.

apresentacao_o_dinheiro_nao_cai_do_ceu_-_2021_04_21-1.jpg
 
As clientelas precisam de ser satisfeitas, [;)]

E o dinheiro não cai do ceu!

BTW, o BE encheu aqui a freguesia onde vivo (um reduto deles) de mini out-doors com este slogan " o dinheiro não cai do céu" [:p][:)]

O cinismo em todo o seu esplendor.

apresentacao_o_dinheiro_nao_cai_do_ceu_-_2021_04_21-1.jpg
Epá este cartaz é para rir...

Só pode ser a gozar com o pessoal!

Eles sabem lá como é que se faz dinheiro...

Eu sei: 40% do meu bônus individual foi para o Estado.
 
A RAClac não faz mascaras em Portugal. Fazem ou vão fazer luvas.
Têm fabricas na China a produzir mascaras e outros materiais, (na semana passada nem sabiam quantos dos seus funcionários estavam a trabalhar e menos ainda se tinham morrido ou estavam vivos) antes de Portugal precisar venderam para todo o mundo (há uma entrevista do diretor penso que na radio Digital de Famalicão quando começaram a falar dessa procura exponencial), quando os tugas chegaram já não havia.
Vão apresentar umas contas interessantes no final do ano... luvas, mascaras, gel desinfetante (já agora hoje vi o recorde de preço, 30ml, 7,30€, mais de 240€ o litro, roubar em grande) com um mercado interessante a nível nacional e internacional. Belo negócio.
Em todo o caso diga-se, que embora ganhando bem, há muita gente a jusante a cometer autênticos roubos.

Eu conheço uma empresa muito parecida, Santex, que tambem tem luvas descartáveis, máscaras,..
 
Claro que há sempre duas formas e dois objectos a defender.

Os nossos interessses particulares e os publicos ou comuns a uma generalidade. Na minha opinião o PRR que está em cima da mesa, e que objectivamente este grupo de empresários contesta e quer propor alternativas, é destruidor de valor e não acrescenta nada, ou acrescenta o mesmo de sempre (satisfação das clientelas pulicas) ao desenvolvimento do País, e foca-se em despesa publica, despesa publica disfarçada pomposamente de investimento publico e inovação.

Ora todos sabemos o que isto quer dizer, como tambem sabemos quem e onde é criada a riqueza que alimenta e faz crescer o PIB.

Se me perguntas se o "milagre" da recuperação económica vai passar do PRR do Costa, para as propostas deste grupo, digo-te que não há milagres, mas há concerteza mais saber e mais consistencia e mais esperança e mais futuro em quem passou a vida a criar riqueza, do que em passou a vida em gastá-la e a destrui-la!

Os homens do PRR consomem 50% de toda a riqueza produzida neste País. E fazem-no há decadas.

O PRR deveria ir todo para pagar dívida pública de forma estutural e assim baixar a fatura que todos temos que pagar. Não consigo encontrar melhor e mais responsável forma de o aplicar. E seria ainda assim um gota de água, mas uma gota de água a menos. Infelizmente isto não interessa a ninguém, nem mesmo às instâncias europeias que cozinharam a bazuca.
 
A propósito de PRR e futuro, vale a pena ler este artigo do JPC

Quanto custa um cérebro?


"A verdadeira crise que está à nossa frente reside no facto de mais de um terço dos cérebros que criamos saírem do país. Vou repetir o número porque vale a pena: um terço. De acordo com os dados da Pordata, hoje emigram de forma permanente cerca de 29 mil pessoas e nascem 87 mil. Um professor primário que olhe para uma sala de 30 alunos, pode logo dizer que 10 daqueles alunos vão sair para o estrangeiro de forma permanente assim que o seu cérebro estiver formado. Mas para mim, que tenho 16 alunos de mestrado da área de Física – cérebros, estes, brilhantes –, em média, cinco deles vão emigrar de forma permanente depois de todos nós investirmos 15 ou 16 anos de educação."
(...)
O chamado “Recuperar Portugal, Construindo o Futuro – Plano de Recuperação e Resiliência”, é uma admirável oração à senhora da asneira. Tem a particularidade de responder de forma enérgica a um conjunto alargado de problemas concretos que não temos. Não temos problemas de infraestruturas, não temos problemas de transformação digital, não temos problemas climáticos próprios. Temos problemas de educação decorrentes do facto de a educação secundária ser gerida por um sindicato, mas essa questão não se resolve com dinheiro, nem sequer é tomada como um problema no dito plano.

Não existe uma única medida direcionada ao maior e mais premente dos problemas que temos e para o qual não existe uma “linha estratégica” (seja lá o que isso for), que é o facto dos cérebros que criamos, o maior dos ativos de qualquer país, estarem a ser escoados para outros locais do mundo. Pelo contrário, temos linhas estratégicas para facilitar esse escoamento em infraestruturas e na criação de mais dívida pública, para que o custo do seu trabalho cá seja acrescido de uma carga para a qual não contribuiu.
 
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