A Crise Económica da Década de 20

Por acaso tenho uma grande curiosidade em perceber qual a orgiem dos dados apresentados.

EDIT: já vi que é o mesmo estudo apresentado pelo Formador no tópico da crise.
O método de avaliação deixa muito a desejar e não tem em conta as alterações da lei como as guias de transporte electrónicas registadas ou a facturação electrónica obrigatórias Por isso mantenho que não acredito nos valores apresentados.

https://repositorio-berto.up.pt/bit...lves A Economia No registada em Portugal.pdf

São dados extrapolados por amostragem e pela metodologia dos rácios.
 
São dados extrapolados por amostragem e pela metodologia dos rácios.

Mas não têm em conta as alterações à lei que foram tomadas como o desconto no IVA de determinados produtos que aumentou a quantidade de recibos que passaram a ser passados por essas pessoas, bem como as alterações que falei acima.
 
Mas não têm em conta as alterações à lei que foram tomadas como o desconto no IVA de determinados produtos que aumentou a quantidade de recibos que passaram a ser passados por essas pessoas, bem como as alterações que falei acima.

Não sei responder...[;)]

Mas não me parece que haja qualquer correlação com o desconto do IVA , porque a economia informal passa ao lado de qualquer regulação, por isso é que ela é informal.

Antes e depois....
 
Não sei responder...[;)]

Mas não me parece que haja qualquer correlação com o desconto do IVA , porque a economia informal passa ao lado de qualquer regulação, por isso é que ela é informal.

Antes e depois....

Então não achas que mais pessoas passaram a pedir fatura nas oficinas, nos cabeleireiros, etc? e que isso diminuiu a quantidade de economia "informal"?
Então e o facto das guias passarem a ser registadas nas finanças não achas que diminuiu a quantidade de receitas "informais" de algumas empresas (nomeadamente no sector alimentar, como o pão)? E as facturas electrónicas, bem como o cruzamente da informação que hoje é prontamente efectuada entre empresas e consumidores, não permitindo o desaparecimento de determinadas receitas como acontecia nos inícios dos anos 2000?

Não é tido em conta no estudo e não me parece que seja assim tão pouco significativo.
 
O que acho é que o canal da economia informal, alimenta-se sempre nas mesmas fontes, e espraia-se mais e mais a cada vez que tentam regulá-lo.

Nao se controla nem regula o que não se conhece ou nao "existe"... 😊

O que referes em cima só serve para aumentar o filtro dos que já pagavam impostos.
 
Never..... [;)]

Normalmente o preço de um alimento quando sobe 50%, não volta a descer 50%, desce 15% no máximo.

Basta pegar no histórico de um cabaz de produtos de 1ª necessidade....

Outro é os ovos e a carne, ou o peixe. Só se a procura caísse 50%

Exato. Em contexto de crescimento económico, mesmo anémico, não acontece de certeza.
 
Não sei responder...[;)]

Mas não me parece que haja qualquer correlação com o desconto do IVA , porque a economia informal passa ao lado de qualquer regulação, por isso é que ela é informal.

Antes e depois....

A economia informal nunca é imune à economia registada. Nem que seja pelo lado da relação oferta/procura. E também há muitos fatores que influem os preços da economia paralela que vêm da economia registada e dos quais é muito difícil fugir (energia, combustíveis, comunicações, crédito bancário, etc).
Mas globalmente de facto não é muito fácil medir estes efeitos e saber qual a parte da variações dos preços que se deve à descida do IVA.

 
IMG_5495.jpg - Click image for larger version  Name:	IMG_5495.jpg Size:	651.4 KB ID:	14302518Bons dados dos EUA.

Considero um erro se a FED subir juros nesta reunião de Julho. O melhor seria manter o nível e na reunião de Set logo se vê.
 
A pergunta que é necessária: como é que se mede com rigor a dimensão da economia paralela?

A olhómetro! [;)]

Só a festa do Avante vale uns mihões! [:D]

Depois a ciganada, os mercados e praças de rua, os serviços da construção civil ao domicilio, as oficinas de mecânica e reparação automóvel de garagem, as festinhas das terriolas, os concertos dos pimbas de norte a sul, os barbeiros e cabeleireiros, os cafés e restaurantes que fazem contas no bordo da toalha, devem somar bem mais que os 34%....
O lado bom desta coisa é que quanto mais correr pelo canal informal, menos a tribo socialista e os estado-dependentes "mamam" [:)]


E depois o economista Arthur Laffer explica o resto!

O economista João Duque diz que hoje “os jovens são cada vez menos", mas têm que "aguentar cada vez mais”.

Na análise aos dados divulgados pela Pordata, que dão conta do progressivo envelhecimento da população portuguesa, o comentador d’As Três da Manhã diz que“há uma falta de orientação política para este problema, porque é daqueles problemas que não vai rebentar” amanhã, nem o ano que vem e, portanto, “como não é urgente, vai-se adiando”.

Na visão de João Duque, estamos, assim, “cada vez mais próximos de um problema gravíssimo, que vai juntar três problemas” e com “consequências dramáticas”.

Desde logo - diz o comentador - porque “há alteração profunda no comportamento de consumo das pessoas e no comportamento na vida do dia a dia. E estamos a falar de coisas muito simples, como é que as pessoas se movem, como é que vamos fazer o apoio domiciliário destas pessoas, como é que vamos cuidar da saúde delas, e como é que vamos garantir a sua pensão de reforma”.

“Isto vai ser um cocktail explosivo que nós sabemos que vai acontecer e que vai sendo tratado com uns pensos rápidos aqui, ou acolá, mas sem nunca se tratar e enfrentar o problema de uma forma muito radical”, alerta.

Questionado sobre qual seria a forma para enfrentar este problema, o economista entende que passa por “atrair jovens e criar emprego que seja muito produtivo”, isto porque nos próximos 30 anos vamos ter um sobrepeso excessivo de idosos, face aos jovens que estão a trabalhar”.

“Temos aqui um problema gravíssimo, que é como é que estes jovens vão aguentar com os impostos que já têm e o sistema de redistribuição da segurança social, de maneira a manter as pensões com o mínimo de valor que as pessoas que estão neste momento a aposentar-se exigem. E estas pessoas vão sobreviver muito mais tempo do que aquilo que era expectável”, adverte.(...)

Envelhecimento. “Jovens são cada vez menos, a aguentar cada vez mais”
[;)]


 
O responsável diz que, “apesar de podermos olhar para os números de formas distintas”, não há como fugir à realidade: “um em cada quatro portugueses vive com menos de 700 euros por mês”. “Há muitas famílias que a partir de uma determinada altura do mês têm muita dificuldade em colocar pão na mesa", assegura.

O Estado também "está a falhar" quando demora na definição da Estratégia Nacional de Luta Contra a Pobreza, diz o presidente da Cáritas do Porto, que alerta também para a situação dramática de muitos imigrantes em Portugal.(...)

No Porto, tem crescido muito o conjunto de pedidos de ajuda, sobretudo da população imigrante. Esse problema subsiste?

Subsiste e veio para ficar. Nós, no final do ano passado, já tínhamos mais de 750 mil imigrantes no nosso país. Muitos deles viviam da economia informal, sem qualquer tipo de proteção. E em situações limite vão bater às portas das instituições com o perfil da Cáritas. Para nossa grande surpresa, muitos deles têm dificuldade de se legalizar em Portugal. Têm muitas dificuldades em serem atendidos, por exemplo na Segurança Social.

E surgem-nos todos os dias novos casos na Cáritas de imigrantes que, naturalmente, estão completamente desprotegidos, não têm qualquer tipo de retaguarda. E muitas vezes vivem em situações perfeitamente desumanas, no nosso território. Todos nós temos conhecimento de dezenas de imigrantes que vivem numa única habitação em condições muito precárias.(...)

"Classe média em Portugal desapareceu" e "não estamos a conseguir inverter a curva da pobreza"
 
Afinal havia mais uma coisa: A dose de picanha num restaurante onde vou frequentemente.

Foi mtos anos €24, em Abril passou para €26 e agora está a €28.

Pelo menos a shrinkflation ainda não apareceu. Uma dose continua a dar para uma família de 4 com dois adultos e duas crianças pequenas.[:D]


Alimentando a thread, agora a dose está a €30.

Porém não foi só a proteína que aumentou. Uma refeição tipo ficava a €50 em Junho agora foi €60.

Não é surpresa nenhuma mas é sempre giro ver os exemplos concretos.

Inflação 0 desde Janeiro.apr:)

A picanha continua a 30 e a refeição toda ficou abaixo de 60 consumindo a mesma coisa +-.
 
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