[Sociedade] A farsa da justiça portuguesa!

Cá para mim, a gaja estava-se a fazer ao psiquiatra, mas como este não lhe deu troco, vai de processá-lo por violação. Mas a gaja era alguma vegetal para o deixar enfiar-lhe o pénis na boca e não serrar os dentes? Devia estar com as hormonas em alta e pensava que ia ganhar um bom partido com um broche ao senhor doutor, mas este não lhe deu o que ela queria e ela mete-o em julgamento.

"Serrava" os dentes com o quê? Com uma serra?[:D][:)][8b]

Sabes que normalmente quem consulta um psiquiatra ou psicólogo não está bem a nivel psicológico! E já ouvistes falar em código deontológico ou ética?
 
APAV considerou acórdão que absolveu psiquiatra que violou grávida uma “aberração”

APAV considerou acórdão que absolveu psiquiatra que violou grávida uma “aberração”

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) rotulou hoje de “perfeita aberração jurídica” o acórdão da Relação do Porto que absolveu um psiquiatra do crime de violação contra uma sua paciente, que se encontrava grávida.

http://www.publico.pt/Sociedade/apa...atra-que-violou-gravida-uma-aberracao_1494055
 
O acórdão faz sentido. Podemos não concordar com a decisão, mas a fundamentação e argumentação e a sustenta é inteiramente válida. No entanto, não me surpreenderá que o Suprema a venha a alterar, também de forma perfeitamente válida.

A populaça não sabe nem está disposta a compreender e aceitar estes "tecnicismos".
É, ou parece ser, socialmente aceite que para denegrir basta opinar, mesmo sem conhecer os detalhes técnicos, os elementos do tipo e a prova produzida, para além da verdade material...
 
Ai... Tu és um caso perdido...

No caso do Violador de Telheiras, elas estava sob ameaça de uma arma branca... Logo enquadra-se na tipologia...

Tu deves ser o user que mais utiliza [8b] inadequadamente...

A sério? E uma grávida de 34 semanas pode opôr-se à força de um homem? Ou este só lhe poderia fazer mal com uma arma branca?[8b]
Acresce que não estava bem psicologicamente e poderia estar sob efeito de medicamentos!
 
Não determinante no apuramento das verdade material, ou da realização de prova! Quantos casos queres de condenações em primeira instância e absolvidos na, ou nas seguintes? [;)]

Sim, eu sei disso! Mas não deixa de contribuir para aumentar as dúvidas. Se fosse absolvido das duas vezes seria mais "aceitável"!
 
Deve ser do calor... Tolda o senso comum [;)]
Devemos aceitar, convenhamos, algum populismo. Afinal a publicidade das decisões, para além de "fazer parte", é uma componente da normal integração da Justiça. No entanto há que tentar, de algum modo, esclarecer que nem sempre o que parece é, como, e muito bem, também sabes! [;)]

Sim, eu sei disso! Mas não deixa de contribuir para aumentar as dúvidas. Se fosse absolvido das duas vezes seria mais "aceitável"!
Aceitável para quem? Para a "opinião pública"? Percebo-te, mas, felizmente, os julgamentos fazem-se nos Tribunais, não pela opinião pública. E, convenhamos, ainda bem, pois, certamente, nem tu, eu, ou qualquer outra pessoa quereria ser julgada na "praça pública", pela opinião pública e com base naquilo que parece ser, em vez daquilo que, efectivamente, foi! [;)]
 
Devemos aceitar, convenhamos, algum populismo. Afinal a publicidade das decisões, para além de "fazer parte", é uma componente da normal integração da Justiça. No entanto há que tentar, de algum modo, esclarecer que nem sempre o que parece é, como, e muito bem, também sabes! [;)]

Aceitável para quem? Para a "opinião pública"? Percebo-te, mas, felizmente, os julgamentos fazem-se nos Tribunais, não pela opinião pública. E, convenhamos, ainda bem, pois, certamente, nem tu, eu, ou qualquer outra pessoa quereria ser julgada na "praça pública", pela opinião pública e com base naquilo que parece ser, em vez daquilo que, efectivamente, foi! [;)]

Mas aquilo que "efectivamente foi" em primeiro instância pelos vistos é diferente daquilo que "efectivamente foi" no recurso! Resta esperar que prevaleça o bom senso no supremo e que se descubra o que "verdadeiramente foi"!
 
Mas aquilo que "efectivamente foi" em primeiro instância pelos vistos é diferente daquilo que "efectivamente foi" no recurso! Resta esperar que prevaleça o bom senso no supremo e que se descubra o que "verdadeiramente foi"!
Todos esperamos que a Justiça se faça, em cada decisão. Independentemente disso, podem haver insuficiências de prova na primeira instância, suprimidas na segunda com a demonstração mais cabal do que se passou efectivamente, ou, como dizes, verdadeiramente! [;)]
 
Todos esperamos que a Justiça se faça, em cada decisão. Independentemente disso, podem haver insuficiências de prova na primeira instância, suprimidas na segunda com a demonstração mais cabal do que se passou efectivamente, ou, como dizes, verdadeiramente! [;)]

Achas que julgamentos com jurí (à americana) seriam mais eficazes (justos) ou nem por isso? Assusta-me um bocado a decisão ficar nas mãos de uma só pessoa apesar dos recursos!
 
Achas que julgamentos com jurí (à americana) seriam mais eficazes (justos) ou nem por isso? Assusta-me um bocado a decisão ficar nas mãos de uma só pessoa apesar dos recursos!
Eu tenho muitas reservas relativamente ao recurso a júri, que cá também é possível, mas muito menos usado. Relativamente aos EUA fico com a sensação de que a coisa é mais espectáculo do que demonstração da verdade material, mas depende, in casu, do que estiver em jogo!...
 
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