a Pepe, a Samsung e o Facebook

As malas clássicas não valorizam com o tempo. Pois há sempre à venda.
A não ser que sejam versões limitadas.


Valorizam sim senhor.

Estão sempre a vender, quer dizer que há sempre gente a querer. Se há gente a querer novo, há gente a procurar os mesmos modelos usados.

Não valorizam por si, como certas edições limitadas, mas como o preço das malas novas sobe com o tempo, o preço das usadas também sobe.




Por exemplo, o preço dessa mala nova é de 2.6k€, o preço das usadas vai de 1.0 a 1.4k€, no ebay. Imagina que compras a mala em 2002 ou em 1992, a mala em '02 ou '92 não custava 2.5k€, nem em 92 custava 1.5k€ sequer!




É como as lentes da Leica... todos os anos, eles sobem um bocadinho, chega a um ponto que mesmo em usadas, valem mais que quanto custaram em novas.
 
Acho que por causa desta treta toda vou indignar-me e botar um like à moça[:D]
Afinal ela é gira e tem pinta. E mandou um estouro à Ruela que já tem idade para ser mãe dela[:D][:D][:D]

Verdade... [:D]




Quanto á Samy e a Sumol, bah, é igual para eles, acho que não vão deixar de vender um telemóvel ou uma garrafa de sumol...
 
A Pêpa, Samsung, Sumol... e o Facebook [:D]

Li este texto à pouco que desmonta um pouco este tema. Vale a pena ler.
Redes sociais: marcas mal aconselhadas, diz ceo da Excentric


“Embora a situação da Samsung e da Sumol resultem no mesmo desfecho - um problema de imagem de marca - estes são bem distintos e, consequentemente, pediam resoluções diferentes”, afirma ao Briefing Miguel Figueiredo, ceo da Excentric, agência de marketing digital com experiência na gestão de redes sociais.
No caso da Sumol, a situação inicia-se com um comentário de um utilizador, comentário que, por sinal, é muito pouco relevante. E o que faz disparar as reações é uma resposta imediata e irrefletida do administrador da página, e que se percebe imediatamente que não está a falar numa posição oficial da marca. Foi uma asneira, é um facto, mas é uma asneira de quem estava a administrar a página, não da marca. E a marca reagiu imediatamente pedindo desculpas, pelo que a situação morreu ali.

O caso da Samsung é diferente. Tudo começa com um conteúdo que foi intencionalmente criado pela marca. Conteúdo esse que foi completamente um tiro ao lado, quer na escolha da pessoa, quer na seleção das mensagens que ela tinha para passar. Portanto, o primeiro erro cometido foi ter deixado passar aquele conteúdo como conteúdo da marca. Mas não foi o único erro. O segundo erro foi ter retirado do ar o conteúdo quando começaram a perceber que as reações eram negativas. Esta ação foi entendida como uma tentativa para esconder a situação e isso só ajudou a inflamar os ânimos. E porque estavam os ânimos inflamados? Por várias razões diferentes, embora nenhuma fosse aquela que foi identificada no pedido de desculpas da Samsung. Se repararem, a Samsung pede desculpas por ter "ferido suscetibilidades". Acontece que a situação nada tem a ver com isto. O vídeo da Samsung não ataca ou ofende nenhum grupo da população. Portanto a marca está a pedir desculpas de quê? E isto leva-nos ao terceiro e fatal erro da marca - a forma como reagiu.

O que aconteceu é que a marca passa a mensagem de uma rapariga que representa um estereótipo que gera imensos anticorpos. E ainda por cima, esta rapariga passa uma mensagem vazia em termos de importância e absolutamente superficial em termos de valores e filosofia de vida, numa época em que as pessoas estão particularmente sensíveis e desejosas de ouvir mensagens cheias de significado e impacto nas suas vidas. E as pessoas ficaram por isso, extremamente irritadas, irritação essa que só se agravou com a tentativa de ocultação do conteúdo por parte da Samsung.

Tendo cometido o primeiro e o segundo erro, como deveria então ter reagido a Samsung? A meu ver, deveria ter sido capaz de reconhecer o erro e, mais ainda, de se rir de si própria. Deveria ter criado uma sequela conjuntamente com a rapariga em questão, onde, com muito sentido de humor inteligente (esta é a chave), assumisse e brincasse com a figura triste que ambos fizeram. Toda a gente aprecia sinais de humildade e este seria sem dúvida o sinal certo no momento certo, desde que bem feito. E com isto poderiam até ter virado a situação a seu favor. Mas não. Com o pedido de desculpas que fizeram, formal, curto e absolutamente apático e amocional, a marca só passou uma mensagem: gritem connosco e nós faremos tudo o que nos pedem.

Concluindo, as duas situações - a da Sumol e a da Samsung - são muito diferentes e requeriam soluções diferentes. Mas ainda assim parecem-me ter algo em comum. Ambas as marcas só podem ter sido mal aconselhadas na área de social media. E isto só quer dizer uma coisa: que estão a trabalhar com agências/pessoas com pouca ou nenhuma experiência em como gerir o grande ativo que é o valor de uma marca. São agências que se pautam por terem uns miúdos que até percebem umas coisas sobre redes sociais, mas que depois lhes falta a experiência e formação para lidarem com todas as ramificações daquilo que fazem ou propõem. E porque trabalham as marcas com estas agências? Porque são mais baratas - o que não admira pois pagam salários a miúdos e não a profissionais da comunicação e do marketing com curriculum feito. Já agora, valia a pena pensar nisto”.

Miguel Figueiredo
Partner e CEO da Excentric

Fonte: Briefing
Redes sociais: marcas mal aconselhadas, diz ceo da Excentric

Vá lá afinal não estou sozinho neste mundo! [:D]

Alguém que viu a luz.[:cool:]
 
Vá lá afinal não estou sozinho neste mundo! [:D]

Alguém que viu a luz.[:cool:]


Se viste a luz tão bem com ele não fiques muito orgulhoso porque o que ele fez no final quando comentou a actuação dos seus concorrente foi um erro de principiante...
 
Se viste a luz tão bem com ele não fiques muito orgulhoso porque o que ele fez no final quando comentou a actuação dos seus concorrente foi um erro de principiante...

Exacto. E além disso falar à posteriori é sempre fácil.
A verdade é que na interacção entre pessoas geram-se dinâmicas impossíveis de prever. No caso das redes sociais isto é mais agudo porque a informação chega a muitas pessoas muito depressa, mas a génese do fenómeno não tem nada de novo. Por muito que tentem não há fórmulas "prontas-a-vestir" para fazer campanhas de sucesso. É tudo uma questão de bom-senso, timing, e sorte. E os erros são cometidos não apenas por "miúdos" como diz Miguel Figueiredo, mas também por marketeers experimentados. Basta ver a quantidade de coisas destas que acontecem por mês nos EUA, por exemplo. É algo com o qual vamos ter de nos habituar a viver.
 
Exacto. E além disso falar à posteriori é sempre fácil.
A verdade é que na interacção entre pessoas geram-se dinâmicas impossíveis de prever. No caso das redes sociais isto é mais agudo porque a informação chega a muitas pessoas muito depressa, mas a génese do fenómeno não tem nada de novo. Por muito que tentem não há fórmulas "prontas-a-vestir" para fazer campanhas de sucesso. É tudo uma questão de bom-senso, timing, e sorte. E os erros são cometidos não apenas por "miúdos" como diz Miguel Figueiredo, mas também por marketeers experimentados. Basta ver a quantidade de coisas destas que acontecem por mês nos EUA, por exemplo. É algo com o qual vamos ter de nos habituar a viver.


Sim concordo que há um grande dose de imprevisibilidade em tudo o que mete redes sociais...
 
Sim concordo que há um grande dose de imprevisibilidade em tudo o que mete redes sociais...
por alguma razão a Ford, esse colosso americano, fechou a sua página oficial a comentários dos utilizadores, e até acho que deixou de investir em publicidade no Facebook
 
Tuesday, January 15, 2013

MOVE ON!



Olá a todos! (aos de sempre e aos novos que agora se juntam)

Em primeiro lugar, quero agradecer imenso as manifestações de apoio que recebi nos últimos dias tanto no e-mail, como no facebook e telefone (não é um iphone, nem tem uma capa CHANEL, podem dormir descansados!).​

Esta comunidade revelou-se quando era mais importante para mim e por isso mesmo o meu MUITO OBRIGADA A TODOS! Espero conseguir responder a todas as mensagens dentro das próximas semanas.

Já correu muita tinta e tempo de antena sobre o não-tema dos “Desejos para 2013 da Pépa..” que curiosamente, se destinavam aos leitores deste e dos restantes blogs que participaram nesta acção, e por isso mesmo, não me quero alongar muito mais sobre o assunto.

Quanto às criticas, piadas e afins...algumas, confesso que tiveram a sua graça, outras são compreensíveis, embora desenquadradas da essência dos vídeos.

E agora, sendo este um blogue de moda,
Back to Fashion!


aqui: MOVE ON! - Bloglovin
 
Se viste a luz tão bem com ele não fiques muito orgulhoso porque o que ele fez no final quando comentou a actuação dos seus concorrente foi um erro de principiante...

Quero lá bem é saber disso... Não é a minha área.

Agora uma coisa é certa, a agência que fez a campanha para a samsung é que fez uma valente borrada.

E nem vou comentar as nossas discussões se a Pepa é bonita, se afinal a Pepa é tia... É que nem entro por aí.

A partir do momento em que a samsung (cliente) aborta uma campanha e pede desculpa, é porque o seu parceiro (a agência) fez uma valente trampa de trabalho. Perante isto, todas as outras agências podem dizer o que quiserem, que quem se pôr a jeito foi mesmo a agência que fez este lindo serviço.
 
mais um a malhar na concorrência :D

Há uns anos, quando ainda não havia YouTube, Facebook ou iPhone, talvez em 2005, eu e um grupo de criativos profissionais de publicidade trabalhávamos numa campanha para um Internet Service Provider quando alguém pensou que, com cada vez mais megas disponíveis, todos passaríamos a ter superpoderes. Daí surgiu-nos uma campanha baseada na pergunta "Que superpoder gostarias de ter?". Lá tivemos várias ideias (voar e ser invisível foram logo chumbadas por sofrerem de banalidade terminal) e apresentámo-las ao cliente. Ou porque éramos caros demais ou porque tínhamos excesso de personalidade, não me lembro da razão, não ganhámos o concurso. O cliente escolheu uma ideia banal e barata e, a partir daí, o famoso ISP definhou; nunca mais se ouviu falar nele e o seu CEO foi posto a andar.
Na campanha que apresentámos havia uma ideia maravilhosa do Nuno Jerónimo, um dos muito bons criativos profissionais que ainda por cá andam. Dizia ele que, a ter um superpoder, gostava de ter o poder de fazer undo. O poder de desfazer fazendo comando z. Que jeito daria: comando z e desemborcávamos o copo que bebemos a mais; comando z e desmandávamos o SMS exaltado; comando z e desbatíamos no carro da frente; comando z e mandávamos o Passos Coelho de volta ao Ângelo Correia.
Lembrei-me também desta história quando vi a Pepa e a campanha da Samsung.
Aqueles megas todos trouxeram mesmo superpoderes. O de saber tudo e mais alguma coisa, o de ver o mundo todo, o de estar com toda a gente a toda a hora... Só não trouxeram o poder de fazer undo. A Samsung bem tentou, tirando os embaraçosos vídeos do You Tube, mas hoje as marcas já não têm esse poder. Já não se pode tirar o filme do ar. O que se faz fica feito até que a malta se canse, passe ao assunto seguinte e o embaraço desapareça.
O assunto é o combustível da rede. Todos vamos à rede encontrar e partilhar assuntos. Quanto mais "diferente" do convencional for o assunto, mais ele viaja, mais viral ele se torna.
A Samsung tentou procurar outro modo de se promover, tentou fazer um conteúdo comercial diferente, tentou sair da caixinha dos anúncios, tentou inovar aproveitando a blogosfera e as redes sociais. Tentou, mas como muitas vezes acontece com as tentativas, errou. Claro que Pepa é diferente. Diz coisas diferentes, tem preocupações diferentes e quer uma mala Chanel em 2013. Daí o sucesso na partilha. Mas a Pepa é diferente por acaso. Um acaso feliz para nós, que nos divertimos à farta, e infeliz para a Samsung, que não achou piada, porque procurava aplauso e não gargalhada desdenhosa.
Fazer comunicação comercial diferente, sem se ser enxovalhado nas redes sociais pela Polícia da Opinião, não é fácil nem garantido. Requer talento. Talento que, normalmente, se encontra em organizações que o sabem encontrar e gerir. Chamam-se agências de publicidade e não são baratas. A qualidade, a diferença, são excepções que, para aparecerem, precisam de tempo e gente; ou seja, dinheiro. Claro que é mais barato contratar amadores. E é verdade que os amadores, às vezes, também fazem diferente. Veja-se o caso da Pepa.

A Pepa é diferente - Dinheiro Vivo
 
mais um a malhar na concorrência :D

Há uns anos, quando ainda não havia YouTube, Facebook ou iPhone, talvez em 2005, eu e um grupo de criativos profissionais de publicidade trabalhávamos numa campanha para um Internet Service Provider quando alguém pensou que, com cada vez mais megas disponíveis, todos passaríamos a ter superpoderes. Daí surgiu-nos uma campanha baseada na pergunta "Que superpoder gostarias de ter?". Lá tivemos várias ideias (voar e ser invisível foram logo chumbadas por sofrerem de banalidade terminal) e apresentámo-las ao cliente. Ou porque éramos caros demais ou porque tínhamos excesso de personalidade, não me lembro da razão, não ganhámos o concurso. O cliente escolheu uma ideia banal e barata e, a partir daí, o famoso ISP definhou; nunca mais se ouviu falar nele e o seu CEO foi posto a andar.
Na campanha que apresentámos havia uma ideia maravilhosa do Nuno Jerónimo, um dos muito bons criativos profissionais que ainda por cá andam. Dizia ele que, a ter um superpoder, gostava de ter o poder de fazer undo. O poder de desfazer fazendo comando z. Que jeito daria: comando z e desemborcávamos o copo que bebemos a mais; comando z e desmandávamos o SMS exaltado; comando z e desbatíamos no carro da frente; comando z e mandávamos o Passos Coelho de volta ao Ângelo Correia.
Lembrei-me também desta história quando vi a Pepa e a campanha da Samsung.
Aqueles megas todos trouxeram mesmo superpoderes. O de saber tudo e mais alguma coisa, o de ver o mundo todo, o de estar com toda a gente a toda a hora... Só não trouxeram o poder de fazer undo. A Samsung bem tentou, tirando os embaraçosos vídeos do You Tube, mas hoje as marcas já não têm esse poder. Já não se pode tirar o filme do ar. O que se faz fica feito até que a malta se canse, passe ao assunto seguinte e o embaraço desapareça.
O assunto é o combustível da rede. Todos vamos à rede encontrar e partilhar assuntos. Quanto mais "diferente" do convencional for o assunto, mais ele viaja, mais viral ele se torna.
A Samsung tentou procurar outro modo de se promover, tentou fazer um conteúdo comercial diferente, tentou sair da caixinha dos anúncios, tentou inovar aproveitando a blogosfera e as redes sociais. Tentou, mas como muitas vezes acontece com as tentativas, errou. Claro que Pepa é diferente. Diz coisas diferentes, tem preocupações diferentes e quer uma mala Chanel em 2013. Daí o sucesso na partilha. Mas a Pepa é diferente por acaso. Um acaso feliz para nós, que nos divertimos à farta, e infeliz para a Samsung, que não achou piada, porque procurava aplauso e não gargalhada desdenhosa.
Fazer comunicação comercial diferente, sem se ser enxovalhado nas redes sociais pela Polícia da Opinião, não é fácil nem garantido. Requer talento. Talento que, normalmente, se encontra em organizações que o sabem encontrar e gerir. Chamam-se agências de publicidade e não são baratas. A qualidade, a diferença, são excepções que, para aparecerem, precisam de tempo e gente; ou seja, dinheiro. Claro que é mais barato contratar amadores. E é verdade que os amadores, às vezes, também fazem diferente. Veja-se o caso da Pepa.

A Pepa é diferente - Dinheiro Vivo

este está noutro campeonato, é talvez comparar o Cristal com a Murganheira (exagerando um bocadinho) [;)]


O que ele diz é basicamente o que eu fiz, ri-me que nem um parvo da Pepa, da situação criada, da samsung, dos indignados e dos indignados com os indignados [:D]
eu no início bem disse que isto era um assunto cómico [:p]
 
E de que vivem as marcas de luxo?? Não é de pessoas que compram os artigos de luxo?

E pelo que vou vendo, isto de gajas com blogs sobre moda, nos states, dá dinheiro. Dá séries de Tv, programas, artigos de revistas, personal shoppers etc etc

Uma gaja que aqui se dedique ao mesmo e tenha sucesso, é empreendedora carago!!

Ela gosta de malas, nós gostamos de Ferraris. Qual é responsável pela paz mundial?! Nenhum.

Blogues de moda chegam a render 2500 euros por mês - Expresso.pt


E já agora, qt rende um banner, ao FAHO?
 

Não são só os blogs de moda que rendem dinheiro. Qualquer página que tenha umas visualizações jeitosas gera uma quantia razoável. Para além dos produtos enviados para os autores dos mesmos.

Há blogs a render dinheiro sem que os autores actualizem a página diariamente. A pipoca mais doce deixou de trabalhar à conta do blog. Agora é uma ex.ma afiliada.
 
Não são só os blogs de moda que rendem dinheiro. Qualquer página que tenha umas visualizações jeitosas gera uma quantia razoável. Para além dos produtos enviados para os autores dos mesmos.

Há blogs a render dinheiro sem que os autores actualizem a página diariamente. A pipoca mais doce deixou de trabalhar à conta do blog. Agora é uma ex.ma afiliada.

Eu sei. Mas eu foquei-me nos blogs dos trapos
 
onde leste a palavra na posta.

Porque falaste em blogues de moda de modo depreciativo "blogs de trapos"...




Acontece que se em vez de aqui os pretos da Europa, em vez de fabricar para as marcas francesas, italianas, inglesas e alemãs, a ultra-baixo custo, se tivessemos investido é na cultura, na moda, se calhar, hoje, não estávamos no poço que estamos.


Tipicamente português: a coisa mais importante do mundo é [o meu trabalho] e tudo o resto, é tudo palha...
 
O caricato é que com o Tratado de Mettween tivemos que importar ainda mais tecidos dos ingleses que aqueles que já produziamos.
Aliás, sempre fomos expert nessa matéria, mas pronto:sh):sh):sh)
 
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