A pobreza que não pára de aumentar em Portugal...

Se o povo não exigir, tudo vai piorar!!!







Tudo isto perante a estupidificação de um povo que gosta mais da "Casa dos Segredos" do que de si próprio.

Não importa que os rendimentos de um Povo já de si muito castigado e depauperado, tenha sido assaltado por um invertebrados mentais, uns inuteis e ressabiados, em vês de retirar os inimagináveis benefícios das classes privilegiadas (Banca,Grupos economicos)..ordens da troica.
Não importa o número de funcionarios públicos,que vão ser afectados pela mobilização especial , que levará consequentemente a um despedimento em massa..ordens da troica,
Não importa que 30 mil professores vão para o desemprego,ordens da troica.
Não importa os cerca de 20 mil trabalhadores “precarios”,que até ao fim do ano vão ser despedidos da função pública.ordens da troica
Não importa que cortem nas reformas , não paguem subsidios , aumentem as rendas da casa (ordens da troica).
Não importa que os cuidados de saúde públicos estejam a ser arrasados enquanto se continuam a financiar instituições clínicas privadas e centros de diagnóstico enquanto se continua a permitir a promiscuidade entre o público e o privado aos clínicos do serviço público ..ordens da troica .
Não importa que se tenha abandonado a recuperação do parque escolar para se continuarem a financiar estabelecimentos de ensino privados frequentados pelos filhos das classes protegidas (ordens da troica).
Não importa que se tenha aumentado o IVA do Gás (mais 3,9% em Julho)e Electricidade, atingindo milhões de famílias, permitindo ainda o aumento das tarifas, em vez de atacar os lucros fabulosos das empresas fornecedoras destes serviços (ordens da troica).
Não importa que a troica tenha reservado doze mil milhões?! para proteger a banca, verdadeira causadora da crise que nos afecta, para continuarem com as suas negociatas em vez de a obrigarem a financiar as empresas para que estas nos possam fazer sair do buraco em que nos encontramos (nada de ordens da troica).
São os actos terroristas desta troica aproveitadora que cobra Milhares de Milhões de euros para enviar este país para nos escravizar e nos enviar para o abismo,plutocratas desmesuradamente sedentos de ver miseria e destruição ,mas os imbecis fazem mais,estalam os dedos de contentamento porque agora a troica quer também as “cabeças” dos trabalhadores do privado sem levantar sequer uma palha para fazer qualquer coisa por uma economia decadente que se afunda e agoniza a cada dia que passa , a Austeridade em doses "cavalares"mata o doente,não o cura.Tudo isto perante a estupidificação de um povo que gosta mais da "Casa dos Segredos" do que de si próprio.
São necessarias mudanças,rapidamente , caso contrário vão sobrar migalhas.
"mão amiga"/ Joe Wolf
Quanto aos pontos a negrito - há medicina dentária no SNS e se há, quanto tempo demora a marcação de uma consulta? e o mesmo se passa com outras especialidades. Se há pessoas que recorrem às clinicas privadas de análises e de outros examees, é que os querem fazer na hora e não esperar meses e meses.

Relativamente aos colégios privados em muitas zonas do país, sobretudo no interior, são a única alternativa de ensino existente, já que as escolas públicas existentes ficam a muitos km's de distãncia e também são uma das alternativas para os alunos com NEE (há colégios próprios só para este tipo alunos), porque os pais consideram que as escolas públicas ainda dão uma resposta pouco eficaz relativamente a estes casos. Não são só os filhos das classes privilegiadas que irão frequentar este tipo de ensino, com o cheque-ensino, muitos pais da dita classe média (os que vivem das e para as aparências) poderão por os filhos nestes colégios, ao invés de irem para o ensino público, que vai ver a sua qualidade diminuida.
 
"Portugal entretém-se a inventar a roda – por isso é que a produtividade portuguesa está abaixo da média europeia, e só consegue ser melhor do que as da Estónia, da Lituânia, da Roménia, da Letónia e da Bulgária.A produção horária do nosso país representa 54,3% do que é produzido nos Estados Unidos no mesmo período.

O exemplo vem de cima: cada novo Governo entende que deixar a sua marca é arrasar o que o novo Governo anterior fez, e quer apresentar qualquer coisinha que pareça nova e diferente – mesmo que já tenha sido experimentada com maus resultados noutros países. É o caso do tonitruante ‘cheque-ensino’, cuja ineficácia ficou provada em Inglaterra.

A Inglaterra é o segundo país da OCDE com menor mobilidade inter-geracional : o primeiro é Portugal.

A mobilidade inter-geracional refere-se à relação entre o estatuto socio-económico dos pais e aquele que os filhos atingem na idade adulta.

Os estudos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico concluem que esta mobilidade cresce sempre que se potencia o apoio à educação pré-escolar, diminuindo assim a influência da família na evolução da criança. Os países que têm maiores taxas de mobilidade positiva são aqueles em que o pré-escolar é obrigatório, ou seja, os nórdicos.

Quanto mais cedo uma criança for inserida na realidade igualitária da escola, mais hipóteses tem de vencer o défice de informação e as carências que traz de casa.

Ora o ‘cheque-ensino’ faz exactamente o contrário: põe a escolha da escola na mão dos pais.
Não é preciso pensar muito para descortinar que isto prejudica, desde logo, os estudantes cujos pais têm menor formação, informação e contactos.

Além disso, o ‘cheque-ensino’ representa uma demissão do Estado em relação à qualidade do ensino público.

É a anedota dos porcos transformada em política social. Anedota que, resumidamente, reza assim: um criador de porcos, farto de ser multado pela Inspecção, que sucessivamente o penalizava pela falta deste ou daquele ingrediente na alimentação dos animais, acabou por responder ao inspector: “Olhe, eu agora dou-lhes cem euros e eles vão comer onde quiserem”.

Acresce que o ‘cheque-ensino’, em particular numa sociedade ‘guetizada’ e profundamente estratificada como é a portuguesa (uma sociedade onde os ricos explicam aos jornais que gostam de férias despojadas para “brincar aos pobrezinhos”, como disse Cristina Espírito Santo), apenas servirá para ampliar o fosso entre as escolas de elite e as outras.

Sendo que está também provado que as escolas em que há maior mistura social favorecem o rendimento dos alunos provenientes de meios sociais desfavorecidos e não afectam os resultados dos favorecidos – ao contrário do que muitas vezes se pretende.

Outro dado interessante dos estudos da OCDE:
o sucesso escolar dos alunos do secundário aumenta nos países em que a possibilidade de progressão salarial dos professores é maior.

A falta de estímulo afecta a motivação e o esforço das pessoas; isto está medido e explicado por números, mas não parece haver forma de fazer com que os responsáveis políticos o entendam."Em Cheque sem cobertura - Opiniao - Sol

NB: Cheque ensino? :confused: :o (Embarrassment)
 
quote_icon.png
Originalmente Colocado por PeLeve
O fenómeno está a alastrar-se perigosamente, mas ninguém parece ligar...

Banco Mundial: subida de preço de alimentos atinge nível de alerta e instabilidade pode aumentar
E continua a aumentar. Uma lata de grão do continente já custa 0,89€...[8b]
E não só não ligam, como incrementam medidas que a produzem e agravam... [:vm)] [8b]
 
Há pelo menos 300 mil pessoas a passar fome em Portugal - Portugal - DN

Os sinais são claros desde há muitos anos, mas os responsáveis, com o devido apoio (...), olham para o lado e fazem de conta que não vêem, claro, pois têm o bandulho cheio... [:vm)]
[TABLE="width: 543"]
[TR]
[TD="width: 7"][/TD]
[TD="width: 708"][/TD]
[TD="width: 1"][/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 7"][/TD]
[TD="width: 708, align: left"] Pobreza As profundas desigualdades na distribuição da riqueza no mundo atingiram actualmente proporções verdadeiramente chocantes.
O número de pobres não pára de crescer e já chega a 307 milhões de pessoas no mundo. Relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) recentemente publicado mostra que nos últimos 30 anos o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1,00 duplicou nos países menos desenvolvidos.
Para a agência da ONU, o dado mais preocupante é a tendência de que esse número aumente até 2015, quando os países menos desenvolvidos poderão passar a ter 420 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.
Em algumas regiões, principalmente na África, parte da população já tem um consumo diário de apenas 57 centavos de dólares, enquanto um cidadão suíço gasta por dia US$ 61,9. Nos anos 70 cerca de 56% da população africana vivia com menos de US$ 1,00, hoje este valor é de 65%.A pobreza está a aumentar, em vez de diminuir.
(Junho de 2002)
As ajudas dos países mais ricos aos mais pobres são uma gota de água no Oceano, cifrando-se 0,22 por cento do seu PIB. O mais grave é todavia os subsídios que atribuem às suas empresas para exportarem e barreiras comerciais que levam aos produtos oriundos dos países mais pobres. O desequilíbrio de meios sufoca completamente as economias mais pobres. (Banco Mundial,Abril de 2003)..

[/TD]
[TD="width: 1"][/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 7"][/TD]
[TD="width: 710, colspan: 2"] Fome
Calcula-se que 815 milhões, em todo o mundo sejam vítimas crónica ou grave subnutrição, a maior parte das quais são mulheres e crianças dos países em vias de desenvolvimento.
O flagelo da fome atinge 777 milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, 27 milhões nos países em transição (na ex-União Soviética) e 11 milhões nos países desenvolvidos.

A subnutrição crónica, quando não conduz apenas à morte física, mas implica frequentemente uma mutilação grave, nomeadamente a falta de desenvolvimento das células cerebrais nos bebés, e cegueira por falta de vitamina A. Todos os anos, dezenas de milhões de mães gravemente subnutridas dão à luz dezenas de milhões de bebés igualmente ameaçados. (Junho de 2002).


[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 7"][/TD]
[TD="width: 710, colspan: 2"] África Devastada por secas e cheias, mas sobretudo por guerras civis (entre 30 e 40 no final do século XX), todo o continente africano parece ter mergulhado no abismo. Terminados os conflitos o terror não termina nas zonas rurais, onde a presença de minas e de munições não explodidas constitui uma ameaça permanente à reconstrução das comunidades rurais.

Etiópia, Eritreia, Somália, Sudão, Quénia, Uganda e Djibuti a fome que há muito mata nestes países milhões de africanos, já deixou de ser notícia na imprensa internacional. Entre as principais causas desta mortandade está a seca, as guerras e a permamente instabilidade política e religiosa na região.
Zambia, cerca de quatro milhões de pessoas (numa população de dez milhões) foi afectada pela seca que destrui, este ano, parte das suas colheitas. A situação está a tornar-se rapidamente catastrófica. (Dados de 2002)
Na África austral, existem presentemente 10 milhões de mulheres, homens e crianças a conhecer formas extremas do flagelo da fome. Malawi, Zimbabwe, Lesotho e a Swazilândia são alguns dos países mais afectados. Malawi, enfrenta seca e a pior fome nos últimos 50 anos. Segundo o governo, 70% da população de 11 milhões passa fome.
Em Moçambique e Angola (apesar de ter terminado a guerra), a situação é reconhecidamente trágica.(Junho de 2002)
As perspectivas de desenvolvimento para este continente são pouco animadoras. Na África sub-sahariana, o número de pobres pode aumentar de 315 milhões em 1999 para 404 milhões em 2015, afectando perto de metade da população da região (Banco Mundial, Abril de 2003).
[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 7"][/TD]
[TD="width: 710, colspan: 2"] América Latina
54 milhões de pessoas passam fome na América Latina e Caraíbas, segundo o director-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
Na América do Sul registou-se uma redução do número de pessoas subnutridas, que passou de 42 milhões para 33 milhões, mas na América Central houve um aumento de 17 a 19% e nas Caraíbas de 26 a 28%.
As crises económicas na Argentina e Brasil fizeram regredir vastas regiões, alastrando a fome.
O director-geral da FAO afirma que apesar da importância estratégica da agricultura para combater esta situação, nos últimos 10 anos o crescimento do sector agrícola no continente foi fraco, alcançando apenas 2,7% no ano 2000. Um dos factores que impede o crescimento da mesma, deve-se à concorrência dos países mais desenvolvidos, cuja agricultura é fortemente subsidiada pelos respectivos estados.
211 milhões de latino-americanos e caribenhos vivem abaixo da linha de pobreza, com um aumento de 11 milhões desde 1990. (Junho de 2002).
As perspectivas futuras continuam a ser pouco risonhas para toda a América Latina. Os efeitos da globalização far-se-ão sentir por muito tempo, nomeadamente através de continuas crises económicas. As suas frágeis economias estão hoje à mercê das empresas dos países mais ricos.
[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 7"][/TD]
[TD="width: 710, colspan: 2"] Ásia
A situação é particularmente dramática no Afeganistão, onde cinco a dez milhões de pessoas estão ameaçadas de fome, mas também muito grave na Coreia do Norte, Mongólia, Arménia, Geórgia e Tajiquistão, etc.(Dados de 2002).

[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 7"][/TD]
[TD="width: 710, colspan: 2"] Médio Oriente No Médio Oriente as projecções do Banco Mundial são também pouco animadoras para esta região, a situação é dramática na Palestina e no Iraque.O número de pobres irá disparar, estimulando o crescimento de conflitos sociais (Banco Mundial, Abril de 2003).
A intervenção dos EUA no Iraque (Abril de 2003), para além das vítimas que já produziu, agravou ainda mais esta tragédia.

[/TD]
[/TR]
[/TABLE]
Fome no Mundo.Desigualdades
 
Uma década antes da CEE. Puxa lá pela cabeça.
Depois dessa década antes da CEE, em que algumas cooperativas andaram, empreendedoras, de mãos dadas com alguns empresários hoje endeusados e "podres de ricos" desde e por causa desse tempo, tiveste o período da CEE e, depois, o da UE, tempo mais do que suficiente para "plantar betão" e destruir estruturas básicas de produção de riqueza! Lembras-te? Puxa lá pela cabeça...
 
E tu como não-responsável e com bandulho vazio, que fazes pela pobreza?
Já não dou para o teu peditório há muito! Queres o quê? Que te exponha aqui o meu contributo contra a pobreza? Sim, já fiz a minha parte e continuarei a fazer, mas não é para expor aqui...

Eu sei que é chato haver quem fale deste tipo de temas... Por isso, como se não pode tapar a evidência de que a fome e a miséria têm galopado em Portugal, tenta atacar-se a credibilidade da fonte, sobretudo para o tema esmorecer com isso... Tem paciência!...

"Na verdade, privatizámos em grande medida o apoio e a manutenção do bem público, com consequências desastrosas. Deixámos as grandes empresas privadas e as elites ricas gastarem dinheiro para nos 'informar dos méritos' de políticas e de candidatos alternativos", escreve.

"Os 99% podem aperceber-se que foram enganados pelos 1%, que os interesses dos 1% não são os seus interesses. Os 1% trabalharam muito para convencer os restantes de que um mundo alternativo não é possível; que fazer alguma coisa que os 1% não desejam irá inevitavelmente prejudicar os 99%. Grande parte deste livro tem sido dedicada a destruir este mito e a argumentar que poderíamos realmente ter uma economia mais dinâmica e eficiente e uma sociedade mais justa", sublinha o Nobel da Economia, para quem "a esperança é vacilante".
http://forum.autohoje.com/off-topic...na-2709-post-81255-a-3246.html#post1067527129

Muitas famílias não conseguem garantir uma alimentação adequada, embora não seja fácil chegar a números. Até porque a "cara da pobreza está a mudar", dizem as instituições.

Trezentos mil. Ou melhor, pelo menos 300 mil. É este o número de portugueses que ainda passam fome. O número que "nos envergonha a todos", segundo o Presidente da República. Cavaco Silva lançou o alerta a propósito da iniciativa "Direito à Alimentação", que quer distribuir as sobras dos restaurantes por 4500 instituições de solidariedade e assim matar a fome às famílias carenciadas.

"Relativamente à fome faltam dados e temos de nos limitar ao que dizem as instituições que apoiam as famílias cadenciadas, nomeadamente o Banco Alimentar, que apontava para 280 mil pessoas há uns meses, antes da crise", explica o investigador Alfredo Bruto da Costa. Um número que entretanto chegou aos 300 mil ao longo deste ano.

"Pelo que temos ouvido, pelos apelos de instituições de apoio social, é possível que este número esteja a crescer", acrescenta o especialista que tem estudado a pobreza em Portugal desde os anos 80. E mesmo assim é difícil incluir neste número a "pobreza envergonhada" que não procura ajuda. A crise pode mesmo inverter a tendência de diminuição da pobreza que Portugal registou nas últimas décadas, alerta Alfredo Bruto da Costa. "Em 2008, antes de sermos atingidos pela crise, tínhamos 18% de pobres. Depois disso não sabemos o que aconteceu", conclui.

Três instituições que da rua tiram a ideia de que a vida está mais complicada são a Legião da Boa Vontade, a Comunidade Vida e Paz (CVP) e a AMI. "Já não são só os sem-abrigo a procurar carrinhas de distribuição de comida", diz Heloísa Teixeira, da Legião. "A cara da pobreza mudou", reforça Elisabete Cardoso, da CVP. Já a AMI, nos primeiros seis meses deste ano ajudou tantas pessoas como em 2005. "Recebemos pedidos de ajuda de pessoas sem dinheiro para comer, para medicamentos, renda, água ou uma botija de gás para cozinhar", diz Ana Martins.

Foi por chegarem cada vez mais pessoas a pedir comida aos restaurantes que a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) avançou para a iniciativa "Direito à Alimentação", diz o secretário-geral José Manuel Esteves. "Eram nossos clientes na semana passada e esta semana entram de mão estendida", explica.

A AHRESP espera que a rede que está a montar para recolher donativos dos cerca de 25 mil associados e entregá-los às pessoas com fome possa entrar em funcionamento já em Janeiro - abrangendo 4500 instituições de solidariedade espalhadas pelo País. E foi no lançamento desta rede que o Presidente da República disse que nos "envergonha a todos saber que há portugueses com fome". Uma frase que já lhe valeu críticas da esquerda (ver caixa).
Há pelo menos 300 mil pessoas a passar fome em Portugal - Portugal - DN
 

Deixar morrer uma naçao!Vao vender tecnologia como paes quentes e os cereais e bens para alimentaçao ficam para tras cada vez mais caros, ha uma soluçao semear para colher.
 
este é um país a nanometros do colapso....hoje tive mais uma prova disso, a reunião na escola da minha filha foi, no mínimo, surreal.......quem tiver filhos em idade escolar pode comprovar aquilo que disse!
 
Voltar
Superior