A pobreza que não pára de aumentar em Portugal...

Facto as crianças são pobres.

motivo : 30 anos de governação de indole socialista em que nao se aposta na criação de riqueza.

Verdade !?

Ia jurar que este era melhor do que o anterior regime que sem manteve no regime durante 50 anos ...

... mas espera , esse que lá esteve mais de 40 anos era melhor que uma tal de monarquia ...

Hummmm .... se calhar o problema é a enormidade de sabujos que estão sedentos de poder, e que afirmam sempre que se fosse com eles seria diferente, depois , quando lá estão, a verdade nua e crua, revela o quão merdos@ é a politica, os que vivem dela, e os que a apoiam.


Ilusão: apontar o liberalismo como principal causa sem que nunca a nossa economia tenha sido libeal ...
Claro, isso já o estão fartos de repetir até à exaustão, mas se no que mostro no meu paragrafo anterior, és capaz de dizer que não vão cair exactamente nos mesmos "defeitos", é que temos exemplos até nesta noticia - Luxemburgo - onde a liberalização está deveras implementada e onde por ironia estão equiparados a Portugal neste indice negativo.


verdade incontestavel: o aproveitamento da pobreza da crianças para passar uma mensagem de indole marcadamente politica

vergonha
E lá vem o Rótulo ... apr:) apr:) apr:)

Alguns liberais são uma perfeita máquina ... de rotular ... não são por mim ... são anarquistas, comunistas, xuxalistas, marxistas, trotskistas ou comunistas ... ou outro nome acabado em "ista" , porque estes não rimam com "al" ...

[:cool:]
 
Mas isto faz-me lembrar o primeiro poema que decorei com cinco anos e que sempre bateu fundo no meu coração...:

And the oscar of melhor pessoa goes to you
happy0064.gif
notworthy.gif
thumbup.gif
 
E lá vem o Rótulo ... apr:) apr:) apr:)

Alguns liberais são uma perfeita máquina ... de rotular ... não são por mim ... são anarquistas, comunistas, xuxalistas, marxistas, trotskistas ou comunistas ... ou outro nome acabado em "ista" , porque estes não rimam com "al" ...

[:cool:]

eu não rotulei ninguem, se o rotulo te serviu então tu tens um problema.
eu simplesmente afirmei e reafirmo que o autor do topico usa esta triste noticia para fazer politica.
basta ler a primeira frase do topico.
na realidade esta-se nas tintas para as criancinhas é preciso é fazer passar a mensagem politica.
A mim preocupa-me particualrmente este tema porque as crianças de facto merecem ser bem tratadas e não usadas.
que é o que se esta aquia a fazer
 
crianças pobres é um facto! isto porque os pais delas ou estão desempregados ou tem trabalhos precários com salarios baixos, as despesas em infantários, e na habitação tem contribuem para isso.

é logico que a culpa é devido a politicas desastrosas, os empresários alguns tambem tiveram culpa mas tambem sao favorecidos por algumas politicas... No entanto o país precisa de bons empresários e bons investidores, assim como politicos decentes.
 
eu não rotulei ninguem, se o rotulo te serviu então tu tens um problema.
eu simplesmente afirmei e reafirmo que o autor do topico usa esta triste noticia para fazer politica.
basta ler a primeira frase do topico.
na realidade esta-se nas tintas para as criancinhas é preciso é fazer passar a mensagem politica.
A mim preocupa-me particualrmente este tema porque as crianças de facto merecem ser bem tratadas e não usadas.
que é o que se esta aquia a fazer
Sim o autor é mesmo uma pessoa incrível fala de crianças com fome e tal....
 
Voltando ao tema...

PUBLICO.PT
PÚBLICO: Edição Impressa Versão para cegos

Pobreza das crianças portuguesas é mais duradoura
Clara Viana

É o pior nível de desqualificação da UE: 68 por cento das crianças portuguesas vivem com pais com o ensino secundário incompleto.
Não é um retrato abonatório para Portugal aquele que se encontra descrito num relatório da Comissão Europeia sobre pobreza infantil que hoje será apresentado. Elaborado com base em dados de 2005 (que é ainda o ano limite para a maior parte dos estudos europeus), o relatório coloca Portugal não só entre os oito países da União Europeia com níveis mais elevados de pobreza entre as crianças, como o confirma entre aqueles com mais probabilidades de se manter nesta posição.

Em 2005, 24 por cento das crianças (contra 19 de média na UE) encontravam-se expostas, em Portugal, ao risco de pobreza (no ano anterior essa percentagem era de 23 por cento). Co-
mo a Roménia e a Bulgária não foram incluídas neste estudo, em situação pior do que Portugal figuravam apenas a Polónia (29 por cento) e a Lituânia (27). Seguiam-se-lhes, em situação de empate, Portugal, Espanha e Itália.

Habilitações dos pais
A análise da pobreza entre as crianças permitiu identificar factores que são potenciadores desta situação. Entre os principais, segundo o relatório da
Task-Force on Child Poverty and Child Well-Being, figuram a dimensão do agregado, bem como o nível de escolaridades e a situação profissional dos pais.
Uma conclusão: quanto menor a escolaridade dos pais, maior o risco de pobreza das crianças. É, talvez, um dos dados mais chocantes presentes no relatório europeu: em Portugal, 68 por cento (contra 16 de média eu-
ropeia) das crianças vivem com pais que não concluíram os estudos secundários. Oitenta e oito por cento das crianças portuguesas em risco de pobreza vivem em agregados com estas baixas qualificações.

É o patamar mais elevado de desqualificação na UE. Apenas Malta, com
66 por cento, se aproxima. E há situações tão distantes da nacional como esta: a percentagem de crianças a viverem em agregados com níveis baixos de escolaridade é de dois por cento na Eslováquia, seis por cento na Polónia, sete por cento em França.

Crescer em famílias monoparentais ou em agregados com três ou mais crianças são outros factores potenciadores de pobreza . Na União Euro-
peia, "metade das crianças pobres" vive nestes dois tipos de família. A taxa de pobreza entre as que vivem só com um pai (em 90 por cento dos casos é a mãe) é de 34 por cento. Entre as que pertencem a famílias numerosas é de 25 por cento: a Suécia e a Alemanha são a excepção, ou seja, são os únicos dois países da UE em que o facto de uma criança viver numa família numerosa não lhe aumenta o risco de pobreza.

Famílias monoparentais
Portugal está acima da média europeia em ambos os casos: 38 por cento no que respeita a famílias monoparentais (existem oito países em pior situação) e 43 por cento nas famílias numerosas. Neste campo pior só a Polónia e a Lituânia, com 47 e 43 por cento. Esta diferença tem consequências. Em declarações ao PÚBLICO, Amélia Bastos, do Instituto Superior de Economia e Gestão de Lisboa, com um doutoramento em pobreza infantil e um livro sobre o tema a ser publicado em breve, frisa que aos dois tipos de famílias correspondem, em regra, "distintas trajectórias": "nas monoparentais, a pobreza tende a ser transitória, enquanto nas famílias numerosas a tendência é para ser crónica".

A seu favor, Portugal conta com o facto de ser, na UE, um dos que têm uma menor percentagem (pouco mais de quatro por cento) a viver em agregados onde nenhum dos membros trabalha. A nível nacional, como na maioria dos outros países, as crianças encontram-se em maior risco de pobreza do que o conjunto da população: em Portugal, a diferença é de 24,5 para 20,3 por cento.

Segundo o relatório da UE, em média as transferências sociais têm reduzido o risco de pobreza infantil na Europa em 44 por cento.

Governo desvaloriza?
Embora só hoje deva ser conhecida a reacção oficial a este relatório, um porta-voz do Ministério do Trabalho e da Segurança Social assegurou ao PÚBLICO que o cenário retratado não corresponderá "certamente" à situação de hoje, e provavelmente também não à de 2005. Os abonos foram reforçados, criados os subsídios de maternidade, mas mais importante, adianta, o estudo não contabiliza algumas das principais medidas "redutoras" da pobreza infantil. Por exemplo, não foram levados em conta os "mil milhões de euros que o Estado anualmente transfere para as IPSS" para subsidiar a frequência de pré-escolar e primário.

Já Amália Bastos confirma Portugal "na cauda da UE". Tanto pela análise dos recursos monetários, como pela observação da "privação", em que a criança é olhada directamente: "O insucesso escolar é grande, encontramos uma dieta alimentar desequilibrada e muito frequentemente a ausência total de comida. Muitas crianças não têm qualquer vigilância médica. Muitas delas continuam a viver também numa situação de estigmatização auto-alimentada. Por fim, residem muito frequentemente em casas sobrelotadas, nas quais não dispõem de um quarto".

O que se pode esperar daqui? "Quem anda no terreno constata que
existe uma grande fatia destas crianças condenadas a reproduzir a pobreza das famílias. A quebra do ciclo intergeracional não está a ser feita", alerta a investigadora.
Em 2005, a Europa contava com 97,5 milhões de crianças entre os 0 e os 17 anos. Destas, 19 milhões viviam abaixo da linha de pobreza.
O Governo diz que entretanto já foram reforçados os abonos e subsídios, o que contribui para a desactualização dos dados

Desde 2001 que Portugal tem vindo a adoptar o chamado Plano Nacional de Acção para a Inclusão (PNAI). Segundo dados do INE, em 2006, a taxa de pobreza, após transferências sociais, foi de 18 por cento, ou seja, menos dois pontos do que a registada em 2005 e aproximando-se assim da média europeia (17 por cento), um dos principais objectivos estabelecidos naqueles planos.

No PNAI para 2006-2008 as crianças voltam a ser apresentadas como "um grupo particularmente vulnerável a situações de pobreza". Em Portugal, o risco de pobreza entre elas aumentou de 23 para 24 por cento entre 2004 e 2005.
O combate à pobreza das crianças e idosos foi fixado como prioridade número um do plano para a inclusão. Algumas medidas a atingir até 2008: reforçar a protecção às famílias monoparentais, que estão entre as mais vulneráveis ao risco de pobreza, abrangendo 200 mil titulares do abono de família; aumentar em 50 por cento a capacidade instalada em creches (até 2009); garantir que 90 por cento dos agregados beneficiários do rendimento social de inserção estabeleçam acordos de inserção.

http://jornal.publico.clix.pt/magoo/noticias.asp?a=2008&m=02&d=25&uid=&id=250573&sid=52084
Talvez esta versão ajude.
 
eu não rotulei ninguem, se o rotulo te serviu então tu tens um problema.
eu simplesmente afirmei e reafirmo que o autor do topico usa esta triste noticia para fazer politica.
basta ler a primeira frase do topico.
na realidade esta-se nas tintas para as criancinhas é preciso é fazer passar a mensagem politica.
A mim preocupa-me particualrmente este tema porque as crianças de facto merecem ser bem tratadas e não usadas.
que é o que se esta aquia a fazer


Oh sim claro ...

... eu acho curioso todos esses pruridos, por alegadamente estarem a usar as crianças ...

... mas e então ?

Diz-me lá qual a parte de o Luxemburgo ser mais liberal (e criador de riqueza, como o demonstram as estatisticas) e no entanto estar a mesmo nivel de um pais "xuxalista" (nos ultimos 30 anos) é que tu não entendeste ?

Então o sistema mais liberal comparativo com o sistema "xuxalista" ja´devia ter ultrapassado esse fosso, e dado ás crianças uma garantia quase total, de não ter problemas de pobreza quando comparado com um pais "xuxalista".

Vais-me dizer que ainda não é um pais 100% liberal.

Mas também são menos que em Portugal.

O ordenado minimo é 4~5 vezes mais elevado que em Portugal, e gera per capita muito mais riqueza que Portugal.

Seria de esperar -afirmo uma vez mais - que as crianças figurassem no topo dos países onde o bem estar para elas fosse elevado, e não se apresentassem ao nível de um medíocre pais de índole "xuxalista"
 
crianças pobres é um facto! isto porque os pais delas ou estão desempregados ou tem trabalhos precários com salarios baixos, as despesas em infantários, e na habitação tem contribuem para isso.

é logico que a culpa é devido a politicas desastrosas, os empresários alguns tambem tiveram culpa mas tambem sao favorecidos por algumas politicas... No entanto o país precisa de bons empresários e bons investidores, assim como politicos decentes.
O país precisa tb de acesso à educação e a iguais oportunidades para todos, precisa de pessoas informadas e conscientes com civismo do seu lugar na sociedade.

Precisa de acabar estas politicas de caça as bruxas que apenas desviam as atenções do que realmente está mal e precisa de ser corrigido.

Há um deficit de esclarecimento e valores morais, espírito critico e de formação por toda a sociedade, principalmente entre os que deviam ser dos mais respeitados/trabalhadores elementos da sociedade, os empresários, que são, ou deviam ser, um motivo de orgulho para o país no exercício da cidadania e civismo.
 
Oh sim claro ...

... eu acho curioso todos esses pruridos, por alegadamente estarem a usar as crianças ...

... mas e então ?

Diz-me lá qual a parte de o Luxemburgo ser mais liberal (e criador de riqueza, como o demonstram as estatisticas) e no entanto estar a mesmo nivel de um pais "xuxalista" (nos ultimos 30 anos) é que tu não entendeste ?

Então o sistema mais liberal comparativo com o sistema "xuxalista" ja´devia ter ultrapassado esse fosso, e dado ás crianças uma garantia quase total, de não ter problemas de pobreza quando comparado com um pais "xuxalista".

Vais-me dizer que ainda não é um pais 100% liberal.

Mas também são menos que em Portugal.

O ordenado minimo é 4~5 vezes mais elevado que em Portugal, e gera per capita muito mais riqueza que Portugal.

Seria de esperar -afirmo uma vez mais - que as crianças figurassem no topo dos países onde o bem estar para elas fosse elevado, e não se apresentassem ao nível de um medíocre pais de índole "xuxalista"

Para te responder á questão do luxemburgo seria precxiso ler o relatorio.
de facto o luxemburgo com 251% do pib per capita onde os pobres são aqueles que ganhar 120% acima do nivel medio europeu ou seja mais de 1500€ tem que se lhe diga.
mas o que não é menos verdade são os resultados da irlanda com espetacular melhoria nos ultimos anos , bem como a dramatica reduçºão dos niveis nos reino unido.
enquanto nos vamos dizendo mal de um sistema que nunca experimentamos os outro avançam e nos estagnamos.
Felizemente o mundo é cada vez mais global e o liberalismo vai-se impondo, gostem ou não.
Por mim darei sempre o meu contributo a uma viragem liberal, com tantas forças quantas tiver.
 
Continuo sem perceber porque se persegue algo que não existe (liberalismo) como causa de um problema !

Claro que o tópico pode sempre continuar a ser um repositório de jargões marxistas, ou então pode-se perder 3 minutos a reflectir que afinal a única forma de minimizar/ eliminar este tipo de problemas sociais é criando riqueza na economia.

E, até prova em contrário, só com uma economia liberal se conseguirá que esta produza a riqueza necessária para isto dar uma volta de uma vez por todas !
 
Oh sim claro ...

... eu acho curioso todos esses pruridos, por alegadamente estarem a usar as crianças ...

... mas e então ?

Diz-me lá qual a parte de o Luxemburgo ser mais liberal (e criador de riqueza, como o demonstram as estatisticas) e no entanto estar a mesmo nivel de um pais "xuxalista" (nos ultimos 30 anos) é que tu não entendeste ?

Então o sistema mais liberal comparativo com o sistema "xuxalista" ja´devia ter ultrapassado esse fosso, e dado ás crianças uma garantia quase total, de não ter problemas de pobreza quando comparado com um pais "xuxalista".

Vais-me dizer que ainda não é um pais 100% liberal.

Mas também são menos que em Portugal.

O ordenado minimo é 4~5 vezes mais elevado que em Portugal, e gera per capita muito mais riqueza que Portugal.

Seria de esperar -afirmo uma vez mais - que as crianças figurassem no topo dos países onde o bem estar para elas fosse elevado, e não se apresentassem ao nível de um medíocre pais de índole "xuxalista"
Devo dizer que tb fiquei surpreendido mas depois de ler melhor esta parte "O Grupo D (dos países com níveis relativamente altos de pobreza nas crianças e uma fraca assistência social) inclui Espanha, Grécia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Portugal e Polónia."e de recordar o que se tem feito por cá, fico com receio do que o futuro nos reserva a nós que ainda estamos bastante longe dos vencimentos desses países.

Por outro lado creio que, e olhando para este grupo, "
Grupo A, que abarca os países com melhores resultados (níveis baixos de desemprego, de pobreza nos lares onde há crianças e segurança social eficaz), encontram-se Áustria, Chipre, Dinamarca, Finlândia, Eslovénia, Holanda e Suécia.", fico com cada vez mais a certeza de que este é o caminho a seguir.

A propósito de Chipre e Malta países tão pequenos mas que já nos podem ensinar algo:

Os 12 acordos assinado por Malta foram com as associações de comercio e associações empresariais, aconteceu o mesmo em Chipre, tudo para garantir que a inflação se mantem nos mesmos níveis.

E se por cá se tivesse feito o mesmo?


A lira maltesa e a libra cipriota deixarão de circular a partir da meia-noite

As ilhas mediterrânicas de Malta e Chipre preparam-se para ser o 14o e 15o país a aderir à zona euro, três anos após integrarem a União Europeia. Nas respectivas capitais as celebrações oficiais contrastam com os receios da população de um aumento de preços que possa prejudicar a economia. Nos dois casos o valor do euro é inferior ao das moedas nacionais.

Em Malta, o governo assinou 12 acordos para garantir a estabilização dos preços face à desconfiança dos habitantes. O principal sindicato do país garantiu que vai denunciar qualquer subida de preços abusiva.


(...)http://www.euronews.net/index.php?pa...=462256&lng=6#









 
Continuo sem perceber porque se persegue algo que não existe (liberalismo) como causa de um problema !

Claro que o tópico pode sempre continuar a ser um repositório de jargões marxistas, ou então pode-se perder 3 minutos a reflectir que afinal a única forma de minimizar/ eliminar este tipo de problemas sociais é criando riqueza na economia.

E, até prova em contrário, só com uma economia liberal se conseguirá que esta produza a riqueza necessária para isto dar uma volta de uma vez por todas !
Confesso que é necessário uma certa agilidade para apoiar a questão, não quero com isto dizer que o liberalismo é mau de todo, mas antes que há algo melhor e que se deve evitar seguir pelo caminho do liberalismo feudal.

Mas é um pouco difícil mudar as pessoas para conseguirem ver para além do horizonte e como não dá para espremer conhecimento para as cabeças das pessoas, só se pode meter as pessoas num bote e larga-las no mar a fim de que entendam como há algo para lá da linha visível a que chamamos horizonte.
 
Seria de esperar -afirmo uma vez mais - que as crianças figurassem no topo dos países onde o bem estar para elas fosse elevado, e não se apresentassem ao nível de um medíocre pais de índole "xuxalista"

Seria era de esperar que não te ficasses por um resumo da RTP para tirares tamanhas conclusões. E desculpa que te diga são no mínimo precipitadas e feitas muito ao de leve.

Afinal é a própria Comissão a fazer um à parte em relação ao Luxemburgo dizendo que "deve-se realçar que o relativo alto risco de pobreza das Crianças no Luxemburgo é devido parcialmente ao resultado específico da estrutura populacional."

Essa especificidade tem muito a ver com uma percentagem bastante elevada de imigração caracterizada de baixos recursos e formação que o Luxemburgo acolhe todos os anos e não devido a um problema estrutural do próprio sistema politico ou económico.

Já a população estabelecida do Luxemburgo não sofre deste problema de maneira tão vincada.

É preciso ter isto em conta para se falar seriamente na pobreza infantil no Luxemburgo...
 
Por outro lado creio que, e olhando para este grupo, "Grupo A, que abarca os países com melhores resultados (níveis baixos de desemprego, de pobreza nos lares onde há crianças e segurança social eficaz), encontram-se Áustria, Chipre, Dinamarca, Finlândia, Eslovénia, Holanda e Suécia", fico com cada vez mais a certeza de que este é o caminho a seguir.


Curioso não é?

... em todos estes países é mais fácil despedir um empregado...

...em todos estes países o emprego não é visto como sendo o emprego para a vida...

...TODOS estes países possuem um índice de liberdade económica bastante acima do existente em Portugal...

...Todos têm um sistema de justiça bem mais eficiente..

... Todos têm, pelo menos um!, partido assumidamente Liberal!

Sendo que a A Eslovénia foi um dos países que assumidamente abraçou o tal Liberalismo que tanto repugnas, para conseguir chegar onde está hoje!

Já por cá, além de continuarmos a ter um estado com a mania da perseguição com complexos que tem de controlar tudo e todos (em detrimento de um sistema eficiente de justiça) ainda temos de ter outros tantos que têm a lata de vir dizer que o nosso mal é o excesso de Liberalismo (??? qual? Onde?? como??) quando nós já somos dos países menos Liberais que existem na EU.

O nosso mal é termos demasiadas pessoas que pensam como tu Nthor... que acreditam que liberalismo e feudalismo são semelhantes....
E enquanto houver tanta com medo de aplicar reformas liberais a sério e não apenas umas "amostras" reformistas pseudo-liberais e juntamente com isso aplicar um sistema de justiça eficiente digno desse nome não sairemos deste buraco.
 
Última edição:
Seria era de esperar que não te ficasses por um resumo da RTP para tirares tamanhas conclusões. E desculpa que te diga são no mínimo precipitadas e feitas muito ao de leve.

Afinal é a própria Comissão a fazer um à parte em relação ao Luxemburgo dizendo que "deve-se realçar que o relativo alto risco de pobreza das Crianças no Luxemburgo é devido parcialmente ao resultado específico da estrutura populacional."

Essa especificidade tem muito a ver com uma percentagem bastante elevada de imigração caracterizada de baixos recursos e formação que o Luxemburgo acolhe todos os anos e não devido a um problema estrutural do próprio sistema politico ou económico.

Já a população estabelecida do Luxemburgo não sofre deste problema de maneira tão vincada.

É preciso ter isto em conta para se falar seriamente na pobreza infantil no Luxemburgo...

Poderei ter algum juízo superficial , mas contudo e apesar disso (da superficialidade do juízo) parece-me que haverá alguma falha no sistema, porque taxativamente posso-te afirmar que a população emigrante que frequenta o dito é bem controlada, aliás esse controlo e rigor ficou demonstrado há poucos meses numa reportagem da mesma RTP.

O tipo de população, o serem pessoas de "recurso limitados e formação baixa" não me parece ser também a desculpa para tudo.
 
Curioso não é?

... em todos estes países é mais fácil despedir um empregado...

...em todos estes países o emprego não é visto como sendo o emprego para a vida...

Estava mesmo a espera desse argumento :).

Afinal o problema nacional não é haver gente sem dinheiro e com poucos recursos, não é haver impunidade e injustiças, não é não haver oportunidades iguais para todos, nem sequer a precariedade do trabalho ou o alto desemprego.

"O" problema é não se poder despedir estas pessoas, mas isso não é bem assim pois não Jacare? Todos sabemos como é relativamente fácil despedir alguém ou usar de praticas de violência psicológica para levar alguém ao desemprego, na realidade a tal dificuldade resume-se numa palavra, indemnização, é esta singela palavra de que se queixam e é disto que falam quando falam na dificuldade em despedir.

Quase tudo serve para despedir com justa causa e portanto sem direito à tal indemnização, mas nos casos em que tal não é possível há que pagar e isso traduz-se, em linguagem empresarial como, dificuldades em despedir.

O problema não é o emprego para toda a vida, mas a falta de respeito pelas pessoas e pelo esforço efectuado na formação pessoal.

Bastava haver igualdade de oportunidades para certas pessoas saberem o custa a formação, estudar, trabalhar e começarem a dar valor ao trabalho

Fraco argumento esse.



...TODOS estes países possuem um índice de liberdade económica bastante acima do existente em Portugal...

...Todos têm um sistema de justiça bem mais eficiente..

... Todos têm, pelo menos um!, partido assumidamente Liberal!

Sendo que a A Eslovénia foi um dos países que assumidamente abraçou o tal Liberalismo que tanto repugnas, para conseguir chegar onde está hoje!

Curioso digo eu, então quando se fala em agilizar a justiça, em agilizar a fiscalização dos impostos, o fim do segredo bancário, o punir exemplarmente quem foge aos impostos, no fim dos esquemas entre a politica e as empresas, em justiça, educação e saúde para todos, no reconhecer das capacidades e no esforço individual, no fim das fraudes e falências fraudulentas, vencimentos decentes, fim da especulação dos preços, igualdade de oportunidades para todos, entre outras medidas que tenho falado por aqui, todos os liberais se lhe opõem.

Mas é efectivamente o que se tem feito nesses países, ou se tenta fazer, curiosamente não pela mão de partidos liberais, partidos de treta é uma das "condições" da democracia, nós tb temos o "partido dos pinta paredes", isso não define um país nem o que ele pode fazer pelas pessoas.


Já por cá, além de continuarmos a ter um estado com a mania da perseguição com complexos que tem de controlar tudo e todos (em detrimento de um sistema eficiente de justiça) ainda temos de ter outros tantos que têm a lata de vir dizer que o nosso mal é o excesso de Liberalismo (??? qual? Onde?? como??) quando nós já somos dos países menos Liberais que existem na EU.

O nosso mal é termos demasiadas pessoas que pensam como tu Nthor... que acreditam que liberalismo e feudalismo são semelhantes....
E enquanto houver tanta com medo de aplicar reformas liberais a sério e não apenas umas "amostras" reformistas pseudo-liberais e juntamente com isso aplicar um sistema de justiça eficiente digno desse nome não sairemos deste buraco.
Há uns anos, antes de 74, havia pessoas que durante a vida toda só trabalhavam, não aprendiam nada na escola e poucos saiam do lugar de onde tinham nascido.

Quando apareceu a TV e essas pessoas viam os negros em África diziam "que pobreza coitados, não tem nada".

O teu raciocínio recorda-me essas pessoas.
 
Seria era de esperar que não te ficasses por um resumo da RTP para tirares tamanhas conclusões. E desculpa que te diga são no mínimo precipitadas e feitas muito ao de leve.

Afinal é a própria Comissão a fazer um à parte em relação ao Luxemburgo dizendo que "deve-se realçar que o relativo alto risco de pobreza das Crianças no Luxemburgo é devido parcialmente ao resultado específico da estrutura populacional."

Essa especificidade tem muito a ver com uma percentagem bastante elevada de imigração caracterizada de baixos recursos e formação que o Luxemburgo acolhe todos os anos e não devido a um problema estrutural do próprio sistema politico ou económico.

Já a população estabelecida do Luxemburgo não sofre deste problema de maneira tão vincada.

É preciso ter isto em conta para se falar seriamente na pobreza infantil no Luxemburgo...
Chama-se padrões, quanto mais alto é o nível de vida, mais confusão faz os que vivem abaixo desse nível e por isso se tenta elevar o nível de vida dos que tem menos, ainda que os que tem menos possam ser considerados ricos em África ou classe media cá.

Essencialmente o tal "nivelar por cima" que costumas ler em alguns posts aqui do fórum.
 
A propósito deste assunto coloco aqui, com a devida vénia, o comentário de um leitor do Jornal Sol que sintetiza em poucas palavras o que se tem falado e qual o caminho a seguir:

Muito resumidamente:

Como conseguiram e conseguem os países do grupo [A] - que estão no topo da lista; Finlândia e Suécia, alcançar e manterem essa posição neste três importantes sectores - Emprego/trabalho - Pobreza hereditária e/ou casual - Segurança Social.

1) Menos desemprego - consequência duma política concentrada na Educação. tais como: escolas a todos os níveis. Educação acessível a todos (TODOS) e professores com alto nível. Etc., etc.,,

2) Pobreza geral - outra vez; por via da educação e luta por remunerações/salários menos desiguais em relação à procura/oferta e classificações académicas.
Nota: as organizações dos trabalhadores, têm aqui, um papel importante. Os trabalhadores também têm aqui um papel muito importante na escolha dos seus representantes (graças à sua educação e conhecimentos gerais) e o apoio da Comunicação Social (mass média)

3) Protecção social: Garantida a todos os indivíduos que estejam ou fiquem expostos por diversos motivos. ( e eles são muitos - os motivos).

Mas!...Claro; para que isto tudo possa acontecer. Ou seja: para se poder chegar à lista [A] é, preciso haver muitas ASAE:s. Muito e rigoroso controlo para os que não querem pagar impostos e que se dedicam, sistematicamente, sabotar/roubar o sistema e a propriedade pública.

É exactamente como o comentarista ...edumar, escreve: ..."É TAMBÉM PRECISO SABER O QUE QUEREMOS"... -- è isso mesmo... É necessário absolutamente necessário sabermos que espécie de sociedade pretendemos viver e deixar para os nossos descendentes. Olaré!... "Não há rosa sem espinhos" Tanto para os dos poder, como para os "outros cidadãos" Claro que também - tal lá como cá - os dos poder e os ricos, são, os mais privilegiados.



Jose Luis, em 2008-02-24 18:33:34

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=82108
 
Para percebermos bem as causas:

Bruxelas considera medidas do Governo “insuficientes”
Desigualdade na distribuição de rendimentos em Portugal é das mais elevadas da UE
25.02.2008 - 15h02 Lusa

Em Portugal o risco de pobreza e as desigualdades na distribuição dos rendimentos são dos mais elevados da União Europeia, segundo o Relatório Conjunto de 2008 sobre Protecção e Inclusão Social hoje divulgado em Bruxelas.

De acordo com o documento, que será analisado e adoptado na sexta-feira pelo Conselho de Ministros da Segurança Social dos 27, em Portugal "o risco de pobreza após transferências sociais (20 por cento em 2004) e as desigualdades na distribuição dos rendimentos (rácio 8,2 em 2004) são das mais elevadas na União Europeia (UE)".

O documento revela ainda que a população mais idosa – especialmente do sexo feminino – as mulheres e as crianças são as mais atingidas pela pobreza, sendo que as despesas com a protecção social representavam 24,9 por cento do PIB, longe da média de UE de 27,3 por cento.

Na análise detalhada que faz da situação portuguesa, Bruxelas identifica "seis riscos multidimensionais e sistémicos que afectam fortemente a inclusão em Portugal", sendo o primeiro dos quais a "pobreza infantil e pobreza dos idosos".

O insucesso escolar e abandono escolar precoce, os baixos níveis de qualificação, a participação diminuta em acções de aprendizagem ao longo da vida, a info-exclusão e ainda desigualdades e discriminação no acesso aos direitos das pessoas com deficiência e dos imigrantes, são outros riscos identificados, tendo a Comissão Europeia o cuidado de sublinhar que "foram substanciados com estatísticas e análises circunstanciadas".

A Comissão Europeia destaca a adopção de medidas de combate à pobreza como "a activação do Rendimento Social de Inserção", os "Contratos de Desenvolvimento Social" e o "Complemento Solidário para Idosos", considerando, no entanto, que estas "não são suficientes para reduzir de forma significativa a pobreza".

Por outro lado, Bruxelas considera que as medidas para corrigir as desigualdades na distribuição de rendimentos "não são suficientemente explicadas".

As metas definidas pelo governo de Lisboa para corrigir as deficiências na escolaridade - como a iniciativa Novas Oportunidades - são consideradas por Bruxelas "ambiciosas" e "adequadas para actuar sobre o nível de qualificações estruturalmente baixo da população", mas o relatório sustenta que "não se concentram nos grupos mais atingidos pela exclusão".


http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1320716
 
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