A pobreza que não pára de aumentar em Portugal...

Não acredito que tenhamos pessoas à frente dos destinos do país que possam engrandecer esta que foi em tempos uma nobre Nação.
O que me permite cogitar que poderemos ter tido um novel passado, mas um incerto futuro.
 
Eu estou a estranhar é que nenhum membro de extrema direita esteja a se movimentar. Em relação a pobreza em Portugal continental não sei não sou daí todavia cá na Madeira passei a uns tempos numa rua que ha uma banca que da alimentação gratuita e estava cheio mesmo cheio e nem eram so sem abrigos.
Mas cabe a nos, povo, fazer algo para mudar o rumo que as coisas estão a levar porque para 2014 acredito que va haver muita porcaria.
 
Eu estou a estranhar é que nenhum membro de extrema direita esteja a se movimentar.
O pnr e outros semelhantes tem desencadeado acções mais ou menos violentas por todo o país, ainda que não se fale nada na comunicação social.

A velha táctica de enfiar a cabeça na areia e pensar na rainha, que nos popularizou tanto nos últimos anos.
 
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Sorteio de carro para quem pede fatura não exige inscrição nem exclui quem já tiver ganho - Dinheiro Vivo

O sorteio semanal de carros que o Governo está a preparar para quem pedir fatura com número de contribuinte é imediata e não obriga a nenhuma inscrição da parte do consumidor, garantiu ao DN/Dinheiro Vivo a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais.
“O sorteio será imediato e envolverá todas as faturas emitidas e comunicadas à Autoridade Tributária (AT), não necessitando de qualquer inscrição prévia”, esclareceu a aquela entidade numa resposta enviada ontem à tarde por e-mail.
Além disso,explicou a mesma fonte, quem já tiver ganho um carro não será excluído, ou seja, sempre que se pede uma fatura com número de contribuinte e ela fica registada, o consumidor entra automaticamente no sorteio e, se tiver sorte, pode ganhar mais carros. “Todos os consumidores finais que tenham incluído o seu Número de Identificação Fiscal (NIF) nas faturas serão elegíveis para todos os sorteios”, adiantou a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais.
O sorteio, que segundo noticiou ontem o jornal Expresso arranca em janeiro de 2014 e acontecerá todas as semanas, não discrimina também o tipo de faturas. Ou seja, a fatura de um café ou de um bolo que custe 50 cêntimos também pode ganhar um carro, desde que tenha número de contribuinte.
“Todas as faturas com o NIF do consumidor final, emitidas por todos os setores de actividade, independentemente do seu valor, serão elegíveis para o sorteio”, disse ao DN/Dinheiro Vivo a mesma fonte do Governo. E mais: “o sorteio (envolvendo as faturas de todos os setores) acresce ao incentivo fiscal em sede de IRS nas faturas de quatro setores (alojamento, restauração, oficinas e cabeleireiros)”, que o Governo já criou no início deste ano.
 
"Um quarto da população portuguesa encontrava-se em risco de pobreza ou de exclusão social em 2012, situando-se este valor, de 25,3% da população total, em linha com a média da União Europeia, de 24,8%, segundo o Eurostat.

Os dados divulgados pelo gabinete oficial de estatísticas da Europa revelam que o número de cidadãos europeus ameaçados de pobreza ou exclusão social voltou a subir, atingindo os 124,5 milhões de pessoas, o equivalente a 24,8% da população total da União, mais meio ponto percentual (24,3%),

Relativamente a Portugal, registou-se uma subida de quase um ponto percentual entre 2011 e 2012, com o número de pessoas a enfrentarem risco de pobreza ou exclusão social a subir de 24,4% para 25,3% da população, o equivalente a 2,7 milhões de pessoas (ainda assim abaixo dos 26,0% de 2008, altura em que o valor de Portugal era quase dois pontos e meio superior ao da média da União, de 23,7%).

Na elaboração destas estatísticas, o Eurostat tem em conta três formas de exclusão, incluindo na categoria de pessoas em risco de pobreza ou de exclusão social uma pessoa que se confronte com pelo menos uma delas: pessoas em risco de pobreza, pessoas em situação de privação material grave e pessoas que vivam em agregados familiares com muito fraca intensidade de trabalho.

Em Portugal, o valor mais elevado encontra-se na categoria de pessoas em risco de pobreza (17,9%, acima dos 17% da média comunitária), ou seja, aquelas que vivem num agregado familiar que disponha de um rendimento anual líquido inferior a 60% do rendimento mediano (por adulto equivalente) no país, após pagamentos de contribuições sociais.

Em termos gerais, as maiores proporções de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social registavam-se na Bulgária (49%), Roménia (42%), Letónia (37%) e Grécia (35%), e as mais baixas na Holanda e República Checa (ambas com 15%) e Finlândia (17%)."Em Um em cada quatro portugueses está em risco de pobreza - Renascença
Sem comentário maior.
 
"A Rede Europeia Anti Pobreza (EAPN) Portugal considera que o objectivo de reduzir a pobreza "não está a ser levado a sério" e apela à criação urgente de uma estratégia nacional de luta contra a pobreza e a exclusão social.

O apelo da rede surge numa mensagem intitulada "A pobreza e a democracia são incompatíveis" divulgada esta quarta-feira pela EAPN Portugal para assinalar o Dia Internacional Para a Erradicação da Pobreza, na quinta-feira.

Na mensagem, a organização faz a análise dos impactos das políticas macroeconómicas, de emprego, educação e políticas de formação, de combate à pobreza, participação e governança, e divulga seis apelos que considera de "absoluta urgência" para combater a pobreza e a exclusão social.

"A profunda crise financeira e económica, de alcance mundial, e os efeitos que dela derivaram e que se começaram a fazer sentir no ano 2008 estão a afectar de forma muito significativa o modelo social europeu, em particular nos países do sul da União Europeia", afirma.

Esta situação afecta especialmente os países sob intervenção da “troika”, como é o caso de Portugal, refere a EAPN, adiantando que os "efeitos perversos" das prioridades macroeconómicas focadas na austeridade "são já claramente identificáveis".

Esses efeitos são a queda do limiar de pobreza, o empobrecimento generalizado da população, o aumento dos trabalhadores pobres associados ao aumento do desemprego, o crescimento da pobreza infantil, o progressivo desmantelamento do Estado social e o aumento das desigualdades sociais.

"Se por um lado, o esforço financeiro gerado pelas medidas negociadas com a “troika” está a afectar drasticamente aqueles que possuem menos recursos e que mais dependem de ajudas do Estado, quer seja pela situação de desemprego, doença, incapacidade ou outra, não é menos verdade que estes efeitos são transversais à sociedade portuguesa", salienta a EAPN Portugal.

Sublinha ainda que "muitos dos direitos económicos e sociais básicos estão actualmente a serem postos em causa ou, em parte significativa, a serem negligenciados".

Para a organização, as políticas macroeconómicas têm "prejudicado o consumo, a recuperação económica e têm gerado um aumento da pobreza, minando as bases do Estado social".

"O fosso das desigualdades está a aumentar por via do ataque aos níveis de rendimento (salários e apoios ao rendimento) e do falhanço ao nível de uma distribuição mais justa, por meio de uma tributação progressiva. Isto põe em causa a coesão social e a estabilidade", alerta.

Para a EAPN, é fundamental implementar uma estratégia europeia e estratégias nacionais integradas para combater a pobreza.

"O investimento social pode ter um papel chave e deve desafiar a austeridade no sentido de fazer um maior investimento na protecção social universal", defende.

A mensagem é de "uma profunda preocupação com a chocante falta de progresso na meta da pobreza, a fraca visibilidade da Estratégia Europa 2020 nos programas nacionais de reforma e o inaceitável défice democrático e participativo"."Em Objectivo de reduzir a pobreza "não está a ser levado a sério" - Renascença
Pois.
 
Fónix. Afinal a abrilada falhou.[s)]

Serviu apenas para que as gerações que a promoveram arrecadassem direitos e garantias de forma a serem eternamente sustentados pelos que os sucederem. Quem diria?
 
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